Sobre Luciane Chiarelli

Luciane Chiarelli Jornalista e Blogueira

Ingresso do Aquário de Paranaguá está mais barato

 

Aquario de Paranaguá. Paranaguá, 25-02-15. Foto: Arnaldo Alves / ANPr

Foto: Arnaldo Alves / ANPr

O Aquário Marinho de Paranaguá reduziu os valores dos ingressos para todas as categorias. Os novos valores passaram a valer na sexta-feira (17). O ingresso para adultos muda de R$ 22,00 para R$ 16,00; o de crianças de R$ 16,50 para R$ 10,00; e o de idosos de R$ 11,00 para R$ 10,00. Além desses valores, grupos maiores de 15 pessoas e agências de turismo passam a ter redução nos valores diferenciados.

Moradores do Litoral, mediante comprovante de residência, têm desconto de 50% no novo valor do ingresso. Estudantes, professores e doadores de sangue, mediante comprovação, também passam a pagar R$ 10,00 na entrada.

Aquário

Dividido em três pavimentos, o Aquário de Paranaguá é um dos maiores do País, com aproximadamente dois mil metros quadrados de área construída. O local, que pertence ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e é gerenciado pela empresa paulista Acqua Mundo, conta com 23 tanques, auditórios, espaço para exposições, loja e lanchonete.

O Aquário abriga mais de 200 espécies do Litoral paranaense e Litoral brasileiro, como tubarão-bambu, peixe-palhaço, raias, anêmonas, recife de coral. Entre as centenas de animais, os que mais chamam atenção dos visitantes são pinguins-de-magalhães.

Audiência pública apresenta estudos ambientais sobre novo acesso à Antonina

Audiencia Publica Antonina

Audiencia Publica Antonina

Cerca de 500 pessoas participaram nesta quinta-feira (16), em Antonina, da primeira audiência pública para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima) para a construção do novo acesso rodoviário ao Porto de Antonina – a PR-340. A próxima reunião será em 6 de julho, em Morretes.

A estrada, que será construída pelo Departamento de Estadas de Rodagem do Paraná (DER), ligará Antonina à BR-277 e contará com ciclovia em toda sua extensão. O Governo do Estado deve investir R$ 170 milhões na obra.

A expectativa é que o fluxo de caminhões mais que duplique com a nova estrada, subindo dos atuais cerca de 420 por dia para em torno de mil veículos diariamente.

Lâmpadas incandescentes não serão mais vendidas no país a partir do fim do mês

maxresdefaultAs lâmpadas incandescentes não vão mais ser vendidas no Brasil a partir do dia 30 de junho. Os estabelecimentos, importadores e fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e quem não atender à legislação poderá ser multado.

A restrição foi estabelecida em uma portaria interministerial de 2010, que tem como objetivo minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A venda de lâmpadas incandescentes começou a ser proibida no Brasil em junho 2012, com a exclusão do mercado de lâmpadas com potência acima de 150 watts (W). Depois, foi a vez das lâmpadas entre 60W e 100W, em 2013. Em dezembro de 2014, foram substituídas as lâmpadas de 40W a 60W. O processo de substituição terminará em 30 junho deste ano, com a participação de unidades com potência inferior a 40W.

“A proibição da venda das lâmpadas incandescentes no país ajuda a estimular a adoção de opções mais econômicas e duráveis, como o LED, já adotado amplamente em outros países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela, na União Europeia”, informa o Ministério de Minas e Energia.  Agência Brasil

Crônica do Dia com Kátia Muniz

kátia-muniz2A chance desperdiçada

Por: Katia Muniz

O filme “Que horas ela volta?” me rendeu uma crônica no ano passado e, desta vez, volto a ele para comentar sobre o diálogo que antecede uma cena que acabou dividindo opiniões na mídia, mas que eu achei encantadora: a do pedido de casamento. Em um determinado momento, o personagem Carlos diz: “… Às vezes a gente fala umas coisas que podem parecer loucuras, mas se eu não falo, talvez isso seja loucura…”.

Ele ressaltava a importância de falarmos o que realmente sentimos, uma vez que não sabemos se teremos uma segunda chance.

Eu devo ter me remexido na poltrona do cinema umas vinte vezes quando ele proferiu essa frase.

Pensei nas pessoas que carregam amores que nunca foram declarados, expostos, mencionados. E exatamente por nunca terem sido expostos, deixaram de formar os casais, os pares.

Pessoas que arrastam sentimentos por anos porque simplesmente não conseguem falar. Falta-lhes a coragem da exposição, enquanto impera o medo do ridículo, o pavor de errar a fala, o gaguejar em virtude do nervosismo, o constrangimento ao desnudar a alma.

Alma desnuda é alma vulnerável.

Mas desconheço cena mais bela do que alguém dizendo com todas as letras que lhe cabem os mais lindos sentimentos!

Que loucura gostosa botar para fora o que nos sufoca, o que nos acorrenta, o que nos prende ao chão.

Que loucura magnífica conseguir dar vazão às palavras certas, que servirão para acariciar o outro.

Que loucura sublime dizer que sente falta, que gosta, que ama.

Eu me rendo aos loucos atrevidos que dizem tudo com as faces ruborizadas. Esvaziam-se, despem-se, libertam-se.

Loucura é protelar, é esconder, é abafar, é trancafiar, é deixar para um amanhã que não se sabe ao certo se vai existir.

Loucura é enganar-se, é guardar tudo para si, é arrastar o peso dos sentimentos não revelados.

Desperdiçar uma chance é extinguir a intensidade dos momentos.

Isso também é uma forma de óbito.

Receita apreende 340 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

whatsapp-image-20160618-12-lg-51d3394fA Receita Federal (RF) apreendeu ontem (17) 340 kg de cocaína no Porto de Paranaguá, no litoral do Estado. A droga estava escondida dentro de um contêiner carregado com celulose destinado à exportação.

De acordo com a Receita, a droga foi escondida clandestinamente no contêiner antes do embarque. Imagens das câmeras de segurança devem identificar quem colocou a cocaína no local.

Colaboração Receita Federal

Documentário do Varadouro será lançado no Litoral

A história da abertura do canal mais importante entre Paranaguá (PR) e Cananéia (SP)

CARTAZ VARADOURO FINAL  menorAconteceu no Teatro do Clube Curitibano o lançamento oficial do documentário “Canal do Varadouro: História,Cultura e Natureza”. A iniciativa foi da empresa curitibana GPR Vídeos, que tem à frente os sócios Paulo Roberto Macedo Junior e Pedro Cesar Prosdócimo. O documentário foi possível graças à ideia e esforço dos sócios e com o apoio da Lei Rouanet. “Depois de três anos entre ideia, produção e finalização, estamos muito felizes em poder lançar esse trabalho. Afinal, esse documentário vem mostrar os principais aspectos históricos, culturais e ambientais de uma região muito importante e ainda pouco conhecida”, diz Paulo Roberto Macedo Jr.

Aberto artificialmente pelo homem, o Canal do Varadouro, localizado em um antigo istmo que levava o mesmo nome, no estuário do Lagamar, na Mata Atlântica paranaense, foi uma exigência muito antiga de moradores e comerciantes das cidades de Paranaguá, no Paraná, e Cananéia, em São Paulo, que necessitavam dessa via de acesso, no século XVIII, para o transporte de produtos e passageiros.

Informalmente, o Canal começou a ser aberto por moradores locais com pás e enxadas em meados de 1820. Mas só mais tarde, sob análise dos governantes, as obras de construção do Canal tiveram início de verdade em 1950 e foram até 1958. Vale ressaltar que estamos falando de aproximadamente 6 km de extensão. Sua abertura originou a Ilha artificial de Superagui, onde hoje se localiza o Parque Nacional e um dos cinco mais importantes ecossistemas do planeta. Embora exista um projeto do governo para a reativação da linha fluvial de transporte de passageiros e este esteja paralisado, atualmente o Canal do Varadouro é utilizado para fins turísticos e esportivos, fator que contribui para a preservação ambiental e a sustentabilidade dos moradores da região.

Além do lançamento oficial, serão feitas exibições futuras nas cidades próximas ao Canal do Varadouro, além de serem disponibilizadas cópias do documentário para as escolas locais da região estudada.

As datas de lançamento no Litoral serão divulgadas pelos empreendedores.

Sobre o documentário:

A região sul do litoral e atual estado de São Paulo, na divisa com o Paraná, caracterizou-se como sendo umas das primeiras regiões de colonização portuguesa na América. O Tratado de Tordesilhas, de 1494, propos­to pelo Papa Alexandre VI aos reinos de Portugal e Espanha, e que visava à divisão das terras descobertas e a desco­brir por ambas as Coroas fora do território europeu, possuía como área limite a atual cidade de Cananéia em São Paulo. Em tempos remotos, a principal via de comunicação existente entre as regiões de Paranaguá, no PR, e Cananéia, em SP, era, a partir de Paranaguá, a navegação pela Baía dos Pinheiros até o istmo do Varadouro e, do lado Cananeense, a nave­gação do canal do Ararapira até a chegada e travessia do mesmo istmo.

Com aproximadamente seis quilômet­ros de extensão, a travessia do Istmo do Varadouro levava cerca de uma hora de marcha. O nome Varadouro se deu da necessidade dos viajantes ou comerciantes o “vararem”, arrastando ou carregando as canoas de um rio ao outro.

O primeiro documento oficial sobre a necessidade de abertura de um canal que comunicasse a nave­gação entre Paranaguá e Cananéia, data do ano de 1804. Tra­ta-se de um ofício da Câmara de Cananéia ao Governador Geral da Capitania de São Paulo, informan­do-o sobre a urgência da abertura de um canal que possibilitaria a passagem para a Vila de Paranaguá.

Vale destacar ainda que, com a elevação do Paraná à condição de Província, em 1853, tanto a cidade de Iguape, quanto a cidade de Cananéia deveriam pertencer à nova circunscrição administrativa do Império, o que de fato não ocorreu. Por sua vez, a linha divisória entre as duas províncias cortava o istmo exatamente ao meio, o que, de certa forma, obstruiu a abertura do canal, pois, segundo os comerciantes que habitavam a recém-criada Província, a fim de conservar sua pre­ponderância comercial no litoral sul, não havia mais nenhum interesse por parte dos paulistas na conclusão da referida obra.

Foi em 1920, durante a presidência de Epitácio Pessoa, é que finalmente foi consolidada a área limite entre os Estados do Paraná e São Paulo, quando se fixou a linha do rio Ararapira como divisa natural entre os estados da federação. Dessa forma, o istmo do Varadouro ficou completamente situado do lado paranaense, permitindo, dessa forma, a retomada das discussões sobre a abertura do Canal do Varadouro.

CAB Águas de Paranaguá oferece vaga de emprego

vagas-de-emprego-em-recife-2011 oportunidade-de-emprego-imagemA CAB Águas de Paranaguá abriu processo seletivo para contratação de Encarregado de Manutenção. O candidato deverá ter experiência em gestão de equipes operacionais, domínio do pacote Office e é desejável ter formação técnica em Edificações. O salário é compatível com o mercado e função, além dos benefícios de vale alimentação, cesta básica, vale transporte, plano de saúde médico e odontológico. Interessados deverão encaminhar currículo com o assunto “Encarregado de Manutenção’’ no do e-mail: rh.cabaguasdeparanagua@gmail.com, até o dia 22 de junho.

Prefeitura não atinge limite prudencial com pessoal

Sem-títuloA Prefeitura de Paranaguá publicou, no Diário Oficial do Município, nesta sexta-feira (17), o documento intitulado “Relatório de Gestão Fiscal – Despesa com Pessoal”, de autoria da Secretaria Municipal da Fazenda.

De acordo com os dados do relatório, no primeiro quadrimestre deste ano (janeiro a abril), o município gastou 50,98% da Receita Corrente Líquida com Folha de Pagamento.

O limite prudencial só é atingido quando esse índice chega a 51,3%.

No início da semana, o Ministério Público emitiu recomendação à Prefeitura indicando, segundo o órgão, que havia sido ultrapassado o limite prudencial. O MP afirma que fez o levantamento com base nos dados que a própria Prefeitura disponibiliza no Portal da Transparência.

A discussão do índice importa porque implica na possibilidade ou não do município conceder benefícios, aumentos em vencimentos ou criar novos cargos em comissão e função. No caso dos Conselheiros Tutelares, por exemplo, que reivindicam reajusta no subsídio, a justificativa do jurídico da Prefeitura era justamente o índice de gastos com pessoal, sendo que são apenas 5 os atuais conselheiros.

O balanço da Prefeitura está no seguinte link:

http://www.diariomunicipal.com.br/amp/materia/365FDAEF

Fonte: Blog do Marquito