Waldir Leite divulga nota de esclarecimento sobre boatos

FaceEm relação ao boato maldoso sobre minha suposta prisão e em respeito às pessoas de bem, aos amigos e em especial à minha família, venho a público esclarecer:

Com o avanço da nossa caminhada por todo o nosso Litoral e o apoio da população que sabe que Leite é o único candidato com chances claras de eleição, como de praxe, está circulando nas redes sociais um texto publicado em 2012 no blog do “Esmael Morais”, e “requentado” no blog criado para atacar em ano eleitoral, “Blog do Nikoska”, que atribui inverdades sobre a minha prisão. O texto traz uma matéria sobre a investigação do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) de 2006 que só foi divulgada em 2012. Na ocasião, prestei depoimentos, ajudei na investigação e desde então nada foi encontrado de irregularidade, por isso sou candidato a Deputado Estadual. Na época nós já cogitávamos a possibilidade de disputar as eleições para Prefeito de Paranaguá, por isso acreditamos que isso possa ter motivação política.

É impressionante como inverdades tem se proliferado na internet. Infelizmente tem se tornado comum a prática do compartilhamento de informações e opiniões pelo tom apelativo e sensacionalista dos títulos, sem antes checar a fonte e averiguar mais criteriosamente a veracidade das afirmações.

O boato covarde e irresponsável não tem outra finalidade senão a tentativa de desmoralização e perseguição política, até porque minha campanha está forte em todo o Litoral o a população acredita na nossa eleição, e isso incomoda os nosso adversários. Entendo que este fato tenha ocorrido por questões políticas. Porém, não posso e jamais vou permitir que a verdade seja omitida.

Já estamos tomando providencias legais para a reparação dos danos contra àqueles que noticiaram a calúnia e difamação, assim como aqueles que compartilharam essas inverdades nas redes sociais. Rogo a Deus que os fatos sejam esclarecidos e os culpados julgados e condenados.

Assaltantes presos depois de aterrorizar no supermercado Condor

10347068_663250710421846_2053922159574837605_nAssalto contra supermercado Condor, no centro, hoje de manhã acabou com três homens presos no viaduto da Avenida Roque Vernalha pela Polícia Militar que foi acionada durante o assalto.

Hoje de manhã também foi registrado um assalto numa agência do Bradesco, em Guaratuba, com três pessoas baleadas. Cliente, funcionária e um sargento da Polícia Militar foram feridos e um dos assaltantes foi morto.

Foto é de Lilcemar Duarte no ato da prisão de um dos assaltantes do Condor, em Paranaguá.

PMs suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas são presos em Paranaguá

Operação foi realizada na madrugada deste sábado (15), em Paranaguá. 
Cinco policiais e o irmão de um deles foram presos.

00891Após três meses de investigação, policiais civis de Paranaguá, no Litoral do Estado, deflagraram a Operação Bandalhos, no início da manhã deste sábado (15). Foram presos seis homens, dos quais cinco policiais militares, suspeitos de ligação com o tráfico de drogas na região. O quinto suspeito é irmão de um dos PMs, que também participava do esquema, segundo apontado pelas investigações.

De acordo com o delegado-adjunto da 1.ª Subdivisão Policial de Paranaguá, Cassio André Dias Conceição, os presos são acusados de extorquir traficantes. “Eles entravam dentro da casa de traficantes e levavam armas, dinheiro e drogas, sem que as pessoas ou o material fossem encaminhados para a delegacia, apropriando-se do que encontravam”, explica o delegado.

Durante o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão, a equipe encontrou munição de uso restrito na casa de um dos PMs, que foi autuado em flagrante.

Deflagrada por policiais civis de Paranaguá, a operação foi coordenada pelos delegados Conceição e pelo delegado operacional da 1.ª Subdivisão Policial, Eduardo Krueger Costa, com o apoio do delegado titular Miguel Stadler. A ação também teve o apoio do serviço reservado do 6º e do 9º Batalhão da Polícia Militar.

Ao longo das investigações, a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições (Deam), comandada pelo delegado Alfredo Dib Junior, também contribuiu com informações. “Descobrimos que os suspeitos compravam, na forma devidamente legal, munições em Curitiba e repassavam para outras pessoas no litoral, que não poderiam estar em posse desse material”, complementou Conceição.

Outro homem também suspeito de participar do esquema, contra quem há mandado de prisão, está foragido. (Site da Polícia Civil)