Aberto teste seletivo para médico e enfermeiro em Paranaguá

São 15 vagas para médico clínico geral e mais 10 vagas para enfermeiro

5.2-teste seletivoA Prefeitura de Paranaguá abriu processo seletivo público destinado a selecionar candidatos para as vagas de médico clínico geral e enfermeiro.

Este teste foi aberto para selecionar profissionais para atuarem na rede municipal de saúde, exclusivamente, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público.

As inscrições podem ser feitas no site da Prefeitura no endereço eletrônico www.paranagua.pr.gov.br sem cobrança de taxa de inscrição.

Para o cargo de médico clínico geral, a carga horária é de 20h em regime de plantão, com valor de R$ 3.366,48, mais R$ 800 por plantão de 12h diurno ou R$ 950 para plantão noturno de 12h realizado. O candidato deve ter diploma, devidamente registrado, de curso de graduação em Medicina reconhecido pelo MEC e registro profissional no Conselho Regional de Medicina.

Para o cargo de enfermeiro a carga horária é de 30h em regime de escala 12X36 com salário de R$ 4.238,00 e deve ter Ensino Superior completo em enfermagem com inscrição ativa e regular no Conselho Profissional da classe.

As inscrições foram abertas no dia 8 e seguem até o dia 20 deste mês. O dia 21 será reservado, apenas, para recebimento do laudo médico obrigatório para candidatos que se inscreverem nas vagas de portadores de deficiência.

Até o final deste mês, o resultado final do processo seletivo deverá estar concluído, de acordo com o edital publicado no Diário Oficial do Município. O edital também pode ser conferido acessando http://www.paranagua.pr.gov.br/pss02-2016.php

 

Coletiva repassará informações sobre Força tarefa realizada em Paranaguá

Força-tarefa contra a dengue em Paranaguá envolve 600 pessoas. Paranaguá, 31/05/2016. Foto: Divulgação SESA

Força-tarefa contra a dengue em Paranaguá envolve 600 pessoas.
Paranaguá, 31/05/2016.
Foto: Divulgação SESA

Os resultados da ação conjunta entre Estado, município e Forças Armadas, serão apresentados em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (2) às 10 horas, na sede da 1ª Regional de Saúde – Paranaguá (Av. Coronel José Lobo, 547 – Oceania).

O evento reunirá o General Alessio Oliveira da Silva, comandante da AD5 – responsável pela região de Curitiba e litoral; a chefe da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde, Ivana Belmonte; a diretora da 1ª Regional de Saúde – Paranaguá, Hilda Nagafuti; e o prefeito do município, Edison Kersten.

NÚMEROS – O novo informe técnico da dengue, divulgado nesta terça-feira (31) pela Secretaria estadual da Saúde, contabiliza 1.197 novos casos no Estado. Desde agosto de 2015 até agora foram confirmados 49.301 casos no total, espalhados por 310 municípios do Paraná, nas 22 Regionais de Saúde.

Neste boletim, três municípios entraram em situação de epidemia – quando há mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes na cidade. Céu Azul, Atalaia e Maripá fazem parte da lista que, agora, totaliza 77 municípios em situação epidêmica.

A Secretaria também confirmou mais duas mortes por dengue no Estado. Uma em Paranaguá e outra em Ivaiporã. Ao todo, são 57 óbitos confirmados por dengue no Paraná.

Os casos de zika passaram de 296 (boletim anterior) para 314. Os casos de chikungunya passaram de 68 para 72.

Litoral tem 16.150 casos de dengue notificados oficialmente

Paranaguá continua sendo a cidade com mais casos de dengue no Paraná. O número oficial, divulgado no boletim número 25, divulgado ontem, mostra que a cidade pólo do Litoral do Paraná tem 15.492 casos, entre autóctones e importados.

A maioria é autóctone, ou seja, de pessoas que pegaram a dengue na própria cidade. De acordo com este boletim, a curva epidêmica de dengue, no Paraná, começou a cair, mas os cuidados precisam ser mantidos para evitar focos de água parada.

A Secretaria de Estado da Saúde alerta o Litoral no sentido de reduzir todas as possibilidades de infestação com novos criadouros.

Confira os números deste último boletim nas sete cidades do Litoral:

lista dengue

Curva epidêmica da dengue começa a cair no Paraná

Sala de Situação da Dengue. Curitiba/17/05/2016

Sala de Situação da Dengue.
Curitiba/17/05/2016

Pela primeira vez, desde o início deste período epidemiológico da dengue, iniciado em agosto de 2015, nenhum município entrou em epidemia no Estado. No novo informe técnico divulgado nesta terça-feira (24) pela Secretaria estadual da Saúde foram confirmados 2.622 novos casos da doença, 766 a menos do que na semana anterior.

“Apesar do número de confirmações de novos casos estar caindo, a mobilização não pode parar. Temos que combater a dengue o ano inteiro, principalmente nas regiões endêmicas da doença”, diz a superintendente de Vigilância em Saúde, Cleide Oliveira.

A superintendente destaca a importância de que toda população vistorie, pelo menos uma vez por semana, o ambiente em que vive à procura de recipientes que acumulam água. “Os ovos do Aedes aegypti podem permanecer por mais de um ano à espera de água para eclodir, por isso é importante eliminar recipientes que podem se tornar criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya”.

Pontal do Paraná realiza processos para construção de Hospital Municipal

DSC_0927A Prefeitura de Pontal do Paraná iniciou processo para construção de um Hospital Municipal. No último dia 18, aconteceu a abertura de envelopes com as propostas de preços referente a contratação de empresa especializada para a elaboração de projeto arquitetônico executivo, coordenação e compatibilização de projetos e relatórios técnicos necessários para a edificação pública do Hospital Municipal, que deverá conter uma área construída de 3.000 m².

A disputa ficou a cargo das empresas Tecnoplan Projetos e Gerenciamento de Obras Ltda – ME e PJJ Malucelli Arquitetura e Engenharia S/S Ltda. Por tratar-se de um processo licitatório onde o vencedor é o que apresenta menor valor, a empresa considerada habilitada foi a Tecnoplan Projetos e Gerenciamento de Obras, que apresentou o valor global de R$ 152.450,00 (cento e cinquenta e dois mil quatrocentos e cinquenta reais), contra os R$ 247.560,00 (duzentos e quarenta e sete mil quinhentos e sessenta reais), da PJJ Malucelli.

“A construção do Hospital Municipal vai ser um grande feito para nossa população. Tenho certeza que a empresa vencedora irá realizar um excelente projeto para podermos dar continuidade a essa obra tão esperada”, disse o prefeito Edgar Rossi.

Multa para quem mantiver foco do Aedes em casa

sujeiraNa primeira entrevista coletiva à imprensa como ministro da Saúde, Ricardo Barros destacou as palavras gestão e articulação. O novo ministro apresentou algumas propostas, como aplicação de multa para quem tiver focos do mosquito Aedes aegypti em casa e não pretende mudar as regras de permanência de médicos estrangeiros no país.

Aedes aegypti

Estimular a execução de multas para quem tem focos do mosquito Aedes aegypti em casa é uma das principais propostas trazidas por Ricardo Barros. “Eu quero fazer esse apelo aos prefeitos para que se não tem uma lei [que preveja multa] que eles aprovem a lei e que façam a fiscalização com muita dedicação. Se o mosquito se comprometesse a picar só na casa onde ele é criado, era fácil, mas infelizmente ele não é disciplinado e a gente não pode deixar que a sociedade toda sofra porque alguém não quer colaborar com o combate ao mosquito”, disse o ministro.

Barros fez uma analogia ao uso de cinto de segurança, dizendo que a população só adotou o hábito de usar esta ferramenta depois que o governo impôs multa.

Fonte: Agência Brasil

Farmácia Popular continua fechada

farmácia popular (1)Há um mês a Prefeitura anunciou que a Farmácia Popular seria reaberta. A notícia foi repercutida pelo Blog da Luciane, mas recebemos questionamentos se o local já estava aberto.

Passei pela Farmácia na tarde desta segunda-feira e pude verificar que as pessoas que contavam com preços tão acessíveis, terão que esperar por tempo indeterminado como está escrito no cartaz na parede da Farmácia.

A responsabilidade é da Prefeitura e a população aguarda informações da reabertura do espaço. Segundo material oficial do poder público, uma reforma estava sendo feita no local e a reabertura foi anunciada para o dia 11 de abril.

farmácia popular (2)

H1N1 é mais grave para diabéticos e cardíacos

Doenças crônicas dos pacientes aumentam vulnerabilidade ao H1N1

h1n1-610x341Um em cada três brasileiros que morreram por complicações de gripe neste ano sofria de problemas cardíacos ou de diabetes, as duas doenças crônicas mais diagnosticadas entre as vítimas. Segundo dados recentes do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde,  das 115 mortes por gripe registradas no país desde janeiro, 37 foram de pessoas com uma das duas condições.

Vários estudos já sugerem que elevados níveis de glicose no sangue aumentam o risco de infecção, por comprometerem o sistema imunológico, ou que a insulina, que tem como função regular o metabolismo da glicose no organismo, possui efeito anti-inflamatório. Todas as pessoas quando entram em contato com um microorganismo (bactéria ou vírus), desenvolvem um processo infeccioso e o organismo reage para combater o agente invasor.

O fator que coloca pessoas com doenças crônicas no grupo de risco, são as condições clínicas em que elas já se encontram. Para os portadores de diabetes isso acaba sendo um problema maior, pois esse grupo possui um controle deficitário dos índices glicêmicos. Por isso estão mais vulneráveis a infecções, devido a já terem problemas na regulação fisiológica da glicemia.

Um agravante às pessoas infectadas com o H1N1 são as combinações ou condições clínicas  que apresentaram anteriormente à contaminação e ao desenvolvimento da gripe. Eliane Sucheviz, analista administrativa do Centro Universitário Internacional Uninter, é diabética e conta que, mesmo tomando a vacina, já foi contaminada pelo vírus da gripe H1N1 três vezes. “Por conta da diabetes, tenho a imunidade bem baixa e como dependo de ônibus para trabalhar acabo me expondo muito e contraindo a doença mais facilmente”.

Para João Luis Ribas, professor da Escola Superior de Saúde, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Humanidades da Uninter, mesmo as pessoas que não se encontram no grupo de risco precisam tomar a vacina todos os anos porque o vírus da H1N1 passam por constantes mudanças em suas estruturas. Sendo assim, o anticorpo formado pelo estímulo da vacina no inverno anterior não reconhece o vírus atual e não consegue combatê-lo. “Se os vírus da gripe não sofresse tantas mutações que impedissem o seu reconhecimento, a validade da vacina seria praticamente para toda a vida, como no caso da vacina contra o vírus do sarampo, da pólio e afins, que com raras exceções somente tomamos enquanto somos crianças”, enfatiza o profissional.

Prevenção

Segundo Ribas, para a prevenção da doença são indicados alguns cuidados simples como utilização de lenço descartável para higienização nasal, cobrir boca e nariz ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e, em especial, espaços fechados e com muita gente; não dividir objetos de uso pessoal e evitar tocar em superfícies potencialmente contaminadas tais como maçanetas, interruptores, torneira entre outros. Se acaso precisar tocar nessas superfícies, fazer a higienização das mãos e usar álcool 70%. Também se deve trocar o bebedouro por uma garrafinha de uso individual.

Vacinação

Começou no dia 25 de abril, na maioria dos estados brasileiros, a vacinação contra a gripe H1N1. Idosos, crianças de seis meses até cinco anos incompletos, gestantes e mulheres em pós-parto de até 45 dias, além de portadores de doenças crônicas, podem tomar a dose de graça nas unidades de saúde.

Litoral tem  mais de 15 mil casos de dengue confirmados em boletim

Cuidados para evitar focos de água parada não podem parar

boletim 22 litoralO mais novo boletim de dengue divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) foi liberado ontem à noite mostrando que­ de 13.840 casos (autóctones + importados) passaram para 14.644 nesta semana.

O número de óbitos permaneceu o mesmo. Foram 24 falecimentos, em Paranaguá, provocados pela dengue e um em Antonina.

A situação continua preocupante em Paranaguá e, por isso, os cuidados com para evitar focos de água parada precisam continuar. Os moradores precisam manter seus quintais limpos, evitar água acumulada em calhas, vasos de plantas, garrafas plásticas ou de vidros, entre outros locais e materiais.