R$ 550 mil para o Samu

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Litoral receberá o total de R$ 550 mil em bens que é resultado de um termo de acordo judicial entre a empresa Cattalini e o Ministério Público Federal.

Parte deste valor foi usado para compra de uniformes que foram entregues hoje (11) aos novos funcionários contratados por teste seletivo pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde do Litoral (Cislipa) gerenciado pelos prefeitos de Pontal do Paraná, Edgar Rossi como presidente e de Paranaguá, Edison Kersten, atual vice-presidente.

Os prefeitos Edison e Edgar, juntamente com o diretor financeiro da Cattalini, José Edson Rodrigues, fizeram a entrega dos novos uniformes para os 60 novos funcionários do Samu no Litoral.

Além da compra dos uniformes, também foram adquiridas três ambulâncias, sendo uma de suporte avançado e duas de suporte básico. De acordo com a superintendente do Cislipa, Jemima Aliano, o Samu também receberá reforço com equipamentos e insumos médicos.

“A Cattalini pediu para que a compensação financeira pudesse ficar em Paranaguá e conseguiu. Assim a empresa está favorecendo mais de 260 mil habitantes”, destacou José Edson Rodrigues.

O presidente do Cislipa e prefeito de Pontal do Paraná, Edgar Rossi, lembrou das dificuldades enfrentadas pelo Samu, mas que há comprometimento da equipe técnica.

O vice-presidente do Cislipa e prefeito de Paranaguá, Edison Kersten, agradeceu a Cattalini pois a empresa teve a visão de colaborar com o município. “Houve momentos críticos, mas a Dra. Valéria foi dedicada, assim como a Dra. Jemima que está organizando as pendências do Samu. E agora a empresa Cattalini dá sua cota de contribuição em prol da saúde de Paranaguá”, destacou o Dr. Edison.

As ambulâncias já foram adquiridas, mas estão sendo adaptadas para atendimento que o Samu realiza e em breve serão entregues para a equipe do Serviço Móvel. Na próxima segunda-feira, as ambulâncias que atualmente, são usadas para o serviço, terão rádios digitais instalados para facilitar a comunicação de ocorrências, mesmo em localidades onde há dificuldades de contato.

Para a Dra. Valéria Fernandes de Oliveira, o trabalho alcançou o resultado atual porque há interação. “O Dr. Edison acompanhou este processo desde o começo. Passamos por momentos difíceis e houve muito diálogo”, reforçou a médica.

Fotos: Márcio Tibilletti

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