Servidores da Prefeitura recebem pagamento hoje

O pagamento dos servidores da Prefeitura de Paranaguá será efetuado hoje, a partir das 18 horas. A informação foi confirmada pela secretária Municipal de Recursos Humanos, Gabriela Rodrigues Cascão.

caixa_eletronico_saque_dinheiro_conta_bancaria_jornal_de_lavrasO prefeito em exercício, Edison Kersten, lembrou que por determinação do prefeito Mário Roque, a folha de pagamento deve ser liberada sempre no dia 27 de cada mês, e mais uma vez os servidores receberão antes do final do mês. “Isso dá mais tranquilidade ao servidor e é uma demonstração de respeito pelo serviço público pagar antes aos funcionários que nos ajudam a administrar a Prefeitura”, disse Kersten.

A Secretária de RH confirmou que o processamento dos dados bancários está sendo efetuado pela Caixa Econômica Federal com informações da folha de pagamento, da contabilidade e da Secretaria da Fazenda, e que após as 18 horas os funcionários públicos terão os pagamentos liberados em suas contas.

Adicional de insalubridade para os agentes de saúde é reconhecido

Evento de entrega do documento de reconhecimento de adicional de insalubridade 9299acontece hoje, às 17h, na sala de reuniões do Palácio São José, sede da Prefeitura de Paranaguá. O adicional de insalubridade foi alvo de discussões na Câmara e da manifestação de profissionais da Prefeitura reivindicando o repasse do valor para os agentes comunitários de saúde.

O Prefeito Interino, Edison Kersten, fará a entrega dos documentos aos profissionais de saúde de Paranaguá.

Oitenta e sete navios esperam para atracar no Porto de Paranaguá

navio (1)O Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, está com uma fila de 87 navios graneleiros aguardando no corredor de exportação para atracar nesta quarta-feira (26). A situação acontece devido à chuva, já que as operações com grão não funcionam com o tempo chuvoso. A chuva e a alta umidade do ar atrapalham o processo, deixando os seis berços destinados a grãos – soja, milho e farelo – parados.

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informou que as operações de grão estão praticamente paralisadas desde o dia 15 de junho, quando começou o registro de chuva na região.

Em dias sem chuva, a média de navios graneleiros esperando para atracar é de 50 a 60 navios, de acordo com a Appa. Com o tempo bom, um navio leva de três a quatro dias para ser carregado com 60 toneladas de carga. Nos dias chuvosos, leva-se o dobro do tempo, ainda conforme a Appa.

As operações com os navios de fertilizantes também são prejudicadas com a chuva. Até a tarde desta quarta-feira, 22 navios de fertilizantes aguardavam para atracar no Porto deParanaguá.

Fundação Getúlio Vargas faz diagnóstico turístico de Paranaguá

Avaliação é feita por consultor da FGV por meio de entrevistas com trade turístico e secretarias municipais

esta FGVRepresentantes de hotéis, restaurantes, lanchonetes, enfim, todo o trade turístico da cidade, assim como da Associação Comercial e Prefeitura de Paranaguá estão sendo entrevistados pelo consultor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Thyago Mathias.

Paranaguá, aliás, é a primeira cidade dos três destinos indutores do Paraná a passar por essa avaliação. O trabalho começou na última segunda-feira, dia 24 e termina na próxima sexta-feira, dia 28 com o objetivo de avaliar os critérios que a FGV tem para fazer o diagnóstico turístico de uma cidade, com o aval do Ministério do Turismo.

A avaliação tem três dimensões que abrangem infraestrutura da cidade, acesso, aspectos sociais, ambientais e culturais, além da cooperação regional, ou seja, do município de Paranaguá com as demais cidades da região litorânea.

Foram entrevistados o presidente da Fundação Municipal de Turismo, Rafael Guttierres Junior, que está dando suporte para a realização para as demais entrevistas; além dos representantes das secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Planejamento, Segurança, Cultura, assim como da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal, Conselho Tutelar e todos os envolvidos no receptivo de turistas na cidade.

Thyago Mathias também fará visitas técnicas no destino indutor assim como nos equipamentos culturais como o Museu e a Ilha do Mel.

O resultado de todo esse trabalho deve ser divulgado, num primeiro momento em Brasília, no final do ano.

“O resultado será o comparativo da cidade com ela mesma, pois mostrará o quanto ela evoluiu dependendo de cada quesito avaliado”, explicou Thyago Mathias.

Terminando o trabalho em Paranaguá, o consultor seguirá para Foz do Iguaçu e depois para Curitiba, os outros destinos indutores do Paraná.

“O Paraná é privilegiado, pois tem estados sem nenhum destino indutor e nós temos três e vamos trabalhar para expandir o setor turístico de Paranaguá ainda mais. Temos interessados na atracação de navios de passageiros entrando em contato e que conheceram o potencial da cidade e da região que oferece de tudo um pouco, ou seja, esportes náuticos, turismo rural, turismo religioso, de negócios, histórico, tem belezas naturais e muito mais”, completou o presidente da Fundação.

Serviço da balsa para Ilha dos Valadares é alvo de reclamações

Vereadora encaminha documento querendo explicações sobre contrato, termo de ajuste de conduta, entre outros

balsa_valadares“Este é o primeiro passo para resolvermos a questão do péssimo serviço prestado pela empresa DFF Serviços e Construção Naval”, disse a vereadora Sandra Regina das Neves durante sessão na Câmara de Paranaguá.
3.2- sandraA empresa presta serviços de transporte através da balsa do continente até a Ilha dos Valadares e vice-versa. Aprovado por unanimidade, o requerimento apresentado pela vereadora solicita os documentos necessários para análise, como cópia do contrato, cópia integral do processo licitatório e o termo de ajuste de conduta firmado entre o Município e a Promotoria Pública sobre este serviço.
“Queremos, com a análise, dar uma resposta à população sobre o que, de fato, impede que a empresa preste o serviço com maior qualidade. Saberemos qual a responsabilidade da empresa e qual a do poder público”, disse a vereadora na rede social Facebook junto com cópia do requerimento aprovado.
Segundo ela, o objetivo é reunir todos os envolvidos nesta questão, como Prefeitura Municipal Paranaguá, IBAMA, IAP, Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Urbanos, vereadores, com o objetivo de defender os interesses dos usuários do serviço.
Uma das cobranças é um atracadouro que, nunca foi feito. Nesta semana, circulou na internet, um vídeo mostrando a chegada da balsa na Ilha dos Valadares. Os carros desciam no meio da água, porque o atracadouro não foi construído.

Municípios do Litoral recebem ICMS ecológico

Ilha-do-Mel-photo182-5ICMS é a sigla que identifica o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. O Imposto incide sobre diversos tipos de serviço como telecomunicação, transporte, importação, entre outros.
E os municípios que investem na preservação ambiental recebem o ICMS Ecológico. O administrador da Reserva do Salto Morato, Eros Amaral Ferreira, explica que o ICMS Ecológico é uma ferramenta de receita que os municípios que em seus territórios possuem unidades de conservação, recebem como um incremento do repasse do ICMS.
Quando um consumidor faz uma compra, por exemplo, e pede a nota fiscal, parte do recurso fica para o comerciante, o Governo do Estado absorve parte deste valor e repassa para o município. “É assim que o dinheiro do ICMS circula. Uma parte do governo do estado usa para seus programas e outra parte ele repasse para os municípios”,explicou o administrador. “Quem tem uma unidade de conservação em seu território, recebe um repasse maior”, lembrou Eros.
O Paraná adotou esse mecanismo e foi exemplo para outros Estados que também aderiram ao ICMS ecológico como forma de compensar e ajudar o município que ainda preserva áreas ambientais.
Atualmente, 240 cidades do Paraná, recebem o ICMS Ecológico e um montante que ultrapassa dos R$ 120 milhões por ano.
No Litoral, o município de Guaraqueçaba recebe em torno de 30% a mais de ICMS devido às unidades de conservação existentes. “Paranaguá é bastante privilegiada com relação a unidades de conservação com a Estação Ecológica do Guaraguaçu, Parque Estadual da Ilha do Mel e Estação Ecológica da Ilha do Mel”, informou Ferreira.
Quanto mais o município preserva, mais tem repasse deste imposto.

Paranaguá perdeu empresa italiana por falta de terreno

Questões ambientais continuam sendo entraves para desenvolvimento das atividades portuárias. A dragagem, por exemplo, ainda depende de autorização do IBAMA para começar

Porto-ParanaguáParanaguá perdeu a oportunidade de ter instalada uma empresa italiana que faz cintas de aço utilizadas em pontes estaiadas. E perdeu pela falta de terreno.
A informação foi dada pelo deputado estadual, Alceu Maron Filho, durante reunião de diretoria da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap). Em contato com o secretário de Estado de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, ele tomou conhecimento da intenção de investimento de uma empresa italiana, justamente, porque o material usado para fazer as cintas, chegariam pelo Porto de Paranaguá e por isso os italianos estavam interessados em instalar uma empresa na cidade.
A reclamação foi a falta de área, pois quem tem área, muitas vezes opta por investimento em estruturas de armazenagem que é mais barato e também é lucrativo.
O grupo italiano esteve no final de maio em Paranaguá avaliando as oportunidades e a viabilidade logística de estabelecer negócios no Estado. Os empresários italianos que visitaram o Porto de Paranaguá são de áreas como infraestrutura, grandes equipamentos, certificação e tecnologia portuária.
Mesmo com a diretoria portuária mostrando o potencial de investimentos, a instalação da empresa também teria esbarrado nas questões ambientais.

Nó do desenvolvimento
Na ocasião, o diretor da Câmara Setorial da Aciap, Juarez Morais e Silva, destacou que as questões ambientais continuam sendo um entrave para o desenvolvimento. Disse que a diferença do Paraná para outros Estados é grande e, prejudicial, para o próprio Porto de Paranaguá.
“O nó do desenvolvimento só tem uma variável e é a ambiental”, resumiu.
Diretores da entidade concordaram que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) precisa ser fortalecido para que os licenciamentos possam ser acelerados.
Juarez lembrou que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina divulga que tem 20 projetos e que esses 20 projetos precisarão de licenciamento. Caso o trabalho continue no ritmo atual, a demora na execução de cada projeto será enorme e prejudicial ao aumento da competitividade do Porto de Paranaguá.
“A dragagem do porto está parada porque o IBAMA não autoriza e daqui a pouco vai ter gente dizendo que o canal já está assoreado porque tem alguns meses que a dragagem (emergencial) terminou e o processo de assoreamento é agressivo e não temos essa autorização”, desabafou Silva.
Ele sugeriu a criação de uma força tarefa do governo do Estado em convênios com universidades para que se encontrem soluções, pois a liberação de um licenciamento, atualmente, sai de 2 a 5 anos, quando sai.
A comunidade portuária aguarda a movimentação política e técnica para que situações como essa possam ser resolvidas.