Ilhas turísticas do País ganham força com associação

12323A Associação Brasileira de Ilhas Turísticas (Abitur) foi criado oficialmente na abertura da World Travel Marketing Latin America (WTM) 2014, evento internacional da indústria do turismo que foi aberto ontem, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A solenidade de fundação da associação aconteceu, no estande do Ministério do Turismo, e contou com a presença do ministro Vinicius Lages e do presidente da comissão criadora da entidade, Rafael Gutierres Júnior, do prefeito de Paranaguá, Edison Kersten e do presidente da Comissão de Assuntos Turísticos da Câmara de Paranaguá, vereador Arnaldo Maranhão.

O Brasil já tem ilhas preparadas para receber bem o turista. Passar as férias em uma das centenas de ilhas do Brasil, fluviais ou oceânicas, sempre foi um privilégio para poucos – e um desejo de muitos.  No imaginário coletivo, a tranquilidade absoluta é representada por um cenário de ilha deserta, com águas transparentes, areias brancas e vegetação tropical. A boa notícia é que o Brasil tem centenas delas, muitas preparadas para receber bem os turistas. E a criação de uma associação dará ainda mais visibilidade ao segmento.

“A proposta da Abitur é atender as necessidades dos destinos de ilhas turísticas brasileiras, dentro de cada realidade, sendo uma ferramenta de ligação com os órgãos públicos, para a melhoria da qualidade de vida dos moradores e consequentemente de seus visitantes”, disse Rafael Gutierres Júnior, que também preside a Fundação Municipal de Turismo de Paranaguá, no Paraná. Segundo ele, as ilhas turísticas precisam de um modelo de gestão pública específica para o turismo, que leve em conta a sustentabilidade ambiental, econômica, social e cultural.

As primeiras ilhas a integrarem a nova associação são a Ilha do Mel, em Paranaguá, no Paraná; a Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco; Ilhabela, em São Paulo; Ilha Grande, no Rio de Janeiro e a Ilha de Marajó, no Pará. A entidade busca também um assento no Conselho Nacional de Turismo.

Secretaria de Saúde orienta moradores da Ilha dos Valadares sobre vacinação

Nesta semana, excepcionalmente, vacinação será dada na unidade da Avenida Gabriel de Lara e a partir de sábado, equipes estarão em quatro pontos da Ilha

12310A Secretaria Municipal de Saúde orienta os moradores da Ilha dos Valadares sobre a campanha de vacinação contra a gripe que começou nesta semana.

Os moradores da Ilha podem tomar a vacina, excepcionalmente, até sexta-feira, na unidade de saúde da avenida Gabriel de Lara.

A partir de sábado, haverá um ponto central na Praça da Ilha dos Valadares repassando orientação e equipes em quatro pontos da Ilha dos Valadares.

As equipes estarão nos bairros Sete de Setembro, no Itiberê, no Rocio e no Correio da Ilha dos Valadares.

Já tomou sua vacina contra a gripe hoje?

12303As unidades de saúde já estão vacinando contra a gripe. Em Paranaguá, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), e meta é imunizar um total de 27.336 pessoas.

Os grupos que receberão a vacina são: Crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, idosos a partir de 60 anos, população indígena, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com comorbidades (doenças respiratória crônicas, renais, hepáticas, neurológicas, diabates, obesos, transplantados, imunossupressores e portadores de trissomias).

Para receber a dose é preciso levar: Crianças até cinco anos: registro de nascimento ou carteira de identidade e carteirinha de vacinação; Idosos: Idosos: documento de identidade;  Portadores de doenças crônicas: prescrição médica com o motivo da indicação da vacina; Pacientes do SUS devem receber a vacina na unidade de saúde onde já estão cadastrados;  Grávidas: só é preciso afirmar que está grávida; Mulheres até 45 dias depois do parto: carteirinha de gestante e registro de nascimento do bebê; Profissionais de saúde: apresentação de registro profissional ou declaração do médico responsável pelo serviço onde o profissional atua; Indígenas e detentos serão vacinados pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde.

Greve vai deixar alunos sem aula

Pai, se o seu filho ficar sem aula, questione o diretor da escola, quando haverá reposição

Professores se reúnem desde o início da manhã no Palácio Iguaçu (Foto: Thiago Techy / Arquivo pessoal )

Professores se reúnem desde o início da manhã no Palácio Iguaçu (Foto: Thiago Techy / Arquivo pessoal )

Os professores da rede pública estadual de ensino começam hoje uma greve no Paraná. A orientação da Secretaria Estadual de Educação (Seed) é de que as escolas devem ficar abertas para receber os alunos.

No caso de não haver aulas, a orientação da Seed aos pais é para que procurem os diretores das escolas para saber quando serão repostas as aulas.

A presidente do Sindicato dos Professores do Paraná (APP Sindicato), Marlei Fernandes de Carvalho, cita que um dos descontentamentos é a não implementação da hora-atividade de 33% (tempo para professor preparar aulas e se dedicar a outras atividades ligadas à docência) e a inexistência de plano de saúde para a categoria.

Em nota, a Seed divulgou uma lista de quatro grandes pautas de negociação, envolvendo hora-atividade, salário, pagamento de promoções e concurso público.

Estado pontua avanços concedidos ao magistério

1-      HORA-ATIVIDADE

O que o sindicato pede: mais 33%, equivalente a meia aula (ou 25 minutos);

Quanto os professores têm hoje de hora-atividade: 30% do tempo na escola (6 aulas por semana sem interação com aluno);

O que o governo já fez nos últimos 3 anos: Aumentou 50% a hora-atividade (de 4 aulas para 6 aulas por semana);

2- SALÁRIO

O que o sindicato pede hoje: Reajuste de 10%;

O que o governo oferece hoje: Aumento de 6,06% na data-base;

O que o governo já fez nos últimos 3 anos: Equiparação salarial de 26%, principal reivindicação da categoria, foi cumprida um ano antes do prazo. Em três anos, os reajustes e das datas-base totalizam 50,16% de aumento salarial acumulado para os professores;

Salário inicial em 2010: Para 40 horas por semana, já com auxílio transporte – R$ 2.001,78;

Salário inicial em 2013/2014: Para 40 horas por semana, já com auxílio transporte – R$ 3.005,94;

Piso Nacional da Educação atual: R$ 1.697,00 para 40 horas.

O Paraná paga hoje 70% a mais que o piso

O material do governo traz outros detalhes, mas estamos resumindo a estes dois itens. Outros detalhes podem ser lidos no site www.aen.pr.gov.br

Sebrae realiza cursos de capacitação em Paranaguá e em Morretes

aula“Minha ideia é um bom negócio?” é tema de capacitação em Paranaguá

O Sebrae/PR promove no dia 23 de abril a oficina “Minha ideia é um bom negócio?”. Ministrada por Ingrid Cristina Robaszkievicz, a capacitação visa demonstrar aos empreendedores que querem abrir uma empresa, como analisar a proposta de valor de uma ideia de negócio ou produto, por meio do Business Model Canvas. Esta ferramenta de gerenciamento estratégico permite esboçar modelos de negócios, por meio de um mapa visual composto por nove blocos que devem ser preenchidos com informações sobre o empreendimento. A oficina terá quatro horas de duração, com início a partir das 19 horas, e será realizada no escritório do 

Sebrae/PR e ACIAM promovem, em Morretes, curso “Gestão de visual de loja”

Entre os dias 22 e 25 de abril, os empresários do comércio varejista de Morretes poderão participar da oficina “Gestão de visual de loja”, que será realizada na Associação Comercial, Industrial e Agrícola da cidade (ACIAM). Com duração total de 15 horas, sendo duas horas de consultoria individual, o curso irá ensinar os empresários a incrementar suas vendas, com o uso correto de elementos na vitrine e no interior dos estabelecimentos. A capacitação será ministrada por Eliza Maria, das 19 às 23 horas, na sede da ACIAM, que fica na Rua Conselheiro Sinimbu, 221. As inscrições podem ser feitas, até o dia 21 de abril, pelo telefone (41) 3462-1660. O custo é de R$ 200.

Vereador Maranhão faz desafio ao novo secretário da Prefeitura

DSC02621

 

Na sessão realizada na última quarta-feira, aconteceu a despedida do vereador Ricardo que assume a Secretaria do Meio Ambiente. A sessão foi marcada, inclusive, pela falta de oradores inscritos.Somente, Ricardo usou a palavra para suas despedidas e considerações.

Logo após o Presidente da Casa abriu a palavra para os vereadores que aproveitaram da palavra para parabenizar e fazer suas considerações ao Ricardo.

O vereador e líder do governo, Arnaldo Maranhão, desejou sorte e sucesso porque terá muito trabalho pela frente, visto a atual situação da cidade, com lixo por todos os lados.

E aproveitou para lançar um desafio ao novo secretário. Ele pediu providências urgentes sobre o funcionamento da nova balsa da Ilha dos Valadares, que para entrar em operação, necessita que sejam feitos os trapiches necessários para o tipo de embarcação.

Vereador defende passagem de nível para melhorar tráfego de caminhões

3.3-marcio costaEm torno de 100 caminhões circulam na região da avenida Roque Vernalha em direção à empresa Multitrans.
3.3- marcioPara minimizar os transtornos causados naquela região, tanto para os caminhoneiros, quanto para os motoristas de veículos leves, quanto para motociclistas, ciclistas e pedestres, o vereador Márcio Costa, solicitou à empresa América Latina Logística (ALL) uma passagem de nível na rua Samuel Pires de Mello ou o alargamento na passagem de nível na avenida Roque Vernalha.
“Nosso objetivo é promover as manobras dos caminhões pela rua Tuffic Maron e viabilizar um trânsito mais seguro naquela região. Estamos atendendo a muitas reclamações que recebemos”, destacou o vereador.
A especialista de Patrimônio da ALL, Giana Custódio, encaminhou documento ao vereador e ao presidente da Câmara de Vereadores, informando que elaborou proposta alternativa de alargamento da passagem em nível existente na avenida Roque Vernalha. Tal proposta consiste em criar uma alça de conversão à direita na rua Tuffic Maron para veículos com destino à Curitiba.
Desta forma, não será necessário executar a abertura de uma nova passagem de nível na rua Samuel Pires de Mello, o que também reduz os riscos de acidentes ferroviários.
Mas, caberá à Prefeitura de Paranaguá apresentar o projeto completo de pavimentação, sinalização, drenagem e outros serviços que se fazem necessários.
Toda a documentação deve ser encaminhada à sede da ALL para análise. Com parecer técnico, a ALL encaminhará solicitação para autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), conforme Resolução de Obras 2.695/2008.
“Agora aguardamos posicionamento da Prefeitura o mais breve possível, pois os problemas daquela região acontecem todos os dias, mas tenho certeza que o objetivo do prefeito é o mesmo que o nosso, ou seja, garantir a segurança de todos no trânsito da nossa cidade”, reforçou o vereador Márcio Costa.

Alunos da Unespar-Paranaguá promovem mapeamentao do setor produtivo do mel

3.2-ImageProxyOs alunos do quarto ano do curso de administração promoveram ampla pesquisa de campo e divulgaram o relatório na forma de artigo publicado na Revista Sodebras.
O Litoral do Paraná é carente de alternativas agrícolas deviado a baixa fertilidade natural do solo e da declividade acentuada das terras em grande parte da região, diante destes fatos surgiu a investigação sobre se apicultura poderia se caracterizar alternativa de renda para os produtores rurais. A pesquisa exploratória que entrevistou 32 apicultores, visou conhecer o perfil do apicultor, e detectar os principais pontos de estrangulamento ao desenvolvimento deste setor na visão do produtor.
Os resultados mostraram que a apicultura no Litoral do Paraná possui produção muito abaixo da média nacional, sendo praticada quase na totalidade pelas pessoas do gênero masculino, com idade superior a 50 anos, como principais entraves, destacaram-se a falta de capital para investimento em tecnologia de produção, a idade avançada e a baixa escolaridade dos apicultores, que aparentemente se constituem como limitadores ao desenvolvimento da atividade.
Segundo os autores a capacitação técnica e prática pode ser a principal alternativa da reversão da baixa produtividade apresentada pelos apiários no litoral do Estado. Na foto os autores da pesquisa e alunos do 4 ano do curso de Administração de Empresas