Sobre Luciane Chiarelli

Luciane Chiarelli Jornalista e Blogueira

Dupla Campeã Mundial de Vôlei de Praia- Ágatha e Bárbara- estará em Paranaguá

Atletas farão jogos de apresentação com jogadores locais

capa- esporteParanaguá vai receber a dupla campeã mundial de vôlei de praia, Ágatha e Bárbara. Elas estarão, no dia 22, num evento promovido pela Fundação Municipal de Esportes em parceria com o Centro de Treinamento de Esportes de Areia Ágatha, no Aeroparque.

O evento acontecerá das 14h às 19h e será aberto à toda população. Serão realizados jogos de vôlei de praia, beach soccer que são modalidades praticadas pelo Centro de Treinamento, além de treinamento funcional, realizado para adultos.

“O objetivo é ocupar toda a área com apresentações de capoeira e times de basquete e cama elástica para as crianças”, adiantou Ricardo Santana, coordenador do projeto.

Maradona
O evento terá uma das figuras mais conhecidas do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. O animador de torcida, Maradona, também estará em Paranaguá como o ‘show man’ do evento.

Nos intervalos dos jogos, Maradona estará realizando brincadeiras que realiza em eventos por todo o Brasil, além de sorteios de brindes.

Projeto Ágatha
Atualmente, o Centro de Treinamento Ágatha, realiza aulas de vôlei de praia e beach soccer, além de treinamento funcional para adultos.
De acordo com Ricardo Santana, em torno de 400 pessoas participam dos três tipos de atividades. Crianças e adolescentes entre 7 a 17 anos podem participar dos treinamentos de vôlei e futebol de areia. O treinamento funcional é realizado para adultos.

Todos os dias, o Centro está aberto a partir das 7h e os horários podem ser obtidos pela equipe que atua no local. O projeto Ágatha conta com apoio da Prefeitura de Paranaguá, por meio da Fundação Municipal de Esporte (Fundesportes), que também está realizando o evento no dia 22. Um professor de Educação Física atua no Centro, juntamente com dois monitores para acompanhamento das aulas.

O Centro de Treinamento Ágatha/Fundesportes tem sua sede no Aeroparque. Telefone 3427-4376.

Curso de Letras realiza IX Varal de Poesias

3.3- clube literárioO Curso de Letras da Unespar – Campus de Paranaguá iniciou ontem o IX Varal de Poesias. O evento foi realizado nos dias 10 e 11.
Na terça-feira, o evento começou no período da tarde na sede urbana do Clube Litterário com show de abertura com a aluna do 3º ano de Letras/Inglês, Gabriele Veloso, apresentação de música erudita com Wanderlem Silva e Marília Cavallari e apresentação “Poetas do Paraná”.
Já no período da noite, foi realizada apresentação cultura da Universidade da Terceira Idade (UNATI) e palestra com Rafael Greca com o tema “A cultura Paranaense.
Para esta quarta-feira, dia 11, também na sede urbana do Clube Litterário foi realizada oficina de declamação poética e a programação que segue:
• 19h: Show com a banda Dom Ramon
• 19h30: Abertura – Prof. Dr. Moacir Dalla Palma
• 19h40: Companhia “Fênix” de dança
• 20h: Concurso de poesias
• 21h15: Encerramento
• 21h30: Show de encerramento
Durante toda a semana, as poesias inscritas estarão expostas no pátio da Unespar-Campus Paranaguá.

Shopping Ilha do Mel aguarda liberação ambiental para iniciar obra

Renner, Balaroti, Riachuelo, Lojas Americana, Madero, Livrarias Curitiba

Z:EngenhariaP.S.CSHOPPING ILHA DO MELComercialPROJETOILHA DO MELDe acordo com Dirceu Pastre, proprietário do futuro Shopping Ilha do Mel em Paranaguá, a obra aguarda liberação ambiental do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Após liberação do IAP, o processo ainda segue para o Conselho de Desenvolvimento Territorial do Litoral Paranaense (Colit).

Ele acredita que, em março de 2016, as obras poderão ser iniciadas e, a partir daí, a obra terá prazo de 20 meses com previsão de inauguração para 2018.

Será um empreendimento com contratos com empresas denominadas como âncoras. Dirceu Pastre, em entrevista, adiantou que houve validação de lojas como Renner, Balaroti, Riachuelo, Lojas Americanas, Madero, Livrarias Curitiba e Cineplus. E o empreendimento ainda se diferencia, no setor de shopping center, com a Universidade Positivo.

dirceu pastre e possas

Dirceu Pastre e José Carlos Possas

Confira o áudio com declaração de Dirceu Pastre clicando no link abaixo:

Além das lojas âncoras, o Shopping Ilha do Mel deverá ter, ainda, 17 operações na Praça de Alimentação, uso consciente de água, utilização de energia solar

 

Universidade Positivo terá unidade no Shopping Ilha do Mel em Paranaguá

Cursos de nível superior e técnicos serão disponibilizados no futuro empreendimento

blog reuniãoA Universidade Positivo vai se instalar no futuro Shopping Ilha do Mel que será construído na PR-407 (rodovia das Praias) esquina com a Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, em Paranaguá.

O diretor geral da área de ensino da Universidade Positivo, Paulo Arns da Cunha, esteve em Paranaguá acompanhado da gerente de operações, Gisele Ueno, nesta quarta-feira, dia 11, quando confirmou que a cidade vai ganhar uma expansão do estabelecimento de ensino.

A confirmação foi anunciada durante audiência com o prefeito de Paranaguá, Edison Kersten, que comemorou a boa notícia.

Positivo

A futura Universidade Positivo deve atuar com cursos diurnos e noturnos e faz parte do projeto de expansão que já começa em 2016 com cursos de pós-graduação. Hoje a universidade já atua na cidade com curso de ensino à distância.

Antaq suspende licitação de área no Porto de Antonina

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Foto: Henry Milleo, Gazeta do Povo

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) suspendeu temporariamente o andamento da licitação do arrendamento de uma área de 32 mil metros quadrados localizada no Porto de Antonina, onde deveria se instalar uma indústria metal-mecânica. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (6), mas só foi divulgada nesta segunda (9). As informações são de Talita Boros Voitch na Gazeta do Povo

Todo o processo licitatório da área em Antonina era encabeçado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), com autorização da Secretaria dos Portos (SEP). Este seria o primeiro arrendamento de uma área portuária brasileira em conformidade com a nova Lei dos Portos (12.815/2013).

A decisão da agência determina que a Appa se abstenha de decidir a homologação da licitação junto à empresa vencedora, até que a Antaq conclua a análise dos documentos da licitação. O órgão determinou também que a Appa encaminhe os documentos para verificação no prazo de dez dias.

Com o trâmite natural do processo, a Appa já estaria apta a homologar a licitação e assinar o contrato com a empresa vencedora, tendo a implantação deste empreendimento em 2016. O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, se mostrou surpreso com a determinação da Antaq e afirmou que dois diretores da autoridade portuária estadual foram até Brasília, nesta terça-feira (10), protocolar os documentos solicitados pela agência reguladora.

“Nós já poderíamos ter homologado a licitação, mas decidi não fazer para dar mais prazo para os recursos. Estávamos para homologar nessa semana, mas agora vamos esperar”, diz Dividino. Segundo ele, a área licitada é do governo estadual. “Eu poderia criar algum questionamento. Esperava pelo menos um telefonema”, desabafou.

Exploração

O diretor do Porto de Antonina, Luis Carlos de Souza, disse que não há justificativa para suspensão do processo já licitado. “A medida da Antaq causa estranheza, tendo em vista que o processo para licitação do arrendamento foi autorizado pelo poder concedente, que é a SEP, conforme portaria 36A assinada pelo próprio ministro dos Portos”, afirmou.

A Appa teve aprovação do mérito para exploração indireta da área em 24 de fevereiro deste ano. A licitação prevê investimentos de cerca de R$ 20 milhões na área e o arrendamento vai valer para os próximos 25 anos.

Segundo o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea) do leilão, pelo menos 100 novos empregos serão criados com a instalação da nova empresa. De acordo com o edital, a empresa deve construir sua nova sede e começar a operar em dois anos.

Índios fecham BR-277 pela segunda vez

Camera22-2015-11-11-12h-2mHoje, pela manhã, índios fecharam a BR 277, sentido Curitiba-Litoral. Foi a segunda vez que o grupo se manifestou na estrada que liga a Capital Paranaense ao Litoral reivindicando demarcação de terras. A paralisação foi no km 61. A Polícia Rodoviária Federal foi ao local .

Uma hora depois era anunciada como grande a lentidão na BR-277 devido à manifestação. Por volta de 12h30, foi liberado o tráfego no sentido Curitiba, mas no sentido Paranaguá, seguia interditado.

Por volta das 13h, a lentidão, sentido Curitiba já chegava ao fim, mas no sentido Paranaguá, eram registrados sete quilômetros de retenção total.

Navios passam por monitoramento da água de lastro

noticia_265543_img1_agualastro3A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) está contribuindo para o monitoramento ambiental da baía de Paranaguá. Desde o início do ano, 270 navios receberam equipes técnicas da Appa para avaliar a salinidade e procedência da água de lastro da embarcação. Até o momento, não houve nenhum registro de navios em desconformidade com a legislação. A medida tem como objetivo evitar a contaminação do ecossistema marinho natural com espécies exóticas – trazidas juntamente com a água de lastro das embarcações vindas de outros países. A água de lastro é utilizada para dar estabilidade ao navio, por meio do preenchimento de reservatórios específicos com água do ambiente em que se encontra.

O que diz a Lei
De acordo com legislação da Marinha do Brasil (Normam 20), ao chegar em um Porto o navio equipado com água em seus lastros deve realizar a troca oceânica desta água. A troca deve ser feita, no mínimo, a 200 milhas náuticas da costa e em águas profundas com, pelo menos, 200 metros de profundidade. A fiscalização é realizada pela Capitania dos Portos da Marinha do Brasil. De acordo com Capitão dos Portos do Paraná, Comandante Renato Pericin Rodrigues da Silva, uma das grandes atribuições da autoridade marítima é a prevenção da poluição hídrica produzida por navios.

TRF4 mantém condenações por danos morais ambientais no porto de Paranaguá

Paranagu‡, 11-01-2007 - Vista geral do Porto de Paranagu‡ Foto: Rodrigo Leal -APPA

Vista geral do Porto de Paranaguá   Foto: Rodrigo Leal -APPA

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a empresa Terminal Containeres Paranaguá (TCP) foram condenadas a destinar R$ 500 mil, cada uma, a um fundo de recuperação da área marinha onde está instalado o terminal portuário de Paranaguá (PR). A decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) foi proferida na última semana e confirmou sentença que condenou os réus por danos morais causados ao meio ambiente.

Na mesma ação, o tribunal decidiu cancelar a multa, também de R$ 500 mil, que havia sido aplicada à empresa Fertipar Fertilizantes do Paraná. A 4ª Turma entendeu que a ré não teve garantido o direito a ampla defesa, já que os únicos documentos que poderiam comprovar que ela é proprietária de instalações no terminal marítimo não foram juntados aos autos.

A ação civil pública foi ajuizada pelo Instituto GT3 – Grupo de Trabalho do Terceiro Setor e pretendia obrigar os réus a elaborarem planos para o combate à poluição no porto. Segundo a organização, nenhum dos réus cumpriu a legislação de prevenção, controle e fiscalização, tendo ocorrido lançamentos de óleo e outras substâncias nocivas e perigosas, em águas sob jurisdição nacional.

Os réus apelaram contra a sentença após a ação ser julgada improcedente pela Justiça Federal de Paranaguá. No entanto, o TRF4 manteve a sentença, exceto em relação à empresa Fertipar.

O relator do processo, desembargador federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, citou a Constituição Federal para justificar a manutenção da condenação dos réus. Segundo o magistrado, “para que o causador do dano ecológico seja responsabilizado, não se exige prova da lesão ao meio ambiente, apenas a ameaça ou a probabilidade já é suficiente”.

Leal Júnior acrescentou que “é atribuição do Poder Público controlar as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente”.