Jovem que pegou carro confessa que matou padre e alegou motivações passionais

padreO jovem que foi flagrado, na semana passada, conduzindo o carro do padre Auci Ribeiro Lucas, foi encontrado hoje e confessou o homicídio. Ele foi identificado como Marcos Roberto Nunes. Segundo a polícia, ao confessar o crime, o jovem disse que usou um banco de madeira e uma pá para cometer o crime.  Ao ser ouvido, confessou o crime e alegou motivações passionais.

De acordo com informações da Rádio Banda B, e de dados apurados junto à Polícia Civil de Matinhos, o suspeito afirmou que houve um desentendimento entre ele e o padre, o que motivou o crime. O suspeito permanece preso por meio de uma prisão temporária de 30 dias.

Padre Auci foi encontrado morto na noite de sexta-feira (7), em Matinhos. Seu corpo tinha sinais de tortura e um corte profundo no pescoço, em uma casa de sua família, na rua da Mata, no bairro Tabuleiro. As primeiras avaliações dos peritos indicaram que a morte teria ocorrido vários dias antes. Auci Ribeiro estava desaparecido há uma semana.

Na segunda-feira (2), o automóvel utilizado por ele, um Fiat Strada com placa de Tunas do Paraná, circulava em Paranaguá com dois jovens dentro. Quando viram a Polícia Militar tentaram despistar e foram perseguidos. Acabaram abandonando o veículo um beco no bairro Bertioga, em Paranaguá e fugiram a pé. Acabaram sendo detidos.

Um dos rapazes, de 21 anos, que dirigia o carro, disse que tentou fugir pois não tinha habilitação. Também contou que o veículo era do padre Lucas, que seria seu amigo e o emprestou. O automóvel, registrado em nome da Mitra Diocesana de Paranaguá, foi levado ao pátio do 9ºBPM e os jovens encaminhados à Delegacia da Polícia Civil. Como não havia queixa de roubo ou furto, os dois acabaram liberados.

Padre Auci atuou em várias paróquias da Igreja Católica de Paranaguá e atualmente estava na cidade de Doutor Ulisses.

 

Carro do Padre Lucas foi encontrado em bairro de Paranaguá

Corpo do padre foi encontrado com sinais de tortura

padre lucasO padre Auci Ribeiro Lucas, de 45 anos, foi encontrado morto no último sábado na casa de sua família, na Rua da Mata, em Matinhos. O corpo, que estava em avançado estado de decomposição, apresentava sinais de tortura e um corte profundo no pescoço.

Ele estava desparecido há duas semanas e o corpo foi encontrado por uma irmã dele, que foi à casa da família com a Polícia Militar.

O veículo utilizado pelo sacerdote, um Fiat Strada com placa de Tunas do Paraná, foi encontrado na segunda-feira em um beco no bairro Bertioga, em Paranaguá. A polícia chegou a perseguir o automóvel, que era ocupado por dois rapazes, que abandonaram o veículo, tentaram fugir a pé e acabaram detidos.

Um dos rapazes, de 21 anos, que dirigia o utilitário, tentou argumentar com os policiais que não era habilitado e que o veículo era de propriedade do padre Lucas e que ele era seu amigo e por isso havia lhe emprestado o Fiat. O automóvel foi levado ao pátio do 9º BPM e os rapazes encaminhados à Delegacia para prestar esclarecimentos.

Como o carro está em nome da Mitra Diocesana de Paranaguá e não havia queixa de roubo ou furto, em dois detidos que acabaram liberados após assinar documentos. Os nomes não foram divulgados pela polícia.