Ministro atende pedido de Bueno e amplia prazo de consulta sobre limites de Paranaguá

O ministro Edinho dos Santos, da Secretaria de Portos da Presidência da República, avisou, na última sexta-feira (06), ao líder do PPS, Rubens Bueno (PR), que atenderá ao pedido do parlamentar de estender, por mais 60 dias, o prazo para consulta pública sobre propostas de poligonais – que definem os limites – dos portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná. A data final agora é 06 de abril.

Rubens Bueno havia enviado ao ministro um ofício argumentando que a proposta dos novos limites “trará impactos para a força de trabalho local porque reduz significativamente a área de porto organizado das duas plantas portuárias, ao excluir da delimitação atual as áreas do Pontal do Sul, em Pontal do Paraná, e do Embocuí, em Paranaguá”.

Segundo o documento de Bueno, a consequência da medida será uma assimetria “ainda maior” na concorrência entre os terminais de uso privativo e os terminais arrendados, “uma vez que aqueles não serão obrigados a utilizar mão-de-obra sindicalizada, pagar tarifas de à administração dos portos de Paranaguá e Antonina (Appa) ou contratar o serviço de práticos”.

Por trazer mudanças significativas para a comunidade local, afirma Rubens Bueno, “a alteração das poligonais requer prazo de consulta maior para possibilitar uma participação maior dos interessados”.

Porto de Paranaguá recebe primeiro navio de passageiros do ano

normal_IMG_6677Atracou na manhã desta sexta-feira (02) o primeiro navio de passageiros a escalar no Porto de Paranaguá em 2015. Com mais de três mil pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes, o navio espanhol Sovereign chegou por volta das oito horas da manhã e permanece atracado até o fim da tarde desta sexta-feira. Cerca de 500 pessoas desembarcaram na cidade e seguiram para passeios em Morretes, Antonina, Ilha do Mel, Curitiba e Paranaguá.

IMG_6730No cais do Porto de Paranaguá, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) organizou um receptivo, em parceria com a Fundação Municipal de Turismo (Fumtur) e a Paraná Turismo (Secretaria de Estado), em frente ao berço 208, onde atracou o navio. Uma estrutura de apoio, para a recepção dos turistas, também foi montada na Praça 29 de Julho.

A agência marítima responsável pela atracação do Sovereign, no Porto de Paranaguá é a Fertimport. O navio de 268 metros é operado pela agência de turismo Pullmantur que disponibilizou seis ônibus para excursões pela região, além de vans para fazer o transporte dos turistas.

normal_IMG_6739De acordo com o chefe da divisão comercial da Appa, Leandro Klaus, o trabalho realizado pela Administração Portuária é de facilitador para que o atendimento ao navio funcione de maneira adequada. “Nós fazemos a organização para que o trabalho do operador, agente, além de órgãos fiscalizadores funcione de forma ordenada, garantindo um atendimento satisfatório e com segurança. Estas escalas são muito importantes para desenvolver o turismo na região e bem atender estes turistas é a nossa meta, para que mais navios de passageiros atraquem aqui em Paranaguá”, afirmou.normal_IMG_6677

Porto de Paranaguá recebe navio com quase três mil pessoas a bordo

5.2- navioNa próxima sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2015, o navio Sovereign atraca no Porto de Paranaguá. Com mais de dois mil passageiros, a maioria de brasileiros, e 812 tripulantes, a embarcação chega às 8h e zarpa às 18h, no mesmo dia. O Litoral paranaense é parada turística no roteiro de cruzeiros pela costa brasileira. Vem do Rio de Janeiro e, na sequência, retorna a Santos.

A agência marítima responsável pela atracação do Sovereign, no Porto de Paranaguá, é a Fertimport. O navio de 268 metros é operado pela agência de turismo Pullmantur que vai disponibilizar seis ônibus para excursões pela região. De acordo com a agência, três ônibus irão até Curitiba e outros três até Morretes e Antonina. Além desses passeios, as empresas acreditam que muitos passageiros e tripulantes desçam para conhecer Paranaguá.

No cais do Porto de Paranaguá, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) organizou um receptivo, em parceria com a Fundação Municipal de Turismo (FUMTUR) e a Paraná Turismo (Secretaria de Estado), em frente ao berço 208, onde atraca o navio. Tendas com guias e um cortejo do carnaval local (com Rei Momo, Rainha e Princesa) estarão disponíveis para receber os visitantes. Uma estrutura de apoio, para a recepção dos turistas, também ficará montada na Praça 29 de Julho.

Mostra revela olhar da população para o equilíbrio entre o Porto e Meio Ambiente

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Natural de Guaratuba e moradora de Paranaguá há 14 anos, a primeira colocada Elizabete da Silva Pereira é guia de turismo e tem a fotografia como paixão.

Desde ontem, até o início de 2015, o hall do Centro Administrativo do Porto de Paranaguá – conhecido localmente como Palácio Taguaré – ficará ocupado por uma instalação fotográfica. Trata-se da Exposição “Porto e Sustentabilidade”, que traz imagens feitas pela população da região, registrando a harmonia do desenvolvimento portuário com as riquezas naturais. A mostra é a aberta ao público, em horário comercial (das 8h às 18h).

No total, são 15 imagens espalhadas pelo saguão de entrada da sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), em Paranaguá. As fotos foram selecionadas entre 60 inscritas no Concurso Fotográfico “Porto e Sustentabilidade”, promovido em comemoração à Semana de Meio Ambiente – no último mês de maio.

“Apesar de serem fotos de amadores, a qualidade e a poesia das imagens impressionam. Ficamos envaidecidos com essa exposição no prédio”, afirma a diretora administrativo-financeira, Xênia Arnt, durante a abertura da exposição, no final da tarde da última terça-feira (4).

Junto com a diretora, o diretor de engenharia e manutenção da Appa, Paulinho Dalmaz, entregou os troféus aos três primeiros colocados e, como recordação, as cinco primeiras fotos ampliadas aos autores.

“É muito bonito ver que a população consegue enxergar que é possível o Porto crescer e melhorar, de maneira consciente respeitando a cidade e o Meio Ambiente, que é o estamos tentando desde o início da nossa administração e já somos reconhecidos nacional e internacionalmente por isso”, completou Dalmaz, na recepção.

Artistas – A primeira colocada no concurso foi a foto de Elizabete da Silva Pereira, cuja imagem traz um flamingo, com um navio ao fundo, tirada na comunidade de Medeiros, em Guaraqueçaba. Natural de Guaratuba e moradora de Paranaguá há 14 anos, ela é guia de turismo e tem a fotografia como paixão.

“Eu adoro fotografar, principalmente paisagens. Essa foto eu fiz por volta das oito da manhã, quando eu retornava do povoado de Medeiros. Eu sempre ando com a câmera na mão. Quando olhei, vi aquela paisagem que nunca tinha visto”, conta a artista.

Elizabete ficou sabendo do concurso pela televisão e contou com a ajuda da filha para selecionar esta, entre tantas imagens que já guarda das paisagens do entorno dos Portos do Paraná.

“É um prazer para a população poder participar das atividades do Porto, principalmente quando divulga também o meio ambiente. Muitas pessoas não têm oportunidade de fazer esses trajetos que vivemos aqui. E toda vez que passamos, é uma cena nova. Não deixe de ser um olhar de poesia para o Porto e nossa região”, comenta.

Em segundo lugar, foi selecionada a foto tirada por Thiago Breginski (Menino saltando do trapiche, próximo ao píer de inflamáveis) e, em terceiro, a de Adriano de Almeida (do menino se banhando próximo à área do Porto). A 4º colocada, que recebeu menção honrosa, foi a foto de Amauri Martins de Souza Filho (do berço 201, visto da direção do Rocio). Em quinto lugar, ficou a de Paulo Bastos, escolhidas pela população, através de ‘curtidas’ na página da Appa no Facebook (a imagem de três canoas enfeitadas ao lado de um navio ro-ro).

Essas cinco primeiras selecionadas – além da exposição – farão parte das imagens do livro comemorativo aos 80 anos do Porto de Paranaguá, no ano que vem.

Os demais artistas selecionados para a exposição foram Alessandro Romero Xavier, Anderson Amorim, Andrielli Maryan Medeiros, Ariosvaldo Gouveia Júnior, Dionaldo Faria Correa, Guilherme Costa de Toledo, Ismael Alves Zela, Luiz Carlos Miranda (Carlinhos), Pedro Dário Pereira Neto e Rodolfo Almeida Bonaldi.

Processo – O resultado do concurso foi divulgado aos inscritos, no início de junho. As imagens da exposição foram selecionadas pela comissão formada por fotógrafos e outros profissionais das artes e da área de Meio Ambiente. Foram jurados, os fotógrafos Valquir Aureliano, Márcio Tibiletti e Denis Ferreira Neto, o artista Celso Luck, a chefe da Assessoria de Comunicação da Appa, Sâmar Razzak, e o chefe regional do IAP, Cyrus Daldin.

“Selecionamos apenas 15 para a exposição, mas todos os 60 inscritos contribuíram muito para o objetivo dessa atividade cultural, que foi despertar o interesse da comunidade na produção criativa a partir da realidade local, sensibilizando sobre a importância da relação harmoniosa entre sociedade e natureza”, afirma a chefe da Assessoria de Comunicação, Sâmar Razzak, organizadora do Concurso.

Porto de Paranaguá recebe peça gigante

5.3-IMG_1832Ontem, o Porto de Paranaguá recebeu mais um navio com carga especial. O  M/V Palmerton trouxe três monoboias para projeto da Petrobras. Uma dessas foi descarregada no terminal paranaense e vai auxiliar os trabalhos na bacia de extração já em operação em São Francisco do Sul (SC). As outras duas seguem para o Rio Grande do Sul.

Em Paranaguá, o navio atracou e descarregou no berço 208. A peça – ao contrário das demais cargas que chegam – desceu direto de bordo para o mar. Dali, um rebocador contratado para fazer o reboque, levou a peça até a área de fundeio próxima ao píer da Petrobras (Transpetro), para aguardar o desembaraço aduaneiro e seguir para o litoral catarinense.

A peça pesa 329 toneladas, tem 15 metros de diâmetro e 16 metros de altura. Foi fabricada nos Emirados Árabes Unidos e embarcou no porto de Musaffah, no mesmo país. As peças vieram montadas, inteiras, no convés do navio, presas a uma base. Soltos foram trazidos apenas pequenos acessórios, em caixas.

A monoboia, segundo a própria Petrobras, é uma boia onde se ancoram navios em alto-mar para transformação de óleo. Funciona como um “duto” intermediário, por onde os produtos passam de navio para navio (conectados à peça por mangotes) ou de um navio para o terminal.

Daqui até o litoral catarinense, a peça também segue pelo mar. Ela será rebocada. A própria Petobras é responsável por essa logística, inclusive pelo contrato com a empresa de rebocador que fará o transporte até o destino.

 

De acordo com a Diretoria de Operação da Appa, entre outras vantagens operacionais e técnicas, o Porto de Paranaguá é propício para esse tipo de operação pela extensa área de manobra – a  bacia de evolução, bem em frente cais.

Poligonal será rediscutida

Secretaria de Portos (SEP) deu novo prazo, até novembro, para que os portos brasileiros revisem suas poligonais e programas de desenvolvimento e zoneamento

normal_IMG_4504A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de formar um grupo de trabalho que irá propor um novo desenho da poligonal do Porto de Paranaguá, além de revisar os Planos de Desenvolvimento e Zoneamento dos portos de Paranaguá e Antonina (PDZPO).  A ação visa cumprir a portaria 003, da Secretaria de Portos (SEP), que determina que os portos brasileiros revejam suas poligonais e seus PDZs para que o plano de outorgas elaborado pelo Governo Federal possa ser colocado em prática.

“Temos um PDZPO amplamente discutido e aprovado por toda a comunidade portuária. No entanto, o documento não foi aceito pela SEP, por ser muito complexo. Foi pedido que resumíssemos este material, além de voltar a discutir a poligonal do porto”, explicou o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

A SEP deu prazo até o dia 30 de novembro para que os portos apresentem os documentos atualizados. Em votação realizada em abril, o Conselho de Autoridade Portuária (CAP) deliberou que o PDZPO existente é ainda atual e deve ser considerado nesta atualização, assim como a poligonal do Porto Organizado.

O grupo, formado por representantes da Fecomercio, FAEP, Fiep, Fetranspar, Ocepar, Capitania dos Portos, Conselho de Autoridade Portuária e Secretaria de Infraestrutura e Logística, vai realizar reuniões quinzenais para discutir a atualização do material, verificar possíveis não conformidades e propor um modelo final dos documentos.

“O intuito é, após finalizar estas discussões, apresentarmos o resultado para toda a comunidade – incluindo, trabalhadores, sociedade organizada, municípios. Nosso intuito é encaminhar um documento unânime, que preserve os interesses do Paraná”, explicou Dividino.

Poligonal – A poligonal, que é uma espécie de zoneamento da área portuária, foi definida em 2002 e precisa ser alterada porque não contempla áreas importantes para o desenvolvimento dos portos paranaenses. Com a mudança do marco regulatório do setor portuário, o Governo Federal deu prazo para que todos os portos reavaliem suas poligonais e proponham eventuais mudanças até 30 de novembro.

Appa assina protocolo de intenções com a UFPR

Foto: UFPRA Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) assinaram, ontem, em Curitiba, um protocolo de intenções. O objetivo é estreitar a relação com as universidades paranaenses e trazer conhecimento acadêmico para o dia-a-dia dos Portos do Paraná, promovendo projetos e estudos que visem a estruturação de um programa interdisciplinar de ensino, pesquisa, desenvolvimento, inovação, demonstração e transferência de tecnologias relacionadas à questão portuária.

 Participaram da assinatura o reitor Zaki Akel Sobrinho, e outros membros da Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da Cultura (Funpar). Pela Appa, estiveram presentes o diretor-presidente Luiz Henrique Dividino e os diretores de Meio Ambiente, Marcos Ziliotto, e jurídica, Jacqueline Wendpap.

 Segundo o diretor presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, este programa vai desenvolver ainda mais o Sistema de Gestão Ambiental da empresa, somando-se ao trabalho que a Diretoria de Meio Ambiente já vem desenvolvendo desde a criação.

 “Além de capacitar profissionais para o trabalho do porto, também vamos focar na área ambiental, proporcionando um retorno à sociedade e ao entorno dos terminais paranaenses. Este protocolo assinado hoje, amplia a colaboração que a Universidade já tem dado, trazendo a experiência da academia para os nossos portos e promovendo uma verdadeira transformação”, garante Dividino.

 Colaboração – Em 2010, a Appa já havia firmado com a UFPR um termo de colaboração, que resultou na execução do projeto de monitoramento da água da Baía de Paranaguá, desenvolvido pelo Centro de Estudos do Mar (CEM), até 2012. Segundo a Universidade, agora com a nova diretoria de Meio Ambiente da  APPA, as propostas devem tomar outros rumos.

 “Este acordo vem com a meta de transformar a nossa universidade em um centro de excelência na área portuária. Nós somos um banco de talentos e esta parceria deve proporcionar projetos nas mais diversas áreas do conhecimento”, garante o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho.

Crianças da Escola Municipal Hugo Corrêa reconhecem o manguezal

Crianças apontam um caranguejo que se esconde nos entulhos despejados no manguezalOs alunos dos 3º, 4º e 5º anos da Escola Municipal Hugo Pereira Corrêa estão indo a campo para verificar como está a “saúde” dos manguezais no entorno de onde vivem e estudam. A atividade faz parte da terceira fase do projeto de Educação Ambiental que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) iniciou junto à escola em julho.

 O primeiro momento do projeto foi saber das quase 270 crianças, de um total de nove turmas, o que elas sabiam e enxergavam do mangue local. “Depois de colher a percepção dos alunos, iniciamos a segunda fase com palestras para passarmos informações relevantes para construirmos esse novo conteúdo, tão presente na realidade deles, mas que nem sempre é visto com a atenção que merece. Com esse conteúdo, saímos a campo”, conta a coordenadora da Educação Ambiental da Appa, Alethéa Patrícia Ferreira.

Menina aponta a vegetação que reconhece das informações que recebeu antes da atividade, pela equipe da Appa No manguezal, na região do rio Emboguaçu e do Porto dos Padres, as crianças estão reconhecendo a área. Com uma ficha, como pesquisadores, eles constatam as condições climáticas (inclusive a temperatura), a presença de animais e plantas e verificam se conseguem enxergar algum problema como lixo, esgoto, casas sobre o manguezal.

 “A ideia é que eles não apenas vejam os problemas, mas que construamos, juntos, possíveis soluções. Uma das turmas que levamos a campo, no início da semana, por exemplo, propôs que cada casa no local seja visitada, uma a uma, e que seja explicado para as pessoas que não se pode jogar lixo neste ambiente e que tem que cuidar. Esta ação já vamos fazer, a partir de outubro”, afirma Alethéa.

Cursos públicos de Portos e de Comércio Exterior começam no Porto de Paranaguá

Alberto-Gomes-da-Veiga-appa2014Alunos dos cursos técnicos de Portos e Comércio Exterior do Colégio Estadual Alberto Gomes da Veiga tiveram, na quarta-feira (20) a primeira aula na sede da Administração dos Portos de Paranaguá a Antonina (Appa).

Mais de 80 estudantes participaram da aula magna. Eles foram recebidos pelo diretor comercial da Appa, Lourenço Fregonese. O diretor explicou a recente mudança da Appa de autarquia pea empresa pública que, segundo ele, “trará renovação e modernização”. “Brevemente haverá concurso público e vocês poderão ser os próximos a nos sucederem”, disse. Fregonezi também destacou que com a nova Lei dos Portos, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, todo o setor portuário vai necessitar de pessoas capacitadas: “E vocês estão se preparando para isso”, completou.

Na continuidade da aula magana, Leandro Klaus, chefe do departamento empresarial da Appa, ministrou uma palestra onde apresentou a história, a infraestrutura atual e as operações dos Portos de Paranaguá e Antonina.

Alberto-Gomes-da-Veiga-appa2014bO coordenador dos cursos, professor Welington Frandji, afirmou que faz questão de trazer os alunos para a aula especial na Appa. “Esta parceria favorece a identificação do aluno com a área portuária, bem como garante a prática educacional, eleva a maturidade profissional e o contato direto com profissionais do ramo”, disse o professor.

Para o aluno Dejair Eccel, como resultado da aula magna, os estudantes ficaram mais entusiasmados. “É de extrema importância que oportunidades práticas como estas sejam realizadas num curso técnico, garantindo novos conhecimentos que vão além da sala de aula”, afirmou.

Fonte: Correio do Litoral

Portos do Paraná intensificam alerta para o vírus Ebola

normal_IMG_3901A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em Paranaguá, fará nesta segunda-feira (18) uma reunião para tratar com mais detalhes sobre o tema com toda a comunidade portuária local. No entanto, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) optou por se adiantar e ampliar a divulgação sobre a doença, para garantir a segurança de quem trabalha na atividade.

Segundo o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, apesar do controle sanitário ser de responsabilidade da Anvisa (em relação às pessoas) e ao Vigiagro/Ministério da Agricultura (quanto à carga), esse trabalho de propagação da informação é fundamental em situações como a que se apresenta, em relação à doença.

“Para operar pelos portos paranaenses, os navios devem estar com a documentação e situação sanitária de acordo com as exigências desses órgãos. A nossa contribuição está sendo em divulgar os comunicados das agências nacionais e dados sobre o vírus e a transmissão para evitar que esse contato dos trabalhadores locais com os tripulantes do navio, que podem vir dessas regiões africanas mais afetadas, seja porta de entrada para o Ebola”, afirma.

CONTATO – Até julho, os portos do Paraná receberam 1.393 navios – 34 de carga geral, 405 de contêineres, nove de derivados de petróleo, 260 de outros granéis líquidos, 586 e granéis sólidos e 99 de veículos (Ro-Ro). Considerando que, em média, cada navio traz 20 tripulantes, são 27.860 trabalhadores de diversas origens que passaram pelo Porto nos sete primeiros meses deste ano.

Esses tripulantes podem chegar a descer do navio e sair do porto (dependendo da liberação da Polícia Federal e do tempo de operação do navio) e ainda têm contato com os trabalhadores locais – Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs) – que também vão a bordo durante as operações.

Ao capitão do navio, em caso de algum tripulante apresentar os sintomas, e que tenha circulado nos últimos 30 dias nas regiões africanas já citadas, a Anvisa orienta que se notifique a situação imediatamente às autoridades de saúde brasileiras e que se isole o doente na cabine, oferecendo todo suporte de água e alimentação necessários. Orienta-se ainda que apenas um tripulante designado (médico ou outro designado) passe a se comunicar e servi-lo até sua remoção ou liberação conforme instruções das equipes de saúde no solo. Seguir as recomendações locais da autoridade sanitária quanto à limpeza, retirada de resíduos, etc.

Reunião– Nos portos paranaenses não chegou até agora nenhum navio nestas condições. Na próxima segunda-feira (18), às 14h, no auditório da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap), a Anvisa Paranaguá vai realizar uma reunião mais detalhada com a comunidade portuária local.

Fonte: Appa