Dengue provoca falecimento de professora aposentada

senhora dengueMarlene Prestes Caxambú, de 72 anos, era professora aposentada. De acordo com seu filho, o radialista Alessandro Caxambu, ela faleceu no último domingo, dia 27, às 23h, no Hospital Regional do Litoral com dengue e falência dos órgãos.

Ela sofreu insuficiência respiratória na quinta-feira, por volta das 18h, e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde veio a falecer.

Ela foi levada para sua cidade natal, em Castro, onde foi velada e sepultada.

Integrantes do Clube da Melhor Idade Girassol, em Paranaguá, têm se manifestado nas redes sociais com tristeza e pesar pela perda de uma de suas componentes. Marlene era vice-presidente do Clube.

As redes sociais têm sido um canal de desabafo dos sentimentos de indignação pelas mortes registradas ao longo das últimas semanas. A população está preocupada com o crescente número de falecimentos.

Criança de 1 ano engole pedras de crack e está na UTI do Regional

Bebê engoliu 12 pedras de crack

imagem-pedras-crack-4f6c906404789Um bebê de 1 ano e 4 meses, foi levado ao Hospital Regional do Litoral em estado gravíssimo. Ele corre risco de morte. Infelizmente.

Uma notícia de deixar pais e mães decentes e civilizados se sentindo indignados com o nível a que os seres humanos podem chegar.

Este bebê foi levado para o hospital porque apresentava um quadro grave de saúde. Ele engoliu pedras de crack. Um dos tipos de droga considerado como rápido para fazer efeito no organismo.

O menino está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O caso aconteceu no início da tarde de segunda-feira (16/03) quando uma equipe da Polícia Militar foi acionada, para comparecer a um endereço na Vila São Jorge, em Paranaguá.

A mãe e o Padrasto da criança, foram encaminhados à Delegacia da cidade, onde foram autuados em fragrantes pelos crimes de maus tratos e abandono de incapaz.
Conforme relatou a mãe aos Policiais, “ao sentir falta do filho, de pouco mais de um ano, ela saiu para procura-lo e localizou o pequeno em um beco, que fica em frente a sua casa, e o mesmo estava agitado e puxando os próprios cabelos, então, a mãe cheirou a boca e lambeu os dedos da criança e sentiu o cheiro forte de crack”.
Logo que chegou ao Hospital Regional, o menino entro em coma induzido.

Com informações do site Setor Policial

Jovem aguarda cirurgia há uma semana no Hospital Regional

Falta de material é o principal problema segundo informações divulgadas na rede mundial de computadores. Quando a cirurgia vai acontecer? Com a palavra, as autoridades

3.1- hospitalizada

Ela diz que o sorriso é para disfarçar a dor que sente

Monique Lopes tem 26 anos e há uma semana espera fazer uma cirurgia. Além da dor que sente na perna, a outra dor quase insuportável é a distância dos três filhos pequenos que ela tem que manter porque está internada no Hospital Regional do Litoral.

Ela não poupa elogios à equipe médica e aos enfermeiros, mas está indignada com a falta de material para fazer a cirurgia.

“Agora eu to chorando por causa da vontade de ver e abraçar meus filhos. A única coisa que eu queria era estar na minha casa”, desabafa Monique na rede social Facebook, mostrando um rosto com um meio sorriso, mas reclamando da dor que sente numa das pernas

3.1- perna

que quebrou na queda durante um acidente de moto.

O acidente ocorreu na última segunda-feira, dia 02, no bairro Serraria do Rocha. A queda provocou uma fratura gravíssima no joelho. Uma semana após o acidente, e Monique continua internada no Hospital Regional aguardando nova data para cirurgia que vem sendo adiada.

“Ótimos médicos, muitos profissionais de tirar o chapéu. Mas o que adianta o pessoal que trabalha aqui ser gentil, prestativos, e não tem o material adequado?”, questiona. “Espero que alguém leia minha indignação, já tem seis dias com a perna gravemente quebrada, e ainda não conseguiram me operar. Será que vou morrer de tanta dor?, mas dor de me fazer uivar…”, desabafou.

Os desabafos vão ficando mais fortes ao pensar no Kayná, de 6 aninhos, do João Manoel, de 2 anos e da Kamylle, de apenas um ano que estão em casa esperando a mãe deles voltar. E de preferência depois de uma cirurgia bem sucedida.

Mas fica a pergunta às autoridades responsáveis: até quando essa mulher, mãe e esposa vai ter que esperar?