Contaminação motiva plano preventivo

5.1- rioO Paraná poderá ser mais ágil nos casos de contaminação do meio ambiente por produtos químicos perigosos- como o ocorrido este mês com o vazamento de produtos tóxicos no Rio Emboguaçu, em Paranaguá.

A partir de fevereiro, será colocado em prática um plano que envolve diversos órgãos na prevenção e resposta a emergência ambientais, ao custo de R$ 2,4 milhões. Os resultados, porém, devem ser sentidos apenas em 2016.

Pelo projeto, o laudo laboratorial do local contaminado, que hoje demora de 25 a 30 dias, poderá sair em até 72 horas. “Com a análise rápida, fica mais fácil identificar os melhores meios para contenção de danos”, explica o coordenador do porjeto e tecnico da Secretaria do Meio Ambiente, Reginaldo de Souza. No caso do acidente em Paranaguá, que aconteceu em 15 de janeiro, o laudo ainda não saiu.

Por isso que precisamos de mais trincheiras ou viadutos

1493245_744165145613470_338328216_nAcidente em linha férrea na tarde de ontem é só mais um exemplo, somados a tantos outros com acidentes com vítimas fatais em Paranaguá que mostram o motivo real de termos mais trincheiras ou viadutos onde temos linha férrea e muito movimento.

O acidente da foto acima ocorreu ontem à tarde na avenida Coronel Santa Rita e registrada pelo morador Ricardo Martins. Na rede social facebook, ele disse que o maquinista só teria apitado quando já estava na pista da Santa Ritta, o que deixa os motoristas cada vez mais apreensivos cada vez que devem passar pela linha férrea.

Com a palavra a empresa ALL, responsável pelas manobras dos trens em Paranaguá.

1525408_744165908946727_1006007912_n

Criança de dois anos joga inseticida em fogueira e sofre graves queimaduras em Guaraqueçaba

1234064_414712051968703_187223384_nUma criança de dois anos sofreu graves queimaduras nas pernas e nos braços após jogar um pote de spray de inseticida em uma fogueira nos fundos da sua casa, em Guaraqueçaba. Ela recebeu os primeiros atendimentos ainda no hospital do município, mas devido à gravidade precisou ser transportada de Grupamento Aéreo (Graer) para Curitiba.

De acordo com o tenente Alberto, a mãe informou que ele estava brincando em casa quando inconscientemente causou esse acidente. “Ele achou essa lata de spray no chão e jogou numa fogueira, que ocasionou uma explosão na hora”, comentou.

Segundo o major Julio César, o caminho entre Curitiba e Guaraqueba é difícil, tanto pela baía, quanto pela estrada, então o transporte aéreo foi a maneira mais segura de dar um tratamento adequado a criança. “Ele se manteve tranquilo durante a viagem principalmente pela presença da mãe. Nesse momento ele está o estado dele é estável”, afirmou.

Assim que chegou a capital, a criança foi levada para o Hospital Evangélico