Para o Sindasp, foi erro acreditar que o porto paulista poderia absorver toda a capacidade de exportação de outros locais, após a chamada “guerra dos portos”
Para acabar com a fila quilométrica de caminhões rumo ao porto de Santos, é preciso, entre outras medidas, desviar parte da rota para Paranaguá, no Paraná, o maior exportador de produtos agrícolas do País. A opinião é do presidente do Sindasp (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo), Valdir Santos.
O porto de Vitória, no Espírito Santo, sofreu uma redução de 50% do fluxo nas exportações após a mudança na lei fiscal. Parte das mercadorias transporadas passou a se dirigir a São Paulo. Segundo sindicalista, o porto catarinense de Itajaí, que tem 20% da capacidade de operação do porto de Santos, teria estrutura para receber parte dos produtos concentrados no litoral paulista.