Por: Kátia Muniz cronicaskatia@live.com
Dizem que há várias formas de amar. Dizem também que demonstrar amor através dos gestos é uma delas.
Cena 1: você sempre chega em casa com um quindim para sua amada, volta e meia manda flores. Ela agradece, enche você de beijos e sempre te olha como se esperasse algo mais.
Cena 2: você é carinhoso, faz o gênero cavalheiro, abre a porta do carro, puxa a cadeira do restaurante. Ela sorri, joga um beijinho e dois minutos depois se perde em seus próprios pensamentos.
Cena 3: você deixa bilhetes amorosos espalhados pela casa, manda mensagens via celular dizendo que ela é linda, a leva ao teatro e ao cinema. No final da noite, antes de desligar o abajur, você percebe o olhar distante dela.
Cena 4: vocês dois estão ao pé da Torre Eiffel. Trocam um, dois, três beijos cinematográficos. Ela suspira, suspira, suspira. Você pensa: “Será que ela está com falta de ar?”
Você é praticamente o cara da música do Roberto Carlos, e porque raios essa mulher está sempre com esse olhar perdido?
Tchan-ran! Faltou dizer “eu te amo”.
Você se esforçou em todos os quesitos e está na sua cara que é louco por ela, nem precisava dizer nada, mas as mulheres são seres complexos. Se você ainda não sabia, anote aí.
Para nós, mulheres, não bastam os gestos, falar que ama é fundamental. Falem, meninos! Não economizem nas três palavrinhas, nossos ouvidos e todo o resto agradecem.
Mas se você disser “eu te amo” e ela em seguida questionar: de que tamanho é esse amor, meu bem?
Rapazes, não se desesperem, mulheres nunca se sentem totalmente satisfeitas. Isso faz parte do nosso DNA.
