O governador Beto Richa autorizou a contratação do Hospital da Cruz Vermelha para atender os servidores estaduais que atuam em municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e Litoral e utilizam serviços médicos do Sistema de Assistência à Saúde (SAS). O contrato passa a vigorar a partir de 20 de agosto.
“A determinação do governador foi que procurássemos o hospital que tivesse boa qualidade para o atendimento ao funcionalismo público”, afirmou a secretária da Administração e da Previdência, Dinorah Botto Portugal Nogara, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (05/08).
O Hospital da Cruz Vermelha está reformando um prédio próximo à sede, na Avenida Vicente Machado, em Curitiba, onde será prestado atendimento ambulatorial aos cerca de 114 mil beneficiários do sistema de saúde de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral. Para que o melhor serviço seja prestado ao funcionalismo, a direção do hospital está firmando parceria com outras instituições, particularmente para atendimento em ginecologia e pediatria.
ATENDIMENTO – O Hospital da Polícia Militar, que vinha prestando o serviço emergencial, continuará atendendo os servidores civis até o dia 19 de agosto. A partir do dia 20, as pessoas que estiverem em tratamento na instituição permanecem até receberem alta. A partir desta data, o Hospital da Polícia Militar passa a se dedicar exclusivamente ao atendimento dos policiais militares e dependentes, somando 36 mil pessoas.
No Cruz Vermelha o servidor será atendido com a apresentação da Carteira de Identidade. Um telefone 0800 será disponibilizado, assim como a possibilidade de marcação de consultas pela internet. “A ideia é simplificar o atendimento”, disse a secretária da Administração e da Previdência.
O Cruz Vermelha utilizará seu próprio ambulatório para atender os servidores estaduais.
A contratação do Cruz Vermelha ocorre em caráter emergencial por até 180 dias, conforme orientação do Tribunal de Contas, em razão da urgência requerida pela questão de saúde. Nesse prazo o Governo do Estado prepara nova licitação para ter um prestador definitivo do serviço de saúde. “Exigimos capacidade técnica, com boa qualidade de serviço, e capacidade jurídica, com a documentação em dia”, reforçou a secretária.