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Por pouco, não sou vítima da ALL!
Coluna INFORME- Luciane Chiarelli
ALL e os riscos que corremos
Eu escrevo sobre várias situações. Nem todas eu senti na pele, mas ouvi o relato de terceiros e compro a briga.
Mas falar sobre a ALL hoje será um texto no qual, eu mesma, me coloco como testemunha, ou quase vítima.
Sábado, dia 03 de outubro, por volta das 12h50, na Avenida Roque Vernalha. Situados?
Eu estava atravessando a linha férrea e a poucos metros havia uma locomotiva. Pensei que estava parando, pois não fazia nenhum som.
Mas quando eu estava no meio da linha férrea (ali são 3 caminhos) o maquinista avisa que vai passar.
Eu estava com mais uma mulher e duas crianças no carro. Uma das crianças com 2 anos e outra com 2 meses de vida.
Então, eu já ouvi muitas reclamações da demora que a passagem dos trens provoca, já divulguei com tristeza morte de pessoas que sofreram acidentes na linha férrea, mas sempre pensei que a ALL fazia sua parte avisando com bastante antecedência que “vai passar”, mas vi e ouvi que não é assim.
Já registrei dia e horário, se o problema é do maquinista então quero saber quem é o irresponsável.
Até lá, a ALL atua com irresponsabilidade nas travessias das linhas férreas e eu sou uma testemunha.
Com a palavra a empresa!
Trecho da coluna publicada no jornal Diário do Comércio desta sexta-feira (09/10/2015)
Crônica do Dia com Katia Muniz
Antes do Amanhecer
Por: Katia Muniz
Após assistir ao fabuloso “Boyhood”, saí do cinema cambaleando de emoção – isso tem tempo, foi em novembro do ano passado – e, desde então, venho prestando atenção em duas coisas: primeiro, no ator Ethan Hawke e, segundo, no diretor Richard Linklater.
Ethan virou meu queridinho. E lá fui eu dar uma olhada em outros filmes que ele protagonizou. Achei a trilogia do “Antes”, composto por: Antes do Amanhecer, Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia-Noite. Todos assinados pelo mesmo diretor. Como se vê, Ethan também é o queridinho de Richard Linklater.
Um dia desses, usei uma imagem do filme Antes do Amanhecer para ilustrar uma crônica minha, no Facebook. E, assim como eu, tempo atrás, descobri que muita gente desconhece o filme.
Eu sou fã assumida do cotidiano. Deve ser por esse motivo que escrevo crônicas.
Gosto, realmente, do dia a dia. E das surpresinhas que a vida nos traz para sairmos da letargia e do marasmo.
Encontrei em Richard Linklater o mesmo gosto. Ele dirige sem pressa, preso a detalhes, escolhendo as cenas a dedo.
Antes do Amanhecer fala sobre paixão.
Em uma viagem de trem, os protagonistas se conhecem e não demoram muito para descobrirem que não era somente uma viagem qualquer.
Ele a convence a desembarcar em Viena, mas no dia seguinte, ela precisa estar em Paris e ele, retornar aos Estados Unidos.
A partir daí se dá o encantamento do filme.
A paixão cronometrada no relógio. A paixão com dia e hora para encerrar. A paixão com direito a intervalo, pouco tempo depois de nascer.
O casal passeia, conversa, troca o primeiro beijo, brinda o amor, dorme na grama de um parque, vê o dia amanhecer, faz a promessa de um novo encontro.
O filme é lindo na fotografia e em diversas cenas, incluindo a que os dois põem o sorriso bobo no rosto. Aquele, típico de quem está perdidamente apaixonado.
E segue assim, mostrando nuances, retratando a beleza que é descobrir o outro. Convidando a quem assiste a fazer os mesmos percursos do casal. Cutucando sentimentos.
Há quem não goste da lentidão, prefira a urgência dos fatos e o atropelo dos momentos. Se você faz parte do segundo time, não perca seu tempo vendo o filme, muito menos a trilogia.
“Antes do Amanhecer” nos diz de maneira sutil, através de seus protagonistas, que o dia amanhece para todos, mas não são todos que sabem viver e aproveitar cada segundo.
Manchetes do DC
Crônica do Dia com Katia Muniz
Por: Katia Muniz
Faz três anos que, toda sexta-feira, ouço meu nome na Rádio Ilha do Mel FM.
A jornalista Luciane Chiarelli e o âncora do jornal Rede Notícias, Flávio Petruy, emprestam suas vozes aos meus textos, leem frases das minhas crônicas, fazem comentários, dão opiniões.
Deixam o convite para a audiência, que os prestigia, a ler o que eu escrevo.
Assim, nossa ligação tem se solidificado. Parceria é um jeito, uma outra forma de se dar as mãos.
Comecei a escrever num ímpeto. Talvez, em toda a minha vida, essa tenha sido a única vez em que dei asas à impulsividade. A única vez em que não medi consequências. A única vez em que pensei no momento e não no futuro. Quem convive comigo sabe o quanto mantenho os meus pés bem fincados no chão. Que a razão costuma ser minha companheira inseparável.
Meus primeiros textos foram uma brincadeira, um hobby, uma ocupação de tempo.
Quando dei por mim, tinha uma coluna no jornal. Quando dei por mim, firmei parcerias. Quando dei por mim, meus textos ganharam espaço em dois blogs. Quando dei por mim, era lida.
A foto na coluna do jornal me identifica. É o rosto que autentica as letras. É o rosto que forma frases e parágrafos. É o rosto que assina os temas semanais das crônicas.
“Eu acompanho seus textos”.
Acuso o golpe cada vez que ouço essa frase. Ela me puxa para a realidade. Diz que, mesmo no silêncio e na solidão de cada texto que componho, há olhos, há reflexões, há respostas, há mensagens de apoio, há gente pedindo conselhos, há pessoas dando sugestões de pauta, há uma infinidade de alcances.
São quase quatro anos de coluna semanal e três anos de comentários na rádio. Festejo hoje, de maneira mais séria e responsável, a brincadeira do passado.
Aos que me acompanham nessa trajetória, meus grandiosos agradecimentos.
Cronista? Sei lá.
Sou só alguém que passou pelas portas que se abriram. Que resolveu deixar entrar as oportunidades que me visitaram.
Aos que seguem comigo, um brinde!
Cartão do PERTO para aliviar pagamento de R$ 15
Informe – Luciane Chiarelli
O sistema do PERTO- Programa de Estacionamento Regulamentado (PERTO), em Paranaguá, não permite que ao pagar um “aviso” do guarda municipal você possa pagar a multa equivalente a um talão e ainda receber um talão novo no pagamento.
Isso acontece em Curitiba, mas aqui em Paranaguá, você paga a notificação e “lambe os beiços” por não receber uma multa.
Mas um cartão do PERTO ainda pode ser entregue ao “infrator” quando ele pagar os R$ 15,00 por falta do comprovante no carro.
Pelo menos é isso que o vereador Arnaldo Maranhão espera com a apresentação do Projeto de Lei, nesta semana, na Câmara de Paranaguá.
O projeto é bom. Não podemos ter um talão inteiro como acontece em Curitiba? Pelo menos um cartãozinho já vale!
Eleição
Estou em ritmo de eleição.
Mas estou falando da eleição no Conselho Tutelar. Onde quer que eu vou, peço votos para a advogada Giovana Machado de Magalhães que já atuou em alguns casos, no Fórum, envolvendo menores de idade e pode dar suporte jurídico à formação do futuro Conselho Tutelar.
Cada eleitor de Paranaguá pode votar em cinco nomes.
Ainda verificarei todos os nomes, mas já adianto um e peço seu voto.
A eleição acontecerá no dia 4 de outubro, das 8h às 17h, no Terminal de ônibus, no centro de Paranaguá.
A eleição, aliás, é unificada, ou seja, acontece em todos os municípios brasileiros.
LOA
Está na hora de discutir a Lei Orçamentária Anual que deve ser apresentada ao Legislativo e define o orçamento do Poder Executivo para o próximo ano.
A LOA será apresentada em audiência pública no dia 29, às 10h, na biblioteca Municipal Leôncio Correia.
Detalhe: oportunidade para apontar onde você quer que os recursos públicos sejam investidos. E de preferência em nome da coletividade.
Sem esperança
Divulguei sobre os investimentos anunciados para o aeroporto de Paranaguá. Tomei conhecimento que são para o aeroporto localizado no Aeroparque onde ninguém quer, seja populares como a própria administração municipal.
Acontece, que eu vou acabar divulgando que estes investimentos também serão cancelados, assim como foram os recursos para a entrada da cidade.
O governo federal vem usando de umas estratégias infelizes de divulgar o que não pode ou não quer, ou ainda, nem tem condições de cumprir. Por isso, arrisco dizer que não teremos recursos para o aeroporto.
Dengue: o perigo está em todo lugar
O DC traz, nesta sexta-feira, uma matéria sobre a dengue. E vou dizer uma coisa, este inverno em parcelas, não está ajudando nenhum pouco. Além disso, a população também não ajuda muito.
O mosquito está aí, e acabar com possíveis focos do inseto é dever de cada um. A preocupação com uma epidemia é crescente, pois os números de casos de pessoas com dengue deram uma estagnada, mas é só descuidar, para vermos os índices aumentando em Paranaguá. Então fica o recado para verificar se, no seu quintal, não tem local onde o mosquito pode estar fazendo a festa, e acabar de vez para sua segurança e da sua família.
Coluna publicada no jornal Diário do Comércio no dia 25 de setembro de 2015
Equipe afinada, sucesso na feira Mães e Filhos e mais na coluna Conexão Social
Queremos recursos para a entrada da cidade e aposto que a CPMF vai pagar outras contas!
Notas da coluna Informe publicadas no Jornal Diário do Comércio do dia 18/09/2015. Confira
Movimento contrário
Um movimento contra a implantação da CPMF já tomou corpo em todo o país. O que foi aventado como uma possibilidade há meses atrás, agora fica mais perto de acontecer.
E os brasileiros se sentindo assaltados porque verão, 0,02% de cada transação financeira, abocanhados para pagar a farra que o governo federal implantou nos últimos anos.
Enquanto isso, a entrada da cidade de Paranaguá às escuras no período noturno. Sem sinalização vertical ou horizontal, com asfalto precário, sem iluminação e sem limpeza.
Esse mesmo governo federal cancelou a verba que seria usada para a recuperação deste gargalo portuário e rodoviário no Paraná.
Mas se você perguntar o motivo do cancelamento, terá que esperar.
Porque, agora, eles estão mais preocupados em tirar a CPMF$$$ da sua conta, assim como da minha.
Doendo no bolso
E está doendo no bolso de todo mundo, além da possibilidade de doer ainda mais com a aprovação da fatídica CPMF.
Mas até as prefeituras estão sentindo a necessidade de se manifestar. A forma de manifestação foi com fechamento das portas, o que deve ocorrer no próximo dia 21.
Sobre isso, falaram prefeitos do Litoral, durante entrevista coletiva em Paranaguá.
A queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além dos cortes de recursos para obras (como da entrada da cidade, por exemplo) estão fazendo doer os bolsos do poder público municipal.
E como a moda é tirar do bolso do povo para arrumar as contas, não duvido que impostos como IPTU e ISS não ganhem uma apimentada para o ano de 2016.





