Sobre Luciane Chiarelli

Luciane Chiarelli Jornalista e Blogueira

Isulpar interditada. Suspensão pode ocorrer hoje mesmo

Instituição foi interditada na tarde desta quinta-feira (25) por não ter alvará de funcionamento desde 2013 e não ter renovado o certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros. A suspensão pode ocorrer ainda hoje, pois a entidade já teria pago as taxas necessárias e aguarda documento do bombeiro

capa-downloadA Prefeitura de Paranaguá confirma, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo (Semur), a interdição dos dois prédios e do barracão (antigo Center Port) do Instituto Superior do Litoral do Paraná (Isulpar). A instituição não tem Alvará de funcionamento desde 2013 e, no momento, não conta com o Certificado de Vistoria do Bombeiro. A interdição é a última e mais radical medida à disposição do Poder Público, depois de ter notificado a instituição várias vezes instruindo o sobre o problema. Desde 2013, a Isulpar não procurou regularizar o seu alvará, resultando na medida extrema da interdição.

A medida serve para salvaguardar a vida dos que frequentam o local, visto que a falta de certificado de bombeiro indica que o espaço não pode abrigar grandes eventos – como uma festa junina, programada para acontecer neste final de semana. Caso aconteça um acidente, o Poder Público poderia ser responsabilizado.

De qualquer modo, a Prefeitura, entendendo e respeitando o papel social da instituição de ensino, acordou com os responsáveis pela Isulpar de iniciar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para regularizar a situação. No entanto, para estabelecimento do TAC com o município, ficou acordado que a direção da Isulpar teria de regularizar a situação junto aos Bombeiros, o que, até o momento, não foi realizado.

A Prefeitura lamenta que sido necessária a atitude, mas espera que o Isulpar tome as providências necessárias e regulariza a situação para que o trabalho da instituição não seja prejudicado.

Acabou a greve na Unespar: saiba onde você vai ter aula

 

Os 1642 acadêmicos da Unespar/campus Paranaguá voltam às aulas no dia 29 como o Blog da Luciane divulgou hoje. Saiba como ficará o ensalamento dos estudantes

fafipar-arquivoApós 70 dias letivos  sem aula, os mais de 1600 acadêmicos dos 11 cursos oferecidos pelo campus do Litoral do Paraná, voltam às aulas.

Como há um bloco com salas e banheiros em reforma, haverá a necessidade de aulas em salas de dois colégios estaduais: Instituto de Educação e Helena Viana Sundim.

Confira como fica o ensalamento dos estudantes a partir da próxima semana:

Bloco A- Campus Centro (07 salas)

194 alunos do 1º, 2º, 3º e 4º ano do Curso de História

101 alunos do 2º, 3º e 4º ano do curso de Pedagogia Noturno

Bloco B- Campus Centro (06 salas)

120 alunos 4º A e 4ºB e 2º B do curso de Administração

64 alunos do 1º ano do curso de Ciências Contábeis

48 alunos do 1º ano do curso de Matemática

64 alunos do 1º ano do curso de Pedagogia Noturno

Bloco C- Campus Centro (em reforma. Aulas em 7 salas e auditório)

144 alunos do 1º A, 1ºB, 2ºA do curso de Administração

51 alunos do 4º anos do curso de Ciências Contábeis

66 alunos do 2º, 3º e 4º ano do Curso de Matemática

85 alunos do 3ºA e 3ºB do curso de Administração no Auditório

Colégio  Helena Viana Sundim (08 salas)

162 alunos do 1º ao 4º ano do curso de Letras Português

134 alunos do 1º ao 4º ano do curso de Letras Português/Inglês

Instituto de Educação (02 salas)

60 alunos do 2º e 3º do curso de Ciências Contábeis

Matinhos (2 salas)

20 alunos do 3º e 4º ano do Curso de Pedagogia

Cursos Diurnos

Para os cursos diurnos não haverá problema, pois todos terão aula no Campus Centro.

Serão 175 alunos do curso de Ciências Biológicas (Licenciatura e Bacharelado), mais 154 acadêmicos do curso de Pedagogia Diurno.

A greve foi realizada por 22 dias no período de 13 de fevereiro a 12 de março, e depois ais 48 dias no período de 24 de abril a 24 de junho. Durante a paralisação das aulas, houve suspensão da greve e o grupo ficou em estado de greve, porém sem aulas por conta das reformas, segundo o comando de greve.

Quanto à reforma, há 10 salas do Bloco C em reforma. Falta colocação do piso, troca de janelas e colocação de novas portas. Há 04 banheiros, embora apenas um esteja sendo reformado, mas ainda sem condições de uso.

A Biblioteca ainda entrará em reforma.

Para o início das aulas, serão utilizados dois blocos de banheiros que foram concluídos, mas que estariam com capacidade mínima de uso, segundo informações do Campus.

Acadêmicos da Unespar voltam às aulas no dia 29

Greve acaba e acadêmicos devem voltar às aulas na próxima segunda-feira

3.1-Fafipar-4Uma Assembleia de professores e estudantes foi realizada na noite da última quarta-feira à noite. O encontro foi encerrado com a decisão de acabar com a greve e promover o retorno às aulas.
As aulas começam na próxima segunda-feira, dia 29 quando os acadêmicos poderão confirmar o ensalamento, uma vez de que ficou definido que aulas em dois colégios estaduais também acontecerão provisoriamente.
Algumas turmas terão aula no Colégio Estadual Instituto de Educação, no centro e bem ao lado do próprio campus Paranaguá da Unespar e outros no Colégio Helena Viana Sundim, no bairro da Costeira.

Conquistas
De acordo com o professor Odinei Fabiano Ramos, participante do movimento grevista resumiu as conquistas da greve que atrasou o início das aulas.
“Na verdade, a gente teve vitórias junto ao Governo Estado quando conseguimos colocar em pauta a discussão da universidade. Temos garantias que nosso orçamento será mantido e, com a reforma das salas de aula, tivemos uma vitória, pois as obras tiveram a sua continuidade”, disse referindo-se às dificuldades financeiras do governo que atrasou o pagamento da empresa que faz a reforma de salas de aula e banheiros numa das alas
O calendário será definido pelo conselho universitário, mas os 200 dias letivos serão respeitados.
Na segunda-feira, a comunidade acadêmica será recebida no prédio da Unespar e fazer o encaminhamento nas escolas a partir da próxima terça-feira, dia 30 de junho.
A Unespar/campus Paranaguá já havia pedido a cessão de salas de aula em quatro escolas como o próprio Instituto de Educação, Colégio Estadual Helena Viana Sundim, Colégio Faria Sobrinho e José Bonifácio.
Porém, para o início das aulas, apenas dois estabelecimentos de ensino serão aproveitados.
E o calendário escolar deve ser definido na próxima semana, junto aos acadêmicos dos cursos.

Fundação de Cultura realiza “Café com Cultura” hoje

10733999_387900644751304_1584486455457358572_nNesta quinta-feira, dia 25, a Prefeitura, através da Fundação Municipal de Cultura – Fumcul, realiza o “Café com Cultura”. O evento terá uma mesa redonda com a professora Maria Helena Mendes Nizio, Dr Nilon Cardoso de Miranda e Waldyr Salmon, que estarão debatendo obre os artistas e personalidades da cultura de Paranaguá.

O mediador da conversa é Maurício Vitor de Souza. O evento será realizado na Casa da Cultura Monsenhor Celso a partir das 16h e a população está convidada.

TCP tem vantagens para importador de cargas controladas pela Anvisa

Terminal oferece franquia livre para armazenagem de 10 dias. Prazo médio para liberação de cargas importadas pelo órgão tem sido de 2 a 4 dias

5.1-porto_1_150313O TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, tem se mostrado uma opção vantajosa para importadores que precisam de agilidade no despacho de cargas controladas pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Além do prazo de liberação de cargas ser curto em comparação com outros terminais brasileiros, o TCP oferece ao cliente vantagens competitivas, como franquia free time para armazenagens de até 10 dias na importação
Para as cargas que necessitam de anuência da ANVISA (cosméticos, medicamentos, saneantes, alimentos, entre outros), o prazo médio para liberação de importação tem sido de 2 a 4 dias.
“A eficiência da equipe da ANVISA que atua na TCP conquistada através do alto volume de processos – o TCP é o segundo maior terminal de contêineres do país — vem fazendo com que este prazo seja um dos menores do Brasil. Em outros terminais, o tempo para a liberação deste tipo de carga pode chegar a até 25 dias e, em casos extremos, a 60 dias”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente comercial do Terminal.
“Com prazos reduzidos para a liberação de cargas controladas pela ANVISA, o gasto do cliente no Terminal é praticamente zero, já que as cargas deixam o Terminal antes de completar o prazo da franquia free time”, ressalta o superintendente. “No papel que cabe ao Terminal, procuramos oferecer toda a estrutura adequada para cumprir as exigências da Agência. Nosso objetivo é oferecer vantagens competitivas, reduzindo o custo na cadeia logística e atendendo o cliente em prazos satisfatórios”.
No caso específico de cargas que necessitem de vistoria física para a liberação da ANVISA, o Terminal mantém uma área segregada e climatizada no Armazém para que os produtos sejam acondicionados da maneira correta e sem contato com outros tipos de cargas.

II Barreado Junino do Asilo São Vicente de Paulo

1.1- barreadoEvento que reúne muita gente, acontecerá pela segunda vez, em prol do Asilo São Vicente de Paulo. Trata-se do II Barreado Junino que acontecerá neste sábado, dia 27, a partir das 18h, no Porto Marina Oceania.

O barreado será elaborado pela chefe de cozinha, Norma da Casa do Barreado. A porção custará R$ 25,00.

Também está programada uma recreação com a tradicional Regata Anual do Porto Marina Oceania, mas a regata já começa às 14h.

Vendas do barreado no próprio asilo, como informa o 2º Secretário do Asilo São Vicente, Rogers Camargo de Paula.

Poligonal: Audiência pública acontece ou não acontece?

c6375723-22b0-4305-bf6d-9b1689dc23fbO deputado federal Ricardo Barros (PP) convidou o ministro dos Portos, Edinho Araújo (PMDB), para participar da audiência pública em Paranaguá para discutir a mudança da poligonal do Porto. O ministro recebeu representantes da bancada do Paraná.
A audiência está prevista para acontecer no dia 3 de julho, no Teatro Rachel Costa e terá a participação de trabalhadores, operadores, investidores do Porto, além de representantes das Confederações da Agricultura e da Indústria. “É um assunto que impacta várias atividades econômicas da sociedade”, lembrou Barros.
Para o parlamentar, a maior preocupação é alterar a poligonal do Porto para que se possam estabelecer empreendimentos privados em áreas que hoje são restritas ou alcançadas pela poligonal, onde só a Autoridade Portuária do Paraná pode fazer.
“Com isso nós ampliamos de investimentos, de eficiência e de volume de transporte, melhorando muito a economia de toda região e litoral do Paraná”. Barros disse que para interior do Estado, o Porto eficiente representa menor frete marítimo “O reflexo direto é mais dinheiro para o produtor, seja ele de álcool, soja, milho ou açúcar. Todos ganham”, acrescentou.

Na Justiça
A consulta pública proposta pelo Governo Federal foi barrada por cinco processos judiciais, dos quais quatro já foram sentenciados.
A audiência pública também pode ser barrada, uma vez que aguardava-se a publicação do chamamento, para então, acionar a Justiça e impedir a realização da mesma.
Tudo começou em fevereiro deste ano quando o Juiz Federal Substituto, Guilherme Roman Borges, deu sentença suspendendo a consulta porquê, entre outros motivos, a Secretaria Especial de Portos não publicou o edital formal de início da consulta pública.
“O desenho da nova poligonal proposto pela SEP não vem acompanhado de qualquer justificativa técnica, econômica, ambiental ou jurídica que o embase, impossibilitando a manifestação dos interessados”, reforçou o Juiz no despacho. De acordo com o Juiz, não havia nada que justificasse o sigilo quanto a estudos e documentos informadores, mas verificou-se que os documentos não haviam sido disponibilizados “porque sequer havia, junto à SEP, processo administrativo formalizado apto justificar os limites da poligonal’.

Manifestação
No final do mês de janeiro, a questão da poligonal provou manifestação por parte dos trabalhadores Portuários Avulsos de Paranaguá (TPA´s).
O presidente do Sindicato dos Estivadores e da Frente Intersindical de Paranaguá, João Lozano, explicou que o objetivo era prorrogar o prazo da consulta pública. Os trabalhadores portuários avulsos reclamavam que tinha sido feita a promessa de ouvir os TPA’s, mas isso não ocorreu.
Uma reunião estava marcada para acontecer na SEP, mas foi prorrogada. Em maio, representantes da Intersindical de Paranaguá, entre outras federações, estiveram falando sobre os problemas relacionados à mudança na poligonal para deputados federais e senadores.
Vale lembrar que foi realizada uma audiência pública em Paranaguá quando a comunidade solicitou que o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado (PDZPO) fosse aproveitado como base, e as lideranças reclamam que isso não ocorreu.