Rede Feminina de Combate ao Câncer precisa de nova sede

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Em julho, a Rede foi beneficiada com recursos da Havan, mas é necessário mais para conseguir nova sede

A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Paranaguá ajuda a muitas pessoas, mas agora é a Rede que precisa de ajuda. Para pedir essa ajuda, o grupo promoveu uma mobilização na semana passada para chamar a atenção da comunidade e, especialmente, do empresariado local.

Eles precisam de uma nova sede.

A presidente da entidade, Alvarina Hussein, explicou que eles terão que deixar o local atual que é anexo ao posto Dona Baduca, um espaço público, pertencente à Prefeitura. Eles receberam correspondência da Prefeitura avisando da necessidade de deixar o local, pois o mesmo será utilizado para implantação de um centro de reabilitação e recuperação de pacientes.

Agora, a entidade busca parcerias para ter sua sede própria.  A Rede Feminina de Combate ao Câncer está em funcionamento há 48 anos atendendo a diversas famílias e pacientes de câncer.

ONGs não podem ocupar espaços públicos

Por meio de nota oficial, a Prefeitura de Paranaguá informou que está atendendo a uma recomendação do Ministério Público, tendo em vista que os espaços públicos não podem ser ocupados por ONGs. A Prefeitura reconhece o trabalho da Rede de Combate ao Câncer e o atendimento que é feito aos pacientes com esta doença.

Entretanto, está impossibilitada legalmente de ceder qualquer outro espaço público. A recomendação afeta outras Ongs que utilizam espaços públicos em Paranaguá e que terão, em breve, de deixar os locais que ocupam.

Manifestação pela Paz no Oriente Médio é realizada em Paranaguá

13368Com o objetivo de pedir paz na região da Faixa de Gaza, palco de confronto entre forças de Israel e do grupo Hamas, da Palestina, o Comitê em Solidariedade ao Povo Palestino realizou, em Paranaguá, na última sexta-feira (1), um ato público chamado “Marcha Mundial pela Paz” pedindo o fim das ações de guerra na região. O prefeito Edison Kersten esteve presente prestando solidariedade ao grupo.

Quem organiza o movimento é o Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino. A Marcha foi acompanhada por centenas de simpatizantes. No manifesto distribuído durante o ato, os organizadores pedem o fim do que consideram um genocídio, a imediata instalação do estado da Palestina e a prisão e condenação dos praticantes de crimes de guerra.

Segundo explica Wagih Hammoud, um dos organizadores do evento, está sendo feita coleta de assinaturas em prol da causa e haverão outros atos públicos como este.

Appa diz que foi surpreendida pelo protesto dos guardas

IMG_20140616_095541105 Sobre a manifestação de portuários nesta segunda-feira (16), no Porto de Paranaguá, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) tem a informar que:

A Appa vem realizando uma série de reuniões com os representantes do Sindicato dos Trabalhadores Portuários (Sintraport). Na última quinta-feira (12), a Appa entregou aos representantes sindicais uma contraproposta aos pleitos previamente realizados pelo Sindicato, atendendo todas as demandas no que tange às garantias trabalhistas, ficando para a aprovação do sindicato, em assembleia, as cláusulas econômicas.  Neste quesito, a Appa ofertou aos trabalhadores o mesmo que o Governo do Paraná está ofertando para todas as categorias do estado: 6,06% de reajuste salarial.

Na sexta-feira (13) foi realizada uma assembleia da categoria. A Appa aguardava uma resposta quanto à proposta. No entanto, foi surpreendida pelo protesto no início da manhã de segunda-feira (16). A Appa continua aguardando uma resposta do Sindicato para dar continuidade às tratativas.

O protesto dos trabalhadores atingiu o Pátio de Triagem – onde os funcionários estão trabalhando com lentidão para liberar a entrada dos caminhões – e o acesso ao cais do Porto – que está sendo dificultado pelo bloqueio feito na via. Apesar de tudo, não houve reflexos da manifestação sobre a atividade portuária.

Guardas Portuários promovem manifestação: 24 horas de ‘Tolerância Zero’

Grupo é contra terceirização do serviço e defende concurso público

IMG_20140616_095541105Com o objetivo de chamar a atenção das autoridades, especialmente, do governo do Estado, os Guardas Portuários da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), realizam hoje, uma manifestação denominada ‘Tolerância Zero’.

A paralisação dos serviços vai durar 24 horas.

IMG_20140616_095849288Eles contestam a decisão da Appa de terceirizar o serviço da guarda pela “bagatela” de R$ 5,6 milhões, de acordo com os manifestantes. A licitação, inclusive, ocorreria hoje mesmo, mas foi adiada para o dia 23.

O grupo pediu impugnação do edital, mas o pedido foi indeferido.

IMG_20140616_100747950IMG_20140616_102125799Atualmente, a Guarda Portuária conta com 106 guardas e, segundo lideranças, o efetivo está defasado.

Eles são contra a terceirização e defendem a realização de um concurso público. A contestação já foi parar no Ministério Público do Trabalho.

IMG_20140616_104609097Com a palavra a Appa e o Ministério Público do Trabalho.

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Fotos: Flávio Petruy, Rádio Ilha do Mel Fm

Expectativa: portuários fazem assembléia hoje

capa-mehorNova assembleia dos portuários foi marcada para acontecer hoje, com primeira chamada para às 19h e segunda chamada para às 20h, na sede do Sindicato.

Esta assembleia deve, principalmente, garantir legalmente a possibilidade de greve da categoria.  E para quem não acompanha a situação, a greve não surgiu do dia para noite.

A greve vai ser a gota d’água depois de dias de manifestações dos portuários. As últimas semanas foram marcadas pela entrega de contrapropostas da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, mas rejeitadas item por item pelo Sindicato.

A retirada de portuários de serviços de amarração para se ocupar de enxada e vassouras, depois de anos de desvio de função, sem que uma solução intermediária pudesse ser apresentada.

A Appa defende que cumpre a legislação que o marco regulatório portuário impõe.

3.1-fotos-11Só nos resta acompanhar as próximas horas e divulgar os acontecimentos. O fato é que há um descontentamento crescente. Depois do escândalo dos dedos de silicone e quando ainda há portuários reclamando que cargos batem cartão, mas vão embora logo em seguida e nada é feito, não é possível que a diretoria do Porto espere refresco por parte da categoria dos trabalhadores.

Moradores da Costeira fazem manifestação contra obra da empresa CAB Águas de Paranaguá

10348651_304695043039335_8942548154820092267_nMoradores do bairro da Costeira realizaram na manhã de hoje uma manifestação pacífica, cobrando providências da CAB Águas de Paranaguá sobre as obras no bairro.

10378157_304695056372667_7108509280028735821_nSegundo os moradores, as obras estão provocando o avanço da água e detritos em algumas residências. Com as chuvas no final de semana, a situação piorou, o que provocou a indignação dos moradores que resolveram queimar pneus perto do centro comunitário do bairro e da empresa onde a obra está sendo executada.

“Isso não acontecia antes dessa obra começar”, disse uma das moradoras.

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Fotos da equipe de reportagem do jornalismo da Rádio FM Ilha do Mel.

Motoristas protestam contra multas e fecham acesso ao Porto de Paranaguá

normal_IMG_1611Uma manifestação organizada pelas redes sociais obstruiu totalmente a BR 277 próxima ao Porto de Paranaguá. Motoristas de caminhão autônomos e ligados a cooperativas e sindicatos fizeram um protesto queimando pneus em função das multas emitidas pela Guarda Municipal de Paranaguá. Por determinação do Ministério Público do Trabalho, a prefeitura está aplicando a lei de trânsito de forma intensa no que se refere ao estacionamento em lugares impróprios. O MP entendeu que os caminhões estavam causando transtorno no trânsito nos arredores da área portuária em função dos estacionamentos irregulares.

normal_IMG_1604De acordo com o presidente da Cooperativa Mista e de Transporte de Fertilizantes, Sal, Corrosivos e Derivados do Litoral (Coopadubo), Luiz Henrique Castanho Coelho, em menos de uma semana foram mais de 80 multas emitidas. “Tem motorista que teve a carteira suspensa e não consegue mais trabalhar. Estão multando até caminhões estacionados dentro de casa. A arbitrariedade no cumprimento da lei gerou revolta e fica difícil controlar os ânimos, uma vez que o movimento não tem uma liderança, nasceu da insatisfação generalizada”, afirmou.

A pista foi liberada por volta das 10h pelo Corpo de Bombeiros. A manifestação não prejudicou as operações portuárias, apenas causou lentidão no acesso ao cais comercial pela Avenida Ayrton Senna da Silva.

A Appa vem realizando diversas reuniões com operadores portuários, sindicatos, prefeituras e representantes da sociedade organizada para discutir a necessidade da criação de espaços próprios para acondicionamento de caminhões. “Temos registrado aumento sistemático da movimentação de mercadorias e, com isso, aumenta proporcionalmente o fluxo de caminhões. Para que o porto tenha uma relação harmônica com a cidade, é preciso organizar estes caminhões. Já existem empresas se mobilizando para construir seus pátios e evitar transtornos desta natureza”, disse o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.

Caminhoneiros fazem manifestação em Paranaguá

Eles dizem que não aguentam mais levar multas

MT7_2470Caminhoneiros de Paranaguá resolveram fazer manifestação hoje, começando na frente do Porto e seguindo em direção da Prefeitura. Eles disseram que não aguem mais levar multas.

Esta, inclusive, parece ser a principal reivindicação. Sem levantar bandeira de qualquer cooperativa ou sindicato, os manifestantes soltaram foguetes, entraram na contramão na rua Júlia da Costa (vão levar multa por isso?) e pararam o trânsito.

MT7_2463Logo que chegaram na frente da Prefeitura, um grupo de seis pessoas foi recebido pelo secretário municipal de Segurança, Cícero Fernandes que ouviu uma série de reclamações.

Por outro lado, o secretário pontuou que a Prefeitura vem notificando e multando, seguindo recomendações do Ministério Público. Mais informações durante o dia com notas da Prefeitura de Paranaguá e do Porto, onde eles obstruíram a entrada e provocaram filas.

O prefeito de Paranaguá vai receber lideranças do movimento, ainda hoje.

TPAs estão dispostos a lutar pelo trabalho e mandam recado

10307213_298489930326513_3866711269356510271_nNa manhã de ontem, os Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs) realizaram uma manifestação em frente ao Terminal de Contêineres de Paranaguá- TCP.

As reivindicações dos trabalhadores são várias, entre elas a estabilidade dos trabalhos oferecidos. Os manifestantes ficaram bloqueando a entrada do terminal na tentativa de que fosse mantido um diálogo com o objetivo de estabelecer um acordo. A coisa não anda nada boa entre os TPAs e o TCP.

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Porto quer entregar vassouras para portuários e houve manifestação

Nova manifestação pode acontecer em Curitiba caso
não haja uma conversa entre as partes

5.1- manifestacaoOs auxiliares de Serviços Gerais que atuam no Porto de Paranaguá realizaram, na manhã da última quarta-feira (05), uma manifestação pacífica em frente ao Palácio Taguaré, sede da APPA (Administração dos Portos de Paranaguá a Antonina). O presidente do Sindicato dos Operários e Trabalhadores Portuários de Paranaguá (SINTRAPORT), Orlei de Souza Miranda, explicou que há 24 anos os trabalhadores estavam realizando o serviço de amarração, e devido a entrega da realização desses serviços a iniciativa privada, agora esses trabalhadores serão encaminhados a  divisão da manutenção civil do Porto.

No ato, eles pediam uma atenção especial a esta questão por parte do Governador Beto Richa e do Secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. Segundo o presidente do Sintraport, se as autoridades não apresentarem uma solução, os trabalhadores farão uma manifestação, hoje, em frente a sede da Secretaria, em Curitiba.

“O Porto não resolveu esse problema ao longo dos anos, enquanto esse pessoal foi retirado da vassoura, da pá, da enxada, da foice para prestar outros serviços como conferente, operador de painel, de shiploader, entre outras atividades e agora, depois de 24 anos assim, o porto quer devolver a vassoura para esse pessoal dizendo que o que eles fizeram até agora não vale nada”, disse indignado o presidente.

“Nós só queremos que haja respeito e força. Pedimos 90 dias, 120 dias, em detrimento de 24 anos. O Sindicato sempre se manifestou a respeito e nada foi feito”, disse.
Segundo Orley, eles estão há dias conversando com a procuradoria do Porto e há divergências. “O porto trabalha na legalidade jurídica e nós trabalhamos com a moral e com as emoções e há um ponto de conflito e queremos achar um denominador comum. Não estamos dizendo que o Porto está errado, só pedimos que o Porto seja sensível à nossa causa porque não é possível que o cidadão perca 50% do seu rendimento da noite para o dia”, completou Miranda.

Mas as manifestações começaram na semana passada quando os Guardas Portuários que atuam no Porto de Paranaguá realizaram uma manifestação no portão principal do Porto. Segundo o vice-presidente da Associação da Guarda Portuária, Felipe Cordeiro, os trabalhadores reivindicam a regulamentação da guarda portuária, sem terceirização. Em novembro de 2013, a Secretaria dos Portos (SEP) apresentou proposta aos trabalhadores que permite a contratação de segurança privada para a vigilância dos portos. Para os trabalhadores a terceirização da atividade representa um risco à segurança portuária.

E os manifestantes estavam prometendo nova manifestação na sexta-feira pelos portuários.

Em nota, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informa que:
Durante anos, cerca de 70 trabalhadores ficaram lotados na amarração (serviço operacional) do Porto, em desvio de função com desdobramento em milhões de reais em ações trabalhistas. No entanto, o novo marco regulatório dos portos retirou totalmente as autoridades portuárias do processo operacional, reiterando o que a lei anterior já dizia: os trabalhos das autoridades deveriam ser restritos às funções administrativas e de gestão.
Sendo assim, estes trabalhadores que estavam deslocados exercendo funções de amarração foram reintegrados às funções originais (serviços gerais) o que tem gerado descontentamento por parte deles. E os serviços de amarração foram regularizados dentro dos padrões internacionais.
É importante ressaltar ainda que 100% destes desvios de função já foram causas para ações trabalhistas. Agora, os mesmos funcionários que reclamaram judicialmente sobre o desvio de função, protestam em função do reenquadramento feito pela Appa, seguindo determinação da Justiça do Trabalho, e que acabou com os desvios.
Duas reuniões envolvendo Appa e Ministério Público já foram realizadas e uma terceira já está agendada, com o objetivo de esclarecer as determinações legais. A Appa está cumprindo o que a lei determina.
Todo o processo esta sendo acompanhado pelo Ministério Público do Trabalho e do Estado, de forma que a Appa pretende dar o devido encaminhamento ao processo, cumprindo as formalidades legais.