Novo boletim da dengue foi divulgado

Mais de 4 mil casos de dengue em Paranagua constam do boletim da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná.

A diferença de números ainda permanece pois os exames que comprovam dengue, pelo sistema particular continuam não sendo conhecidas e nem atualizadas junto ao setor de epidemiologia da cidade.

Foram confirmados 4.348 casos autóctones e mais 82 casos importados.

Voce pode conferir a relação de casos e óbitos confirmados neste último boletim em todo o Litoral do Paraná. O número de mortes provocaras pela dengue não foi alterado nesta última semana. Confira

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Maior parte dos casos de dengue afeta mulheres de 20 a 49 anos

Site: Papo de Mãe

Site: Papo de Mãe

De acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde, quanto à distribuição etária dos casos confirmados de dengue, 51,3% concentraram-se na faixa etária de 20 a 49 anos, seguida pela faixa etária de 50 a 64 anos com 17,9% dos casos.

O sexo feminino é o mais atingido, exceto nas faixas etárias abaixo de 19 anos.

Os profissionais de saúde mantém o alerta para que todas as pessoas continuem mantendo os cuidados necessários para evitar ser picado pelo mosquito Aedes aegypti como usar repelentes e seguir as instruções de uso.

Ter mudas de planta de citronella também pode afastar  o mosquito, contanto que não tenha ninguém em casa que seja alérgico.

Os demais cuidados envolvem evitar focos de água parada para que o mosquito não tenha ambientes para sua proliferação.

 

 ‘Aedes do bem’ pode reduzir em mais de 90% a proliferação do mosquito da dengue

A aplicação da técnica pode acontecer dentro de 3 a 4 meses, mas poucos interessados participaram para fazer os questionamentos

interessadosCom o objetivo de usar mais uma técnica contra o mosquito da dengue, a Prefeitura de Paranaguá está em tratativas com a empresa Oxitec do Brasil para inserir o ‘Aedes do bem’ na cidade. E essas tratativas podem levar de 3 a 4 meses para serem concretizadas.

As explicações sobre o assunto foram feitas durante palestra feita no Senac, na última sexta-feira (08). Representantes de toda a comunidade foram convidadas, assim como foi aberta a todos os interessados no assunto.

Entre as explicações, de acordo com o prefeito Edison Kersten, um espaço deverá ser disponibilizado pelo município à empresa para que os mosquitos sejam criados geneticamente, para posteriormente serem aplicados em Paranaguá.

Segundo o gerente da Oxitec, Cláudio Fernandes, a técnica possui validade em testes feitos em localidades nos municípios de Juazeiro – BA, onde se chegou até mesmo à redução de 99% da incidência do Aedes aegypti, bem como em Piracicaba, onde houve uma diminuição de 90%, entre outras localidades.

“A empresa, desde 2014, está realizando testes onde confirmou o sucesso da técnica,e cada vez mais está ampliando sua atuação em todo o Brasil. Nascida em Oxford, na Inglaterra, a Oxitec tem a autorização da CNTBios do Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil, algo que demonstra que ela não prejudica o ecossistema”, afirma o gerente. Segundo ele, em um primeiro momento, a Prefeitura irá fazer uma avaliação biológica da técnica, firmando um contrato que inclusive terá uma cláusula fixando uma garantia de redução da proliferação dos mosquitos. O custo estimado será de R$ 100 mil mensais, para um contrato de 2 anos, algo que ainda será negociado para ser fixado oficialmente.

 

MP-PR recomenda ações urgentes para combate à epidemia de dengue

área de ParanaguáConsiderando a atual situação do município de Paranaguá, que apresenta alta taxa de incidência de dengue, inclusive com 22 casos de morte em decorrência da doença, a 4ª Promotoria de Justiça da comarca expediu nesta quinta-feira, 7 de abril, Recomendação Administrativa (nº 3/2016) ao secretário de Saúde do Estado do Paraná, para que sejam adotadas medidas necessárias e urgentes para prevenir e controlar a doença.
De acordo com a Recomendação, a Secretaria tem o prazo de cinco dias para assumir a vigilância epidemiológica no Município, nos limites das atuais deficiências locais já expostas pela Administração Municipal. Ou seja, deve criar uma estratégia de prevenção e controle da dengue na cidade.

Situação atual
A taxa atual de incidência de dengue em Paranaguá é de 2.318 casos para 100 mil habitantes, muito acima do considerado aceitável pelo Ministério da Saúde (300 casos para cada 100 mil habitantes). Além disso, desde a primeira semana de agosto de 2015, pelo menos 3.493 pessoas adoeceram por conta da dengue na cidade, com 22 casos de morte registrados.
Na Recomendação, a Promotoria cita, ainda, uma série de fatores que contribuem para a grave situação da cidade: o clima local, que favorece a reprodução do vetor; a falta de visitação em todos os imóveis da cidade por agentes de controle de endemias; a remoção química mínima se considerado o tamanho do território; dentre outros.
Em resposta a procedimento instaurado pelo MP-PR, a Secretaria de Estado da Saúde já havia informado que o Município de Paranaguá permanece em absoluta precariedade no programa municipal de controle e combate à dengue, sem providências organizadas para o controle do vetor, mesmo após o recebimento de mais de R$ 8 milhões do Estado do Paraná para melhorar o combate à doença.

Recomendações
O MP-PR salienta que, neste momento, nem a responsabilização dos agentes públicos municipais por omissão e negligência no enfrentamento à epidemia (providência que, inclusive, já está sendo adotada pela Promotoria) ajudará a provocar o enfrentamento urgente da proliferação do mosquito. “A situação hoje enfrentada em Paranaguá encaixa-se nas hipóteses previstas nas Diretrizes Nacionais do Ministério da Saúde Para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, pois no momento não é mais possível eliminar apenas mecanicamente os criadouros, já que, ante a inércia do poder público para tanto, o vetor está tão disseminado que em curto prazo a remoção física não será suficiente para refrear a atual epidemia”, ressalta trecho da Recomendação.

Para a Promotoria, é necessária a supervisão direta da equipe de agentes de controle, para aumento de produtividade e de qualidade das ações de campo, além da execução do bloqueio maciço do vetor, com controle químico por inseticidas que atinja 100% dos imóveis de Paranaguá, com equipamentos adequados à capacidade do Município, dentre outras medidas.

Fonte: Ministério Público do Paraná

Hoje tem palestra no Senac sobre Aedes do Bem

5.1-Senac ParanaguáHoje, a Prefeitura de Paranaguá, junto com a empresa Oxitec, irá apresentar, através de uma palestra, um detalhamento da técnica de utilização do mosquito geneticamente modificado Aedes Aegypti, conhecido como “Aedes do bem”, para a redução da proliferação da dengue, Zika vírus e chikungunya em Paranaguá. O evento acontecerá das à partir das 10h, no auditório do Senac, em Paranaguá.

Dia D contra dengue será na Ilha dos Valadares, hoje

Acadêmicos da Unespar/Fafipar estarão mostrando armadilhas contra o mosquito Aedes aegypti na Praça Ciro Abalém

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

Das 9h às 16h, vários segmentos da comunidade estarão na Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, nesta sexta-feira (dia 08) como mais uma ação do Dia D, realizado uma vez por mês, em todo o Estado, com o objetivo de combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika Vírus e a febre Chikungunya.

A força tarefa, envolvendo a 1ª Regional de Saúde, as Secretarias Municipais de Educação e Ensino Integral (Semedi) e Segurança (Semseg), Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura e Unespar/ Campus Paranaguá (antiga Fafipar), contará com agentes de endemias entregando panfletos informativos, e representantes da Universidade estarão mostrando as armadilhas de  larvas do mosquito Aedes Aegypti.

Dengue: Mais de mil denúncias foram feitas pelo 199 em Paranaguá

Trabalho de apuração já resultou em cinco multas

DSC_0060Somente neste ano, mais de 1,2 mil denúncias de potenciais criadouros do mosquito já foram recebidas pelas autoridades municipais em Paranaguá.

A maioria está relacionada a terrenos baldios e casas abandonadas. Segundo a prefeitura, o trabalho de apuração dessas denúncias é diário e já resultou em cinco multas. Em Paranaguá, as denúncias podem ser feitas através do telefone 199. A ligação é gratuita.

“Iniciativas como esta são importantes pois contribuem para que a população também faça sua parte no combate ao mosquito. Um foco de dengue em uma casa abandonada, por exemplo, afeta toda a vizinhança”, ressaltou a coordenadora do Programa Estadual de Controle da Dengue, Themis Buchmann.

Foi através de uma denúncia da população que as equipes de saúde descobriram focos do mosquito da dengue no terreno do mecânico Lúcio Luiz. O local abrigava resíduos de um ferro-velho, que segundo o proprietário já foi desativado.  “Assim que fui notificado comecei a remover o lixo e as peças de carro que estavam expostos à chuva. Espero que dentro de 30 dias tudo aqui esteja resolvido”, revelou.

Guaratuba e Paranaguá apresentam alto risco climático para dengue

caos dengueO clima não ajuda, e é por isso que cada um deve continuar colaborando na limpeza e evitando focos do mosquito em suas casas

Das 19 estações meteorológicas avaliadas com relação as condições climáticas favoráveis à reprodução e desenvolvimento de focos (criadouros) e dispersão do mosquito Aedes aegypti 02 (duas) apresentam risco alto e 15 (quinze) risco médio no Paraná.

A Secretaria de Estado da Saúde alerta para o fato de que 02 (duas) estações apresentam alto risco e que este mapa é atualizado semanalmente.