MATINHOS: Ministério Público recomenda que prefeitura equipe sala de emergência de hospital público

prefeitura-de-matinhos-arquivoA 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos, no Litoral paranaense, emitiu na sexta-feira (23) recomendação administrativa para que o Município forneça equipamentos para a sala de emergência do Hospital Nossa Senhora dos Navegantes.

 Dirigido ao prefeito e à secretária de Saúde, o documento dá prazo de 60 dias para que a sala receba os equipamentos e materiais indicados na portaria do Ministério da Saúde que regula o funcionamento dos serviços de urgência e emergência no país (Portaria MS/GM354).

 Tendo em vista notícias recebidas pelo Ministério Público quanto à falta de segurança dos profissionais de saúde que trabalham no hospital no período noturno, a recomendação estabelece ainda prazo de 15 dias para que sejam designados guardas municipais em número suficiente para garantir a segurança das instalações e dos servidores durante o plantão noturno.

Fonte: MP

MP-PR recomenda que Polícia Militar tenha posto permanente na Ilha de Superagui

superaguiA 2ª Promotoria de Justiça de Antonina emitiu na última quinta-feira, 8, recomendação administrativa dirigida ao Governo do Estado do Paraná e ao Comando Geral da Polícia Militar para que seja implantado um posto permanente de policiamento na Ilha de Superagui. A medida foi tomada após queixas de moradores da ilha relatando a ausência de segurança pública na localidade e arredores.

 Os moradores informaram à Promotoria de Justiça que, quando solicitam a intervenção da Polícia Militar, não são atendidos, sob a alegação de que não há embarcações para o deslocamento, nem combustível para os veículos. Em visita realizada à ilha em 29 de maio último, o MP-PR constatou a ausência do Poder Público no local, em especial dos órgãos responsáveis pela segurança. Para registrar boletins de ocorrência, termos circunstanciados ou outros documentos policiais, a população precisa ir até Guaraqueçaba, distante aproximadamente duas horas de viagem da ilha.

 Diante do quadro de abandono da Ilha de Superagui pelos órgãos de segurança pública, a Promotoria de Justiça recomendou a implantação do posto policial no local, com um efetivo mínimo de cinco policiais, bem como a disponibilização de meios para a prestação dos serviços de segurança, como embarcações para o deslocamento dos policiais, equipamentos para atender necessidades relacionadas a possíveis prisões, armamentos não letais, computadores e impressoras para o registro de boletins de ocorrência e termos circunstanciados, entre outros materiais.

 A recomendação administrativa estabelece prazo de 20 dias para que os responsáveis relatem as medidas tomadas para sanar os problemas.

Fonte: MP-PR

MPE-PR realiza Processo Seletivo para credenciar estagiários em Paranaguá

Inscrições podem ser feitas até o dia 26 de agosto

3.1- site mmpCom o objetivo de formar cadastro reserva de Estagiários, o Ministério Público do Estado do Paraná anunciou a realização de um novo Processo Seletivo.
Esta oportunidade busca por acadêmicos do curso de Direito, devidamente matriculados a partir do 3º ano ou 5º semestre, para atuar em jornadas diárias de quatro horas, nas Promotorias de Justiça da Comarca de Paranaguá – PR. A remuneração é de R$ 797,20, acrescida por auxílio transporte de R$ 114,00.
Inscreva-se para esta oportunidade até o dia 26 de agosto de 2015, na Sede da Coordenação Administrativa das Promotorias de Justiça de Paranaguá, que fica na Avenida Gabriel de Lara, nº 1.404, Sala 01, Bairro Leblon, das 8h30 às 11h30 e das 13h às 18h. Não há taxa de inscrição.
O teste seletivo será composto por duas fases, que incluem Prova Escrita, com questões objetivas e dissertativas, e Entrevista, somente para os candidatos aprovados na primeira etapa.
Para mais informações sobre esta oportunidade, confira o edital completo disponível em no site do Ministério Público.
O endereço é http://www.mppr.mp.br/.

MP-PR ajuíza ação para que prefeitura construa casa de acolhimento a crianças e adolescentes

municipio-de-guaraquecaba-4A 2ª Promotoria de Justiça de Antonina ajuizou ação civil pública requerendo que o município de Guaraqueçaba, construa casa lar ou casa de passagem para receber crianças e adolescentes em situação de risco. A medida foi proposta para evitar a possibilidade de que crianças e adolescentes do município que necessitam desse tipo de atendimento sejam encaminhadas para outras cidades, afastando-se dos parentes e da convivência comunitária, o que dificultaria a reinserção familiar.

Na ação proposta, a Promotoria requer a condenação do Município de Guaraqueçaba para que seja obrigado a promover as adequações em sua política pública voltada à assistência social na área da infância e juventude e a implementar entidade de acolhimento institucional nos limites do Município.

Estrutura mínima – Segundo a Promotoria, “a Rede de Proteção à Infância e Juventude de Guaraqueçaba está sendo implementada aos poucos e possui sérios problemas, sendo por muitas vezes ineficaz”. A ação informa que a capacitação dos conselheiros tutelares e dos assistentes sociais ligados ao Centro de Referência de Assistência Social, por exemplo, vem sendo gradativamente efetivada.

Entretanto, “para que a política municipal de atendimento às crianças e adolescentes em situação de risco (em especial de abandono e maus tratos) seja eficaz, se faz necessária, além da capacitação dos profissionais que atuam na rede de proteção, a existência de estrutura mínima para que o serviço seja por eles devidamente prestado – nesse caso, um local onde crianças e adolescentes em situação de risco possam ser acolhidos provisoriamente, com ambiente digno, familiar e acolhedor, tendo por objetivo a reinserção da criança/adolescente em sua família de origem (caso seja possível) ou a sua colocação em família substituta”.

Fonte: MP

Antonina: Prefeitura atende recomendação do MP e economiza R$ 30 mil

Dinheiro era usado em aluguel de hospital

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Atendendo recomendação administrativa da 1ª Promotoria de Justiça de Antonina, no Litoral paranaense, a prefeitura do município transferiu o Hospital Municipal Silvio Bittencourt de uma sede alugada para um prédio construído especialmente para abrigar o estabelecimento.
O hospital estava funcionando em um edifício alugado na Av. Conde de Matarazzo, embora já existisse há mais de três anos edificação ociosa construída para instalação da unidade de saúde. A Promotoria de Justiça tomou conhecimento de que a prefeitura tencionava renovar o aluguel para manter o hospital por mais alguns meses na antiga sede a pretexto de supostos problemas com o novo prédio.
O MP emitiu então a recomendação, orientando a tomada de todas as providências necessárias para que o hospital pudesse ser transferido.
Antes do prazo limite definido na recomendação administrativa (30 de junho), graças à intervenção do MP, as providências foram tomadas, e a mudança foi concluída nesta quinta-feira, possibilitando o atendimento ao público em local mais amplo e adequado, com economia de R$ 30 mil mensais em aluguel.

OPERAÇÃO SUPERAGUI cumpre mandados de busca e apreensão de documentos do IAP

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Gaeco, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, cumpriu nesta segunda-feira (15) 14 mandados de busca e apreensão em casas e escritórios de diretores do IAP. Na casa de um dos investigados foram apreendidos R$ 649 mil em dinheiro

O Ministério Público do Paraná cumpriu na manhã desta segunda-feira, 15 de junho, 14 mandados judiciais de busca e apreensão em residências e escritórios de integrantes da direção do Instituto Ambiental do Paraná. Entre os investigados, estão o diretor-presidente, o diretor-jurídico, o chefe do Departamento de Recursos Ambientais e o ex-diretor regional do escritório de Paranaguá, além de um engenheiro florestal do IAP.O grupo é investigado por participação num esquema ilegal de concessão de licenças ambientais (artigos 67 e 69A da Lei 9605/98) e associação criminosa (artigo 288 do Código Penal). Na ação, coordenada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Paranaguá e pela Coordenação Regional da Bacia Litorânea, com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), foram apreendidos computadores, celulares e documentos diversos em Curitiba, Paranaguá (Litoral) e Jacarezinho (Norte do Estado). Na casa de um dos investigados, foram apreendidos ainda R$ 649 mil (em dinheiro).A Justiça também determinou o afastamento dos investigados das funções públicas que exercem junto ao IAP. Porém, na última sexta-feira (12), o diretor-presidente do Instituto conseguiu liminar cassando seu afastamento. Os demais continuam afastados. Todos os investigados já respondem ação penal perante o Juízo da 1.ª Vara Criminal de Paranaguá.

MP e Câmara assinam termo de ajustamento de conduta em Matinhos

Termo de conduta servirá para regularizar portal da transparência

3.3-camara-matinhosgogglestreetA 2ª Promotoria de Justiça e a Câmara Municipal de Matinhos, no litoral paranaense, assinaram termo de ajustamento de conduta (TAC) com o objetivo de garantir a divulgação, de forma adequada à lei, de informações de interesse público no portal da transparência do legislativo municipal.

O Ministério Público propôs a assinatura do TAC após constatar que as informações disponíveis no Portal da Transparência da Câmara Municipal de Matinhos dificultavam o controle da gestão pública, contrariando a determinação legal de que todos os cidadãos interessados devem ter acesso aos dados públicos em relação aos quais não haja determinação de sigilo, para melhor fiscalização do poder público. De acordo com os termos do TAC, a Câmara Municipal se compromete a deixar disponíveis no Portal, num prazo de 60 dias, todos os dados referentes a pessoal, administração e orçamento da instituição, além das informações sobre a casa legislativa, entre outros, detalhados no documento.

Para regularização de seu portal, a Câmara Municipal de Matinhos poderá utilizar plataforma própria ou a plataforma tecnológica “Transparência Municípios”. Essa segunda opção é recomendada a todos os municípios do Estado porque proporciona a utilização de um modelo gratuito e adequado pelos entes públicos.

MP-PR denuncia homem por tentativa de feminicídio em Paranaguá

Essa foi a primeira denúncia da comarca caracterizada dentro do crime de feminicídio

n-VIOLENCIA-MACHISTA-large570A 6ª Promotoria de Justiça de Paranaguá apresentou na última quinta-feira, 21 de maio, denúncia de crime de tentativa de feminicídio à 1ª Vara Criminal daquela comarca. Na denúncia, um homem é acusado de tentar matar a mulher e a filha por não aceitar o fim do casamento.

 Os fatos ocorreram no dia 22 de março deste ano, quando o denunciado ofendeu a mulher verbalmente e tentou agredi-la com socos, sendo impedido pelos filhos do casal. Ao ser contrariado, o homem tentou incendiar a casa onde estava a família, espalhando gasolina pela cozinha e acendendo o fogão. O homem também atirou combustível nas costas da filha, propositadamente, por ela ter impedido as agressões físicas à mãe, mas a mulher e o filho do casal conseguiram apagar o fogo antes que a vítima fosse atingida. Por fim, o denunciado ainda ameaçou matar sua mulher com uma faca.

 O homem está preso no Setor de Carceragem Temporária da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá, à disposição da Justiça.

 Feminicídio – O crime de feminicídio foi definido na Lei Ordinária 13.104/2015, sancionada pela presidente da República no dia 9 de março. Com a lei, o feminicídio passou a figurar dentre as circunstâncias qualificadoras do crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal, e o delito passou a ser qualificado como hediondo, com pena prevista de 12 a 30 de reclusão. Essa foi a primeira denúncia da comarca caracterizada dentro do crime de feminicídio.

Câmara de Paranaguá e MP firmam acordo sobre Publicações Legais

6camara_municipal_paranagua5A 4.ª Promotoria de Justiça e a Câmara Municipal de Paranaguá firmaram termo de ajustamento de conduta (TAC) para regularizar as publicações legais do Legislativo, em veículos de comunicação. A medida visa evitar possíveis atos de improbidade administrativa.

Entre as obrigações assumidas pela Câmara está a de não mais realizar suas publicações com intermediação de agências de publicidade, comprometendo-se a fazer licitação para a contratação direta dos meios de imprensa escrita. Com isso, o objetivo é que os custos atuais sejam reduzidos.

No TAC também ficou acordado que os discursos dos vereadores proferidos durante as sessões legislativas não serão publicados em jornais impressos, conforme vinha ocorrendo. Além disso, está vedada a contratação de empresas de rádio e televisão para a mesma finalidade.

Em caso de descumprimento do que foi estipulado no termo, o Ministério Público do Paraná estipulou multa no valor de R$ 10 mil por item não cumprido do termo de ajustamento de conduta. Além disso, o presidente da Casa ficará sujeito à responsabilização criminal e pela prática de ato de improbidade administrativa.

Com informações da Agência de Notícias do Ministério Público do Paraná

GUARAQUEÇABA: Justiça determina que Estado e Município ofereçam transporte escolar a estudantes

guaraO Juízo da Vara da Infância e da Juventude de Antonina, na Região Litorânea, determinou que o Governo do Paraná e o Município de Guaraqueçaba continuem fornecendo, de forma ininterrupta, o transporte público escolar aos estudantes da rede pública municipal e estadual de ensino. A liminar foi concedida, no dia 7 de fevereiro, em reposta à ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Paraná, no fim da última semana.

 A 2ª Promotoria de Justiça de Antonina ajuizou a ação por conta de um desacordo entre o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Guaraqueçaba. O município alegava que, apesar de ter recebido parte do dinheiro do Programa Estadual de Transporte Escolar (PETE), fechou o ano de 2014 com um déficit de R$ 157 mil, gastos com o custeio do transporte dos estudantes e que, portanto, o Estado deveria arcar com a totalidade dessas despesas a partir do início do ano letivo de 2015 (previsto para 9 de fevereiro). Ao fazer essa declaração, a municipalidade afirmou que suspenderia os serviços de condução, o que prejudicaria todos os alunos matriculados na rede estadual de ensino público.

  O juiz da Vara da Infância e da Juventude concluiu que o acesso à escola e a facilitação das condições para se chegar às instituições de ensino, tanto municipais como estaduais, são responsabilidades conjuntas do Estado e do Município, devendo ambos arcar com tais despesas. De acordo com a decisão, o Estado do Paraná deve realizar o pagamento das parcelas atrasadas referentes ao PETE no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária, no valor de 20 salários mínimos. Já o município de Guaraqueçaba deve continuar fornecendo o serviço aos alunos da rede pública, a fim de evitar uma elevação no já alarmante índice de abandono escolar da cidade (6,5%, sendo a média do Estado 2,8%).