Burocracia é problema na cabotagem do Brasil. Agora conta uma novidade!

noticia_1234186756499032041df84O porto de Paranaguá se inclui exatamente nas condições indicadas pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), através da sua pesquisa Transporte Aquaviário – Cabotagem 2013, divulgada no dia 29 do mês passado, ou seja, o que trava a cabotagem no Brasil e Paranaguá é a burocracia, os custos elevados com mão de obra e a alta carga tributária são os principais entraves para a cabotagem no Brasil, navegação de cargas entre portos de um mesmo país, que pode conectar portos marítimos e fluviais).

Segundo a pesquisa, a infraestrutura portuária deficiente é considerada um problema muito grave, que tem impedido o desenvolvimento da atividade, para 79,3% dos entrevistados. Na sequência, estão a deficiência dos acessos terrestres aos portos (63%) e a ausência de manutenção dos canais de acesso e dos berços (63%). A pesquisa apresenta uma análise qualitativa feita a partir de entrevistas com mais de 100 clientes que utilizam ou utilizaram regularmente a cabotagem no Brasil.

As tarifas elevadas também foram consideradas um problema muito grave por 56,5% dos clientes, assim como a baixa oferta de navios (55,4%), o excesso de burocracia (53,3%) e a carência de linhas regulares (52,2%). Os usuários citaram ainda como problemas a demora no trânsito das cargas, a política de combustíveis, o tratamento equivalente ao da navegação de longo curso.

Lembrando que apenas em relação à capacidade de carregamento, uma embarcação transporta 5 mil toneladas. Para transportar a mesma quantidade são necessários 72 vagões (com 70 toneladas cada) ou 143 carretas (com 35 toneladas cada). (Jornalismo da Ilha)

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