Mais candidato a vice do que cargo!

Coluna Informe- Jornal Diário do Comércio informe

PSB também tem candidato

Depois das várias especulações que fizemos na semana passada, além de confirmações de candidaturas locais, hoje queremos registrar que o PSB também tem pré-candidato a prefeito narnaldoa cidade.

Trata-se do vereador Arnaldo Maranhão. Um dos nomes mais atuantes da política atual. Disso, ninguém duvida!

 

Mais candidatos que cargo

Depois de uma lista tríplice do PSDB, de conversas com Marcelo Roque do PV, há quem diga que a última conversa com a possibilidade de fechar a vice de Edison Kersten tenha sido com o jornalista, André Pioli.

Na última pesquisa divulgada pela Paraná Pesquisa, André teria 18% da intenção de votos contra 5% do prefeito.

Mas, caso estas conversas sejam reais, percebe-se que há mais candidatos a vice-prefeito que vagas para o cargo.

Quem é Alice?

imagemprincipalAndré Pioli criticou aqueles do poder público que, questionam a conduta e direcionamento da TV quando mostram os problemas da cidade.

Para André, tem secretário que pensa que está no País das Maravilhas, onde está tudo certo.

Então fica a pergunta: quem é Alice?

Vereador novo

E Anselmo Luvizotto, suplente de vereador, assume uma cadeira na Câmara por 30 dias. É que o vereador, Benedito Nagel, pediu afastamento para cuidar da saúde.

Luvizotto é uma liderança bem conhecida na Ilha dos Valadares. Com isso, a localidade fica com quatro representantes, somando-se a Sandra Neves, Carlinhos da Ilha e Jacizinho.

Crônica do Dia: O pai e a mochila

kátia-muniz2Por: Kátia Muniz

Eu aguardava, dentro do carro, meu filho sair do colégio, quando vi um pai segurando em uma de suas mãos a mão do filhinho e, na outra, a mochila de rodinhas.

Continuei acompanhando a cena. Ele deixou a mochila na calçada, colocou a criança na cadeirinha do carro, prendeu-a com o cinto e depositou um beijinho carinhoso no rosto do menino.

Nesse momento, meu celular tocou e abandonei por uns minutos a encantadora cena entre pai e filho.

Quando voltei os olhos o carro já não estava mais lá, mas a mochila permaneceu na calçada. O pai havia esquecido o objeto.

Recolhi a mochila e a levei para a secretaria da escola.

Fiquei imaginando o que aquele pai deve ter escutado da mãe do garotinho quando chegou em casa. Aliás, deve ouvir até hoje, pois toda mulher é mestra em desenterrar o passado.

Essa história já tem uns quatro anos, mas ainda deve ser assunto em alguns almoços daquela família.

A abstração do homem é a neurose da mulher. No fundo, no fundo invejamos essa capacidade que eles têm de se concentrar somente no que interessa. De focar o objetivo e se desligar do restante.

Já as mulheres, coitadas, todas doidas absorvendo tudo a sua volta, inclusive o que eles esquecem por aí.

Eu não presenciei o que a mãe do garotinho disse ao pai, pelo fato dele ter esquecido a mochila. Talvez tenha feito um escarcéu, ou se voltou há pouco tempo de um retiro budista, pode ainda se encontrar zen e achando tudo uma maravilha.

Mas eu presenciei o trajeto deles até chegar ao carro. A mão firme do pai segurando a mãozinha do filho. O cuidado em prendê-lo à cadeirinha. E o ápice: o beijo do pai, no garotinho.

A mochila era coadjuvante nessa história. Tão sem importância que foi esquecida. O bem precioso era a criança, era o filho.

Se fosse a mãe buscando a criança…

Deixa para lá. Sobre as mães comento em maio. Agora, estamos em agosto, prestes a celebrar o Dia dos Pais.

Eles que andam surpreendendo, a cada dia mais, com atitudes positivas na criação da prole.

Ah, papais! Continuem a dar atenção, amor, beijo e toda demonstração de afeto e carinho, explicitamente. Seus filhos agradecem e o mundo também.

Crônica do Dia- Paixões Proibidas

kátia-muniz2Por: Katia Muniz

No mês de junho, escrevi três crônicas falando sobre o tema: amor.

“Acontece”, título do meu último texto e que foi publicado na semana passada, teve uma excelente aceitação e também provocou burburinho. Recebi inúmeras mensagens e alguns pedidos em tom de sussurro: “Fale das paixões proibidas”.

Sabemos: há as paixões reveladas e as que são carregadas em segredo.

No começo, a aventura atrai e brincar com a possibilidade do flagra vira uma excitação.

O sexo reina absoluto e torna-se desafiador manter o relacionamento no anonimato.

Mas o prazo de validade costuma ser curto. Logo o casal cansa desse recolhimento, dos gemidos abafados, das janelas sempre fechadas, das cortinas cerradas, da porta trancada à chave.

Começa a virar um incômodo o celular desligado, os encontros furtivos, a logística cheia de mentiras à mostra e verdades encobertas.

O que era excitante no início torna-se um fardo, um peso, uma sobrecarga.

Os dois sentem-se presos, acorrentados, confinados, trancafiados.

A paixão infla, pede mais espaço. Não cabe mais em quatro paredes. Almeja o lado de fora. Quer mostrar-se ao público. Requer plateia. Busca exposição.

Deseja ir ao cinema, ao teatro, ao barzinho. Quer se exibir. Quer vir à tona. Quer andar de mãos dadas.

Uma hora, toda paixão proibida pede ar, ventilação, oxigênio. Não se sustenta somente pelo sexo. Precisa de mais.

Quer ser vivida na sua plenitude. Quer ser assunto em rodas de conversa. Quer fazer parte do todo.

Pode até tardar, mas não falha o desejo comum que toda relação anseia: a validação e o reconhecimento público dessa união.