Sobre Luciane Chiarelli

Luciane Chiarelli Jornalista e Blogueira

Farmácia Popular reabrirá na próxima segunda-feira

Prédio passa por reformas e deve ser reaberto nesta segunda-feira (11)

14010A troca do forro do prédio da Farmácia Popular e o fechamento da lateral do local para evitar a entrada de pombos foi providenciado nos últimos dias e o espaço deve ser reaberto na próxima segunda-feira, dia 11, de acordo com informações do setor de Comunicação da Prefeitura de Paranaguá.

Moradores de Pontal terão locais para depósito de lixo tóxico

Coletores receberão materiais como pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e óleos de origem animal e vegetal

DSC_0567Caixas coletoras de lixo tóxico domiciliar começam a ser distribuídas em prédios públicos da cidade. O primeiro local a receber uma caixa coletora foi a sede da Prefeitura de Pontal do Paraná. No total serão quatro caixas fixas e uma caixa itinerante.

Esses coletores receberão materiais como: pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e óleos de origem animal e vegetal, devidamente embalados em garrafas PET de 2 litros. Completando um conjunto, os coletores serão acompanhadas de “bituqueiras”, recipiente próprio para o descarte de bitucas de cigarro.

O que é lixo tóxico? 

Lixo tóxico é todo resíduo descartável que contém compostos químicos que podem afetar o meio ambiente. Eles são nocivos ao homem e ao meio ambiente e podem ser despejados por grandes empresas e indústrias que movimentam esses tipos de compostos e até cidadãos comuns que despejam seu lixo naturalmente. Boa parte do lixo tóxico é proveniente de residências, cujo descarte chamamos de lixo tóxico domiciliar, ou doméstico.

Podemos encontrar material tóxico em baterias, alguns tipos de tintas, pilhas,  lâmpadas, embalagens de inseticidas, medicamentos vencidos, solventes, entre outros materiais que contém metais pesados.

PM realiza ação para a comunidade. Bom referencial a ser seguido

As0Af0TA8GAG7x8rGtuLiiGJVRAjz1EbWmy_Q8Z2ZOQCAulas de Jiu-Jitsu estão sendo dadas nos quartéis de Guaratuba e Pontal do Paraná numa iniciativa da Polícia Militar. Em Matinhos, a PM promoveu passeio ciclístico.

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“É a Polícia Militar mais próxima da comunidade”, como disse o Capitão Kamakawa, Comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar de Paranaguá.  A iniciativa foi realizada neste sábado, onde várias outras atividades foram realizadas com este objetivo de aproximar a PM da comunidade onde está.

Em Paranaguá foram realizadas várias atividades, desde saúde, até amostragem de armas para crianças, jovens e adultos, mostrando o trabalho dos policiais e até incentivando futuros protetores da lei.

“O futuro deve ter ao menos um bom referencial a ser seguido. Que seja pelas boas práticas e os bons exemplos”, completou o Capitão Kamakawa.

E, em Paranaguá, a ação continua até às 17h.

Confira na fanpage do Blog, fotos das ações realizadas na sede do 9º BPM, que está localizada na Vila São Vicente.

Acesse o link para ver mais fotos: https://www.facebook.com/blogdaluciane/posts/1239713319390269

 

Zika: cientistas anunciam método mais eficaz para destruir ovos do mosquito

img_1_27_1887Os investigadores, do Canadá e do México, testaram o método em uma zona urbana e remota da Guatemala e concluíram ter destruído sete vezes mais ovos do que com as armadilhas comuns nas mesmas zonas.

O sistema inclui uma armadilha chamada ovillanta, criada a partir de duas partes de 50 centímetros de um antigo pneu, colocadas de forma a simular uma boca, dentro da qual é colocado um fluido leitoso e não tóxico, desenvolvido pela Universidade Laurentia, no Canadá, que atrai os mosquitos.

O líquido está uma tira de papel ou madeira onde a fêmea do mosquito põe os ovos. Esta tira é removida duas vezes por semana, para monitoramento, e os ovos são destruídos pelo fogo ou com etanol.

A concentração de feromona aumenta com o tempo, tornando a armadilha cada vez mais atrativa para os mosquitos, escrevem os investigadores.

Os cientistas concluíram que a ovillanta é mais eficaz para atrair o mosquito Aedes aegypti do que as armadilhas habituais, construídas com baldes de um litro.

Durante o estudo, que durou dez meses, a equipe recolheu e destruiu mais de 18.100 ovos de Aedes aegypti por mês, usando 84 ovillanta, em sete bairros da localidade de Sayaxche, que tem 15.000 habitantes, quase sete vezes mais do que os 2.700 ovos recolhidos mensalmente com 84 armadilhas comuns na mesma zona.

Os cientistas observaram que não foram registados novos casos de dengue na zona abrangida pelo estudo, uma comunidade que normalmente teria duas ou três dezenas de casos naquele período, um dado que consideraram interessante, mas episódico.

O autor do estudo, Gerardo Ulibarri da Universidade Laurentian, disse que destruir ovos de inseto com a ovillanta custa um terço do que custa fazê-lo em depósitos de água natural e apenas 20% do que custa o uso de pesticidas, que, além de matarem os insetos, prejudicam os morcegos, as libélulas e outros predadores naturais dos mosquitos.

Os cientistas explicaram ter decidido usar pneus porque estes representam 29% dos locais escolhidos pelos mosquitos Aedes aegypti para reprodução e também porque os pneus usados são um instrumento universal e barato em ambientes de poucos recursos.

O sistema inclui um programa de formação a distância para aumentar a capacidade de controle de mosquitos pelos profissionais de saúde.

Os mosquitos Aedes aegypti – que transmitem o Zika, a dengue, a chikungunya e a febre-amarela – são extremamente difíceis de controlar com outras estratégias, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Um surto de Zika afeta atualmente a América do Sul, e o Brasil, o país mais afetado, registou mais de um milhão e meio de casos.

O vírus é transmitido aos seres humanos pela picada do mosquito Aedes aegypti, que existe em 130 países, e na maioria dos casos provoca apenas sintomas gripais benignos, ou não provoca sintomas de todo.

No entanto, o vírus tem sido associado a casos de microcefalia, doença em que os bebés nascem com o crânio anormalmente pequeno e déficit intelectual, e a casos de Síndrome Guillain-Barré, uma doença neurológica grave.

Fonte: Agência Brasil

MP-PR recomenda ações urgentes para combate à epidemia de dengue

área de ParanaguáConsiderando a atual situação do município de Paranaguá, que apresenta alta taxa de incidência de dengue, inclusive com 22 casos de morte em decorrência da doença, a 4ª Promotoria de Justiça da comarca expediu nesta quinta-feira, 7 de abril, Recomendação Administrativa (nº 3/2016) ao secretário de Saúde do Estado do Paraná, para que sejam adotadas medidas necessárias e urgentes para prevenir e controlar a doença.
De acordo com a Recomendação, a Secretaria tem o prazo de cinco dias para assumir a vigilância epidemiológica no Município, nos limites das atuais deficiências locais já expostas pela Administração Municipal. Ou seja, deve criar uma estratégia de prevenção e controle da dengue na cidade.

Situação atual
A taxa atual de incidência de dengue em Paranaguá é de 2.318 casos para 100 mil habitantes, muito acima do considerado aceitável pelo Ministério da Saúde (300 casos para cada 100 mil habitantes). Além disso, desde a primeira semana de agosto de 2015, pelo menos 3.493 pessoas adoeceram por conta da dengue na cidade, com 22 casos de morte registrados.
Na Recomendação, a Promotoria cita, ainda, uma série de fatores que contribuem para a grave situação da cidade: o clima local, que favorece a reprodução do vetor; a falta de visitação em todos os imóveis da cidade por agentes de controle de endemias; a remoção química mínima se considerado o tamanho do território; dentre outros.
Em resposta a procedimento instaurado pelo MP-PR, a Secretaria de Estado da Saúde já havia informado que o Município de Paranaguá permanece em absoluta precariedade no programa municipal de controle e combate à dengue, sem providências organizadas para o controle do vetor, mesmo após o recebimento de mais de R$ 8 milhões do Estado do Paraná para melhorar o combate à doença.

Recomendações
O MP-PR salienta que, neste momento, nem a responsabilização dos agentes públicos municipais por omissão e negligência no enfrentamento à epidemia (providência que, inclusive, já está sendo adotada pela Promotoria) ajudará a provocar o enfrentamento urgente da proliferação do mosquito. “A situação hoje enfrentada em Paranaguá encaixa-se nas hipóteses previstas nas Diretrizes Nacionais do Ministério da Saúde Para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, pois no momento não é mais possível eliminar apenas mecanicamente os criadouros, já que, ante a inércia do poder público para tanto, o vetor está tão disseminado que em curto prazo a remoção física não será suficiente para refrear a atual epidemia”, ressalta trecho da Recomendação.

Para a Promotoria, é necessária a supervisão direta da equipe de agentes de controle, para aumento de produtividade e de qualidade das ações de campo, além da execução do bloqueio maciço do vetor, com controle químico por inseticidas que atinja 100% dos imóveis de Paranaguá, com equipamentos adequados à capacidade do Município, dentre outras medidas.

Fonte: Ministério Público do Paraná

Hoje tem palestra no Senac sobre Aedes do Bem

5.1-Senac ParanaguáHoje, a Prefeitura de Paranaguá, junto com a empresa Oxitec, irá apresentar, através de uma palestra, um detalhamento da técnica de utilização do mosquito geneticamente modificado Aedes Aegypti, conhecido como “Aedes do bem”, para a redução da proliferação da dengue, Zika vírus e chikungunya em Paranaguá. O evento acontecerá das à partir das 10h, no auditório do Senac, em Paranaguá.

TCP inaugura novo armazém em Paranaguá

6.2-tcpA TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá inaugura, no próximo dia 27, o novo armazém de cargas de importação no litoral paranaense. Com investimentos de R$ 26 milhões, o novo armazém terá quase o triplo da capacidade do antigo – passando de 3.200 pallets para aproximadamente 9.200, e receberá novos equipamentos, como empilhadeiras trilaterais que operam em corredores de 1,8 metro.

Com o novo armazém, que tem 12 mil metros quadrados, a expectativa da TCP é atender a demanda por serviços de armazenagem esperadas para os próximos 10 anos. “O novo armazém será um dos mais modernos do Brasil e deve atender, prioritariamente, as cargas de importação”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP.

A atual área onde as cargas importadas são armazenadas será revertida para cargas de exportação. De aproximadamente 3 mil metros quadrados, o Terminal passará a contar com uma área de 10 mil metros quadrados para esse tipo de produto, que chega diretamente da indústria como carga geral e é estufado em Paranaguá.

Com as duas novas áreas, o Terminal conseguirá reduzir ainda mais os custos logísticos para seus clientes. “A TCP conseguirá reduzir custos na cadeia já que o contêiner que chega para exportação não deixa o Terminal vazio, mas segue carregado novamente”, enfatiza.

Segurança
O investimento no novo armazém de Paranaguá contempla a compra de empilhadeiras trilaterais, capacitadas para atuar em corredores estreitos de até 1,8 metro, já que faz giro frontal de 180º. “São equipamentos que darão mais agilidade ao manejo das cargas e são indicadas para armazéns com pé direito alto”, explica Moraes e Silva.

Além dos novos equipamentos, a área de armazenagem da TCP ganha novos processos de controles e gestão. “A gestão de posições será realizada automaticamente por meio de novos softwares, o que fará com que o Terminal ganhe em movimentação e armazenagem de cargas. A expectativa é que sejam armazenados 500 contêineres a mais por mês no armazém, com operações mais modernas, eficientes e com elevada qualidade operacional”, ressalta.

A segurança do novo espaço também foi ampliada, com dispositivos que garantem que as cargas dos clientes da TCP não sofram quaisquer tipos de avarias. “O Terminal já conta com um sistema muito seguro anti-incêndio. Entretanto, fomos buscar soluções ainda mais modernas e eficientes que acompanhem a evolução pela qual o Terminal passa constantemente. Todas atendem as normas norte-americanas de segurança, uma das mais exigentes do mundo”, afirma.

O espaço dedicado para cargas que exigem anuência de órgãos intervenientes como Receita Federal, Anvisa e Ministério da Agricultura, também foi ampliado. Somente a área destinada para a Anvisa, por exemplo, será ampliada em cerca de dez vezes e contará com uma câmara totalmente climatizada.

Dia D contra dengue será na Ilha dos Valadares, hoje

Acadêmicos da Unespar/Fafipar estarão mostrando armadilhas contra o mosquito Aedes aegypti na Praça Ciro Abalém

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

Das 9h às 16h, vários segmentos da comunidade estarão na Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, nesta sexta-feira (dia 08) como mais uma ação do Dia D, realizado uma vez por mês, em todo o Estado, com o objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika Vírus e a febre Chikungunya.

A força tarefa, envolvendo a 1ª Regional de Saúde, as Secretarias Municipais de Educação e Ensino Integral (Semedi) e Segurança (Semseg), Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura e Unespar/ Campus Paranaguá (antiga Fafipar), contará com agentes de endemias entregando panfletos informativos, e representantes da Universidade estarão mostrando as armadilhas de  larvas do mosquito Aedes Aegypti.