Seis voluntários colaboram em ações contra dengue

ação de limpeza 1Uma equipe de policiais militares e voluntários realizaram  vistorias em locais, com o objetivo de promover ações de combate aos focos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

Eles estiveram em dois prédios abandonados no bairro da Raia. O primeiro local vistoriado foi a instalação abandonada de uma escola e o segundo espaço, que recebeu a vistoria dos voluntários foi uma construção abandonada na Rua Maneco Viana que está nestas condições há mais de um ano e o proprietário não promoveu nenhuma limpeza ou fechamento do local.

Além do problema de locais abandonados, é preciso registrar que a tendência de algumas imagens nas redes sociais comprovaram-se verdadeiras.

ação de limpezaJá viu uma imagem que aparecem três filas: uma é formada por gente que reclama e que está cheia, a outra por pessoas que dão ideias e organizam e o número de pessoas diminui, e a última fila é formada por gente que resolve fazer, colocar a mão na massa e essa, infelizmente, conta com poucos na fila.

1Essa situação se repetiu nesse trabalho. Apenas três policiais militares e duas pessoas da comunidade aderiram ao apelo, mas nas redes sociais são milhares de pessoas reclamando e se queixando de que “ninguém” faz nada.

Pessoas com sangramento têm preferência no atendimento na UPA e no Centro de Referência de Combate à Dengue

19302Está com sintomas que podem ser de dengue? Vá até o Centro de Referência de combate à Dengue, ao lado da UPA. Quem tem sangramento pelo nariz, no ouvido, na boca, fezes muito escuras, sangramento vaginal fora do período menstrual, avise quando chegar ao local. Pessoas com sangramentos podem e devem ser atendidas antes, não importa a hora de chegada. A ex-secretária municipal de Saúde, Terezinha Kersten, alerta que a fase crítica da doença é quando a febre para e o doente pensa que melhorou. Após a febre, é preciso ter muito cuidado e retornar sempre à Unidade de Saúde para acompanhamento.

Dengue provoca falecimento de professora aposentada

senhora dengueMarlene Prestes Caxambú, de 72 anos, era professora aposentada. De acordo com seu filho, o radialista Alessandro Caxambu, ela faleceu no último domingo, dia 27, às 23h, no Hospital Regional do Litoral com dengue e falência dos órgãos.

Ela sofreu insuficiência respiratória na quinta-feira, por volta das 18h, e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde veio a falecer.

Ela foi levada para sua cidade natal, em Castro, onde foi velada e sepultada.

Integrantes do Clube da Melhor Idade Girassol, em Paranaguá, têm se manifestado nas redes sociais com tristeza e pesar pela perda de uma de suas componentes. Marlene era vice-presidente do Clube.

As redes sociais têm sido um canal de desabafo dos sentimentos de indignação pelas mortes registradas ao longo das últimas semanas. A população está preocupada com o crescente número de falecimentos.

11 mil casos confirmados de dengue em apenas um laboratório

A afirmação foi feita  durante sessão da Câmara de Vereadores. Poderemos conhecer o real tamanho do monstro, mas a solução para acabar com ele já está aí e precisamos aplicá-la

dengue1_81647_e1eb6O representante de um dos laboratórios da cidade informou que, apenas no seu local de atuação, já foram 11 mil casos de dengue confirmados desde que os exames começaram a ser feitos. A informação foi feita pelo vereador Adriano Ramos durante a sessão da Câmara de Vereadores desta quinta-feira, dia 24.

Ele não revelou de que laboratório vinha a confirmação, mas solicitou que fosse aprovado seu pedido de informações para todos os laboratórios particulares de Paranaguá no qual solicitava os números de casos de dengue. O pedido foi reprovado porque, segundo alguns vereadores, os laboratórios não serão obrigados a fornecer qualquer informação e, na próxima semana,  deve haver um pedido da Câmara sobre este assunto.

Além disso, a vereadora Sandra do Dorinho, informou aos pares que um agente portuário havia, nesta semana, solicitado estes mesmos números e que, em breve os números de casos de dengue na cidade sejam atualizados.

A diferença dos números apresentados nos boletins oficiais com o que pode ser considerado como número real gera mais insegurança e intranquilidade junto à população.

Sinceramente, não acredito que saber se são 3 mil, 15 mil ou 40 mil casos vai fazer muita diferença nas ações que precisam continuar sendo mantidas para evitar os mosquitos e focos de transmissão.

Saber o real número mostra qual o tamanho do problema, mas as soluções já foram apresentadas. Resta aplicá-las.

 “Aedes do bem”  vai dar reforço nas ações de combate a dengue em Paranaguá

Prefeito Edison, acompanhado da secretária de Saúde, do vereador Arnaldo Maranhão, esteve em Piracicaba e Campinas nesta quarta e quinta-feira para fazer contato com laboratório que produz tais mosquitos geneticamente modificados. Numa fase inicial intenção é implantar insetos em bairros com maior incidência da doença

20244O prefeito Edison Kersten foi a Piracicaba e Campinas, no Estado de São Paulo, nesta quarta e quinta-feira para acertar detalhes para que sejam implantados em Paranaguá mosquitos Aedes aegypti geneticamente modificados. Estudos comprovam que nos locais onde estes insetos foram inseridos, o número de casos de dengue reduziu em 90%.

imageOs insetos machos (também conhecidos como “Aedes do bem”) são produzidos em laboratório e quando implantados numa área cruzam com fêmeas selvagens, que postam larvas que não chegam à fase adulta. Ou seja, elas morrem antes de se tornarem mosquitos alados, que acabam contaminando pessoas e transmitindo também doenças como Zika e Chikungunya.

“Essa modalidade de contratação agiliza o processo . Repassamos nosso histórico e baseado nisso ficou definido que vamos priorizar bairros com maior número de casos, neste primeiro momento, atendendo uma área de 30 mil moradores”, explicou o prefeito Edison, que espera que a primeira implantação de mosquitos ocorra num prazo de 3 meses. O custo será de R$ 100 mil mensais, para um contrato de 2 anos.

Fonte: PMP

Comunidade faz passeata silenciosa por ruas de Paranaguá

Moradores estão preocupados, especialmente, com as recentes mortes registradas envolvendo pessoas jovens como uma mulher de 34 anos e uma criança de 12 anos

passeataNo domingo, veio a notícia de que a jovem Alessandra, de 34 anos e mãe de duas meninas, faleceu. A família informou que a morte foi provocada por dengue. Na segunda-feira, a notícia do falecimento do menino Carlos, de 12 anos, deixou a cidade de Paranaguá perplexa.

A dengue teria provocado as duas mortes, de acordo com os familiares e agora as autoridades investigam os motivos dos falecimentos.

passeata silenciosaAs pessoas estão com medo, preocupadas e assustadas com o crescente número de casso de pessoas com dengue e, especialmente, de mortes por dengue, pois outras cidades do Paraná e até do Brasil já tiveram epidemia de dengue e nenhum caso de morte foi registrado.

Inconformados com a situação, moradores de vários bairros de Paranaguá- cidade que tem o maior número de casos no Estado- realizaram uma passeata silenciosa na noite da última quarta-feira. Saíram da Praça Portugal, onde está localizado o Centro de Referência de Atendimento a pacientes com dengue e foram até a Praça dos Leões, na frente da Prefeitura onde foram feitas orações.

passeata sosCaixões, velas e pessoas vestidas de preto, em luto, marcaram a passeata. De acordo com os organizadores, o objetivo foi chamar a atenção das autoridades, mas também de toda a população pois muitos ainda insistem em jogar lixo e entulhos nas ruas e não cuidam dos seus quintais fazendo com que criadouros do mosquito continuem a existir.

Os participantes também cobravam prestação de contas da Prefeitura de Paranaguá sobre os recursos oriundos do Governo do Estado e da Appa que chegam a mais de R$ 8 milhões.

Metade dos recursos foi recebido pela Prefeitura e direcionados ao gasto com pessoal que atua no atendimento à população. Os recursos oriundos da Appa não foram repassados, ainda, para os cofres municipais.

Em nota oficial, a Prefeitura lamentou os falecimentos e se solidarizou aos familiares das vítimas da doença. “Tais mortes emitem um alerta para toda a população parnanguara sobre a necessidade de continuar vigilantes com relação ao combate contínuo à proliferação do mosquito Aedes aegypti….O município pede encarecidamente para que todos os cidadãos eliminem possíveis criadouros em suas residências, bem como destinem seus resíduos de forma correta, evitando proliferação do mosquito”.

Fotos: Facebook

Número de casos de dengue ultrapassou 30 mil e são 16 mortes no Litoral

Paranaguá tem maior número de mortes e todas as cidades do Litoral tem casos de dengue autóctones

Colégio faz homenagem ao menino e aluno falecido ontem

Colégio faz homenagem ao menino e aluno falecido ontem

Uma jovem mulher, de 34 anos, faleceu no domingo e, segundo os familiares há confirmação de que a dengue provocou a morte. O mesmo aconteceu com um menino de 12 anos, que faleceu ontem pela manhã.
Alessandra Matoso dos Santos (foto) morava em Alexandra e era mãe de duas meninas. Foi até o Hospital Regional do Litoral e recebeu orientação de voltar para casa e voltar em caso de piora nos sintomas.
Carlos Oliveira Carvalho tinha 12 anos, estava internado no Hospital Paranaguá e, segundo informações extra-oficiais, esta seria a segunda vez que ele teve dengue, o que agrava o quadro.
Péssimas notícias que envolvem esta doença que atinge as sete cidades do Litoral. Hoje, oficialmente, a região litorânea têm 3.322 casos autóctones, ou seja, aqueles que a pessoa pegou a doença na própria cidade, somando-se aos importados.
Levando-se em conta de que, para cada caso oficial, são 10 casos não relatados, o Litoral tem mais de 33 mil casos de pessoas com dengue.
E a maioria deste número está em Paranaguá com 30 mil casos.

Sem exceção
Todas as cidades do Litoral têm casos de dengue. Em Antonina são 66 casos entre autóctones e importados, em Guaraqueçaba são 52, Guaratuba tem 21 casos, Matinhos tem 22 casos de dengue e 67 casos em Morretes, sendo 9 casos autóctones e 58 importados. Paranaguá tem 3.031 casos oficiais de acordo com o boletim 16, emitido pela Secretaria de Estado da Saúde, ontem.

Acredita-se que o caso do menino Carlos ainda não tenha sido contabilizado.

Dois municípios da região têm casos de óbitos provocados pela dengue. Antonina teve um caso confirmado no último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e Paranaguá tem 15 casos. Quanto à distribuição etária dos casos de pessoas com dengue confirmados, 51,3% concentraram-se na faixa etária de 20 a 49 anos, seguida pela faixa etária de 50 a 64 anos com 17,7% dos casos. O sexo feminino é o mais atingido nas faixas etárias acima de 19 anos.

Chickungunya e Zika
Nenhuma cidade da região litorânea tem casos de febre chikungunya autóctones, mas em Paranaguá foram dois casos importados registrados desde o início da epidemia. Quanto aos casos de Zika Vírus as cidades de Guaratuba e Paranaguá têm casos autóctones. Em Guaratuba foram registrados três casos de pessoas que pegaram Zika na própria cidade e em Paranaguá foram oito pessoas e mais dois casos em Pontal do Paraná, porém importados.

Dengue pode ter provocado morte de criança

Dengue é um problema sério e só a colaboração de TODOS é que vai minimizar esta situação

dengue_campA Funerária Nossa Senhora do Rocio  comunica com pesar o falecimento do Jovem Carlos Eduardo Oliveira Carvalho, de apenas 12 anos.
Filho do Soldado Edilson Santos Carvalho, da Rotam.

O corpo será velado após às 15h, na 1º Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular da Vila Paranaguá. O corpo será sepultado amanhã, dia 23 às 10h no Cemitério a ser designado pela família.

O menino estava sendo atendido no Hospital Paranaguá e o falecimento foi confirmado hoje pela manhã. Algumas pessoas anunciaram em rede social que o óbito foi provocado pela dengue. As autoridades de saúde e a direção do hospital, ainda, não se manifestaram.

O Blog da Luciane vai aguardar documentos oficiais ou anúncio por parte dos familiares para confirmar se a dengue, infelizmente, causou a morte desta criança. Lamentamos o falecimento e incentivamos a população a renovar os cuidados contra o mosquito Aedes aegypti: limpem as casas, evitem água parada, passem repelente.

Cidade lamenta mais um falecimento provocado por dengue

alessandra falecimentoAlessandra Matoso dos Santos faleceu, no último domingo, vítima de dengue como consta do laudo. Ela tinha, apenas 34 anos, e morava no km 19 em Alexandra.

Ontem foi dia de dor e tristeza para seus familiares durante o velório e o sepultamento que ocorreu no Cemitério Municipal de Alexandra.

O boletim com casos de dengue e óbitos deve sair hoje. Com isso, passarão para 15 casos de morte provocadas pela dengue em Paranaguá.

Quanto à distribuição etária dos casos de pessoas com dengue confirmados, 51,3% concentraram-se na faixa etária de 20 a 49 anos, seguida pela faixa etária de 50 a 64 anos com 17,7% dos casos. O sexo feminino é o mais atingido nas faixas etárias acima de 19 anos.

Aos familiares, nossos mais sinceros pêsames.

Acadêmicos da Uniandrade promoverão ação contra dengue em Paranaguá

zikaCerca de 150 alunos de diversos cursos da UNIANDRADE farão uma grande ação de “Educação em Saúde”, nos bairros de Paranaguá-  local que atualmente passa por  uma assustadora epidemia de dengue e Zika Vírus.

Os acadêmicos sairão de Curitiba e  percorrerão  as ruas da cidade para orientarem os moradores sobre  o combate ao Aedes Aegypti e focos de criadouros.  A atividade, que faz  parte do programa Uniandrade Social, acontecerá nos dias 12 e 13 de março, das 8 às 17h.