Serviços odontológicos são oferecidos em unidades básicas de graça

Bebês e crianças tem atendimento odontológico na unidade de Saúde ‘Dona Baduca’. Pessoas carentes podem pedir prótese dentária gratuitamente na unidade do CAIC.

17052Equipe odontopediátrica atua na Unidade de Saúde ‘Dona Baduca’ (Balduína Andrade Lobo) com atendimentos para bebês (0 a 3 anos de idade) e para crianças (de 3 a 7 anos de idade).  A equipe é composta pelas dentistas Drª Adriane Bornancin, Drª Monique Fangueiro, Drª Cristiane Gabriel, Drª Lorena Michaelis, auxiliadas por Sabrina, Marilda e Fernanda.

Salienta-se ainda que a Unidade da “Baduca”, além da clínica de bebês e atendimento odontopediátrico, realiza as radiografias odontológicas de crianças e adultos diariamente, no período da manhã e da tarde.

Além disso, no período noturno, o dentista Dr. Norberto Coutinho Junior realiza o atendimento odontológico de clínica geral para os pacientes adultos.

As unidades de Saúde dos bairros Padre Jackson, Vila Garcia, Jardim Iguaçu, Valadares, Bockman (Bangu), Nilson Neves (CAIC), Santos Dumont, Colônia Maria Luíza e Ilha do Mel (Encantadas e Nova Brasília) também contam com atendimento de dentistas para a população em geral. Na Escola Eva Cavani é oferecido o atendimento para os pacientes portadores de necessidades especiais. Dentre os tratamentos disponíveis estão a limpeza dos dentes, remoção de tártaro, restaurações, extrações, dentre outros. Estas unidades funcionam de segunda a sexta-feira das 7h30 às 12h e das 13h30 às 17h. As fichas de agendamento são entregues no período da manhã, mas todas as unidades também atendem emergências.

A equipe de dentistas atuando nas unidades de saúde do município é de 33 profissionais.
Fonte: PMP

Crônica do Dia com Kátia Muniz

kátia-muniz2As idades

Por: Katia Muniz

Idade boa é aquela que tem sempre alguém resolvendo as coisas para nós. Escolhem nossas roupas, nos carregam no colo, dão comida na boca, nos dão banho. Crescemos um pouquinho, conseguimos caminhar com nossas próprias pernas, mas continuam a nos dar a mão para atravessar a rua, a marcar consulta no dentista, a nos levar ao médico e a nos dar remédio. Ainda não nos apresentaram a palavra responsabilidade.

Idade boa é aquela em que não basta apenas existir, é preciso aparecer. E para nos destacarmos no meio da multidão, a gente pinta o cabelo de vermelho, descolamos uns tênis coloridos, perfuramos o corpo e penduramos uns metais, marcamos a pele para sempre com dragões e caveiras, escutamos música no mais alto volume. E não estamos nem aí para o que dizem da gente. A onda é correr riscos e descobrir novos caminhos. E só não vamos mais longe, porque não temos um mísero centavo no bolso.

Idade boa é aquela em que a gente consegue o tão sonhado emprego.  Finalmente, vamos ter a grana que tanto queríamos. Independência à vista! Mas logo na entrevista, nos dizem que o cabelo não pode ser vermelho, que os piercings não são bem-vindos e que as caveiras e os dragões devem ficar bem escondidos. É nessa idade que a gente aprende que, para conseguir algo, temos que, em troca, abrir mão de uma série de outras coisas.

Idade boa é aquela em que encontramos a nossa cara-metade, e nosso coração aprende a ficar em disparada. É quando resolvemos juntar as escovas de dentes, termos companhia constante, sentir a delícia que é passar as noites de inverno aconchegados embaixo do mesmo edredom.

Idade boa é aquela em que os filhos já cresceram, que os netos aparecem de vez em quando, e a gente dá a atenção devida, mas sem nenhum tipo de responsabilidade sobre aquelas criaturinhas tão fofas. Já temos estabilidade financeira, não damos importância nenhuma para o que pensam de nós e, maravilha das maravilhas, ainda temos um bom tempo pela frente para aproveitar a vida.

Bom mesmo é ter o privilégio de passar pelo maior número de idades possível, sem apressar os passos, sem dar saltos e nem pular etapas.

Bom mesmo é viver cada uma delas, porque o acúmulo dessas idades é que nos dá a tão esperada experiência de vida e nos fornece histórias para contar.

Aulas na Casa da Música Brasílio Itiberê serão realizadas neste mês

shutterstock_96975950-SITEAs aulas no formato oficina são a grande atração do projeto E-Música, que atua com música eletrônica. As aulas acontecerão nos meses de setembro, outubro e novembro divididas em 4 turmas de 20 alunos cada.
As inscrições são, exclusivamente, para as aulas e deverão ser feitas e entregues na Fundação Municipal de Cultura (FUMCUL) e na Unidade SESI/SENAI Paranaguá (Sérgio).

As vagas são, apenas, para jovens dos três anos do Ensino Médio
Público: Jovens ensino médio( 1º, 2º e 3º anos) 
Opções:

TURMA 1  20 vagas (NOITE) TURMA 2  20 vagas  (MANHÃ)
16/9      18:30 – 22:30 17/9   8:00 – 12:00
23/9       18:30 – 22:30 24/9   8:00 – 12:00
30/9       18:30 – 22:30 1/10     8:00 – 12:00
6/10        18:30 – 22:30 8/10     8:00 – 12:00
 TURMA 3  20 vagas (NOITE) TURMA 4  20 vagas  (MANHÃ)
28/10     18:30 – 22:30 29/10   8:00 – 12:00
4/11       18:30 – 22:30 5/11  8:00 – 12:00
11/11       18:30 – 22:30 12/11     8:00 – 12:00
18/11       18:30 – 22:30 19/11     8:00 – 12:00

Contatos com Adriana Sevla: 3425-0894 ou 3422-0863 e João: 8875-9335

 

ENCERRAMENTO
O projeto em prazo para ser encerrado no dia 9 de dezembro com cerimônia de entrega de certificados e o dia 11, um coquetel com música no Museu. Uma noite bem diferente naquele espaço.
Público: Parceiros do projeto, alunos e pais.

Data Horário Local
9/12
Entrega Certificados
19h Teatro Rachel Costa
11/12
Coquetel com E-Music
19h Museu UFPR

Barqueiros reclamam da falta de espaço para atracar barcos em Paranaguá

dscf0149Representantes da Barcopar, Abaline e táxi náutico devem apresentar como proposta ou reclamação com o objetivo de melhorar o Plano de Mobilidade Urbana, a ideia de construção de um píer que possa integrar e facilitar a mobilidade dos turistas que usam do transporte marítimo para se deslocar para ilhas e comunidades marítimas de todo o Litoral via Paranaguá.

Há 10 anos, Paranaguá tinha em torno de 60 embarcações fazendo serviço de travessia, de acordo com as informações dos barqueiros. Atualmente, o número de embarcações gira em torno de 200. Mas, em determinados períodos do ano, nem este número é o suficiente para atender a demanda, especialmente, no verão.

Durante os dois primeiros meses de cada ano, registra-se um alto fluxo. Além das embarcações locais, ainda há os visitantes que chegam na cidade e não encontram espaço definido para parada.

A falta de espaço para parada de barcos na região turística da cidade é apontada como uma questão a ser discutida pelos segmentos responsáveis. Em cidades turísticas e marítimas, como Florianópolis, há espaços definidos para a atracação de embarcações de passeio.

Em Paranaguá, os serviços na logística marítima aumentaram com os táxis náuticos que atendem de 15 a 20 passageiros em suas embarcações.

Você sabe qual é o descarte correto de entulhos?

Responsabilidade de dar a destinação correta é do morador ou empresa que gera o resíduo. Empresas fazem locação de caçambas e fazem o transporte do material

15515Ao fazer uma construção, reforma ou jogar fora móveis e eletrodomésticos antigos, é normal que surjam dúvidas sobre o modo correto de efetuar o descarte do material. Em Paranaguá, a secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) é o órgão responsável pela fiscalização sobre o descarte de entulho (nome dado a restos de materiais de construção, podas de árvore, móveis e eletrodomésticos sem utilização).

A atuação de todos deve ser de acordo com o Código de Posturas do Município, uma Lei Complementar (de nº 68/2007) que traz alguns artigos sobre a questão do descarte correto de entulhos, dentre outros temas.

Em seu artigo 88, o Código estabelece a responsabilidade do morador de transportar o entulho até local adequado e autorizado pela municipalidade.

Em seu artigo 33, inciso V, a lei diz que é ilícito, ou seja, proibido “deixar de remover os restos de entulhos resultantes de construção e reconstrução, bem como de podas de jardins e cortes de árvores”.

O artigo 40 também deixa claro que “é proibido ainda lançar nos logradouros, nos terrenos sem edificações ou nas várzeas, valas, bueiros e sarjetas, lixo de qualquer origem, entulhos, cadáveres de animais, fragmentos pontiagudos ou qualquer material que possa causar incômodo à população ou prejudicar a estética da cidade, bem como queimar, dentro do perímetro urbano, qualquer substância nociva à população e ao meio ambiente”.

COMO FAZER
Ao construir, reformar ou podar árvores, o morador deve levar em conta que precisará de uma caçamba para acomodar os detritos. Em Paranaguá, há diversas empresas que realizam a locação destes recipientes, mas é importante certificar-se sobre quais delas estão autorizadas a descartar o material no aterro sanitário. Em média, cobra-se R$ 140 para locação por três dias.

Constantemente, mutirões de remoção de entulho em diferentes bairros são realizados, mas isso não têm impedido que entulhos voltem às ser jogados repetidamente.

A multa por descarta incorreto começa a partir de 200 Unidades Fiscais Municipais (UFMs), que equivalem hoje a cerca de R$ 490 reais. No entanto, o valor varia em função da extensão do dano, da quantidade de material descartado e se o cidadão é reincidente. O maior valor já aplicado pela Semma até hoje foi de R$ 46 mil.

Denúncias podem ser feitas pelos telefones 153, da Guarda Civil Ambiental, ou pelo 3420-2967 (Semma) ou na sede da Secretaria, no Aeroparque.

COMO CONSULTAR O CÓDIGO DE POSTURAS

Para saber mais sobre o Código de Posturas de Paranaguá, que trata – dentre outros temas – da questão do descarte do entulho, é preciso acessar o site da Prefeitura no endereço http://www.paranagua.pr.gov.br. Logo em seguida, acessar o menu superior “Transparência” e escolher a opção “Leis Municipais”. Um botão vermelho na parte inferior dá acesso ao Código na íntegra.

Fonte: PMP

PIB de Paranaguá comemora 112 anos de fundação

capa-112° ANIVERSÁRIO DA PRIMEIRA

A Primeira Igreja Batista de Paranaguá comemora 112 anos de fundação nos dias 6 e 7 de setembro, a partir das 19h30. O Quarte Master de Londrina estará presente, prestigiando a programação, juntamente com o pastor Ednaldo Rocha.

Mercado do Café tem opções gastronômicas para todos os gostos

Permissionários servem desde frutos do mar ao barreado, prato típico da culinária do Litoral. Há opções, também, para lanches rápidos.

13351Ao contrário do que possa sugerir o nome, o Mercado Municipal do Café de Paranaguá, localizado no Centro Histórico, não serve apenas um bom café da manhã. No espaço, dez restaurantes diferentes servem desde pratos comerciais até frutos do mar e barreado, comida típica do Litoral paranaense. Os proprietários, que são permissionários do espaço com licenças cedidas pela Prefeitura de Paranaguá, recebem, diariamente, centenas de parnanguaras e turistas ávidos por conhecer um pouco mais da cultura e culinária da cidade.

O restaurante Ô D’Casa, por exemplo, serve almoço e tem um dos seus principais atrativos o horário diferenciado de funcionamento quando comparado a outros restaurantes da cidade: de segunda à sexta é possível almoçar até às 16h e, aos domingos, o restaurante serve até às 15h. “Além disso, também abrimos durante os bailes de Fandango que acontecem duas vezes por mês, quando servimos as bebidas típicas ‘mãe com a filha’ e ‘cataia’”, explica a proprietária do estabelecimento, Mara Souza.

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Já o famoso barreado pode ser encontrado em dois restaurantes. No restaurante Paraíso da Comida e no Restaurante da Dona Dercy, o prato é servido diariamente. “No nosso caso, o cliente pode optar pela opção do barreado acompanhado de camarão, que serve até três pessoas”, salienta a dona do estabelecimento Paraíso da Comida, Neoci Barbosa Carvalho.

Para quem busca opções para um lanche rápido, a boa pedida são os restaurantes Alcione Lanches e Companhia do Salgado, que servem bolinhos de carne, banana recheada, empadinhas e rosquinhas.

13354Para quem prefere os pasteis, a dica é a tradicional pastelaria Kubo. Há 65 anos, o estabelecimento é tocado pela quarta geração da mesma família. Segundo explica Luciane Campos, funcionária do Kubo, o pastel mais pedido é o de carne, mas há diversas opções disponíveis.  A pastelaria da Alcione também é outra boa opção com mistura de ingredientes.

Veja, abaixo, a lista de alguns estabelecimentos do Mercado Municipal do Café, seus horários de funcionamento e principais pratos: 

Restaurante ‘Paraíso da Comida’. Serve frutos do mar e barreado para almoço. O prato típico do litoral paranaense pode ser encontrado por R$ 50 e serve até três pessoas. A opção acompanhada de camarão sai por R$ 80.

Restaurante ‘Bom Gosto’. Serve almoço. O carro-chefe é o prato com arroz, feijão, fritas, salada, camarão e demais acompanhamentos. Serve duas pessoas e custa R$ 55. Serve de segunda a sábado, entre 11h e 15h.

Alcione Lanches. Serve petiscos e salgados. Destaque são o bolinho de camarão, de banana e as coxinhas. Funciona das 7h às 18hrs.

Ô D’Casa Restaurante. Serve refeições com horário estendido até às 16hrs de segunda a sábado. No domingo também abre e funciona até às 15h. Nos bailes de Fandango (dois sábados por mês), serve bebidas típicia ‘Mãe com a filha’ e ‘Cataia’.

Restaurante da Dona Dercy. Não trabalha com café da manhã. No almoço, o destaque fica para os pratos comerciais com frutos do mar e o barreado, servido diariamente. O prato comercial com camarão serve duas pessoas e custa R$ 35.

Companhia do Salgado. Serve salgados e o destaque são os bolinhos de banana, camarão ou carne, empadas e rosquinhas fritas. Funciona das 8h às 18h, de segunda a sábado e abre em noites de baile de Fandango.

Pastelaria Kubo. Serve pasteis há mais de 65 anos no Mercado do Café. O mais pedido é o tradicional pastel de carne, que custa R$ 3. Abre de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 14h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 6h30 às 12h.
Cantinho do Gil. Fica no Box 21 (parte externa do mercado) e serve pratos-feitos a partir de R$ 13. Abre de segunda a sábado, das 9 às 15h30.

Sobre o Mercado do Café 

Iniciou-se a construção no governo de Afonso Camargo e concluído no governo Caetano Munhoz da Rocha. Um misto de art-nouveau com classicismo, todo em ferro fundido trabalhado em arco e rendilhados. Contemporâneo do Mercado do Artesanato (antigo mercado de peixes), abriga hoje um centro gastronômico de frutos do mar e comida típica do litoral. Acredita-se que tenha sido edificado no largo onde outrora fora o logradouro em que estava instalado o pelourinho, símbolo do poder Real na cidade desde a sua fundação em 29 de julho de 1648. Localiza-se na Rua General Carneiro ou Rua da Praia – Centro Histórico.

Fotos: Marcio Tibilletti.

Atleta parnanguara é campeã Brasileira de Kumitê

8.2- marina silvaMariana Silva foi campeã brasileira em kumitê em sua categoria. E a conquista foi comemorada com sofrimento, pois ela foi para o Campeonato com uma lesão no tendão de aquiles e não abriu mão de participar. Com muita garra e dor conquistou o ouro, e está em tratamento no Hospital Vitta fazendo ressonância, mas a família encara tudo de perto pois “são coisas de atleta”, como lembrou a mãe, Vanessa.

O Campeonato foi realizado em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, nos dias 22 e 23 de agosto, no Ginásio da Ilha São João, e fez parte das comemorações de 40 anos da chegada do karatê ao Brasil. O evento foi aberto à participação de todas as linhas do karatê.

Foi o 31º Campeonato Brasileiro de Karatê Goju-Ryu, idealizado pela IKGA/Brasil.
As eliminatórias do campeonato de Kata, Bunkay, Kata em equipe e kumite no primeiro dia do Campeonato.

Mariana foi com outros atletas representar o Estado do Paraná e sua cidade Paranaguá. “Agradeço ao patrocínio e apoio que tenho recebido”, disse a atleta.

Barqueiros reclamam da velocidade de navios próximo à Ilha do Mel

Norma é de que usem velocidade entre 8 e 14 nós, mas barqueiros dizem que não é obedecido

5.1-ilha-do-melA velocidade dos navios passando próximo ao destino indutor do Paraná, a Ilha do Mel, é alta e provoca problemas aos barqueiros e donos de lanchas de passeio.

Os conteineiros estariam passando rápido perto da região. De acordo com alguns barqueiros do município, os mesmos já teriam reclamado sobre a questão na praticagem de Paranaguá, uma vez que os navios entram na região de Paranaguá auxiliados pelos práticos.

De acordo com a Norma de Tráfego marítimo e permanência nos portos de Paranaguá e Antonina , no capítulo 7, item 7.1.1 determina que, “durante o trânsito no canal de navegação, para o navio que demanda o porto, após ultrapassar o par de boias Nº 07 e 08, poderá variar a velocidade no fundo entre 14,0 (quatorze) a 8,0 (oito) nós. A velocidade poderá ser reduzida, caso não comprometa a segurança da navegação.

O Comandante e o Prático Embarcado avaliarão esta condicionante durante a manobra.

Denúncia

Em caso de denúncia da norma desobedecida, a Capitania dos Portos do Estado do Paraná orienta ligar para a sede da instituição com algumas informações como localização e nome do navio para que a embarcação possa ser autuada.

O telefone da Capitania dos Portos é 3423-3033.

Medida em nós

De acordo com pesquisas, a velocidade em nós é uma unidade que deriva de um sistema de medição de velocidade bastante primitivo – chamado barquinha -, que começou a ser utilizado no século XVI. O instrumento consistia, basicamente, de uma corda com uma das extremidades amarrada a uma prancha pesada, de madeira, e a outra a um carretel, do mesmo material.

Essa corda era marcada com nós em intervalos regulares de aproximadamente 14,5 metros. Quando o barqueiro desejava saber a velocidade a que estava navegando, a prancha era lançada ao mar. Com o barco em movimento, a água freava a madeira, fazendo com que a corda se soltasse do carretel que permanecia no barco. Com a ajuda de uma ampulheta, o barqueiro observava quantos nós se desenrolavam em um determinado período de tempo.

Atualmente, esse método rudimentar não é mais utilizado, mas a palavra nó continua em voga para calcular a velocidade das embarcações em todo o mundo. Hoje, 1 nó equivale a 1,852 quilômetro (ou 1 milha náutica) por hora.