Mais informações sobre manifestação dos guardas portuários

5.1- manifestação guardasOs Guardas Portuários que atuam no Porto de Paranaguá realizaram ontem, uma manifestação no portão principal do Porto. Segundo o vice-presidente da Associação da Guarda Portuária, Felipe Cordeiro, está prevista a adesão de trabalhadores de outros portos do País neste protesto, que teve início às 07:00 e tem o término previsto somente para hoje.

5.1- guardasOs trabalhadores reivindicam a regulamentação da guarda portuária, sem terceirização. Em novembro de 2013, a Secretaria dos Portos (SEP) apresentou proposta aos trabalhadores que permite a contratação de segurança privada para a vigilância dos portos. Para os trabalhadores a terceirização da atividade representa um risco à segurança portuária.

5.1- faixa guardasNota de esclarecimento
Em nota de esclarecimento, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, comenta que sobre a deliberação da Federação Nacional dos Portuários, em reuniões ocorridas nos últimos dias 20 e 21, de mobilização com movimento de paralisação em todos os portos brasileiros.
De acordo com a nota, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) esclarece que no Porto de Paranaguá, neste dia 30 de janeiro de 2014, ocorreu operação padrão por parte de alguns trabalhadores, com manifestações pacíficas no Porto Público.
As principais reivindicações são perante a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), em especial cobrando a regulamentação da Guarda Portuária, sem terceirização. A Appa esclarece ainda que, no Porto de Paranaguá, todos os terminais portuários privados possuem guarda patrimonial privada, ou seja, as operações de carga e descarga, nesses, não estão sendo afetadas.
No Porto Público, até às 11h de hoje (30), não houve qualquer incidente, e que as operações estavam ocorrendo dentro da normalidade.

Fotos de Flávio Petruy. Rádio Ilha do Mel FM

Relatório da CEI da CAB Águas de Paranaguá será votado em fevereiro

Vereador Adalberto Araújo sugeriu rescisão do contrato entre Prefeitura e empresa Águas de Paranaguá

O relatório da Comissão Especial de Investigação da Companhia Águas de Paranaguá foi apresentado hoje, na Câmara de Vereadores, durante a sessão extraordinária.

Manifestantes com nariz de palhaço e cartazes fizeram protesto durante a sessão e até garrafas de água com o nome da empresa foram levadas para o plenário por eles. De acordo com o relatório, há uma Ação Civil Pública no Ministério Público Estadual sobre a subconcessionária, onde questionam-se várias questões, inclusive sobre não implantação de reservatórios de água.

Untitled-1O relatório será colocado em votação em fevereiro. O vereador Adalberto Araújo apresentou voto em separado, discordando das conclusões e sugeriu a rescisão do contrato, além de outras medidas. “Apontei a existência de fortes indícios do cometimento de crimes contra a administração pública e desvio de recursos federais. Nada disso constou do relatório, dai a importância da comunidade estar presente no dia dessa importante votação, bem como os profissionais de imprensa”.

A RPC TV estava com uma equipe acompanhando a sessão confira a reportagem que foi ao ar na segunda edição do programa neste sábado, dia 28, acessando o link: http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/moradores-de-paranagua-fazem-protesto-contra-vereadores/3046546/

Moradores fecham PR-407

essa manifesto 2Em um manifesto de repúdio encaminhado por um morador da região próxima à PR-407, ele lamenta a morte de uma jovem de 13 anos que ocorreu na semana passada quando ela e a mãe tentavam atravessar a rodovia. Elas não viram o carro que começava a ultrapassar o ônibus que tinha parado no acostamento para embarque de passageiros, e isso foi fatal.

Há menos de um mês, na mesma região, uma mulher grávida morreu ao tentar atravessar a mesma rodovia.
Cansados de ver tanta gente morrer, os moradores fizeram uma manifestação no último final de semana.

essa manifestaçãoA manifestação foi um protesto pelos acidentes, pelas mortes e por causa da Operação Retorno que prejudica o direito de ir e vir dos moradores.

Com o intenso tráfego de veículos nos dias que ocorre a Operação Retorno, ou seja, em finais de semana na temporada de verão ou finais de feriados, os moradores enfrentam as dificuldades de atravessar de bairros como Vila Garcia e Jardim Esperança para o outro lado onde fica o Jacarandá e Ouro Fino.

parentesDona Maria Augusta Pereira Gauze, na fanpage do blog, mandou esta foto que registra as irmãs e a mãe da menina Jéssica que morreu no dia 03 de novembro, atropelada na PR-407. E ela questiona: ” Que tal autoridades, que tal donos da Ecovia Caminho do Mar, se ao invés desta senhora e suas filhas, fossem suas mães irmãos e familiares que tivesse com toda dor que estão sentindo ter que ir pra rua pedir um pouco de justiça?!”, questiona

Trabalhadores do Bloco fazem manifestação pela falta de empregos

Vereadores se unem a trabalhadores e vão até a Appa hoje para discutir sobre o assunto

O vereador Márcio Costa apresentou ontem, na sessão da Câmara uma moção de apoio ao Sindicato do Bloco de Paranaguá que está com 400 famílias correndo o risco de ficar sem renda.
Os trabalhadores do sindicato fizeram uma manifestação na frente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), na manhã de ontem.
À noite, na sessão da Câmara, um grupo de trabalhadores esteve presente e acompanhou a manifestação de vários vereadores.
Um deles foi o vereador Arnaldo Maranhão que propôs a ida dos trabalhadores e da Comissão de Assuntos Portuários e Turísticos da Câmara para serem atendidos pela diretoria da Appa hoje de manhã. Praticamente, todos os vereadores presentes à sessão usaram da palavra manifestando apoio aos trabalhadores do Bloco e confirmando que estariam aprovando a moção de apoio e, ainda, acompanhando o encontro na administração portuária.
O sindicato reclama da anulação de um acordo de trabalho que está vigente firmado entre a Appa e o sindicato.

Delegacia Cidadã será local de serviços e não presídio

Identidades e boletins de ocorrência são serviços prestados pela Polícia Civil e equipamentos de segurança reduzem a criminalidade na região onde está instalado, mas estas vantagens não estão sendo consideradas por moradores da região

10338Serviço de Identificação,onde são feitas as carteiras de identidade, cartório e defensoria pública são alguns dos serviços que serão prestados pela Delegacia Cidadã. O projeto já foi realizado pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Paranaguá definiu a área para a construção na semana passada. Mas a localização vem ganhando manifestações contrárias dos moradores. Acredito até, que esta reação será a mesma em qualquer parte da cidade.

A Delegacia Cidadã é um novo modelo de atendimento em delegacias no Paraná, com espaços reservados para separar vítimas de agressores, além de ambientes específicos para confecção dos boletins de ocorrência. O objetivo é que as construções se tornem referência de atendimento de qualidade, transformando a imagem das delegacias de polícia.

Outra vantagem da nova estrutura que Paranaguá poderá receber é o fato de que este equipamento de segurança não servirá como uma carceragem. A carceragem será desativada atendendo a um decreto do Governo Estadual que determina a transferência de presos para a ala Paranaguá da unidade prisional de Piraquara.

E as vantagens não param por ai, pois é de conhecimento geral e confirmado por pesquisas que os bairros onde há um equipamento de segurança instalado a incidência de criminalidade cai.

Foi feito um vídeo para conhecer o projeto. Pode conferir clicando no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=QknzHcjmL0E&&hd=1

Manifestação marca retomada das sessões do Legislativo em Guaratuba

cmg-05082013A Câmara Municipal de Guaratuba iniciou, na semana passada, o segundo período legislativo de 2013. Durante o recesso, os vereadores realizaram votações, atenderam a população e reuniram as comissões permanentes para analisar projetos encaminhados pelo Executivo.

O presidente da Câmara, Mordecai Magalhães de Oliveira, iniciou a sessão solene com o hino nacional. Oliveira também pediu um minuto de silêncio em homenagem a José Marcos Casseta, funcionário da Câmara que faleceu em julho.

Foram convidados a participar da mesa o vice-prefeito Vandir Esmaniotto e o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Guaratuba, Vilmar Faria Silva. A prefeita Evani Justus não pode comparecer, mas enviou uma mensagem que foi lida em plenário.

Também estiveram presentes os secretários municipais Nilsa Borges (Bem Estar e Promoção Social), Regina Torres (Educação), Carlos Carvalho (Governo, Infraestrutura e Urbanismo), Jean Colbert Dias (Assuntos Jurídicos e Segurança Pública), Antenor Santos (Administração), Paulo Pinna (Pesca e Agricultura) e Alberto Milléo (Esporte e Lazer).

Uma manifestação pacífica marcou a primeira sessão do semestre. Pais, crianças e o diretor da Creche Criança Feliz portavam faixas pedindo recursos públicos à instituição, que é mantida por uma rede de supermercados e por particulares.

Carta Aberta divulga exigências dos manifestantes

Hoje acontece nova manifestação. Concentração foi marcada para às 18h, na Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares. Um dos motivos do protesto é a reivindicação de melhoria da saúde num dos bairros mais populosos de Paranaguá

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, onde será feita a concentração

O grupo que esteve à frente da organização das manifestações em Paranaguá agora tem nome. É a Frente de Lutas pelos Direitos Sociais do Litoral do Paraná que fez uma Carta Aberta com o objetivo de esclarecer a motivação dos protestos e também elencou uma série de reivindicações.
A Carta Aberta foi lida na última terça-feira, na sessão da Câmara de Vereadores. Hoje, está programada uma nova manifestação que sai da Ilha dos Valadares e vai para o centro da cidade.

Reivindicações
De acordo com a carta aberta, os manifestantes exigem redução imediata da tarifa de ônibus Graciosa/Marumbi para R$ 3,00; redução da tarifa da Viação Rocio para R$ 2,00; passe livre municipal e intermunicipal para estudantes; atendimento decente aos portadores de necessidades especiais; requalificação permanente de condutores de transporte público; abertura de comissões na Câmara de Vereadores para investigação e divulgação das planilhas de gastos da Viação Rocio; estabelecimento de CPIs das obras públicas nos municípios; investigação imediata dos gastos e da qualidade da água fornecida pela CAB Águas de Paranaguá e processo licitatório para o transporte coletivo em Paranaguá e no Litoral, gerando concorrência às empresas Graciosa e Rocio.
Os organizadores da Frente de Lutas ainda querem reunião emergencial com os prefeitos e vereadores de todas as cidades litorâneas para negociar as exigências.
“Caso nossas demandas não sejam atendidas, os protestos prosseguirão até que se resolva o impasse”, dizem em Carta Aberta.
A manifestação não será, apenas na Ilha dos Valadares e também não está relacionada, apenas às reivinicações dos moradores da Ilha.

Novo protesto marcado para sexta-feira em Paranaguá

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, local da concentração

Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares, local da concentração

A Frente de Luta Pelos Direitos Sociais do Litoral do Paraná, nome criado para facilitar a identificação dos manifestantes pacíficos, está organizando novo protesto para a próxima sexta-feira, dia 28, em Paranaguá.

A concentração deve ser às 18h, na Praça Ciro Abalém da Ilha dos Valadares, tendo como principal motivo a manifestação em prol da saúde pública naquele bairro.

Moradores de Matinhos também foram às ruas para manifestações

1011722_690617827633746_2066787158_nNa última quarta-feira (19), os moradores de Matinhos foram às ruas para apoiar as ondas de protestos nacionais e, também, para reivindicar por causas locais, como Saúde, Educação, Segurança Pública, além de outras pautas como, mais agilidade na execução das obras de responsabilidade da Prefeitura da cidade.

O evento foi organizado e convocado pelo Facebook e, em menos de 12 horas, mais de 1.000 pessoas já haviam confirmado presença. A concentração dos manifestantes teve início em frente ao prédio da Universidade Federal do Paraná (UFPR-LITORAL), onde cerca de 300 pessoas chegaram a bloquear as ruas que dão acesso ao local. Em poucos minutos, o grupo foi ganhando apoio e conseguiu fechar a Avenida J.K. de Oliveira, que liga o município à Guaratuba e Santa Catarina.
Ao passar pelo Hospital Nossa senhora dos Navegantes, os manifestantes fizeram silêncio, porém, chegando próximo ao Ginásio Vicente Gurski – abandonado pelas administrações públicas há 13 anos – não faltou barulho. Entre as reclamações, o fato de o Governo do Estado ter emprestado R$ 2,8 milhões para a reforma do local. Para os líderes do manifesto, com este dinheiro, daria para construir dois ginásios.
Mais adiante, o grupo parou em frente à Prefeitura Municipal e, de mãos dadas, cercou o prédio, deu um abraço simbólico no mesmo e cantou o Hino Nacional. De lá, partiram ainda pela JK, e depois pela Rua Ernesto Postarek, até a Praça Central de Matinhos, onde todos os acessos ao local foram bloqueados pelos manifestantes. Neste momento, mais de 1.500 pessoas já haviam se juntado ao grupo. Durante os três quilômetros percorridos, não foi registrado nenhum ato de vandalismo.
Entre os cartazes carregados pelos manifestantes, havia repúdio à PEC 37, à Copa do Mundo, à corrupção em geral, à favor da liberdade de expressão, além de pedidos por ciclovias, pela revitalização da orla, pelo cumprimento da lei do piso salarial dos professores da rede municipal, por mais apoio da Prefeitura à UFPR-Litoral, entre diversos assuntos.
De acordo com os organizadores do evento, nesse momento, as causas mais importantes são o aumento no número de atendimento médico diário nas Unidades de Saúde; a ampliação no horário de funcionamento da Farmácia Básica do município; a inauguração imediata de três Centros do Idoso e do Terminal Rodoviário; mais agilidade nas obras da Pista de Skate; o piso salarial dos professores; e a implantação de ciclovias e abrigos nas paradas de ônibus dentro do município.