downloadPor: Kátia Muniz

Talvez eu erre meu voto. Talvez você erre o seu. Errar é o que nos humaniza. O que faz de nós seres imperfeitos e em constante estado de aperfeiçoamento.

O futuro se encarregará de nos mostrar se os candidatos, por nós escolhidos, honrarão com a palavra, cumprirão propostas de campanha, trabalharão com afinco ou se nos decepcionarão com atos e comportamentos indignos dos cargos que ocupam.

Nada nos impede que daqui a quatro anos mudemos totalmente a rota. Também somos feitos de mudanças. Não dá para nos engessarmos em ideias e convicções que há muitotempo perderam o prazo de validade.

Mas é possível que eu acerte meu voto e que você também acerte o seu. Lá na frente, respiraremos aliviados com a sensação de termos contribuído de forma positiva para a melhora significativa de toda a máquina que move o país.

O que não convém é o voto em branco.

Votar em branco é silêncio, é emudecer,é calar, é a não escolha, é a não opção, é não decidir.

Votar em branco é transferir para outro eleitor a responsabilidade que nos cabe, é jogar em colo de terceiros aquilo que não assumimos, mas arcaremos com as consequências de qualquer maneira.

Votar em branco é o não querer, o não saber, o brincar de“tanto faz” diante das urgências de um país que sofre e atualmente respira por aparelhos.

Votar nos caracteriza como cidadãos. É o que nos confere voz. É através do voto que elegeremos no próximo domingo: deputado federal, deputado estadual/distrital, senador, governador e presidente.

Pessoas que nos representarão, pelo menos é o que esperamos, em várias esferas administrativas de governo.

Se as nossas escolhas serão acertadas ou não, isso é conversa e tema para outra crônica, quando o senhor “tempo” nos trouxer a resposta. E que a gente não se engane, essa resposta sempre vem, seja benéfica ou não.

 

 

Compartilhar



Comentar com o Facebook


Deixe uma resposta


vermelho {limão}