O Porto de Antonina tem novo diretor como já divulgamos neste blog.
O que trazemos agora é a primeira ação sob a gestão do novo diretor que trata-se da continuidade das obras de recuperação do antigo prédio da Appa, no Porto de Antonina. Esta deve ter início ainda neste início de mês. Apesar de ter assumido o cargo agora, Souza já estava na função desde o final de janeiro. Entre as melhorias que já colocou em prática na área pública estão a limpeza das áreas e de todas as fronteiras, a pintura do prédio atual, e a recuperação das áreas de estacionamento.
Ainda neste primeiro semestre, com a ajuda de Souza, a Appa pretende reativar alguma operação no Barão de Teffé até que o projeto da instalação da Techint volte a decolar. “O plano do Governo Beto Richa, o qual a Appa está colocando em prática – e agora ganha mais um agente para isso – é recuperar cargas para o porto e dar utilidade às áreas ociosas. Esse plano, já está em ação”, afirma o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.
Em setembro do ano passado, o governador assinou o Termo de Permissão de Uso Temporário do terminal público de Antonina, com a multinacional Techint, para atender a demanda da exploração do petróleo do pré-sal. Em outubro de 2012, Beto Richa autorizou a o início do processo licitatório para a revitalização do prédio administrativo. “Tivemos uma sucessão de medidas que visam revitalizar o porto de Antonina. Em janeiro deste ano, demos início à dragagem do canal de acesso e da bacia de evolução do Porto de Antonina. Enfim, estamos fazendo de tudo para que o porto possa gerar mais emprego para a população e riquezas para a economia do Paraná”, afirma Dividino.
Porto de Antonina – Desde o primeiro trapiche construído, em 1856, o porto de Antonina sempre foi fundamental para o escoamento da produção paranaense. Nessa época, o principal produto do Estado era a erva-mate. Dezessete anos depois, em 1873, com a inauguração da Estrada da Graciosa e da linha férrea, que ligavam o município à capital Curitiba, o terminal portuário intensificou as atividades e chegou a ser, no início do século XX, um dos mais importantes portos do país em exportação. Movimentou variadas cargas das quais, no final dos anos 1990, permaneceram os congelados, minérios de ferro e fertilizantes.
Localizado em um ponto estratégico do Estado, o Porto de Antonina atualmente amplia a agilidade e qualidade dos serviços do Porto de Paranaguá, principalmente no recebimento de fertilizantes. Em 2011, chegou a descarregar mais de 1,2 milhão de toneladas do produto. Além deste, o terminal também realiza algumas operações de exportação de açúcar em saca.
O Porto de Antonina tem enorme vocação para atendimento a operações supply-boat, na exploração da camada do pré-sal, e capacidade de instalação de indústria de construção, reparo e manutenção naval. Vocações, estas, que estão sendo exploradas pelo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado (PDZPO).