Ultramaratonista da Appa corre no desafio Morretes x Guaraqueçaba

Olierte recebe o apoio dos colegas portuários. Eles fizeram uma “vaquinha” a arrecadaram o valor da inscrição.

Olierte FloripaO ultramaratonista, Olierte Pereira, que trabalha no setor operacional do Porto de Paranaguá vai novamente participar de um grande desafio.

Trata-se da corrida chamada ULTRA Maratona Morretes-Guaraqueçaba, trajeto de 100 Km, parte no  asfalto, parte em estrada de chão entre os dois municípios no litoral do Paraná. A corrida acontece no próximo dia 07 de setembro, sábado – feriado da Independência – com a participação de atletas de vários estados brasileiros.

O evento, diferenciado,  é denominado auto-suficiente, na qual o atleta se responsabiliza por sua orientação de percurso – que estará devidamente sinalizado com placas, setas, fita zebrada e tinta no asfalto – e pela sua alimentação e hidratação durante o trajeto.

A largada é as 5h30 da manhã em Morretes, com o  término  em Guaraqueçaba. Haverá ainda a prova de 50km com largada em Tagaçaba para os atletas que preferem um percurso menor.

Olierte, tem como companheiro de treino e de provas, outro portuário, do Ogmo de Antonina: Edenoir Batista. Eles estão habituados a correr grandes percursos. Quase sempre treinam juntos, em torno de 35 km por dia, após o expediente que fazem nos portos paranaenses. Nesta corrida, Batista vai participar apenas torcendo pelo amigo. O desafio anterior que a dupla enfrentou foi a meia Matarona internacional do Rio de Janeiro em agosto, onde competiram cerca de 20.000 atletas de todo o mundo. No Rio, tiveram excelente resultado, mantendo bons tempos de prova. Dos 183 competidores da categoria de Olierte, ele chegou em 21º e dos 98 competidores da categoria de Edenoir (Bino), ele chegou em 16º.

Edenoir Batista, compete na categoria 60/64 anos e Olierte Pereira, na caterogia 55/59 anos. Eles começaram a treinar corrida a 10 anos e atualmente, com saúde e físico invejáveis, seus nomes são relacionados no ranking oficial de maratonistas brasileiros na revista Contra Relógio.

Mesmo sendo atletas reconhecidos, os portuários quase sempre participam das provas com recursos próprios. No ano passado, para a São Silvestre e em agosto, para a Maratona do Rio, eles conseguiram o patrocínio do empresário Carlos Delphim do Centro de Educação Profissional Rescuer de Curitiba. Na ULTRA Maratona Morretes-Guaraqueçaba, Olierte recebe o apoio dos colegas portuários. Eles fizeram uma “vaquinha” a arrecadaram o valor da inscrição.

INSS pagará indenização por alta médica indevida em Paranaguá

pericia-medica-inssA agência da Previdência Social em Paranaguá foi condenada a pagar indenização em função de seus peritos haverem dado alta médica a segurado que ainda estava incapaz.

O caso aconteceu em junho de 2003, quando o mecânico industrial R.A.S. (que prefere não se identificar) recebeu parecer contrário da perícia do INSS após permanecer afastado em auxílio-doença durante dois anos, em função de ser portador de hipertensão portal, insuficiência hepática e varizes de esôfago de 3º grau – e haver apresentado episódios hemorrágicos. Onze dias após retornar ao trabalho, o segurado teve nova hemorragia e após ser internado às pressas na UTI da Santa Casa de Misericórdia, os médicos informaram que o quadro seria irreversível e que R.A.S. não resistiria.

Contrariando os prognósticos, o segurado conseguiu sobreviver e alguns meses depois, a própria Previdência Social reconheceu a invalidez definitiva e lhe concedeu aposentadoria por invalidez. A partir do erro de diagnóstico que quase lhe custou a vida, R.A.S. ingressou em 2005 com ação de indenização por danos morais, sustentando que a perícia administrativa havia sido negligente e imprudente, ao desconsiderar a gravidade das doenças e os pareceres dos médicos particulares.

Após perder em primeira instância, o INSS recorreu até o Supremo Tribunal Federal, que manteve a condenação que hoje estaria em torno de 60 mil reais. O juiz da causa, Carlos Komorowski, justificou na sentença proferida em dezembro de 2006, que “os danos morais são legítimos, pois originaram ao autor sensação de dor física, desconforto, medo, que constituem dores de cunho moral”.

Para o advogado Adalberto Araújo, que atuou no processo, “erros de diagnóstico são frequentes e muitas vezes lançam o segurado em situações de risco, de vulnerabilidade social e emocional, mas nem sempre os tribunais reconhecem o direito à indenização por danos morais”. Ainda segundo Araújo, que é especialista em Direito Previdenciário, “é compreensível que as perícias administrativas sejam rigorosas, até para evitar fraudes contra o sistema previdenciário, mas tem de haver critério e cautela pelos médicos do INSS, para não se cometer injustiças e mesmo para que não se coloque em risco a segurança dos segurados, como neste caso”, finalizou.

Capitania verifica problemas no ferry boat

DSC02909A Capitania dos Portos do Paraná realizou no final do mês de agosto uma Inspeção Naval nas balsas que fazem o transporte de passageiros entre o balneário de Caiobá (município de Matinhos) e a cidade de Guaratuba, no Litoral do Estado. As balsas do famoso Ferry Boat.

A inspeção teve o propósito de verificar as condições operacionais e de segurança das balsas e a qualidade dos serviços prestados aos usuários, bem como fiscalizar a estrutura de apoio existente nas rampas de embarque e desembarque de veículos e passageiros.

Os inspetores detectaram problemas no estado de conservação das balsas, como janelas quebradas; grades de proteção avariadas; suportes das balsas salva-vidas danificados e cabos usados na amarração inadequados. Foi observado, também, que os coletes salva-vidas estavam acondicionados em local de difícil acesso. Já os extintores e os documentos apresentados pela tripulação estavam em conformidade com as normas em vigor.

“A segurança da vida humana e do tráfego aquaviário são nossas prioridades. Frequentemente realizamos estas inspeções de forma a verificar os problemas e acompanhar as soluções tomadas. Recebemos uma série de reclamações de usuários insatisfeitos e esperamos que as dificuldades apontadas sejam sanadas o mais breve para que o serviço prestado seja de boa qualidade”, declarou o Capitão dos Portos do Paraná, Capitão-de-Mar-e-Guerra Francisco Dantas de Almeida Filho.

Foram emitidas notificações para que a empresa responsável realize os reparos necessários num prazo de 14 dias, que podem ser prorrogados por igual período. As operações das balsas foram mantidas, mas a CPPR esclarece que as embarcações podem ser retiradas de tráfego caso as discrepâncias não sejam sanadas nos prazos estabelecidos.

Está marcada para a próxima semana uma reunião entre a CPPR e os órgãos responsáveis pela concessão daquele serviço de transporte. No encontro, a Capitania entregará um relatório com fotos e informações detalhadas sobre os resultados da inspeção naval.

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Projeto prevê fim do voto secreto em Paranaguá

adalbertoCom assinatura de todos os 17 parlamentares, será protocolado hoje projeto de emenda a Lei Orgânica do Município de Paranaguá que prevê votação aberta em todas as deliberações da Câmara de Vereadores.

Segundo o vereador Adalberto Araújo (PSB), autor do projeto, a proposição pretende conferir maior transparência aos atos praticados na Câmara. “Segundo a proposta, a cassação de mandatos, a apreciação das contas municipais e de vetos a projetos pelo Executivo, a eleição da mesa diretiva da Câmara, e quaisquer outras deliberações na Casa serão através de votação aberta, inclusive nas Comissões“, disse, agradecendo ao apoio dos demais colegas. “O projeto foi assinado pelos 17 vereadores, o que nos dá esperança de que será efetivamente aprovado pelo plenário“, comentou o parlamentar, que também é advogado.

A expectativa é de que a matéria seja votada ainda em setembro. “Num momento em que o país inteiro repudiou a não-cassação do deputado Donadon pela Câmara Federal, apesar de condenado a 13 anos de prisão, e a postura dos parlamentares que se esconderam atrás do voto secreto, Paranaguá dá exemplo para o Brasil“, finalizou Adalberto.

Pessoas levam susto em elevador no Palácio do Café

O assunto virou comentário nas redes sociais.
Na manhã de ontem (03), oito pessoas estavam no elevador ímpar, do Edifício Palácio do Café. O elevador sofreu uma falha no sistema, e ao se aproximar do 7º andar desceu rapidamente, batendo ao fosso.
Não houve necessidade de Regaste pelo Corpo de Bombeiros.
O Elevador ficou desativado até a chegada da equipe técnica, e por volta das 14:30 voltou a funcionar. (Blog do Jornalismo da Ilha)

Falta água no seu bairro? Vereadores querem explicações

AGUA em Bombinhas SCFoi aprovada na Câmara de Vereadores de Paranaguá pedido de informações para a empresa CAB Águas de Paranaguá que é a responsável pelo abastecimento de água na cidade.

Acontece que o abastecimento está precário de acordo com a denúncia feita pelo vereador Adriano Ramos e com a confirmação de outros vereadores durante sessão ordinária.

O vereador chegou a explicar que tem recebido reclamações de moradores de diferentes bairros, mas reclamando da mesma coisa, ou seja, a falta de água na torneira de casa para lavar louça, fazer comida, tomar banho.

Um grupo de vereadores esteve na empresa e recebeu a notícia de que este tipo de situação não aconteceria mais. Isso aconteceu em março. Estamos em agosto e o problema persiste. “A gente quer saber quando vai acabar esse transtorno”, desabafou Adriano Ramos.

Pescador de Guaratuba desaparece na costa catarinense

naufragio-cabral-31082013O mestre Jonathan Luiz Fagundes de Freitas, 24 anos, de Guaratuba, desapareceu no sábado (31) depois que o barco virou na costa de São Francisco do Sul, litoral catarinense.
Os outros dois tripulantes, Maurício Cardoso da Conceição, 24 anos, e Claudinei Silva de Lima, 19, conseguiram escapar. As buscar por Jonathan Freitas, conhecido como “Bicudo” e morador do bairro Piçarras, encerraram ao meio-dia desta terça-feira (3). Os amigos e o dono do barco, Ronaldo Cabral da Silva, continuavam a procura.
O acidente aconteceu por volta das 5h a 17 quilômetros da costa e a 7 quilômetros da ilha Tamboretes. O barco “Cabral” emborcou – virou de cabeça para baixo – após fazer uma manobra de retorno em direção ao sul.
Maurício Cardoso relatou o ocorrido à repórter Camila Guerra, do jornal “A Notícia”, de Joinville. Leia a seguir (reportagem completa no link no final desta matéria):
Ainda estava escuro e a pesca transcorria normalmente. Após um hora navegando em direção ao Norte, Claudinei Silva de Lima, de 19 anos, foi descansar, enquanto os companheiros Jonathan Luiz Fagundes de Freitas, 24 anos, que era o encarregado do barco, e Maurício Cardoso da Conceição, 24 anos, faziam a curva de retorno para o Sul. De repente, eles sentiram que algo começou a puxar a embarcação.
— Acredito que pode ter sido uma arraia-jamanta ou um baleote (filhote de baleia), porque uma vez isso aconteceu com um tio meu, e o barco começou a seguir a direção do animal — conta Maurício, um dos sobreviventes.
O pescador lembra que em questão de instantes o cabo que sustenta a rede de pesca do lado esquerdo passou sobre a embarcação e quebrou, fazendo o barco virar para trás.
— Na hora que começou a entrar água e o barco foi virando, a gente já foi se agarrando para subir nele. Quando eu e o Jonathan conseguimos sentar no casco, coloquei a mão na cabeça e pensei, o Claudinei vai morrer, porque ele não vai conseguir sair, mas em seguida ele apareceu — recorda Maurício.
Os três ficaram sobre o barco das 5 horas até as 7 horas. Quando amanheceu, Jonathan decidiu pular na água e pedir ajuda.
— Deve ter feito isso porque era o encarregado. Eu e Claudinei chamamos, mas não teve jeito. Depois, ele começou a berrar, mas não dava para entender se era pedindo socorro, se era para a gente ver ele — conta Maurício.
Os dois permaneceram sobre o casco da embarcação por mais duas horas, vivendo momentos de aflição, já que pelo menos três embarcações passaram por eles, mas não os viram.
— A gente gritava, acenava com a camiseta e nada. Falei para ele (Claudinei) que nós iríamos morrer porque depois de um tempo não passava mais nada — recorda.
Foi então que o tripulante de uma embarcação distante, que estava usando binóculos, avistou uma caixa-d’água azul e achou estranho, começou a olhar em volta e viu outros objetos boiando, até que encontrou a embarcação com os pescadores em cima.
Foto: Maurício Ferrante / Divulgação

Moradores de Guaratuba devem fechar Ferry Boat no feriado

Construção da Ponte de Guaratuba está prevista na Constituição Estadual

fotosguaratuba9Os moradores de Guaratuba prometem fechar o Ferry Boat que faz a ligação com o balneário de Caiobá no feriado de 7 de setembro. A principal reivindicação deles é a construção de uma ponte para substituir a balsa. O protesto é organizado pelas redes sociais e está marcado para começar às dez da manhã do sábado e continuar na noite de domingo.

Anonymous marca protesto em cidades do Paraná em 7 de Setembro

São 21 cidades com protestos marcados no Paraná. Entre elas, estão os municípios de Paranaguá e Matinhos.

brazilprotestomascarafogo17junapCom uma pauta de reivindicações liderada pela “prisão dos mensaleiros” e que inclui o fim do voto obrigatório e a saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado, o Anonymous planeja atos em pelo menos 21 cidades do Paraná, entre elas Curitiba, São José dos Pinhais e Araucária durante o 7 de Setembro. Em todo o País, as manifestações devem acontecer em 140 cidades. Desde junho, o grupo aposta as suas fichas no que chama de o “maior protesto da história do Brasil”. Em Curitiba, já há 2 mil confirmações na página do evento, que está marcado para as 8h30 na Praça Santos Andrade. De lá, os manifestantes pretendem seguir para a Cândido de Abreu, onde querem acompanhar o Desfile Militar.
Os integrantes do Anonymous só se identificam por meio de apelidos e usam máscaras similares à do filme “V de Vingança” (2006). No Twitter e Facebook, a Operação Sete de Setembro ganhou a hashtag “#Op7”.
Como não há comando unificado no Anonymous, internautas sem contato direto com o grupo também podem criar páginas e fazer sua própria convocação usando a mesma hashtag.
A pauta do Anonymous foi organizada após “uma votação pública e aberta” que contou com 26 mil votos O principal item da pauta, com 2.400 votos, foi a prisão dos condenados no processo do mensalão. O julgamento deve acabar neste mês.
São 21 cidades com protestos marcados no Paraná. Entre elas, estão os municípios de Paranaguá e Matinhos.