Aquário de Paranaguá deve ser inaugurado em 2012, diz prefeitura

Inauguração foi prorrogada devido ao atraso das obras.
Investimento total é de R$ 5 milhões.

O Aquário Marinho de Paranaguá, no litoral do Paraná, que está em fase de acabamento, deve ser inaugurado até fevereiro de 2012, segundo a prefeitura da cidade. A data de inauguração, que estava prevista para julho deste ano, precisou ser prorrogada por causa do atraso nas obras.
O aquário terá 2,2 mil metros quadrados de área construída, em um terreno doado pela prefeitura com cerca de oito mil metros quadrados. Serão três pavimentos com oceanário, aquário, biblioteca, loja, cafeteria, mini auditório, mirante, acessibilidade especial e jardim educativo e interativo.
Depois de pronto, o aquário deve atrair cerca de 300 mil visitantes por ano. O investimento de R$ 5 milhões foi feito pela empresa Cattalini, como medida compensatória por conta do acidente envolvendo o navio chileno Vicuña, em 2004.
Nesta quinta-feira (27) a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e a Prefeitura de Paranaguá devem definir como será feita a administração do local.
Confira o vídeo no link:
http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/10/aquario-de-paranagua-deve-ser-inaugurado-em-2012-diz-prefeitura.html

Demutran alerta sobre obras na BR – 277
Local será interditado no sentido Curitiba – Paranaguá
O Departamento Municipal de Transito informa que a BR – 277 estará fechada amanhã, 27, no sentido Paranaguá – Curitiba a partir das 8 horas da manhã.
A interdição acontece do Km 1,5 até a rotatória do Parque São João e o Demutran está desde a manhã de hoje dando apoio a Ecovia, que está realizando obras de manutenção do asfalto no local.
Os agentes estão pedindo para que os motoristas que vêm sentido Paranaguá utilizem a PR 407 e logo após peguem a Av. Bento Munhoz da Rocha Neto para entrar na cidade. Já os motoristas que vão sentido Curitiba o desvio deve ser feito pela Avenida Atílio Fontana.Lembrando que os caminhões devem entrar na cidade direto pela Av Bento Rocha.
Os ônibus da Viação Rocio que passam pela BR também sofreram alterações na rota e passaram pelas avenidas onde estão sendo feitos os desvios.
As obras não tem previsão para acabar e o Demutran permanecerá no local dando as orientações.

Recital em Paranaguá neste dia 27

Nesta quinta-feira, dia 27 acontece em Paranaguá, um belo recital denominado “A noite dos pianistas…. uma noite dedicada especialmente ao piano”.
Também terá participação do Coral da Sociedade Amigos da Música e um Duo de Violino e Piano.
Será no Clube Literário, do Centro, em Paranaguá, a partir das 20h30.
O violinista Rafael Gonçalves do Carmo (foto)  estará tocando uma peça e uma sonata com as pianistas Lindamil e Marília Cavalari.

Site Bonde

Porto corre risco de ser devolvido, alerta ex-procurador
Sandro Nascimento/Alep

Advogado e ex-procurador jurídico da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Alaor Ribeiro dos Reis, presta depoimento à CPI
“A terceirização da mão de obra é o que mais gera ações trabalhistas“, afirmou nesta terça-feira (25) o ex-procurador jurídico da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Alaor Ribeiro dos Reis, durante depoimento aos deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades nos portos paranaenses. Na opinião dele, o volume atual de ações trabalhistas faz com que o “Porto (de Paranaguá) corra o risco de ser devolvido à União”.

Reis explicou que o empregado terceirizado acaba ingressando com reclamatórias trabalhistas solicitando os mesmos direitos garantidos aos portuários ou questionando a relação jurídica de trabalho com a empresa contratante: “Neste momento, o Porto acaba sendo considerado responsável solidário”, frisou. Para ele, é preciso rever o atual modelo de gestão do setor, que é complexo e tem exigências bastante especificas.

O ex-procurador revelou preocupação com as informações apresentadas pelo atual chefe do setor jurídico, Maurício Ferrante, ouvido na semana passada, de que a APPA hoje responde na Justiça por três mil ações que, juntas, somam um passivo trabalhista de cerca de R$ 700 milhões.

Alaor Ribeiro dos Reis, que permaneceu no cargo entre janeiro de 2003 e outubro de 2004, informou que quando assumiu, a APPA respondia a cerca de mil ações, mas não soube precisar o volume total de recursos envolvidos nas reclamatórias. Disse que procurou estruturar o departamento jurídico, mas enfrentou dificuldades. E contou ainda que a contratação de um escritório jurídico para auxiliar o departamento foi vetada pelo Tribunal de Contas do Estado, na época. “Acabei assumindo a responsabilidade por ações que envolviam contratos maiores e também a dragagem do porto, e não acompanhei detalhadamente as ações trabalhistas”, informou. A APPA optou por contratar um advogado especializado para tratar do setor que – por sugestão de Reis – deverá também ser ouvido proximamente pelos deputados da CPI.

O ex-procurador, a exemplo de Ferrante, relatou que praticamente não recebeu um relatório com o histórico das ações que envolviam a APPA, ao assumir. “Muitos documentos foram apagados e outros foram deixados empilhados, sem nenhuma organização. As primeiras semanas foram de levantamentos, procurando saber quais eram os processos e a situação de cada um deles”, contou. Ele sugeriu à CPI que seja realizada uma auditoria nessas ações com o apoio do Ministério Público do Trabalho.

Indústria de ações

Durante o depoimento, o deputado Reinhold Stephanes Junior (PMDB) revelou preocupação com as informações apresentadas pelos depoentes ouvidos nas últimas semanas: “Concluo que existe uma indústria de ações trabalhistas, que envolve muita gente, causando milhões de reais de prejuízos aos cofres públicos. É um caso de polícia”, sublinhou.

Para o deputado Fernando Scanavaca (PDT), relator da CPI, é evidente que durante muitos anos a APPA “foi mal assessorada em relação à defesa de ações, especialmente as trabalhistas. Milhões estão em jogo”, desabafou. “Eles tinham cargo de chefia e responsabilidade de fazer a defesa jurídica do porto. Por isso precisam nos ajudar a entender como a dívida trabalhista do porto chegou a esse valor absurdo e quais as medidas que adotaram para evitar o problema”, afirmou o deputado Douglas Fabrício (PPS), presidente da CPI.

Procuradores

Além de Alaor Ribeiro dos Reis, a CPI vai ouvir os ex-procuradores Eduardo Ramos Caron Tesserolli, Stella Maris Figueiredo Bittencourt, Benedito Nicolau dos Santos e Maurício Vítor de Souza. Eles se alternaram no cargo de procurador da APPA durante os oito anos do governo passado. Novos depoimentos estão marcados para esta quarta-feira (26), a partir das 9h30, na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa.

Na semana passada, durante depoimento à CPI, o atual diretor jurídico, Maurício Ferrante, disse que processos e arquivos com cópias de contratos, aditivos, petições e licitações feitas pela APPA durante o governo passado desapareceram. E afirmou que naquele período a autarquia teve uma administração deficiente e sem controle. Hoje, a APPA conta com 680 funcionários e tem receita anual de aproximadamente R$ 186 milhões.

Também participaram da reunião desta terça-feira os deputados Pedro Lupion (DEM), Evandro Júnior (PSDB) e Professor Lemos (PT).

Conselho Tutelar de Paranaguá

Nós podemos definir os futuros conselheiros tutelares de Paranaguá
Modalidade “Sufrágio universal” valerá na escolha dos próximos conselheiros no município litorâneos

Os 14 candidatos inscritos para a eleição do Conselho Tutelar de Paranaguá fizeram uma breve apresentação na segunda-feira (dia 10), na Casa Cecy, no Centro Histórico.
Toda a população podia participar, tendo em vista que o processo para escolha é na modalidade “sufrágio universal”. Isso quer dizer que qualquer parnanguara, com título eleitoral e um documento com foto, pode votar num dos candidatos.
A eleição acontecerá dia 19 deste mês, das 9h às 18h, no terminal de ônibus.

Jornal Diário do Comércio do dia 07 de outubro de 2011

Quatro municípios do Litoral já aprovaram aumento de vereadores Guaratuba e Antonina estão medindo a pressão popular e ainda não colocaram decreto legislativo em votação

Dos sete municípios do Litoral, quatro já decidiram aumentar o número de vereadores.

Com a decisão nas Câmaras, mais 12 novas cadeiras foram criadas.

Em Morretes, o Legislativo passará de 9 para 11 vereadores. O decreto legislativo foi colocado em votação na última quarta-feira e dois vereadores votaram contra a matéria.

Em Antonina a incerteza permanece e até agora nenhum decreto foi apresentado. Segundo informações, a opinião pública é contra e os vereadores estão cautelosos sobre a mudança.

Em Guaratuba, a preocupação se repete. Embora Guaratuba possa vir a ter até 13 vereadores, os atuais legisladores permanecem na defensiva quanto à apresentação do decreto legislativo que proponha o aumento de cadeiras.

Porém, em Matinhos, o projeto já foi aprovado. A partir de 2013, Matinhos passará a ter 11 vereadores, assim como Pontal do Paraná, o município mais novo da região.

Guaraqueçaba, que também tem nove vereadores, também não teve nenhum projeto de aumento de cadeiras apresentado.

Em Paranaguá, a Câmara passará de 11 para 17 vereadores, quando o máximo poderia ser de até 19, de acordo com o número de habitantes.

Na maioria dos casos, a emenda que permitiu a criação de quase 8 mil novas cadeiras nas câmaras de todo o país precisa ser recepcionada pela Lei Orgânica do Município que tem direito à mudança. A alteração precisa ser aprovada em plenário. E, para valer a partir de 2012, o prazo termina em outubro deste ano. No Paraná, conforme o censo populacional e os dados da última eleição municipal, quando foram eleitos 3.698 vereadores, 119 municípios poderiam contar com mais 447 representantes.

Importante ressaltar que em Paranaguá a Lei Orgânica foi alterada para que o decreto fosse votado no mês de outubro, com o objetivo de estar em conformidade com a legislação eleitoral.

De acordo com o advogado Rodolfo Pedro Bom, o período para votação do decreto depende da Lei Orgânica. Segundo ele, muitas câmaras estipulam o prazo até dezembro, mas em Paranaguá a alteração foi feita como forma de prevenção e para garantir o aumento.

Jornal Diário do Comércio- dia 07 de outubro de 2011

Número de vereadores aumenta e de cargos diminui
na Câmara de Paranaguá

A prefeitura de Paranaguá repassa, anualmente, 6% do orçamento do município para a Câmara de Vereadores.

A prefeitura de Paranaguá repassa, anualmente, 6% do orçamento do município para a Câmara de Vereadores.
 
O valor não muda. O que vai mudar é o número de vereadores e de cargos.
Com a aprovação do aumento do número de vereadores que passará de 11 para 17 legisladores a partir de 2013, o número de cargos vai diminuir.
Extra-oficialmente, o DC tomou conhecimento que cada vereador vai perder, pelo menos, duas pessoas com cargos comissionados e a presidência mais 9 cargos.
O vereador Antonio Ricardo dos Santos, na última sessão realizada para definir o número de vereadores destacou que serão 20 cargos, pelo menos, que serão cortados. “São 20 pessoas que estarão fora enquanto entram mais seis entram ganhando mais”, declarou durante discussão. Ricardo foi o único vereador contra o projeto de aumento de vereadores.

Seis vereadores representam R$ 720 mil por ano para o município.