Pescadores de Guaratuba fazem manifestação e bloqueiam uso do ferry boat

Ontem, dia 21, sexta-feira, um dos dias da semana mais movimentado no ferry boat para Guaratuba, houve uma manifestação de pescadores que impediram a utilização da balsa e provocou fila de quilômetros.

image image imageA manifestação foi contra o Ibama que estaria aplicando multas aos pescadores.

De acordo com algumas informações obtidas pelo Blog da Luciane, os pescadores não tinham a informação que o cadastro de regulamentação de pescador já estava disponível desde o dia 20 de julho. A informação era que isso não estava regulamentado, porem a regulamentação já saiu ha mais de um mês e o cadastro é via site do Ministério, mas eles não fizeram e por isso estão teriam sido multados.

O Ibama, portanto, só teria cumprido com seu papel. Mas quem esperava na fila ficou ali por mais de 4 horas.

Caixa abre processo seletivo para estagiários de nível médio e técnico

A seleção será a última de 2015 e é destinada à formação de cadastro de reserva

processo-seletivoA Caixa Econômica Federal, por intermédio do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), abriu inscrições para o processo seletivo de estagiários de nível médio e técnico. O processo encerra as seleções de estagiários de nível médio, previstas pela CAIXA, para o ano de 2015. A seleção se destina à composição de cadastro reserva, com distribuição de vagas em todas as regiões do país, nos municípios discriminados no Anexo I do regulamento. O cadastro tem validade de seis meses, com possibilidade de prorrogação. Os estudantes serão convocados na medida em que houver encerramento dos contratos vigentes ou quando houver oferta de novas vagas nas unidades. As inscrições podem ser realizadas pela internet, até o dia 2 de setembro (quarta-feira), no site do CIEE: www.ciee.org.br.

Para participar do Programa de Estágio da CAIXA, o estudante deve ter disponibilidade para cumprir jornada diária de 5 horas (25 horas semanais), idade mínima de 16 (dezesseis) anos e deve estar cursando e frequentando regularmente, até o penúltimo semestre do curso de nível médio, ou técnico. Podem participar, estudantes do Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos, Técnico em Administração, Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio, Técnico em Finanças Integrado ao Ensino Médio e Técnico em Secretariado Integrado ao Ensino Médio.

Atualmente, o Programa conta com cerca de 10 mil estudantes, distribuídos em unidades da CAIXA por todo o país. Os estagiários de nível médio ou técnico da CAIXA recebem bolsa auxílio no valor de R$ 500, além do auxílio transporte no valor de R$ 130. Entre os candidatos, 10% dos selecionados devem ser pessoas com deficiência.

Etapas da Inscrição:

Após se inscrever pelo site do CIEE, o estudante realizará uma prova on-line, contendo 30 questões, que poderá ser realizada até o término do prazo para as inscrições. O candidato terá 2 minutos para responder cada uma das questões, que abrangem conhecimentos básicos de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais. O resultado da prova on-line será divulgado no dia 29 de setembro (terça-feira). Os candidatos que obtiverem nota mínima igual ou superior a 50% do total de pontos, no teste on-line, estarão aptos para a terceira etapa da seleção, que consiste em uma entrevista pessoal, realizada nas unidades da CAIXA. As entrevistas terão início a partir do dia 30 de setembro (ver cronograma disponível no linkhttp://arquivos.grupoinforme.com.br/clientes/caixa/newsletter/anexos/2015-08-19_cronogrma-estagio-caixa.jpg).

O detalhamento da avaliação e demais informações sobre a seleção pública podem ser conferidos no edital de seleção, disponível para consulta no site do CIEE: www.ciee.org.br (opções – Estudantes – Processos Seletivos – Programa de Estágio da CAIXA).

 

TCU consolida fiscalizações no Porto de Paranaguá

Auditoria verificou inadequação do orçamento em Paranaguá e em Rio Grande

5.1-porto_0202O Tribunal de Contas da União (TCU) consolidou informações de três auditorias de conformidade realizadas no Programa Nacional de Dragagens Portuária e Hidroviárias II (PND – II), que está sob a responsabilidade da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR). O trabalho abrangeu os editais das licitações para obras de dragagens dos portos do Rio de Janeiro, de Paranaguá e de Rio Grande e teve como objetivo avaliar a legalidade dos certames e a efetividade no fornecimento de condições adequadas de acesso aos portos. Obras de dragagem têm por objetivo remover sedimentos do fundo de rios ou outros corpos d’água para permitir a passagem de embarcações.

No que se refere à legalidade dos contratos, a auditoria verificou a inadequação dos orçamentos dos portos de Rio Grande, no  Rio Grande do Sul e Paranaguá, sendo que, no segundo, ainda foi verificado o não atendimento de condicionantes da licença prévia. No entanto, a equipe da SEP/PR já adotou medidas para corrigir as inconsistências.

O trabalho do TCU proporcionou a correção de irregularidades e a redução de mais de R$ 50 milhões no orçamento das obras em Paranaguá e de cerca de R$ 7,6 milhões no orçamento das obras em Rio Grande. A relatora do processo, ministra Ana Arraes, destacou que “a ação do tribunal pode ter contribuído para aperfeiçoar a metodologia de estimativa de custo das dragagens e evitar que as falhas fossem propagadas para as próximas licitações do PND-II”.

As auditorias também apontaram a evolução nos procedimentos licitatórios adotados pela SEP/PR. Exemplos das modificações são: a fase de manutenção das dragagens foi retirada do escopo dos serviços; o pregão foi alterado do formato presencial para o eletrônico; o orçamento foi modificado de sigiloso para aberto; e o critério de julgamento mudou de menor preço para maior desconto. Além disso, o Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), vinculado à SEP/PR, desenvolveu uma planilha em que os custos unitários dos serviços de dragagem são calculados a partir do ciclo de cada equipamento utilizado, seguindo metodologia utilizada internacionalmente.

A segunda parte dos trabalhos avaliou a efetividade das dragagens no fornecimento de condições adequadas de acesso aos portos. O tribunal identificou falta de interação do INPH e da SEP/PR com os entes envolvidos na identificação e na resolução de divergências de projetos que potencialmente atrapalhem a implantação do tipo de navio pretendido em cada porto. Tal situação, de acordo com o TCU, pode ocasionar a não utilização desses navios em sua plena capacidade ou acarretar limitações de operação, com restrição de horários e obrigação de medidas extras de segurança, o que implica custos adicionais.

Foi constatada pela auditoria, também, a demanda por navios maiores que os homologados para os portos. Como consequência, o tribunal recomendou à SEP/PR que inclua em seu escopo a análise das restrições a serem impostas aos navios de dimensões superiores ao homologado para cada porto a fim de permitir sua operação e subsidiar a Marinha do Brasil na determinação das correspondentes condicionantes.

O tribunal também recomendou que, após a aprovação dos novos projetos de balizamento e sinalização, a SEP/PR contrate ou coordene, junto com as autoridades portuárias locais, a implantação desses projetos, de forma a não acarretar atrasos na homologação das dragagens. A SEP/PR precisará, igualmente, consultar a praticagem local, os usuários dos portos, as entidades de classe e a Marinha do Brasil a fim de obter contribuições para a definição do navio tipo e do projeto geométrico do canal, de forma a minimizar o risco de não homologação do navio tipo pretendido e de restrições operacionais que acarretem custos adicionais.

Na comparação com 144 países, o Brasil ocupa a 122ª posição no quesito qualidade de infraestrutura portuária. Quanto a isso, a relatora comentou que “os dados mostram uma situação desfavorável para o país, com reflexos diretos na competitividade dos produtos brasileiros, cuja exportação se dá majoritariamente por meio dos portos nacionais”.

Aeroparque tem projeto de revitalização

3.2- aero 2Em outubro do ano passado,  uma reunião entre prefeito e secretários, foi realizada em conjunto com a empresa que faria o estudo do aeroporto e, na oportunidade, discutiram detalhes técnicos necessários ao início dos trabalhos.

Quanto à localização, a Prefeitura esclareceu (ano passado)  que o Aeroporto de Paranaguá faz parte de um programa de reforma de aeroportos regionais, do Governo Federal. O projeto é gerenciado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). Originalmente, a cidade foi contemplada com recursos para reforma do Aeroporto localizado no Aeroparque (área já explorada por uma empresa privada de aviação). A Prefeitura enviou os documentos necessários à SAC, juntamente com a proposta de mudança de local.

3.2- aeroNo desejo do prefeito Edison Kersten e de sua equipe, o aeroporto deveria ser instalado no Km 8 da PR-407, em área já reservada para este fim pelo Plano Diretor Municipal. O objetivo é deslocar o Aeroporto para PR-407 e revitalizar o Aeroparque. O projeto da revitalização está sendo executado pela Secretaria de Planejamento do município (como mostram as imagens)

“Iremos auxiliar o município no estudo de viabilidade, mostrando à SAC que o município tem potencial para um aeroporto maior, que precisaria ser instalado na PR-407, e não no Aeroparque. As informações prévias que temos demonstram potencial para um aeroporto para cargas e passageiros”, salientou o comandante Hammer, vice-presidente de Operações da Phenix, após a reunião, ressaltando a capacidade para receber aviões de grande porte.

Aeroporto de Paranaguá deve receber investimentos do Governo Federal

Programa de Aviação Regional vai beneficiar os aeroportos de Foz e o de Paranaguá pelo turismo

3.1- aeroportoO Programa de Aviação Regional do Governo Federal selecionou 15 aeroportos do Paraná para receberem investimentos. Entre eles, estão o aeroporto internacional de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, e o de Paranaguá, no Litoral. Os dois aeroportos foram escolhidos em parceria com o Ministério do Turismo porque são considerados estratégicos para o turismo nacional.

A escolha se baseou em critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, conforme informou a Secretaria de Aviação Civil (SAC).

O aeroporto internacional de Foz do Iguaçu opera voos regulares por companhias aéreas. O destino é bastante procurado em função do Parque Nacional do Iguaçu, que contempla as Cataratas do Iguaçu.  O projeto ainda está em fase de Estudo Preliminar (EP), para serem detalhadas as necessidades do aeroporto e definidos os valores que serão investidos.

Já em Paranaguá, estão previstas a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação do pátio de aeronaves, recuperação da pista de pouso e decolagem e da faixa de taxiway. O projeto também está em fase de Estudo Preliminar (EP).

O aeroporto de Paranaguá não opera voos regulares, entretando, conforme a SAC, as companhias aéreas demonstraram interesse em operar no trecho que atende uma importante região turística e econômica do Paraná.

Com certeza, a notícia vai provocar preocupações, pois há dúvida de que, ao investir no Aeroporto, localizado no Aeroparque, possa interferir na estrutura do seu entorno utilizada como um dos poucos locais de lazer dos moradores da cidade.

Além dos dois, também foram selecionados os aeroportos de BandeirantesLondrina,MaringáUmuaramaToledoCampo MourãoTelêmaco BorbaCascavelPonta Grossa,GuarapuavaFrancisco BeltrãoPato Branco e União da Vitória.

Programa

O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 e tem o objetivo de levar desenvolvimento e serviços sociais para lugares distantes das capitais do país.

A Secretaria de Aviação Civil vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou na reforma de 270 aeroportos em todo o Brasil. Desses, 15 são do Paraná.

Além disso, o objetivo também é encurtar as distâncias, para que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um aeroporto.

O investimento vem do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC). A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita pelo governo federal.

12 pessoas compõe o Núcleo de Acompanhamento da Sociedade do Plan Mob

Diagnóstico do Plano Municipal de Mobilidade Urbana foi apresentado na primeira audiência pública

20531395458_e4a5283f58_z“Qual a cidade que queremos?” Com este questionamento, foram realizadas reuniões e o diagnóstico sobre mobilidade urbana foi apresentado na noite da última quarta-feira, (19) na Câmara de Vereadores durante a primeira audiência pública sobre o Plano Municipal de Mobilidade Urbana de Paranaguá.

Na ocasião foi realizada explanação do diagnóstico, discussão de temas, questionamentos e eleição que definiu nomes da comunidade para participar do Núcleo de Acompanhamento da Sociedade do Plano de Mobilidade Urbana. Confira os nomes aprovados na primeira audiência pública:

Christian Alves Nunes- Coopadubo

Paulo Marchioro- Viação Rocio

Marcos Alves Costa- Amlipar

Armando Ali Tassa- comerciantes

Marcelo Dias- Conselho Regional de Administração

Paulo Mattos- Paranaguá Criativa

Geneviere Freitas de Camargo- Apae

Anselmo Luvizotto- Associação de Moradores da Ilha dos Valadares

Regina Cordeiro- Núcleo Regional de Educação

Muriel Veluza- ciclista

Caio Fernandes- ONG Território Animal/Ecolitoral

Cynthia Bresser- moradores da área rural de Alexandra

A presidente da Comissão Multidisciplinar de Mobilidade Urbana de Paranaguá, a arquiteta e servidora Vânia Fóes, destacou que um dos princípios do plano é pensar na circulação de todos os tipos de agentes no trânsito, reconhecer importância dos deslocamentos dos pedestres, priorizar transporte público, entre outros quesitos.

Rotas de ônibus, sistema viário, áreas de uso residencial, indústria e uso comercial e de serviços e principais barreiras e gargalos em Paranaguá foram detalhes apresentados durante a explanação do diagnóstico.

WhatsApp é liberado em computadores para donos de iPhone

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A versão para Internet da WhatsApp, a WhatsApp Web, está a partir de agora disponível para iPhone, o que significa que já é possível aos utilizadores da aplicação de mensagens instantâneas no iPhone manter também as suas conversações através do computador Apple, à semelhança do que já acontecia com os Blackberry, Windows Phone, Nokia e dispositivos Android.

A WhatsApp Web está disponível na versão desktop para o Google Chrome e para Android desde Janeiro, mas ainda estava por chegar aos aparelhos da Apple, ao que tudo indica devido a limitações na plataforma da empresa californiana. Agora, o utilizador do iPhone que tenha a aplicação WhatsApp já não precisa de estar no smartphone para troca de mensagens e fazê-lo no seu PC.

Os utilizadores que tiverem a última versão da aplicação móvel WhatsApp para iOS vão encontrar uma nova opção (web) no menu Definições. De alertar que, neste momento, a nova função vai entrar em funcionamento por fases e não estará disponível de imediato para todos os utilizadores.

Instalada a opção WhatsApp Web, a câmara do smartphone deve ser colocada em frente ao código QR para a sua leitura. O resto da operação é feito de forma automática.