Porto de Paranaguá faz hoje 79 anos com blitz da Operação Safra

paranagua-patioNo aniversário dos 79 anos do Porto de Paranaguá, hoje, a Administração dos Portos do Paraná realiza blitz educativa da Operação Safra 2014, com caminhoneiros que chegam de diversas regiões do Estado e do país para descarregar grãos no Corredor de Exportação, em Paranaguá.

A partir das 15h, na saída do Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá, guardas portuários vão abordar os transportadores. Pela primeira vez na cidade, a blitz da Operação Safra vai intensificar as informações sobre os procedimentos para a limpeza dos caminhões depois da descarga dos grãos. A ação é mais uma maneira de estreitar a relação com o município.

Comentário no Blog denuncia comissionado do Porto fazendo compra no horário de trabalho

52390020“Hoje, dia 13/03/2014, por volta das 15:00 horas, um comissionado do porto, adequadamente vestido com a camisa e crachá, estava tranquilamente fazendo compras com o seu cartão Sodexo, no Hiper Condor.
Notem que esse senhor estava em horário de trabalho, com o ponto devidamente registrado e em vez de comparecer ao seu local de trabalho, estava fazendo compras, possivelmente para o “ágape” das quintas na sua confraria.”

Esse foi o comentário deixado por Luiz Porto (desconheço se o nome é verídico) na matéria com o título “Appa adota medidas para diminuir horas extras e ações trabalhistas”.

O comentário registrado no Blog da Luciane ainda diz que “As não conformidades começam com os comissionados que não aparecem no trabalho, outros que “batem” o ponto e vão embora, outro que está lotado em Antonina e nunca foi para lá pois registra o ponto em uma seção que não mais existe e vai para a sua confraria.
Existem comissionados que, pasmem, recebem hora extra apesar de proibido por lei.
Coordenador Operacional que atua como advogado e outros que nunca passaram pela área operacional. Chefes de seções extintas há anos, sem ter a quem comandar.
A “pseudo” moralização deveria começar de cima para baixo e separar quem realmente trabalha (a grande maioria dos portuários), dando-lhes segurança e respeito”.

Com a palavra a Superintendência da Autarquia sobre o assunto, caso queira se manifestar.

Cattalini Terminais realiza operação inédita no Porto de Paranaguá

fotom-2013-02-20-06-41-49Pela primeira vez na história do Paraguai, o etanol produzido em suas usinas vem sendo exportado através de um porto brasileiro. Por enquanto uma única empresa paraguaia aposta no mercado internacional: a Indústria Paraguaia de Álcool (Inpasa).

Com um consumo interno insuficiente para absorver toda a sua produção, estimada em 12 milhões de litros/mês, o volume excedente – cerca de 5 milhões de litros/mês – vem sendo exportado via Porto de Paranaguá, por meio do Terminal Marítimo da
Cattalini, empresa que há mais de 30 anos opera exclusivamente com produtos líquidos.
“Pela experiência de mercado e pela qualidade de sua estrutura operacional, a Cattalini é
referência no setor e a consideramos apta a nos atender com total segurança”, considerou Eliane Montanheiro, da área de Logística da Inpasa.

Caminhoneiros são orientados sobre a Operação Safra 2014

unnamedCaminhoneiros que desciam carregados com grãos rumo ao Porto de Paranaguá foram abordados por guardas portuários e policiais rodoviários federais na manhã desta quarta-feira (19), na BR 277. A abordagem foi feita no posto Wanser, da PRF, e foi a primeira blitz educativa da Operação deste ano.

O objetivo da abordagem é chamar a atenção quanto às regras da descarga de grãos no Porto de Paranaguá, garantindo que o escoamento da safra de grãos seja tranquilo e sem formação de filas no acesso ao Pátio.

Juíza dá reintegração de posse à ANNP

Consórcio Mercosul ganhou licitação no Paraguai e tomou posse no final de janeiro em Paranaguá

Presidente da ANNP, Hector Duarte, esteve em Paranaguá para dar posse ao Consórcio Mercosul. Na foto, com o diretor presidente do líder do Consórcio, Albino Tramujas

Presidente da ANNP, Hector Duarte, esteve em Paranaguá para dar posse ao Consórcio Mercosul. Na foto, com o diretor presidente do líder do Consórcio, Albino Tramujas

A Agência Nacional de Navegação e Portos do Paraguai (ANNP) conseguiu, na Justiça, a reintegração de posse dos silos horizontais no Porto de Paranaguá. A decisão ocorreu no último dia 30 de janeiro quando a juíza, Dra. Mércia do Nascimento Franchi assinou a sentença, juntamente quando o Dr. Ernani Mendes Silva Filho, deferiu pedido de reforço policial.
No dia 31, o presidente da ANNP, Hector Duarte, esteve em Paranaguá para dar posse ao Consórcio Mercosul, que ganhou a licitação no Paraguai. O Consórcio Mercosul é formado por duas empresas, a paraguaia Diagro e a brasileira Cimbessul que é a líder do consórcio e tem como diretor-presidente o parnanguara, Albino Tramujas.
Mas esta história começou há muito tempo e tem muitos envolvidos até chegar na reintegração de posse ocorrida na semana passada.
A história começa na década de 80 quando uma cooperativa de produtores de soja do Paraguai propôs ao governo paraguaio comprar um terreno e um armazém em Paranaguá. Essa cooperativa é a chamada Capeco que criou a empresa AGTL que passou a ter condições de operar no Brasil.
Foi a empresa AGTL que comprou o terreno e construiu três silos verticais e aumentou a capacidade de movimentação de soja.
Por volta do ano de 2003, a empresa Centro Sul assumiu a direção do terminal, assumindo a AGLT. Em 2009, o governo paraguaio fez uma aliança pública privada, mais conhecida no Brasil como licitação, para definir o novo administrador do terminal paraguaio em Paranaguá (silos horizontais).
O Consórcio Mercosul foi o ganhador com um contrato fechado pelo prazo de 15 anos. Em maio de 2013, a AGTL/CAPECO conseguiu liminar de retenção de posse pelas benfeitorias. Em 19 de dezembro de 2013, a juíza de Paranaguá concedeu a reintegração de posse para a ANNP, mas a AGTL conseguiu a suspensão da reintegração.
Só no final de janeiro deste ano, o Consórcio Mercosul conseguiu reverter a suspensão.

Inédito

De acordo com o diretor-presidente da Cimbessul e representante do Consórcio Mercosul em Paranaguá, Albino Tramujas, o objetivo da empresa é que o relacionamento entre Brasil e Paraguai, especialmente, o relacionamento com o Paraná esteja mais estreito. “Ganha o Paraná e Paranaguá”, destacou Tramujas.
Segundo ele, em breve, há expectativa de que, em breve, comece a movimentação de 250 mil toneladas de soja até Paranaguá em containeres. Uma movimentação inédita.
A ANNP tem capacidade de 90 mil toneladas estáticas.

UFPR/ITTI será responsável pelo anteprojeto da ferrovia Maracaju-Paranaguá

anttO anteprojeto da ferrovia Maracaju-Paranaguá, que ligará o município sul-mato-grossense ao principal porto do Paraná, será adequado pela Universidade Federal do Paraná por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (UFPR/ITTI). A decisão foi tomada essa semana após reuniões em Brasília entre o senador Sérgio Souza, o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, o coordenador de projetos do ITTI,  professor doutor Eduardo Ratton, o representante da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), professor doutor Mário Stamm, além de outros de outros representantes da ANTT e da Empresa de Planejamento e Logística (EPL).

Nos encontros foi abordada a necessidade e urgência da elaboração do esboço do traçado da ferrovia, que trará alterações no projeto inicial da malha viária para que as áreas legalmente protegidas, como terras indígenas e unidades de conservação, não sejam afetadas. De Maracaju a Paranaguá a ferrovia terá mais de mil quilômetros.

A UFPR/ITTI estima a entrega do anteprojeto no prazo de 20 dias à EPL e ANTT. Após a conclusão do traçado, a EPL estabelecerá o Termo de Cooperação com a UFPR/ITTI para a realização dos estudos ambientais.

Ibama

Na quarta-feira (29), a UFPR/ITTI se reuniu com a Presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Ibama) e representantes da Fiep, ANTT E EPL. Na reunião ficou acordado que, após a entrega do anteprojeto de traçado da ferrovia Maracaju-Paranaguá, o Ibama encaminhará o Termo de Referência para elaboração dos estudos ambientais (EIA/RIMA) no prazo de 30 dias, para que se inicie o processo de licenciamento ambiental da ferrovia.

Benefícios

O novo trecho terá mais de mil quilômetros e cortará o Paraná de leste a oeste, se prolongando até Maracaju (MS). O corredor deve facilitar e baratear o escoamento da produção agrícola e o transporte de insumos. O Paraná é o segundo maior produtor de grãos do país e terceiro maior exportador entre os estados. De acordo com estimativas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, a colheita de verão do estado deve ser de 22 milhões de toneladas.

ITTI

O Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) atua na elaboração, execução e supervisão de programas e estudos destinados à gestão ambiental de obras, especialmente na área de transportes, tais como as rodovias, ferrovias e portos. Com uma equipe técnica formada por professores, pesquisadores, estudantes e profissionais especializados, os projetos da UFPR/ITTI também contemplam aspectos relacionados à gestão territorial, questões socioambientais e quanto ao uso de recursos naturais.

Briga por terminal no Porto de Paranaguá

STJ rejeitou reclamação da Agência Nacional de
Navegação e Portos do Paraguai

tn_620_600_porto_de_paranagua_8913A Agência Nacional de Navegação e Portos do Paraguai (ANNP) não conseguiu reverter decisão da Justiça paranaense que manteve na direção de seu terminal no porto de Paranaguá a mesma empresa que o administra há 25 anos. A decisão foi do presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Felix Fischer, que rejeitou reclamação da ANNP.

A Agência move ação de reintegração de posse na Justiça para recuperar o domínio de um terminalconstruído no porto de Paranaguá. Após licitação feita pela agência, a vencedora, Consórcio Mercosul, não assumiu a direção do terminal, pois a Capeco/AGTL, administradora do local há mais de duas décadas, requer indenização milionária para deixar o comando, sob a alegação de ter feito investimentos estruturais.
O Tribunal de Justiça do Paraná já havia concedido liminar na ação de reintegração de posse movida pela ANNP, afastando o direito de retenção do terminal pela Capeco/AGTL e reconhecendo o direito da agência paraguaia à posse imediata do bem.
Contra essa decisão, a Capeco interpôs Recurso Especial no STJ. Ao mesmo tempo, ajuizou duas medidas cautelares em que pedia para permanecer no terminal até o julgamento do recurso especial. O STJ, porém, rejeitou o pedido feito nas cautelares.

Incidente de falsidade
Em razão de um incidente de falsidade surgido na ação de reintegração de posse, os juízes plantonistas do TJ-PR suspenderam o trâmite do processo. Tal fato impediu também o cumprimentoda liminar dada pelo tribunal estadual. Em virtude disso, a Capeco continuou no terminal.
Para a ANNP, ao decidirem pela suspensão do processo, os juízes plantonistas do TJ-PR acabaram por dar, na prática, o efeito suspensivo que a Capeco desejava e que o STJ havia negado nas cautelares.  Na reclamação submetida ao ministro Felix Fischer, a agência sustentou que houve desrespeito às decisões do STJ e que os juízes contrariaram a jurisprudência, segundo a qual a oposição de arguição de falsidade não impede o andamento do processo, mas apenas a prolação de sentença de mérito.
De acordo com a ANNP, os juízes poderiam no máximo ter impedido a prolação de sentença até a decisão final sobre o incidente de falsidade, mas não o andamento do processo, nem o cumprimento da liminar de reintegração de posse.

Questões diversas
Ao analisar a reclamação feita pela agência, o presidente Felix Fischer entendeu que o assunto discutido nas medidas cautelares não tinha nenhuma associação com as decisões dos juízes, agora impugnadas, que suspenderam o trâmite do processo de reintegração.
Nas cautelares, o STJ entendeu pela impossibilidade do uso de medida cautelar para conferir efeito suspensivo a Recurso Especial quando ainda há Embargos de Declaração pendentes de julgamento no tribunal de origem. Em razão disso, a Reclamação foi rejeitada pelo presidente do STJ. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Mais informações sobre manifestação dos guardas portuários

5.1- manifestação guardasOs Guardas Portuários que atuam no Porto de Paranaguá realizaram ontem, uma manifestação no portão principal do Porto. Segundo o vice-presidente da Associação da Guarda Portuária, Felipe Cordeiro, está prevista a adesão de trabalhadores de outros portos do País neste protesto, que teve início às 07:00 e tem o término previsto somente para hoje.

5.1- guardasOs trabalhadores reivindicam a regulamentação da guarda portuária, sem terceirização. Em novembro de 2013, a Secretaria dos Portos (SEP) apresentou proposta aos trabalhadores que permite a contratação de segurança privada para a vigilância dos portos. Para os trabalhadores a terceirização da atividade representa um risco à segurança portuária.

5.1- faixa guardasNota de esclarecimento
Em nota de esclarecimento, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, comenta que sobre a deliberação da Federação Nacional dos Portuários, em reuniões ocorridas nos últimos dias 20 e 21, de mobilização com movimento de paralisação em todos os portos brasileiros.
De acordo com a nota, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) esclarece que no Porto de Paranaguá, neste dia 30 de janeiro de 2014, ocorreu operação padrão por parte de alguns trabalhadores, com manifestações pacíficas no Porto Público.
As principais reivindicações são perante a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), em especial cobrando a regulamentação da Guarda Portuária, sem terceirização. A Appa esclarece ainda que, no Porto de Paranaguá, todos os terminais portuários privados possuem guarda patrimonial privada, ou seja, as operações de carga e descarga, nesses, não estão sendo afetadas.
No Porto Público, até às 11h de hoje (30), não houve qualquer incidente, e que as operações estavam ocorrendo dentro da normalidade.

Fotos de Flávio Petruy. Rádio Ilha do Mel FM