Incêndio atinge armazém perto do Porto de Paranaguá

O fogo ficou fora de controle, mas não houve ocorrência de feridos no local.
Corpo de Bombeiros pediu reforços de Morretes e Matinhos.

 1480_465059490218006_876064167_nUm incêndio atingiu um armazém de fertilizantes, próximo ao Porto de Paranaguá. O fogo atingiu o setor de sacarias e logo se alastrou por todo o barracão, que tem 8 mil metros quadrados. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h.

Dois caminhões dos Bombeiros, além de duas viaturas leves, foram até o local para tentar controlar as chamas do incêndio, porém não conseguiram diminuir a intensidade. Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Paranaguá, reforços das cidades vizinhas de Morretes e Matinhos foram solicitadas para se dirigir para o Porto para prestar apoio. Não há informações de feridos até o momento.

O barracão pertence a uma indústria do setor de fertilizantes, que armazena produtos antes de entrar no Porto de Paranaguá.  (Fonte: Gabriel Hamilko Do G1 PR)

Paranaguá recebe navio Aida Cara pela segunda vez

3.1- navio (1)Amanhã, às 9h, o navio alemão Aida Cara retorna ao Porto de Paranaguá com 1.180 passageiros e 350 tripulantes, para a segunda parada técnica do ano no Paraná. O navio vai atracar no berço 208, em frente ao portão principal, local que já está sendo preparado pela equipe de limpeza e segurança da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
Além da Appa, a Secretaria de Estado do Turismo, a EcoParaná e demais órgãos farão a recepção aos turistas. A embarcação já passou pelo Porto de Paranaguá outras cinco vezes, a última em 15 de novembro.
Para este retorno, segundo a agência autorizada Special Paraná, já estão vendidos 160 pacotes. As opções oferecidas aos passageiros do navio são Sol e praia e ecoturismo na Ilha do Mel; passeio cultural e gastronômico em Paranaguá, Morretes e Antonina; passeio cultural em Paranaguá e passeio em Curitiba, com paradas no Jardim Botânico, Ópera de Arame, Centro Histórico, Museu Oscar Niemeyer e Santa Felicidade.

Grupo de trabalho propõe contribuições ao novo marco regulatório

Porto de Paranaguá

Porto de Paranaguá

Nesta semana, representantes de toda a comunidade portuárias se reuniram com a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) para tratar da Medida Provisória (MP) 595, publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (7).
Esse foi o primeiro contato, com o objetivo de discutir as dúvidas sobre a nova norma anunciada na semana passada pelo Governo Federal. Uma nova reunião foi marcada para acontecer no dia 12. Desta vez para colocar no papel as contribuições conjuntas a serem apresentadas ao documento. Como explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino, o debate é fundamental nesse momento. “As dúvidas são muitas e se não forem solucionadas tendem a dificultar o plano de desenvolvimento já iniciado nos portos do Paraná. Estamos propondo que façamos, em conjunto, o debate destas medidas para que sejam atendidos os interesses públicos. Queremos dar vazão às ações já iniciadas por todos os envolvidos no sistema portuário”, esclarece.
Ainda segundo Dividino, as reuniões realizadas em Paranaguá – a desta terça-feira e a de quarta – seguem o que ocorre em todo o país. “A comunidade portuárias dos demais terminais do Brasil estão reunidas, como nós, para pensar na medida. Temos que pensar em dois momentos. De imediato, nos contratos que estão vencendo, nas empresas que estão apreensivas, nas ordens de serviços, na super safra que se avizinha e na possibilidade de surgir uma grande insegurança jurídica sobre todas as questões. Além disso, devemos pensar nos efeitos que possam comprometer o futuro dos portos”, afirma.
Como lembrou o diretor administrativo financeiro da Appa, Carlos Roberto Frísoli, a medida ainda não foi sancionada. Havia prazos para apresentação de emendas, até a quinta-feira (13). Vencido esse prazo, a norma segue para apreciação da Câmara Federal e do Senado.
Além de toda a diretoria da Appa e de representantes da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística (Seil), participaram do encontro operadores portuários, arrendatários, representantes dos trabalhadores portuários, Polícia Federal, Ministério da Agricultura e Receita Federal. Representantes da Secretaria de Infraestrutura e Logística também estavam presentes.

Ampliação do pátio de caminhões e instalação do porto de Pontal em discussão

Pátio de triagem foi construído em 1970

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou nesta semana, em primeira votação e regime de urgência, um pedido de crédito adicional de até R$ 46,5 milhões do Poder Executivo do estado no orçamento vigente para três finalidades: implantação do programa “Tudo Aqui Paraná”, ampliação do pátio de triagem do Porto de Paranaguá e instalação do distrito industrial de Pontal do Paraná e também do porto do município.

A informação é da jornalista Fabiane Ziolla Menezes no jornal Gazeta do Povo da última quarta-feira, dia 28. O pátio de triagem dos caminhões foi construído na decada de70 e não consegue mais comportar o movimento. Com certeza a comunidade portuária fica satisfeita com a ampliação porque as filas de caminhões também acontecem pela falta de espaço no pátio.

De acordo com a jornalista, não há muitas informações sobre a instalação do distrito industrial e do porto de Pontal do Paraná. O prefeito de Pontal, Rudisney Gimenes, disse desconhecer o projeto. “Não tenho ideia do que eles estão aprovando”, disse o prefeito para a reportagem.

Superintendente da Appa participa de Congresso de Direito Portuário

 

Luiz Henrique Dividino, Superintendente da Appa

Hoje (28), às 19h, o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, apresenta os projetos de modernização dos portos paranaenses, no I Congresso Brasileiro de Direito Portuário e Aquaviário. O evento reúne profissionais que atuam na área portuária, principalmente ligada à legislação, no Hotel Camboa, em Paranaguá.

O congresso é coordenado pelo procurador do Trabalho da 9ª Região, Gláucio Araújo de Oliveira e Milene Corrêa Zerek Capraro, advogada, mestre em Direito Internacional – Marítimo e Portuário. Outras informações, pelo site www.talentosbrasil.com.br.

 Serviço

Data: 28 e 29/11/12 (quarta e quinta-feira)

Horário: a partir das 14h

Local: Camboa Resort Hotel

Endereço: Rua João Estevão, centro, em Paranaguá-PR.

Porto de Paranaguá intensifica controle de zoonoses

Funcionário faz retirada de carcaças de animais mortos

De janeiro a setembro, 1.626 carcaças de ratos e 1.705 de pombos foram recolhidas na área portuária. O Plano de Controle de Zoonoses, desenvolvido pelo Núcleo Ambiental da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), também prevê desinsetização e coleta de resíduos. Há um mês, uma empresa foi contratada por licitação para acirrar o controle da população desses animais.

“As áreas portuárias reúnem condições que facilitam a proliferação dessa fauna nociva, principalmente pela concentração de alimentos e água. Porém, com ações ostensivas de controle desses animais e com a limpeza permanente, temos dados passos importantes para a redução dessa população”, afirma o diretor técnico da Appa, Paulinho Dalmaz.

De julho a setembro, a equipe de controle de zoonoses recolheu 309 carcaças de ratos e distribuiu mais de 400 blocos parafinados para captura desses animais na área portuária. Em todo o ano, já foram 2.772 iscas estrategicamente posicionadas para reduzir o número desses bichos.

A presença de pombos, na área portuária, também é uma ameaça às operações e à saúde. Porém, de julho até setembro deste ano, 323 carcaças desses animais foram recolhidas. “Recolhemos os animais que morrem naturalmente. Além disso, aplicamos métodos naturais e criamos barreiras – como a instalação de telas – que impede que os pombos façam novos ninhos na área”, explica o diretor técnico do Appa. No trimestre, foram retirados 715 ninhos de pombos. De janeiro a setembro, foram 2.214.

“Nunca essa limpeza foi levada tão a sério quanto nos dois últimos anos. Cada vez mais estamos incorporando a cultura da limpeza na comunidade portuária, o que ajuda a reduzir a fauna sinantrópica nociva. Esse é o passaporte para que o Porto seja livre de doenças e possa garantir qualidade”, conclui Dalmaz.