Paranaguá aparece no “Casos e Causos”
Foi ao ar no domingo, dia 26, após o Fantástico e traz os parnanguaras Angélica do Rosário e Cleverson Ferreira no elenco de apoio.
Cleverson tem uma participação como Astolfo, o amigo de Heitor Villa-Lobos que o avisa que um determinado local estava fechado.
Outro ilustre representante de Paranaguá é o professor de teclado e piano, Rui.
Confira no link abaixo
http://video.globo.com/videos/
Agradecimentos – Cleverson Ferreira – Retrato estúdio fotográfico.
Impressões da Cantata
Um dos momentos mais emocionantes foi mostrar e contar a história de um atleta americano que, nos 400 metros rasos, numa Olimpíada, viu seu sonho frustrado com um estiramento na coxa. Mas quem pensa que tudo acabou por aí se surpreendeu ao ver ele continuar a corrida, mancando. Um homem, então rompe a barreira de segurança e corre até o atleta. Era seu pai que coloca os braços em volta do filho e ajuda a carregá-lo até o ponto de chegada.
Imagine ouvir essa história com um lindo fundo musical e as imagens passando no telão ao fundo, mostrando que não eram só palavras mas a realidade de um lindo momento.
Se um pai é capaz de romper barreiras, correr até um filho e ajudá-lo no que for, imagine Deus com a gente!
Que lição!
Outro momento lindo foi ouvir crianças cantando. O que mais me surpreende e sempre me emociona é ver que a igreja continua com seus fundamentos firmes e fortes. Essas crianças são o futuro de Paranaguá e são crianças aprendendo como é importante ter um amigo tão especial para quem correr em qualquer momento, inclusive nos mais difíceis.
Que Deus abençoe essas crianças, e especialmente, seus pais para que eles sejam exemplos para essas crianças. Outro momento importante foi ouvir a história de uma hovem mulher casada e mãe que, há poucos meses atrás teve que se submeter a vários exames por causa de uma suspeita de tumor no cérebro.
Enquanto ela estava no hospital, ela teve a oportunidade de falar do amor de Deus e dos milagres que Deus pode fazer nas nossas vidas com uma outra moça, cujo pai estava com câncer no mesmo hospital.
Após esse breve encontro, Neiva Ramos, membro da PIB (sim, ela tem nome, ela existe e isso é mais uma prova do que Deus pode fazer) fez seus exames e depois teve o resultado de que ela não tinha nada, mas que havia tido um derrame cerebral e que já estava cicatrizado.
Neiva, antes de ir embora do hospital deixou sua bíblia para Cristina, a moça que estava com o pais internado.
O pai de Cristina morreu de um câncer forte e devastador alguns dias depois e, no seu enterro, sua filha leu um trecho da bíblia que ela tinha ganho de uma, praticamente, desconhecida num banco de um hospital.
Se você duvida que possa ter uma experiência com Deus, diga isso pra Ele.
A cantata? A cantata foi maravilhosa. As letras lindas e a música é de deixar qualquer um encantado. No grupo jovens, adultos e idosos. Casados, sós, viúvos, recém-casados, pais, mães, profissionais de diferentes áreas de trabalho, cada um com sua personalidade, mas todos com o objetivo de mostrar um Deus presente. Enquanto tiver pessoas assim, eu sei que o mundo ainda tem jeito. Isso eu digo porque são pessoas que buscam fazer o que Deus quer. Pode ser que nem sempre consigam, mas eu sei que eles tentam sim, tentam amar o próximo como a si mesmos, que eles se esforçam para serem melhores como pessoas com o único objetivo de ajudar o próximo porque, caso o contrário que vida é essa?
Você vai conquistar tudo o que quiser, mas na hora H, naquele caixão lindo e maravilhoso você só leva a roupa do corpo e, nem mesmo você sabe qual é.
O que vc deixa é exatamente o seu exemplo. Seja ele o exemplo que merece ser seguido ou, mesmo o de não ser seguido. Que exemplo vc vai querer deixar?! Como vc vai ser lembrado?
Confere só um pedacinho do vídeo que fiz durante a apresentação.
Cantata na Primeira Igreja Batista de Paranaguá
Parte do grupo da cantata que teve o tema, neste domingo, de Experiência com Deus. Na foto a minha grande amiga Viviane, de amarelo; minha irmã Carol de roxo e franjinha. A professora Dencir, também de roxo logo atrás da Viviane; Amanda Goldenstein e outras integrantes.
Parte do grupo masculino da Cantata: meu cunhado Ricardo (de rosa), Raphael Licetti (de rosa mais claro); Rossano (de azul); Renan Bogler com força no gogó. Lindo espetáculo, maravilhosa apresentação, de T-O-D-O-S.
Tainha a R$ 35 neste ano
Paranaguá tem Semana do Doador de Sangue instituída
Semana será de 18 a 25 de novembro
O objetivo é que o período estipulado, entre os dias 18 e 25 de novembro, sirva para fomentar campanhas e eventos visando esclarecer a população sobre a importância da doação de sangue. O projeto propõe também que o dia 25 de novembro seja estipulado o “Dia Municipal do Doador e Doadora de Sangue”. “Só quem já precisou de sangue ou quem teve um parente internado, passando por esta necessidade sabe o quanto é importante que haja a doação de sangue espontânea. O nosso objetivo é intensificar esta divulgação e aumentar o número de doadores em Paranaguá”, comentou Neco, lembrando que em muitas oportunidades, durante o ano, se tem conhecimento que o Hemepar do Município passa por situações delicadas. “Nós queremos contribuir para acabar com este problema e assim garantirmos que ninguém sofrerá sequelas ou perderá a vida por falta de sangue”, salientou o vereador.
Neco aproveitou para explicar que o fato de a Semana Municipal da Doação de Sangue ser instituída no final do mês de novembro será fundamental por que este é um período em que a temporada de verão se aproxima e, consequentemente, as unidades de saúde locais e principalmente o Hospital Regional aumentam suas demandas. “Neste período ocorrem mais acidentes e mais pessoas estão no Litoral, por isso, em novembro é necessário que o banco de sangue aumente o seu estoque para poder superar o momento mais crítico, sem que a população sofra”, explicou Neco. A Lei já foi aprovada por todos os vereadores e sancionada pelo prefeito José Baka Filho.
Informe
Conexão Social
Cuidado com o bebê: da fralda aos óculos escuros
Além do creme e da fralda, os pais devem incluir na bagagem de seus filhos os óculos escuros, um acessório essencial para os dias de sol, como confirmam os oftalmologistas.
Estudos mostram que os danos da radiação solar têm efeitos cumulativos para os olhos, seja no verão ou inverno. Por isso, mão só os adultos, mas as crianças também devem usar os óculos escuros em dia de sol.
Quanto mais sol direto nos olhos uma pessoa toma na infância e na adolescência, maiores são os riscos de ter catarata no futuro. “O cristalino tem tendência a ficar opaco com o tempo”, diz o médico Luiz Carlos Portes, presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
De acordo com o médico, os raios ultravioletas podem também aumentar o risco de degeneração macular. A doença leva à perda da visão e só tem solução cirúrgica, que não é simples, como no caso da catarata.
Para o oftalmologista Eugênio Modelli, pelo fato do litoral do Paraná ter uma incidência maior com o sol, é fundamental que os pais possam aderir o uso de óculos escuros em seus filhos. “Óculos com filtro solar UVA e UVB são necessários para proteger os olhos das pessoas contra os raios solares, por isso é importante verificar a qualidade do acessório”, diz Modelli.
O médico lembra que em das triagens realizadas no Centro Municipal de Especialidades (CME) de Paranaguá, no litoral paranaense, de 200 pessoas atendidas, 40% apresentam catarata.
“Normalmente nas outras cidades, o índice de catarata é de 10 a 15%. Por isso incentivamos os pais que residem no litoral a colocarem óculos escuros em seus filhos. As pessoas não devem olhar diretamente para o sol, e é fundamental o uso de bonés e óculos com filtro solar”, completa o oftalmologista.
É importante lembrar que os óculos de camelô não costumam oferecer proteção solar adequada. Só prejudicam, porque a pupila relaxa, se abre e absorve mais radiação.
Mesmo de óculos escuros, a radiação costuma penetrar nos olhos por cima e pelos lados. Portes sugere então que se use um chapéu de pano para evitar a radiação solar direta.
Faça brinquedos de sucata com seus filhos

Faça brinquedos de sucata com seus filhos
Há várias formas de ensinar as crianças. Mas os pais e mães podem aprender a usar sucata e ajudar os filhos a fazer brinquedos que vão divertir e ensinar a diferenciar cores e números.E ainda vão se divertir muito fazendo tudo isso juntos.
A psicopedagoga Maria do Rocio Ferreira, formada há 33 anos, transformou uma vasilha em brinquedo que ensina números, cores e textura. Transformou, também, outro material de plástico num mini-cinema.
Tudo isso ainda pode ser feito em grupo- ou seja- pais e filhos que vão se divertir desde a confecção dos brinquedos até o uso deles.
Uma vasilha para se transformar num cineminha ainda precisará de dois pedaços de cabo de vassoura, TNT com desenhos e uma história e papel contact para deixar, apenas, o espaço onde “o filme” vai passar. Ainda serão necessários pedaços pequenos de madeira.
Se o pai ou a mãe não é nenhum artista, basta buscar na internet sites como Diante do Trono, onde podem ser impressos desenhos. Antes, os filhos podem pintar- o que se transforma em mais uma parte da brincadeira- e depois colar no TNT, para então transformar no cinema da família.
Outras vasilhas de plásticos podem ser transformadas em novos brinquedos. Fitas de cetim, com biscuit coloridos na parte de cima podem se transformar numa boa opção para pedir para seu filho de 2 a 4 anos a escolher cores, além das quantidades das fitas. No segundo modelo, meias nas partes de cima e fundos, além de uma no lado, podem ajudar duas até três crianças a brincarem. Dentro, no meio de bolinhas de isopor, podem ter outras formas como triângulos, quadrados e círculos, além de números desenhados. Estes podem ser conteúdos dados dentro de sala de aula que vão ganhar um gostinho diferente quando seus filhos estiverem aprendendo com seus próprios pais na sala de estar de sua casa ou no espaço da brincadeira.
E, depois de tudo, seu filho ainda pode levar o novo brinquedo para a escola e mostrar o que ele mesmo fez e como funciona.
Crianças especiais ganham professores mais preparados
Brinquedos feitos com sucata- garrafas plásticas, bolinhas de isopor, cabos de vassoura, entre outros produtos- estão sendo usados para confecção de muitos tipos de brinquedos.
A psicopedagoga Maria do Rocio Ferreira, ensinou as técnicas necessárias para que os alunos especiais também tenham a chance de aprender brincando.
Ninguém dúvida que ensinar uma criança com necessidades especiais requer mais ânimo, esforço e dedicação do que muitas outras tarefas.
Na escola Maria Nelly Picanço, mantida pela APAE de Paranaguá, no Paraná, os professores e técnicos aprenderam novas técnicas para ensinar cores, formas e até melhorar o aprendizado nas aulas de matemática e de outras matérias.
Os profissionais aprenderam a fazer novos brinquedos que já estão sendo usados para ensinar cores, textura, além dos conteúdos pedagógicos. Nas escolas especiais como a APAE, a mudança de série não segue o método de uma escola tradicional que tem na faixa etária sua base. Na escola Maria Nelly Picanço, por exemplo, há uma turma que tem alunos de 11 anos até 17 anos. A separação é feita de acordo com as potencialidades de cada um.
Durante a capacitação, os jogos foram adaptados para cada turma, personalizando a forma de educar e ensinar.
A atual diretora da escola, Hilda Werner, acredita que a capacitação deve acontecer para que os profissionais possam se atualizar.
A opinião é compartilhada pela professora Alessandra Pinheiro. “Tenho uma turma bem comprometida na parte motora e mental e acredito que devemos diversificar e foi bom o curso por termos apoio nas questões visuais que envolvem o processo de ensino com este tipo de aluno”, destacou a professora. Ela tem uma turma com alunos entre 11 e 17 anos.
Flávia Cristina Oliveira, professora, também aprovou a iniciativa da diretoria da APAE. “O uso de sucata é algo positivo, pois os professores aprendem a fazer um novo brinquedo, além de aprender novas formas de uso”, destacou. A atendente, Amanda Arcega Leandro, lembrou que o curso sai da rotina, além de incentivar alunos e professores para criar novas idéias.


