Novo criadouro para mosquito da dengue!!!!!

IMG_20160715_163648750“Não feliz, com o momento de tranquilidade da epidemia da dengue, a prefeitura de Paranaguá decide abrir um novo criadouro do bichinho”, disse o internauta Fabrício.

A foto é dele e foi tirada na última sexta-feira, dia 15, no terreno onde era o Miriam lanches, no início da rua Ildefonso Munhoz da Rocha, em frente à CIA da pizza.

Fica a pergunta para que a Prefeitura responda: foi a prefeitura que retirou tudo o que tinha daquele local? Irá continuar fazendo melhorias para evitar que, com a chuva, criadouros do mosquito sejam criados?

Aguardamos resposta.

Casos de dengue aumentaram em uma semana no Litoral

Maior parte foi em Paranaguá. Dos 85 casos, 84 foram na cidade pólo do Litoral. Cuidados precisam continuar sendo mantidos

5.3- combate a dengueNa semana passada eram 15.684 casos registrados nos sete municípios do Litoral. Nesta semana, o boletim da dengue no Paraná, mostrou que o número de casos na região passou para 15.599.

Dos 85 casos a mais, 84 foram em Paranaguá e um em Antonina, as cidades que mais tiveram casos no Litoral. O aumento de casos só prova que os cuidados para evitar a dengue precisam ser mantidos.

O descarte adequado de tudo que acumula  água precisa ser mantido. Limpar o quintal uma vez por semana, tirando tudo que possa acumular água como garrafas, potes, pedaços de plástico, devem ser retirados do local e jogados no lixo. Tampar lixeiras e as caixas d’água deve se tornar um hábito.

Relatório da dengue confirma mais um óbito em Paranaguá

boletim da dengue dia 21 junNovo boletim da dengue, emitido ontem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), mostra mais um óbito confirmado por dengue em Paranaguá durante esta epidemia. Na semana retrasada, o aumento de casos tinha sido de 12 e nesta semana, apenas mais dois novos casos de dengue foram confirmados no relatório, juntamente com o óbito.

O número de pessoas com dengue diminuiu, mas é preciso reforçar que os cuidados precisam ser mantidos. Evitar focos de água parada para que os ovos do mosquito não abram é o primeiro e principal passo e responsabilidade de cada morador da cidade.

Paranaguá tem, hoje, 15.657 casos de dengue, sendo que são 15.416 autóctones, ou seja, de pessoas que pegaram a doença na cidade.

E mais uma cidade, no Paraná, entrou em estado de epidemia de dengue. Trata-se do município de Goioerê.

Com a confirmação de mais um falecimento provocado pela dengue, Paranaguá contabiliza 29 óbitos. Não tem como dizer que qualquer campanha teve êxito com um número desses!

Vereador classifica decisão da Prefeitura sobre carnaval como “infeliz”

“Não adianta teimar com a ideia de que estão trazendo turistas para Paranaguá”, defendeu em plenário

fotocapaO vereador Arnaldo Maranhão (PSB) usou da tribuna da Câmara de Vereadores, na noite da última terça-feira (14) para falar da “infeliz decisão do prefeito da cidade e da equipe em relação ao carnaval”.

A prefeitura anunciou há poucos dias a realização do Carnaval no mês de setembro deste ano. E o anúncio deu o que falar durante a sessão do Legislativo.

Em 7 de janeiro, o vereador lembrou que protocolou pedido de cancelamento do carnaval e, naquela ocasião, já questionava os recursos que seriam gastos com jurados que vem de fora, arquibancada, iluminação, entre outros itens fazendo com que o orçamento chegasse a, aproximadamente, R$ 500 mil para dois dias, sendo que os casos de dengue já haviam ocorrido.

Então, os óbitos por causa da dengue foram registrados e o número de pessoas com a doença só aumentou. Os vereadores aprovaram um requerimento para que o carnaval fosse cancelado.

“Agora, recebemos informações que será realizado em setembro”, disse o vereador Maranhão. “Vai estar a cinco meses do outro carnaval”, completou. O vereador adiantou que vai continuar defendendo que as escolas podem prestar contas do que compraram com os recursos recebidos e em 2017 não recebe este valor, pois já recebeu neste ano ou final do ano passado. “Não adianta teimar com a ideia de que estão trazendo turistas para Paranaguá”, disse em plenário.

“Não arrumam entrada da cidade, nem a Estação Ferroviária. E querem falar em turismo? Não arrumam a cidade. Dizer que vai trazer turista é mexer com a inteligência do parnanguara. Ainda vem três festas e depois o carnaval. É muita festa para pouco trabalho. Paranaguá não precisa de carnaval em julho, nem em setembro. Traz turista arrumando a cidade, arrumando a entrada da cidade e combatendo a epidemia de dengue”, completou o vereador Maranhão.

Os 11 mitos do Aedes aegypti

aedes_do_bem_header-1170x808No país do futebol, com o aprofundamento das epidemias de dengue, Zika e chikungunya, o Aedes aegypti tomou conta do noticiário e já aparece quase tanto quanto a bola. Agora, além de o Brasil abrigar 200 milhões de técnicos, também tem 200 milhões de entomólogos – nome dado aos especialistas em insetos. Esse fenômeno popular ajuda que o inseto seja conhecido e discutido pela sociedade, mas gera margem para que algumas informações incorretas se disseminem. Por isso, o portal Aedes do Bem! convidou os entomólogos Cecília Kosmann e Guilherme Trivellato, da Oxitec, para detonar 11 mitos que vêm circulando no embalo das redes sociais. Veja abaixo quais são eles.

MITO Nº 1 – O Aedes aegypti não representa perigo fora da época de chuva

Não é verdade. O perigo até se reduz, mas continua presente. É verdade que fatores como o desenvolvimento, o comportamento e a sobrevivência dos mosquitos – assim como a dinâmica de transmissão de doenças – são fortemente influenciados pelo clima. Temperatura, precipitação e umidade são especialmente importantes. No Brasil, a estação chuvosa coincide com a época de temperaturas mais elevadas, então nessa época o país apresenta a combinação perfeita para a disseminação do mosquito: clima quente e abundância de criadouros.

Como o inverno brasileiro é uma estação mais seca e com temperaturas mais amenas, nessa época o número de criadouros tende a ser reduzido, diminuindo também a quantidade de mosquitos. Apesar de ser menos quente que o verão, nosso inverno não é frio o suficiente para interromper o ciclo de vida do mosquito, que continua a picar – e a transmitir doenças – mesmo fora da estação chuvosa.  Um exemplo disso foi a epidemia de dengue ocorrida na cidade de Campinas no interior do Estado de São Paulo no inverno de 2015.

MITO Nº 2 –  A picada do Aedes aegypti não dói nem deixa marca

Isso não vale como regra geral. Ao longo da sua evolução, o Aedes aegypti desenvolveu um coquetel salivar composto por basicamente três tipos de moléculas: anticoagulantes, vasodilatadoras e antiagregantes de plaquetas. Essas moléculas dificultam que o hospedeiro – no caso, o ser humano – perceba a picada, facilitando a ingestão de sangue por parte do mosquito. Apesar de diminuir a irritação, porém, esse coquetel molecular não é 100% eficiente em produzir uma picada indolor. A inoculação de saliva no tecido dérmico pode causar reações na pele, que variam desde pequenas irritações a grandes edemas, dependendo do grau de sensibilidade da pessoa e do tempo e intensidade da picada.

MITO Nº 3 –  O voo do Aedes aegypti não produz zumbido

Não é verdade. O que ocorre é que os mosquitos da espécie Aedes aegypti voam principalmente durante o dia, enquanto os pernilongos são mais ativos durante a noite. Como estamos deitados e parados, é mais fácil para o pernilongo do gênero Culex se aproximar de nós e, consequentemente, ouvimos seu zumbido com mais frequência.  Durante o dia estamos mais ativos, o que dificulta a chegada do mosquito Aedes aegypti até perto de nossos ouvidos. Para diversas espécies de insetos, o zumbido que ouvimos é o barulho das asas batendo e cada animal tem uma frequência de som específica. Essa diferença é tão marcante que existem equipamentos capazes de identificar a espécie do mosquito por meio do som que ele emite durante o voo.

MITO Nº 4 –  O Aedes aegypti só põe ovos em água limpa

É um mito. Comparado com os pernilongos do gênero Culex, o Aedes aegypti tem uma preferência maior, não absoluta, por água limpa, com menor teor de matéria orgânica e sais. Apesar de sabido que um aumento na salinidade da água reduz a oviposição – ou seja, diminui a incidência de ovos colocados pelas fêmeas do mosquito – alguns países asiáticos já registraram o desenvolvimento de larvas em água salobra. No Brasil sabemos que pequenas doses de bactéria na água a tornam ainda mais atraente para as fêmeas do Aedes aegypti. É importante destacar esse comportamento, já que normalmente a população está condicionada a procurar e eliminar somente os potenciais criadouros compostos por água limpa, dificultando o controle do mosquito.

MITO Nº 5 –  A mudança climática está deixando o Aedes aegypti mais “forte” e mais “longevo”

Não é bem assim. O aquecimento global pode alterar a forma de expansão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no sentido de que o aumento da temperatura em uma região pode ampliar a área de distribuição do mosquito. Por exemplo: se uma região é muito fria para que o mosquito se estabeleça, um aumento de temperatura no local pode fazer com que ele venha a se estabelecer.  Mas não há evidência de que a mudança climática tenha mudado o comportamento da espécie como um todo.

A temperatura da água pode influenciar o tempo total de desenvolvimento da larva do mosquito. Criadouros com temperaturas mais altas tendem a conter larvas que irão se desenvolver mais rapidamente do que aqueles com temperaturas mais baixas, o que não quer dizer que o mosquito irá viver mais tempo ou ser mais “forte”

 MITO Nº 6 –  Gotinhas de água sanitária matam a larva do mosquito em vasos de plantas

De todos os mitos, esse é o menos “mito”. Quando colocados na água, certos produtos podem afetar o desenvolvimento das larvas. Apesar de a água sanitária ser uma dessas substâncias – e das mais eficientes – vale lembrar que o sucesso desse método varia conforme a concentração do produto em questão. Ao adicionarmos substâncias à água, estamos aumentando a sua concentração de sais. Quando criada em um ambiente com maior concentração de sais do que a encontrada em seu próprio corpo, a larva perde água para o meio até o momento em que é dessecada e morre de tanto perder umidade.

MITO Nº 7 – O plantio de flores crotalárias afasta o mosquito

Esse é um dos mitos mais nocivos sobre o combate ao Aedes aegypti. As flores de diversas espécies de plantas do gênero Crotalaria apresentam coloração amarela e são atrativas para inúmeras espécies de insetos polinizadores. Dentre eles, as libélulas.  Ninfas (estágio da libélula entre o ovo e a fase adulta) ocorrem em lagoas e outros cursos d´água e são predadoras naturais de larvas de mosquitos em geral. Em tese, elas poderiam ajudar no combate às larvas, mas os criadouros de ninfas são sempre naturais; eles não são encontrados em ambientes artificiais, como pratinhos de vasos de plantas ou caixas d’água. Em outras palavras, as ninfas comedoras de larvas estariam ausentes justamente no tipo de habitat preferido pelo Aedes aegypti, inseto que está sempre perto de humanos, encontrado quase que exclusivamente dentro ou ao redor de moradias. Apesar de o encontro entre libélulas e Aedes aegypti ser improvável de acontecer no ambiente urbano, cidades do interior de São Paulo, como Sorocaba e Capivari, já criaram projetos de lei que previam o uso de recursos públicos no cultivo de crotalárias, mesmo sem que sua eficácia no combate ao mosquito fosse comprovada.

MITO Nº 8 –  O Aedes aegypti não frequenta lugares com mais de 1,5 metro de altura

Frequenta, sim. Mosquitos preferem colocar ovos em alturas de até 1,5m. Isso é um fato. Porém, quando surge a necessidade de buscar alimentos e parceiros para a cópula – ou até mesmo a necessidade de colocar ovos –, eles podem ser encontrados em locais mais altos. A prova disso é que não é difícil encontrar criadouros em caixas d´água e calhas, bem acima de 2,5 metros de altura. Algumas pessoas dizem ainda que apartamentos em andares mais altos estão livres da presença do Aedes aegypti, mas isso também é um mito, já que que o mosquito pode subir pelo elevador.

MITO Nº 9 –  O ar-condicionado mata o Aedes aegypti

Não é verdade. Insetos são organismos pecilotérmicos, ou seja, animais de sangue frio que têm a temperatura do corpo regulada pelo ambiente. Locais mais frios diminuem a sua atividade, fazendo com que eles voem menos e, consequentemente, piquem menos – até o crescimento das larvas pode ser atrasado em um ambiente frio. Apesar disso, a temperatura de um ambiente climatizado por um ar-condicionado dificilmente será suficiente para matar o Aedes aegypti.

MITO Nº 10 – O Aedes aegypti só pica durante o dia

Não é verdade. O Aedes aegypti habita áreas urbanas e sempre fica perto de sua principal fonte de sangue: o homem. Ele é um mosquito doméstico, altamente associado com o ser humano,  e vive dentro ou ao redor de casas e outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais e escolas. Suas picadas se concentram durante o dia pois ele se alimenta do sangue humano ao amanhecer e ao entardecer. Ele pode, porém,  picar à noite também já que nesse período o ser humano está menos ativo e o acesso do mosquito ao sangue é facilitado. Outro fator que motiva a atividade noturna do Aedes aegypti em áreas urbanas é a grande quantidade de luz elétrica, fato que estende o período de atividade da espécie.

MITO Nº 11 –  Todo mosquito pica

Não é verdade. Seja qual for a espécie do mosquito, somente as fêmeas irão picar humanos, pois precisam do sangue para maturação de seus ovos. Machos se alimentam de soluções vegetais açucaradas e, mesmo se quisessem, não poderiam picar: ao contrário do aparelho bucal das fêmeas, os machos não apresentam total desenvolvimento das peças básicas para penetrar a pele do hospedeiro, fato que os impede de perfurar tecidos animais e vegetais. É por isso que eles se limitam a sugar líquidos açucarados, como o néctar das flores.

As perguntas foram respondidas por Cecília Kosmann e Guilherme Trivellato, supervisores de produção e ensaios de campo da Oxitec.

Fonte: http://aedesdobem.com.br/ciencia/os-11-mitos-do-aedes-aegypti/?utm_campaign=Aedes&utm_medium=Link&utm_source=Facebook&utm_content=Ciencia&utm_term=Brasil

Só frio abaixo de 8 graus acabaria com mosquito Aedes

Contra a dengue: só mudança de comportamento

propaganda lixoDurante entrevista coletiva concedida por representantes de segmentos do Município e do Estado, foi lembrado que seriam necessárias três semanas, com frio intenso, registrando temperaturas abaixo de 8 graus, para que houvesse o extermínio do mosquito Aedes Aegypti.

Segundo Ilda Nagafuti, diretora da 1ª Regional de Saúde, o governo do Estado tem compromisso com a questão da saúde e a equipe está buscando melhores condições à população de Paranaguá e do Litoral.

“Só lembrando que estamos trabalhando com a mudança de comportamento da população e isso é um processo longo”, destacou a diretora da 1ª Regional de Saúde.

Ilda Nagafuti fez referência às ações que a população precisa continuar mantendo, no que diz respeito à acabar com focos de água parada, onde o mosquito possa encontrar lugar adequado para sua proliferação.

Também é importante lembrar que um ovo do mosquito pode durar 450 dias para eclodir, ou seja, por mais de um ano, o mesmo ovo pode ficar num canto com água parada e pode vir a eclodir.

Por isso é tão importante que as pessoas eliminem todos os focos de água parada.

Jogar um copo plástico na rua também é um grande erro. Este copo, ou pacote de salgado ou outros materiais jogados na rua podem se transformar em focos do mosquito com a chuva. É por isso que, além de evitar focos de água parada em casa (limpando calhas, vasos de plantas, garrafas de bebida, etc) também é importante não jogar lixo na rua!

Carnaval de Paranaguá ficou para setembro

Carnaval em julho só se fosse com casaco e roupas de neoprene para aguentar o frio

noticia_796239_img1_carnavalparanaguaA epidemia de dengue atrapalhou a festa de carnaval realizada em fevereiro. Muitas cidades do Brasil decidiram cancelar a folia de momo para evitar locais de concentração e, consequentemente, a proliferação de locais de água parada.

A Prefeitura chegou a anunciar que teria carnaval, sim senhor. Mas depois do primeiro falecimento por dengue, sendo registrado, o prefeito de Paranaguá voltou atrás na decisão. Percebeu que não havia ânimo para festa no meio de uma epidemia de dengue.

Logo após o cancelamento, ficou pré-definido que o carnaval estava transferido para o mês de julho. Nesta semana, a Associação das Escolas de Samba de Paranaguá (AESP) definiu que o carnaval deste ano será realizado nos dias 10 e 11 de setembro.

Sete presidentes das Escolas de Samba de Paranaguá participaram do encontro, realizado na Fundação Municipal de Turismo (Fumtur), e concordaram com a data.

O presidente da Fumtur, Luiz Fernando Oliveira, afirmou que a entidade está trabalhando para oferecer a estrutura necessária para realização do Carnaval. “Vamos arcar com as despesas necessárias para o som, a segurança, a iluminação, a comissão julgadora e toda a despesa necessária para oferecer o maior conforto ao público que for assistir aos desfiles nos dois dias. Fomos informados sobre a escolha da data do desfile e dissemos que concordávamos”, destacou o dirigente.

Coletiva repassará informações sobre Força tarefa realizada em Paranaguá

Força-tarefa contra a dengue em Paranaguá envolve 600 pessoas. Paranaguá, 31/05/2016. Foto: Divulgação SESA

Força-tarefa contra a dengue em Paranaguá envolve 600 pessoas.
Paranaguá, 31/05/2016.
Foto: Divulgação SESA

Os resultados da ação conjunta entre Estado, município e Forças Armadas, serão apresentados em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (2) às 10 horas, na sede da 1ª Regional de Saúde – Paranaguá (Av. Coronel José Lobo, 547 – Oceania).

O evento reunirá o General Alessio Oliveira da Silva, comandante da AD5 – responsável pela região de Curitiba e litoral; a chefe da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde, Ivana Belmonte; a diretora da 1ª Regional de Saúde – Paranaguá, Hilda Nagafuti; e o prefeito do município, Edison Kersten.

NÚMEROS – O novo informe técnico da dengue, divulgado nesta terça-feira (31) pela Secretaria estadual da Saúde, contabiliza 1.197 novos casos no Estado. Desde agosto de 2015 até agora foram confirmados 49.301 casos no total, espalhados por 310 municípios do Paraná, nas 22 Regionais de Saúde.

Neste boletim, três municípios entraram em situação de epidemia – quando há mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes na cidade. Céu Azul, Atalaia e Maripá fazem parte da lista que, agora, totaliza 77 municípios em situação epidêmica.

A Secretaria também confirmou mais duas mortes por dengue no Estado. Uma em Paranaguá e outra em Ivaiporã. Ao todo, são 57 óbitos confirmados por dengue no Paraná.

Os casos de zika passaram de 296 (boletim anterior) para 314. Os casos de chikungunya passaram de 68 para 72.

Paranaguá registra 28 óbitos por dengue

A epidemia de dengue em Paranaguá deixou marcas que nem o tempo vai apagar. Refiro-me aos 28 óbitos registrados neste verão.

O número foi confirmado no boletim emitido pela Secretaria de Estado da Saúde ontem (31). Também foram confirmadas  mais de 19 mil notificações de casos de dengue, sendo que 15.603 casos foram oficializados por meio de exames do Lacen.

Confira os número do Litoral.

lista dengue dia 31