13ª. Reunião Ordinária do CAP que será realizada hoje tem poligonal em pauta

normal_NovoPresidenteCoelhoFilho_ExPresidenteMatthiesen

Presidente do CAP, Wilson do Egito, falará sobre poligonal

O Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Paranaguá realiza nesta quinta-feira, dia 18, a 13ª Reunião Ordinária para tratar de alguns assuntos como o reajuste tarifário que foi divulgado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina e que tinha previsão para ser implantado neste mês de junho.

O reajuste tarifário segue resolução 4091/2015, da ANTAQ.

E o presidente do CAP, conselheiro Wilson do Egito, deve fazer o repasse de informações sobre as discussões internas na Secretaria Especial de Portos (SEP) sobre a nova poligonal do Porto Organizado.

Audiência pública debate poligonal do Porto de Paranaguá

unnamedO deputado federal Ricardo Barros (PP) convidou o ministro dos Portos, Edinho Araújo (PMDB), para participar da audiência pública em Paranaguá para discutir a mudança da poligonal do Porto. O ministro recebeu nesta terça-feira representantes da bancada do Paraná.

A audiência acontecerá em 3 de julho no Teatro Rachel Costa e terá a participação de trabalhadores, operadores, investidores do Porto, além de representantes das Confederações da Agricultura e da Indústria. “É um assunto que impacta várias atividades econômicas da sociedade”, lembrou Barros.

Para o parlamentar, a maior preocupação é alterar a poligonal do Porto para que se possam estabelecer empreendimentos privados em áreas que hoje são restritas ou alcançadas pela poligonal, onde só a Autoridade Portuária do Paraná pode fazer.

“Com isso nós ampliamos de investimentos, de eficiência e de volume de transporte, melhorando muito a economia de toda região e litoral do Paraná”. Barros disse que para interior do Estado, o Porto eficiente representa menor frete marítimo “O reflexo direto é mais dinheiro para o produtor, seja ele de álcool, soja, milho ou açúcar. Todos ganham”, acrescentou.

Data de abertura de licitação da Bento Rocha mudou

Falha na disponibilidade de dois anexos provocou novo prazo para
iniciar licitação

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão ligado à Secretaria de Infraestrutura e Logística do Governo do Paraná (SEIL), acaba de finalizar o projeto recuperação do pavimento de concreto, readequação do sistema de drenagem e ciclovia da Av. Bento Rocha. Foto: Sâmar Razzak/Appa

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão ligado à Secretaria de Infraestrutura e Logística do Governo do Paraná (SEIL), acaba de finalizar o projeto recuperação do pavimento de concreto, readequação do sistema de drenagem e ciclovia da Av. Bento Rocha. Foto: Sâmar Razzak/Appa

A licitação para contratação de empresa habilitada para execução das obras de recuperação do pavimento de concreto, readequação do sistema de drenagem e ciclovia da Avenida Bento Rocha estava prevista para ser aberta no dia 19 deste mês.
Porém, uma falha na disponibilidade dos Anexos I e II do Edital de licitação, fez com que o prazo de abertura fosse prorrogado.
Agora a abertura da licitação tipo Concorrência nº 025/2014, será aberta no dia 3 de julho, às 15h, no Edifício Sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
A obra irá atender a extensão total de 2.898,34 metros, conforme Projetos Executivos.
Ao todo, serão cerca de R$ 15 milhões investidos na revitalização da avenida, no trecho da ponte do Rio Emboguaçú até a avenida portuária. “Tivemos a autorização da Antaq e do Governo Federal para destinar recursos próprios para esta obra, que é de fundamental importância para a cidade de Paranaguá”, afirmou o diretor comercial da Appa, Lourenço Fregonese.
Além da recuperação das placas do pavimento do trecho de 2,8 quilômetros, será feita a drenagem do terreno, que garantirá maior longevidade à reforma da pista.

Resolução da ANTAQ autoriza correção das tarifas dos Portos

O reajuste de 23,20% não atinge os terminais da Cattalini, Volkswagen e Terminal de Conteineres de Paranaguá (TCP), devido a questões específicas estabelecidas nos contratos

5.2-imagens2015_006Desde o dia 01 de junho, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina está aplicando reajuste linear de 23,20% sobre os valores das atuais tarifas portuárias praticadas pela APPA. A medida acontece em cumprimento a Resolução da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) nº 4093/2015 de 07/05/2015. O último reajuste na tarifa portuária ocorreu em 2008.

Levando em conta os índices econômicos de preços, o IGPM de 53,78%, no período de 2008 a 2015, e o INPC de 56,48% no mesmo período, o reajuste da tarifa portuária foi menor do que a metade da inflação entre 2008 e 2015.

O impacto no preço final dos serviços portuários pagos pelos usuários do Porto, será de aproximadamente 0,65% para os graneis líquidos, 1,72% nos granéis sólidos para exportação e 1,47% nos granéis sólidos para importação. O reajuste de 23,20% não atinge os terminais da Cattalini, Volkswagen e Terminal de Conteineres de Paranaguá (TCP), devido a questões específicas estabelecidas nos contratos.

A edição completa da tarifa portuária pode ser acessada através do link: http://www.portosdoparana.pr.gov.br/arquivos/File/OS_092_15.pdf

Comunidade portuária atenta para questão da dragagem

Imagem1A comunidade portuária do Paranaguá vem, mais uma  vez, se manifestar junto à Secretaria Especial de Portos (SEP), órgão do Governo Federal.

Desta vez o assunto em questão é a dragagem dos Portos de Paranaguá e Antonina.

Um documento com 17 entidades e representantes da cidade e de segmentos da comunidade portuária, especialmente, de Paranaguá e de Antonina, foi assinado com o objetivo de solicitar ao ministro da SEP, Edson Coelho Araújo, a exclusão dos portos do Paraná da Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) porque “concluiu-se que o projeto de concessão de canais de acesso, bacia de evolução e berços não têm aderência com as peculiaridades técnicas regionais dos Portos Paranaenses”, como consta do documento.

Sabemos fazer o serviço

Segmentos como a comissão de dragagem do Conselho de Autoridade Portuária de Paranaguá e de Antonina, Federação da Agricultura, Federação das Indústrias, Sindicatos das Agências Marítimas, assim como dos Operadores Portuários, entre outros, concordam que os portos do Paraná demonstram capacidade técnica e financeira para o planejamento e realização das obras de dragagem de manutenção da sua infraestrutura marítima, que aliás, vem sendo custeado com tarifas próprias sem recursos de outras fontes.

Esta e outras situações que comprovam a eficiência da estrutura paranaense para contratação de empresas e efetivação de dragagens, consta do documento enviado ao Ministro nesta semana.

Técnicos da área lembram à SEP que há condições climáticas como os fenômenos La Niña e El niño que provocam mudanças no regime de correntes, ventos, precipitação e que alteram significativamente, os volumes e os locais a serem dragados. Além disso, estes eventos naturias afetam o processo de assoreamento, o que impõe incertezas em contratos de dragagem a longo prazo.

“O porto de Paranaguá realizou três campanhas de dragagem de manutenção com sucesso, tendo hoje 100% todos os seus canais na profundidade de projeto”, consta no documento.

Segmentos

Além das entidades já mencionadas, assinam o documento os prefeitos de Paranaguá e Antonina, o Sindicato dos Operadores Portuários, a Associação dos Operadores de Granéis Sólidos de Importação, a Associação Comercial de Paranaguá e a Associação Comercial de Antonina, Federação do Comércio e Federação dos Transportes, Federação das Associações Comerciais e a Associação Comercial do Paraná, além da Organização das Cooperativas do Paraná.

Fonte: Diário do Comércio

Cais cede e guindaste cai no buraco

5.2- cais cedeuNa última quinta-feira, um acidente ocorreu no Porto de Paranaguá.

O fato ocorreu com um buraco que apareceu no cais do Porto, na região do berço 8 e um guindaste caiu dentro do buraco que se formou no concreto.

A reportagem do Diário do Comércio encaminhou alguns questionamentos  à assessoria de imprensa da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) para obter informações sobre o proprietário do guindaste, o que teria provocado a situação, o que está sendo feito para arrumar o cais, porém, não obteve retorno até o fechamento da edição que circulou ontem na cidade.

Alteração em poligonal: muito $ para poucos e pouco $ para muitos 

Bancada no Paraná no Congresso se reúne com trabalhadores portuários hoje, em Brasília

Porto-Antonina-470x260A poligonal do porto de Paranaguá volta a ser discutida, pois a alteração da área portuária pode significar mudanças significativas para os trabalhadores portuários avulsos. Interferindo, inclusive, no ganho de estivadores, conferentes, arrumadores, entre outros TPA’s.

Foi por conta da preocupação com a redução do mercado de trabalho que tanto estivadores como outras categorias como a própria Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap) ingressaram com processo contra a consulta pública que foi aberta para discussão da poligonal.

A Justiça deu ganho de causa, tanto à ação da Aciap, como à ação impetrada pelos trabalhadores.

Os TPA’s reclamaram que foi prometido ouvir a categoria, situação que não foi cumprida.

 

Reunião hoje

A Bancada do Paraná no Congresso Nacional marcou para hoje, às 17h, na Câmara Federal, uma reunião com representantes de sindicatos e da Federação dos Trabalhadores Portuários para discutir a chamada poligonal do Porto de Paranaguá. A ideia é incluir a comunidade afetada e representantes do Legislativo nas alterações propostas.

A poligonal delimita a área do porto organizado (um zoneamento da área portuária) e deverá ser adequada, em conformidade com a nova Lei dos Portos, criando determinados terminais privados.

“Os deputados precisam discutir a criação dos terminais privados, as poligonais. Precisamos fazer uma nova discussão a partir do que pensam os trabalhadores portuários. Queremos resolver algumas situações ainda pendentes”, sinalizou o deputado federal João Arruda (PMDB-PR), coordenador da bancada.

Projeto de educação ambiental Porto Escola foi lançado em Paranaguá

normal_0430__MG_360PORTO_ESCOLAEnsinar de forma lúdica a importância da atividade portuária para a economia da cidade, do estado e do país é o objetivo do Projeto Porto Escola – Educação para a Sustentabilidade, lançado na semana passada, pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). O projeto é uma parceria entre a Appa e a Prefeitura de Paranaguá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, e é direcionado aos estudantes do 5º ano do ensino básico, com idade de 10 a 12 anos.

O atendimento acontecerá sempre nas manhãs de quintas-feiras. Serão contemplados dois mil alunos das escolas municipais de Paranaguá. Também está prevista a participação de estudantes das escolas localizadas nas cinco Ilhas do município de Paranaguá (Piaçaguera, Vila São Miguel, Amparo, Eufrasina e Teixeira).

O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, disse que o programa Porto Escola foi concebido, em um primeiro momento, para as escolas da rede municipal, mas será ampliado em breve.

normal_G0150152CONTEÚDO

O conteúdo do Projeto Porto Escola prevê temas relacionados a Cidadania (Relação Porto-Cidade); Meio Ambiente (Complexo Estuarino de Paranaguá, Paranaguá, Programas e Projetos Ambientais, Monitoramentos, Atividade Pesqueira, Dragagem, Emergência Ambiental); Saúde; e Segurança Ocupacional (com ênfase em Equipamentos de Proteção Individual e de Proteção Coletiva).

O prefeito de Paranaguá, Edison Kersten, ressaltou o avanço das ações do Porto na área ambiental, bem como na ampliação da parceria com o município.  “Esta é uma porta que está sendo aberta e que nunca mais poderá ser fechada. O trabalho de educação ambiental com as crianças é fundamental para o futuro da nossa cidade”, enfatizou o prefeito.

AULA INAUGURAL

A atividade com os alunos começou com uma palestra expositiva em que as crianças aprenderam a história do Porto de Paranaguá e a sua relevância para a economia local. Os estudantes também conheceram a importância da Baía de Paranaguá para o meio ambiente – o local é considerado o maior berçário da fauna marinha do Sul do Oceano Atlântico.

Fonte: Appa

Indicador de preço de soja de Paranaguá muda a partir de 4 de maio, diz Cepea

porto-paranagua-2A metodologia de preço da soja Esalq/BM&FBovespa para Paranaguá será alterada a partir de segunda-feira para tornar o indicador mais abrangente em relação aos negócios realizados e ofertados no porto, informou nesta quinta-feira o Cepea, centro de pesquisa da Universidade de São Paulo responsável pela elaboração.

O indicador, que se refere ao grão comercializado na condição “transferido” para armazéns ou silos portuários, é usado na liquidação financeira dos contratos futuros da soja no Brasil, e sua metodologia restritiva é apontada por operadores como um entre diversos motivos para o pouco interesse pelos contratos na bolsa de São Paulo.

“A partir de segunda-feira, especificamente quando houver apenas dois negócios efetivos ou menos, todas as ofertas de compra e de venda serão consideradas para a amostra inicial… independentemente de as ‘ofertas’ estarem no intervalo dos efetivos”, disse o centro, em nota.

A metodologia em vigor até hoje considera somente negócios efetivos e ofertas de compra e venda que estejam no intervalo dos contratos fechados.

A mudança de metodologia foi elaborada em parceria com a BM&FBovespa, aprovada por câmaras representativas na própria bolsa, para depois ser executada pelo Cepea.

“A grande dificuldade neste indicador (metodologia atual) é que, com a mudança do processo de autorização para entrega do produto no porto de Paranaguá,’se abre espaço’ nos armazéns somente depois que o navio que receberá aquele grão ter sido nomeado”, disse o professor Lucílio Alves, do Cepea, em nota.

“Isso reduziu muito o número de negócios efetivos de pronta entrega, uma vez que agentes precisam antecipar as negociações”, disse ele.

Na avaliação do Cepea, as transações previstas na metodologia atual do índice capturam os preços praticamente apenas nos casos em que é necessário completar cargas de navios ou transferir produto excedente para terceiros.

O indicador é calculado por meio de contatos do Cepea com agentes colaboradores, no mercado.

Fonte: Reuters

TCP Log conquista liderança em operações de Cargas Projeto de Paranaguá

5.3-TCP (4)Pouco mais de um ano após iniciar suas operações no segmento de Cargas Projeto, a TCP Log – subsidiária dedicada a serviços de integração da cadeia logística da TCP (empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá) já é responsável por aproximadamente 85% das movimentações deste tipo no Porto de Paranaguá.

O segmento, que atende qualquer tipo de carga com dimensão ou peso acima do permitido para embarque em contêineres (ultrapassando 12 metros de extensão e dois metros de altura), exige equipamentos especiais para todas as etapas logísticas.

O terminal movimentou em média 10 mil toneladas de Carga Projeto por mês este ano e é responsável pela gestão e operação logística portuária de grandes equipamentos importados de países da Ásia, Europa, América do Norte, entre outros, por fábricas que estão se instalando em solo brasileiro. “São cargas especiais e que demandam um complexo tratamento e manuseio”, explica Juarez Moraes e Silva, diretor Superintendente Comercial da TCP.

No final de 2014, por exemplo, a TCP Log foi responsável pela recepção e gestão intraportuária de uma carga projeto com 80 grandes peças que, juntas, somaram mais de 600 toneladas. No final de março, um novo carregamento desembarcou em Paranaguá com uma única peça de 198 toneladas.

“A TCP Log procura entender qual é a real necessidade do cliente e oferecer soluções logísticas integradas que melhor se adaptem a cada caso”, ressalta Moraes.

Para poder operar com este tipo de carga, além de investir na estruturação da TCP Log, a TCP também investiu em parcerias com outros dois armadores expressivos de cargas projeto, atendendo exportadores e importadores em serviços como armazenagem, movimentação e transporte, todos eles 100% gerenciados por SLAs e KPIs que buscam permanentemente segurança e excelência.