Fontinha revitalizada será entregue no dia 06 de novembro

A revitalização da Fontinha foi concluída e a entrega do trabalho será feita no próximo dia 06 de novembro. A restauração foi feita pela CAB Águas de Paranaguá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Paranaguá.
Diretores da subconcessionária CAB Águas de Paranaguá assinaram um termo, em julho deste ano, em que a empresa se responsabilizava a adotar a praça onde está localizada a Fontinha, na região próxima à Ponta do Caju.
Naquela ocasião, o diretor geral da CAB, o engenheiro Rondinaldo Lima, destacou a importância histórica do monumento, que foi erguido no século XVII e foi a primeira fonte para servir água de Paranaguá e era a único local para abastecimento às primeiras famílias de Paranaguá. Baka lembrou que a empresa assumiu a manutenção e preservação.
Em julho deste ano já havia a previsão do projeto para melhorias no local, com supervisão de equipe especializada da Prefeitura. “A empresa entende que além de prestar um bom serviço essa parte de estarmos juntos da população também é importante. A adoção da Fontinha vem ao encontro deste serviço que prestamos. É um patrimônio histórico importante para a cidade. Vamos cuidar da melhor forma possível”, disse Rondinaldo.

Serviço
A entrega de revitalização da Fontinha ocorre no dia 06 de novembro, às 10h, na Fonte Velha – Fontinha, localizada na Praça Pires Padrinho, Rua João Estavão, Centro Histórico.

Começa o segundo maior evento religioso do Brasil em Paranaguá

Rota da procissão marítima que acontece este ano

Começa neste sábado (3) a 199ª Festa de Nossa Senhora do Rocio, em Paranaguá. A festa da Padroeira do Paraná é o maior evento religioso do estado e já considerado o segundo maior evento religioso do Brasil e deve atrair 500 mil fiéis até o encerramento, no dia 18.

O tema central deste ano é “Nossa Senhora do Rosário do Rocio, Mãe da Fé”. Enfatizamos as marcantes procissões da Festa, disse padre Ademar Maia,  do Santuário de N. S. do Rocio.  “A 6ª “Procissão Motorizada” pedindo Paz no Trânsito. A 9ª “Procissão Marítima” pela Baía de Paranaguá que retoma o encontro da Imagem de Nossa Senhora do Rocio em 1648. Teremos também a segunda procissão ciclística, focando ecologia e paz. No ano passado, 120 mil pessoas participaram da procissão solene. Esperamos que o mesmo número de devotos compareça na gloriosa “Procissão da Festa de Nossa Senhora do Rocio, dia 15 de novembro, às 16h”, disse padre Ademar.

Segundo o reitor do Santuário, padre Sergio Campos, esta procissão também é  conhecida como procissão dos milagres, e está inserida na devoção popular a Nossa Senhora do Rocio, que em 2013 completará 200 anos de Festa e Procissão e 365 anos de devoção. Cumprindo fielmente a tradição, no dia 16 de novembro, às 17h, o Santuário realizará a procissão de retorno onde são aguardas mais de 35 mil pessoas.

Além da dimensão religiosa haverá shows com artistas regionais e nacionais. A organização da festa prevê para todos dos dias uma manifestação artístico-cultural no palco externo, montado na Praça da Fé, além do Parque de diversões, expositores, gastronomia etc.

Embarcações devem passar por cadastramento

Quem utiliza os trapiches devem fazer cadastramento na SEMSU

A Prefeitura de Paranaguá está chamando os proprietários de embarcações que utilizam os trapiches de Paranaguá e da Ilha do Mel para efetuar o cadastramento das embarcações até o dia 16 de novembro. O cadastramento deve ser feito na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSU), que fica na rua Júlia da Costa, 655, e falar com o funcionário Josué.

Após o dia 16 de novembro as embarcações que não estiverem cadastradas não poderão mais utilizar os trapiches públicos. Esse cadastro será utilizado para a cobrança da taxa de turismo e hospedagem que passará a ser cobrado de todo o turista que utilizar as embarcações para passeio na baía, deslocamento para a Ilha do Mel ou outras localidades marítimas e também que tenham origem em outros municípios, mas que utilizem os trapiches da Ilha do Mel ou Paranaguá.

“A instrução para cobrança será dada no momento oportuno”, informou o secretário da pasta, Rodolpho Germano Hammerle Júnior.

Os proprietários das embarcações devem levar os seguintes documentos e dar as seguintes informações para o cadastramento:

• Documentação da embarcação • Documentação do proprietário • Pessoa física- RG, CPF e comprovante de residência • Pessoa jurídica- Contrato Social • Tamanho do barco em metros • Capacidade de lotação • Trabalha em quantas linhas regulares? • Quais linhas? (origem/destino) • Trabalha linhas de turismo (passeios)? • Quais passeios são realizados? • Qual o valor da passagem? • É associado a alguma associação ou cooperativa? • Em qual trapiche trabalha?

TPA’s fazem protesto contra trava eletrônica

Movimentação na Praça Fernando Amaro, no centro de Paranaguá

Em agosto deste ano, em virtude da grande quantidade de ações judiciais, o Órgão Gestor de Mão de Obra Portuária (OGMO) do Porto de Paranaguá instalou a chamada trava na dobra da escala eletrônica, mecanismo que impede que Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs) dobrem a jornada de trabalho e descumpram a lei, que determina intervalos de descanso de 11 horas entre um turno e outro de trabalho.

A mudança não está agradando a todos. Os trabalhadores portuários avulsos (TPA’s) de Paranaguá realizaram um protesto na última quarta-feira, dia 31 para se manifestar contra a aplicação da trava eletrônica.
Em nota encaminhada a veículos de comunicação de Paranaguá os trabalhadores alegam que Paranaguá transformou-se num laboratório desta iniciativa, pois não há nenhum outro porto brasileiro que tenha aplicado essa medida.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários (Sindop), Edson Cezar Aguiar, a medida foi tomada em função de uma avalanche de ações trabalhistas. “Já temos um passivo de R$ 200 milhões em ações de TPAs que estão requerendo na justiça o pagamento de horas extras toda vez que extrapolavam o turno de seis horas de trabalho”, explicou Aguiar quando a trava foi instalada.
Ações
A diretoria do OGMO explica que, com a implantação da escala eletrônica em 2006, quando o intervalo de 11 horas passou a ser rigorosamente observado, salvo quando ocorresse a excepcionalidade da falta de mão de obra, houve uma quantidade enorme de ações movidas contra o Ogmo buscando o pagamento de horas extras a partir da 6ª diária e quando houvesse violação do intervalo de 11 horas, ações estas acolhidas pelo Judiciário. Com isto, o sistema não agüentou mais a avalanche de ações e a trava teve que ser implementada.
Existe uma estimativa de que o OGMO recebe diariamente 150 novas ações trabalhistas requerendo o pagamento de horas extras. Em 2009, Ogmo e Sindop fizeram um acordo no valor de R$ 15 milhões e este ano, já foi assinado outro, no valor de R$ 30 milhões. No entanto, as ações não param de se acumular.

Por outro lado, os trabalhadores reclamam que a trava eletrônica está prejudicando o trabalho dos avulsos e movimentaram o grupo para fazer uma caminhada que parou na frente do OGMO e seguiu pelas ruas de Paranaguá até a Praça Fernando Amaro.

STJ garante indenização a pescadores vítimas de acidente ecológico

 

 

 

Pescadores de Antonina e Paranaguá garantem indenização

A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou dois recursos da Petrobras que ainda questionavam a indenização paga aos pescadores das baías de Antonina e Paranaguá, no Paraná, por causa do rompimento de um duto da empresa na Serra do Mar, em fevereiro de 2001. O acidente ambiental impediu a pesca na região por seis meses porque inundou rios e riachos que deságuam nas baías com óleo combustível. Oito meses depois, houve novo vazamento de substâncias inflamáveis de um navio da estatal no Porto de Paranaguá, o que fez a pesca ser proibida por mais um mês.

Cerca de três mil pescadores ajuizaram ações contra a Petrobrás e ganharam indenizações, reconhecidas pelo Tribunal de Justiça do Paraná. A maior parte dos pescadores já recebeu as indenizações por meio da execução provisória das sentenças. O pedido foi acolhido pela Justiça por conta do caráter alimentar das indenizações. Afinal, a comunidade vive da pesca, e ficou impedida de pescar.

Os advogados que aturam no caso, por sua vez, pediram o levantamento dos honorários fixados pela Justiça como pagamento pelo trabalho feito com os processos em favor dos pescadores. Para o advogado Fernando Garcia, com a decisão da 4ª Turma do STJ e o recurso repetitivo julgado em fevereiro, o direito à indenização já foi reconhecido, não havendo mais a possibilidade de mudança no mérito. “Algumas decisões, inclusive, já transitaram em julgado. Ou seja, tornaram-se definitivas. A única coisa que falta para esses títulos se tornarem definitivos é o mero carimbo do Tribunal de Justiça do Paraná de trânsito em julgado”, afirmou Garcia.

Lembrou, ainda, que o Tribunal de Justiça do Paraná já reconheceu o pagamento dos honorários, bem como pareceres já emitidos pelo Ministério Público.

Porto de Paranaguá intensifica controle de zoonoses

Funcionário faz retirada de carcaças de animais mortos

De janeiro a setembro, 1.626 carcaças de ratos e 1.705 de pombos foram recolhidas na área portuária. O Plano de Controle de Zoonoses, desenvolvido pelo Núcleo Ambiental da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), também prevê desinsetização e coleta de resíduos. Há um mês, uma empresa foi contratada por licitação para acirrar o controle da população desses animais.

“As áreas portuárias reúnem condições que facilitam a proliferação dessa fauna nociva, principalmente pela concentração de alimentos e água. Porém, com ações ostensivas de controle desses animais e com a limpeza permanente, temos dados passos importantes para a redução dessa população”, afirma o diretor técnico da Appa, Paulinho Dalmaz.

De julho a setembro, a equipe de controle de zoonoses recolheu 309 carcaças de ratos e distribuiu mais de 400 blocos parafinados para captura desses animais na área portuária. Em todo o ano, já foram 2.772 iscas estrategicamente posicionadas para reduzir o número desses bichos.

A presença de pombos, na área portuária, também é uma ameaça às operações e à saúde. Porém, de julho até setembro deste ano, 323 carcaças desses animais foram recolhidas. “Recolhemos os animais que morrem naturalmente. Além disso, aplicamos métodos naturais e criamos barreiras – como a instalação de telas – que impede que os pombos façam novos ninhos na área”, explica o diretor técnico do Appa. No trimestre, foram retirados 715 ninhos de pombos. De janeiro a setembro, foram 2.214.

“Nunca essa limpeza foi levada tão a sério quanto nos dois últimos anos. Cada vez mais estamos incorporando a cultura da limpeza na comunidade portuária, o que ajuda a reduzir a fauna sinantrópica nociva. Esse é o passaporte para que o Porto seja livre de doenças e possa garantir qualidade”, conclui Dalmaz.

Ranking aponta os melhores portos do Brasil

Santos (SP), Itaguaí (RJ) e Paranaguá (PR) são os três melhores portos públicos do Brasil, de acordo com uma análise feita por Marcos Vendramini, professor de gestão portuária da Universidade Católica de Santos e diretor do grupo americano Aecom, especializado em serviços de engenharia e consultoria técnica. Em seu estudo, Vendramini levou em conta aspectos como disponibilidade de infraestrutura dos portos e seu potencial de expansão.

Taxa para uso do Teatro será cobrada

A Fundação Municipal de Cultura (Fumcul) informa que será cobrada taxa de manutenção, no valor de R$ 500, para utilização do Cine Teatro Rachel Costa, para limpeza e conservação do espaço.

Tal taxa é cobrada, também, em outros teatros municipais em todo o país. Entretanto, haverá isenção deste valor para órgãos municipais, eventos beneficentes, para escolas e faculdades públicas e das apresentações das equipes da Fumcul.
Por conta de boatos infundados, pelo que se percebe, a assessoria de imprensa da Prefeitura encaminhou uma nota informando que o Teatro Rachel Costa estão funcionando normalmente.
A iluminação cênica está instalada, mas falta uma mesa de operação, responsável pelos comandos. O processo para compra deste equipamento já foi iniciado e em seguida será feito treinamento para dois técnicos em Curitiba.
Mesmo assim as apresentações artísticas estão ocorrendo normalmente no novo espaço cultural de Paranaguá, que tem agenda bastante concorrida.

Central 156 passa por manutenção e atendimento muda para outros números

A Central 156 da Prefeitura de Paranaguá está passando por manutenção da telefonia. Durante o prazo de 30 dias, contados a partir de 1.º de novembro, as ligações para solicitações de serviços e consultas de informações deverão ser realizadas através dos ramais 3420-6074 e 3420-2711.
Após este período de 30 dias, os cidadãos podem voltar a ligar para o telefone 156.

Reforçando:

Ligações podem ser feitas para os telefones 3420-6074 e 3420-2711.