Ogarito Linhares faz parte do grupo de trabalho que discutirá dragagem

Paranaguá é a principal porta de entrada de fertilizantes. Os números indicam ainda que, no acumulado do ano, houve um aumento de 2,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando 28,7 mil toneladas
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O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil definiu na quarta-feira passada (22) os representantes de órgãos públicos que vão integrar o grupo de trabalho (GT) responsável por analisar a privatização da gestão da dragagem do Porto de Santos.

Seus nomes constam da Portaria nº 4.426 da Secretaria-executiva da pasta, publicada no Diário Oficial da União nessa quarta-feira. Sete órgãos são representados no GT. Continue lendo

Ogarito Linhares fala sobre Outorgas portuárias em Seminário Internacionalização

Expolog trata da logística internacional portuária. Um dos mais importantes eventos de logística do país

ogaritoAbordando o tema “Internacionalização”, começou o XII Seminário Internacional de Logística e a Expolog – Feira Internacional de Logística, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CEC).

Na solenidade de abertura o palestrante foi Ogarito Borgias Linhares, diretor de Outorgas Portuárias da Secretaria Nacional de Portos do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Ele abordou o tema “Outorgas portuárias – desafio e realidade”.

Temas da maior relevância para o setor estarão sendo enfocados durante os dois dias, como: “Gestão portuária do futuro”, “A experiência do Porto de Antuérpia”, “Terminais de uso privado”, “Gestão e investimento no Porto de Itaqui”.

Amanhã (23), o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes abrirá o dia de trabalho com a palestra: “Atual conjuntura econômica brasileira e o impacto na cadeia logística”, seguindo-se as palestras sobre: “Economia de Portugal”, “Visão da América Latina e dos países de língua portuguesa”. Haverá ainda o painel sobre “Infraestrutura e competitividade do transporte brasileiro”, além das palestras: “Inovação na logística”, “Desafios do setor de concessões de rodovias” e “Economia do mar”.

No último painel – Integração modal – serão focalizados os temas: “O novo programa de fiscalização de produtos agropecuários”, “Emissão de CFO e alavancas de valor para integração modal”. A programação terminará com o talk show: “Ceará global e oportunidades de investimentos”, com apresentações do titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, César Ribeiro; do presidente da Aecipp, Ricardo Parente, e da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Haverá, ainda, perguntas direcionadas, debates e visitação à feira.

Aumento na população de golfinhos nos arredores dos portos do Paraná foi registrado

Desde 2014 houve um crescimento de 14% da população de golfinhos

APPA registra 400 golfinhos os arredores dos portos do Paraná.

APPA registra 400 golfinhos os arredores dos portos do Paraná.

O Programa de Monitoramento de Cetáceos, desenvolvido pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), registrou neste ano uma população fixa de 400 golfinhos nos arredores dos Portos do Paraná, o que significa um aumento de 50 indivíduos nos últimos três anos. O monitoramento abrange toda a Baía de Paranaguá – desde as proximidades da Ilha da Galheta até o Porto de Antonina. Continue lendo

Entidades se manifestam contra a cobrança de tarifa pelo escaneamento de contêineres nos portos brasileiros

Na carta, protocolada em reunião com diretores da ANTAQ, destaca-se que a cobrança (que vai de R$ 80 a R$ 400 por contêiner) tem impactado a competitividade do Brasil no mercado internacional

5.1-foto-multirio-03Fonte importante para o crescimento da economia do país, as exportações têm sido prejudicadas no Brasil por uma medida adotada há quatro anos nos portos nacionais: a exigência do escaneamento de contêineres e cobrança integral de sua tarifa junto aos exportadores. Entidades representativas de 45 setores produtivos do país, lideradas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entregaram uma carta coletiva à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) pedindo a suspensão imediata da cobrança de tarifa pelos terminais.

Na carta, protocolada em reunião com diretores da ANTAQ, destaca-se que a cobrança (que vai de R$ 80 a R$ 400 por contêiner) tem impactado a competitividade do Brasil no mercado internacional. A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) participou da reunião e é signatária do documento. Segundo a entidade, para as exportações de arroz, o escaneamento tem o potencial de aumentar em até US$ 3 cada tonelada do produto remetido ao exterior, o que pode inviabilizar negócios. “Com margens cada vez mais enxutas no comércio internacional, não há como arcar com esse custo adicional. A cobrança pelo procedimento tem reflexo negativo relevante na balança comercial do país”, destaca a entidade, frisando que não é contra o escaneamento, conforme determina a Receita Federal. Contudo, considera o custo revertido ao exportador ilegal, uma vez que a remuneração pela realização dos procedimentos integra o Box rate praticado pelos terminais.

Segundo as entidades que assinam o documento, além de não existir previsão legal para a cobrança junto ao exportador, o escaneamento de contêineres não configura  uma prestação de serviço, mas uma atividade de fiscalização aduaneira a todos imposta, indistintamente, sendo portanto, indevida a cobrança. Após a reunião, a ANTAQ comprometeu-se em pautar o tema na próxima reunião da Diretoria Colegiada, para apreciação do pleito das entidades.

Ministro e governador do Paraná em Paranaguá na próxima semana

6l4pcguxO governador Beto Richa e o ministro da Secretaria de Portos da Presidência da República, Helder Barbalho, assinam nesta terça-feira (03), em Paranaguá, o contrato no valor de R$ 394 milhões para obras de dragagem de aprofundamento dos canais de acesso aos Portos de Paranaguá e Antonina. O horário da solenidade, que estava previsto para 11h30, foi antecipado para 10h30.

A solenidade acontece no auditório da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA). O contrato será assinado com a empresa DTA Engenharia, vencedora da licitação realizada pela Secretaria Especial de Portos (por meio de Regime Diferenciado de Contratação (RDC), SEP/PR número 02/2014) para dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao porto paranaense.

O contrato inclui a elaboração dos projetos básico e executivo de dragagem, sinalização, balizamento e a execução das obras de dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao Porto de Paranaguá. A empresa terá um prazo de 11 meses para executar a obra.

A área objeto de dragagem deste anteprojeto corresponde ao eixo leste-oeste do Complexo estuarino de Paranaguá, com aproximadamente 45 km de comprimento e 7 km de largura. Ao todo, serão dragados 14, 2 milhões de metros cúbicos de areia.

SERVIÇO: Assinatura do Contrato de dragagem de aprofundamento dos portos do Paraná.

Data: 03 (terça-feira).

Horário: 10h30.

Local: Auditório Emir Roth – Palácio Taguaré – Sede da APPA.

Endereço: Avenida Ayrton Senna da Silva, 161- D. Pedro II – Paranaguá – PR.

Paranaguá, Santos e Rio Grande são candidatos a concessões em dragagem

images-cms-image-000401766A próxima fase do programa de concessões em infraestrutura, que o governo prepara no que está sendo chamado de segunda etapa do programa econômico do governo federal, poderá contemplar um novo tipo de concessão: o de dragagem nos portos. Nele, empresas assinarão contratos de longo prazo para manter a profundidade dos portos.

“Estamos levando em conta dois fatores”, disse o ministro dos Portos, Edinho Araújo. “Onde há maior incidência de assoreamento e onde há grande movimentação de carga.” Essas são, segundo o ministro, condições necessárias para atrair o interesse das empresas em arrematar as concessões.

Nessa descrição do ministro se enquadra o Porto de Santos, que precisa de um trabalho contínuo de dragagem. Mas também são candidatos os portos de Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS).

Os três têm, atualmente, processos de licitação abertos para contratar serviços de dragagem. Mas os prazos não são muito longos. Depois, se tudo correr como o programado, entrarão as concessões.

O governo quer, porém, testar a viabilidade desse instrumento e o interesse do setor privado. Por isso, a ideia é submeter proposta de concessões a uma audiência pública, segundo informou o ministro. Para, inclusive, receber sugestões.

Outra frente de parceria com a iniciativa privada são os arrendamentos de áreas em portos públicos cujos contratos já venceram ou estão por vencer. O governo tenta, há mais de um ano, obter o sinal verde do Tribunal de Contas da União (TCU) para licitar os lotes nos portos de Santos e Pará.

Sofreu nova frustração esta semana, porque o processo não foi votado devido ao pedido de vista do ministro Vital do Rego. No voo em que foram juntos nesta quinta-feira, 12, ao Rio, Dilma orientou Araújo a prosseguir no diálogo com o TCU e prestar todas as informações solicitadas.

As concessões em dragagem portuária fazem parte da nova etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL). Ainda está em curso uma reforma do marco regulatório da cabotagem.

Plano da presidente para escoar grãos esquece região Sul

dilma-grãosO plano de escoamento da safra de 202 milhões de toneladas de grãos, apresentado nesta semana pelo governo federal em Brasília, não tem nenhuma ação concreta na Região Sul, responsável por 35,5% da produção nacional. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná só devem ser beneficiados se suas estradas e portos ficarem menos sobrecarregados, embora os estados queiram o oposto: produzir e exportar cada vez mais, com estrutura reforçada. Informações das agências de notícias.

As ações prioritárias foram listadas pelos ministros dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues; da Agricultura, Kátia Abreu; e pelo titular da Secretaria de Portos, Edinho Araújo. Eles dizem que o país está ampliando a produção – só na colheita de soja são esperadas 9 milhões de toneladas extras – e defenderam que a saída é melhorar o escoamento pelas hidrovias e portos do Arco Norte. O local mais próximo do Sul que o plano de escoamento abrange é a Hidrovia Tietê-Paraná, que receberá investimentos de R$ 2,1 bilhões.

Portos prometem dar mais vazão ao frango brasileiro

Santa Catarina e Paraná projetam investimentos em infraestrutura para transporte e embarque de carne de frango refrigerada

Pola-Santos-Brasil-0178Os portos de Itajaí e Paranaguá são os maiores exportadores de carne de frango via contêiner refrigerado do Brasil. Juntos, os dois estados enviam para fora do Brasil 53% do total nacional. Mesmo na liderança, os dois terminais têm projetos para expansão da capacidade de recepção de cargas e navios e também de embarque. As unidades vão receber investimentos públicos e privados para atender a demanda de exportação e importação pelos próximos 35 anos.

 As informações são da equipe da Expedição Avicultura, projeto que faz levantamento técnico-jornalístico sobre a produção avícola no Sul do Brasil. Nesta terça-feira, 18 de novembro, a equipe apresenta, em parceria com o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), o resultado final das visitas. O trabalho de campo foi iniciado em outubro e concluído na última semana com roteiro pelos portos, totalizando mais de 5 mil quilômetros percorridos.

 O porto de Itajaí é líder em movimentação de carga e geração de receitas, mas ainda perde em capacidade de recepção de navios para Itapoá e Paranaguá, por exemplo. O terminal de Itajaí consegue receber navios com até 307 metros de comprimento e 50 metros de boca, enquanto o porto paranaense trabalha com navios de até 336 metros de comprimento e 51 metros de boca. Ambos trabalham para expandir esses limites.

 O governo catarinense está articulando a construção de um novo acesso aquaviário e da bacia de evolução. O projeto deve ser executado em duas fases, com aportes de R$ 130 e R$208 milhões. Após a conclusão da obra, o porto de Itajaí vai conseguir recepcionar navios com até 380 metros de comprimento e 55 metros de boca. Em Itajaí, também serão instalados mais plugs para manutenção de cargas em contêineres refrigerados.

 No Paraná, a previsão de investimentos privados é de R$ 1,1 bilhão em obras que seguem até 2024. Com as melhorias programadas, o porto de Paranaguá passará a ter mais 220 metros de cais de atracação, totalizando 1.099 metros de extensão; dolphins exclusivos para navios que fazem transporte de veículos; e retroárea maior, passando de 320 mil m² para 500 mil m². Ao fim, o terminal de Paranaguá terá ampliado sua capacidade de 1,5 milhão de TEUs para 2,5 milhões de TEUs.

Terminais de Paranaguá recebem certificação de segurança

?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????Sete certificados de cumprimento das exigências código internacional de segurança na atividade portuária ( ISPS Code) foram entregues, recentemente, em Paranaguá. Representantes das Comissões Nacional e Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos e Cesportos) fizeram a entrega.
As empresas Cargill, Centro Sul, Louis Dreyfus, Cotriguaçu, Fospar, Transpetro e Interalli receberam as certificações. Com isso, já são 21 terminais portuários, em Paranaguá, certificados pelas normas internacionais de segurança.
Para receber as certificações, as empresas passam por uma avaliação de riscos, elaboração e aprovação do plano de segurança e cumprimento do plano. Entre as vantagens de receber a certificação está o ganho comercial e financeiro, uma vez que os custos operacionais caem um pouco com descontos oferecidos pelas seguradoras.

Empresas terão terminal de cargas em Paranaguá

A Enne Engenharia, de São Paulo, e os grupos paranaenses RF e Paraíso Participações vão construir um terminal de cargas em Paranaguá. O empreendimento ocupará uma área de 210 mil metros quadrados, com infraestrutura para receber caminhões que tem como destino o porto localizado na cidade. O parque logístico ficará a 12 quilômetros de distância do porto e receberá um investimento de R$ 30 milhões.

“Com o sistema de agendamento usado por Paranaguá, os caminhões só podem acessar o local em horários determinados. Nosso terminal servirá de apoio para o planejamento e a chegada dos veículos à cidade”, diz André Perez, diretor da Greenlog, empresa criada para o projeto.

A carga movimentada no empreendimento seguirá o perfil do porto. “Os principais clientes serão embarcadores de soja, milho e de contêineres”, afirma Perez.  Os recursos para a obra serão aportados pelos sócios, de acordo o executivo. O terminal deverá operar em 2015.

Fonte: Folha de S. Paulo