Para os fofoqueiros da rádio corredor ou fantasmas comissionados a porta da rua é serventia da casa

Mas quem trabalha merece a consideração e respeito de todos

3.3-prefeitura-de-paranaguáO Ministério Público do Paraná recomendou a exoneração de 141 pessoas que ocupam cargos comissionados na Prefeitura de Paranaguá.

Isso mesmo, recomendou a exoneração de pessoas.

E posso dizer, por ser servidora pública CONCURSADA, que muitas dessas pessoas trabalham, executam suas funções, cumprem seus horários.

Mas a qualquer sinal de alerta do MP ou TC, ou outra sigla representativa, o furor da opinião pública se manifesta.

Sinceramente, não estou pensando na recomendação. Estou pensando nas famílias que, em tempos de crise, ficarão sem um salário a menos na renda familiar, mesmo com provas de que elas desempenham suas funções.

Na recomendação, o MP fala sobre desvio de finalidade no desempenho de cargos.

Muito bem.

Também acredito que aquilo que está errado também precisa ser corrigido.

Agora cabe ao prefeito e ao seu departamento jurídico, ler com atenção as recomendações deste importante órgão, verificar o que entraria no mérito de “dever” ser atendido, mas também saber explicar ao MP aquilo que não está esclarecido.

Ou seja, defender quem realmente trabalha e exonerar, de vez, quem não cumpre suas funções.

Desde que a recomendação administrativa do MP foi confirmada e divulgada, muitas pessoas apoiaram a iniciativa ao mesmo tempo que já julgavam as pessoas que ocupam cargos comissionados.

Apoiar a iniciativa é da democracia, mas julgar não é da nossa competência!

Ah, mas é possível,sim,que alguns ou muitos cargos sejam ocupados por pessoas que não fazem nada, andam pelos corredores do Palácio São José maquinando a próxima fofoca para encher a rádio corredor.

Para esses lembro que a porta da rua é serventia da casa!

Porém, conheço muitos que assumem o trabalho público com responsabilidade. Cabe é, ao gestor público, colocar todos para trabalhar e defender os trabalhadores dignos e honestos.

O MP faz o seu papel da melhor forma possível e pautado nas informações que recebe, mas não pode ser ‘adivinha’ se não há um detalhamento ante a recomendação.

E este detalhamento seria bom para o MP, assim como para o município e alinharia ainda mais todos os serviços que precisam ser prestados e são relevantes para o bem de Paranaguá.

MP-PR recomenda ações urgentes para combate à epidemia de dengue

área de ParanaguáConsiderando a atual situação do município de Paranaguá, que apresenta alta taxa de incidência de dengue, inclusive com 22 casos de morte em decorrência da doença, a 4ª Promotoria de Justiça da comarca expediu nesta quinta-feira, 7 de abril, Recomendação Administrativa (nº 3/2016) ao secretário de Saúde do Estado do Paraná, para que sejam adotadas medidas necessárias e urgentes para prevenir e controlar a doença.
De acordo com a Recomendação, a Secretaria tem o prazo de cinco dias para assumir a vigilância epidemiológica no Município, nos limites das atuais deficiências locais já expostas pela Administração Municipal. Ou seja, deve criar uma estratégia de prevenção e controle da dengue na cidade.

Situação atual
A taxa atual de incidência de dengue em Paranaguá é de 2.318 casos para 100 mil habitantes, muito acima do considerado aceitável pelo Ministério da Saúde (300 casos para cada 100 mil habitantes). Além disso, desde a primeira semana de agosto de 2015, pelo menos 3.493 pessoas adoeceram por conta da dengue na cidade, com 22 casos de morte registrados.
Na Recomendação, a Promotoria cita, ainda, uma série de fatores que contribuem para a grave situação da cidade: o clima local, que favorece a reprodução do vetor; a falta de visitação em todos os imóveis da cidade por agentes de controle de endemias; a remoção química mínima se considerado o tamanho do território; dentre outros.
Em resposta a procedimento instaurado pelo MP-PR, a Secretaria de Estado da Saúde já havia informado que o Município de Paranaguá permanece em absoluta precariedade no programa municipal de controle e combate à dengue, sem providências organizadas para o controle do vetor, mesmo após o recebimento de mais de R$ 8 milhões do Estado do Paraná para melhorar o combate à doença.

Recomendações
O MP-PR salienta que, neste momento, nem a responsabilização dos agentes públicos municipais por omissão e negligência no enfrentamento à epidemia (providência que, inclusive, já está sendo adotada pela Promotoria) ajudará a provocar o enfrentamento urgente da proliferação do mosquito. “A situação hoje enfrentada em Paranaguá encaixa-se nas hipóteses previstas nas Diretrizes Nacionais do Ministério da Saúde Para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue, pois no momento não é mais possível eliminar apenas mecanicamente os criadouros, já que, ante a inércia do poder público para tanto, o vetor está tão disseminado que em curto prazo a remoção física não será suficiente para refrear a atual epidemia”, ressalta trecho da Recomendação.

Para a Promotoria, é necessária a supervisão direta da equipe de agentes de controle, para aumento de produtividade e de qualidade das ações de campo, além da execução do bloqueio maciço do vetor, com controle químico por inseticidas que atinja 100% dos imóveis de Paranaguá, com equipamentos adequados à capacidade do Município, dentre outras medidas.

Fonte: Ministério Público do Paraná

Ministério Público vistoriou Hospital Regional e o Centro de Referência de Combate à Dengue

MP cobrou das autoridades a implementação de uma série de melhorias nas ações com prazos para a execução. Em caso de descumprimento das recomendações estipuladas, será proposta ação de responsabilização por atos de improbidade administrativa em face dos gestores envolvidos

3.1- centro de refereênciaNa última segunda-feira, dia 04 de abril de 2016, a 4ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, órgão do Ministério Público do Estado do Paraná com atribuições na defesa da saúde pública junto à Comarca de Paranaguá, realizou pela manhã vistoria no Hospital Regional do Litoral e no Centro de Referência de Combate à Dengue do Município de Paranaguá, com o objetivo de averiguar o fluxo de atendimento dos pacientes na rede pública estadual e municipal de saúde, em decorrência da epidemia de dengue e das mortes já registradas.

A diligência foi iniciativa do Promotor de Justiça, Leonardo Dumke Busatto, e restou acompanhada por médica sanitarista e pela Promotora Fernanda Nagl Garcez, ambas integrantes da equipe do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública, sendo na ocasião constatada a necessidade de urgentes melhorias no sistema de atendimento à população, sobretudo em relação ao tempo de espera junto ao Centro de Referência municipal.

No mesmo dia, no período da tarde, foi realizada reunião com representantes das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde, quando então o Ministério Público do Estado do Paraná cobrou das autoridades a implementação de uma série de melhorias nas ações e serviços de saúde de combate à dengue, com a fixação de prazos para a sua execução. Em caso de descumprimento das recomendações estipuladas, será proposta ação de responsabilização por atos de improbidade administrativa em face dos gestores envolvidos.

Fonte: 4ª Promotoria de Justiça de Paranaguá

GUARATUBA: Promotoria de Justiça ajuíza ação contra procurador do município por improbidade

prefeitura de guaratubaA 1ª Promotoria de Justiça de Guaratuba, no litoral paranaense, ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o procurador-geral do município. Investigações do Ministério Público do Paraná constataram que o escritório de advocacia do qual o procurador-geral é sócio moveu duas ações contra a Fazenda Pública de Guaratuba.

Embora não tenha subscrito as ações, o procurador-geral, que é servidor comissionado, já ocupava o cargo quando seu escritório patrocinou as ações judiciais. De acordo com a Promotoria de Justiça, por esse motivo, “a garantia da imparcialidade, tanto do procurador quanto do advogado que atuou em nome da sociedade da qual faz parte, restaram comprometidas em virtude do vínculo societário mantido”.

Na ação, a Promotoria de Justiça requer a condenação do réu às penas previstas na Lei de Improbidade (Lei 8.429/1992): perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por período variando entre três e cinco anos; pagamento de multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos.

Fonte: Ministério Público do Paraná

Delegado de Matinhos e assistente são afastados pela Justiça

fogo homensA Vara Criminal de Matinhos determinou nesta quinta-feira, 17 de março, o afastamento de um delegado e de um assistente administrativo da Delegacia de Matinhos de suas funções públicas. Eles foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Curitiba por tortura, após terem retardado intencionalmente o socorro a presos que estavam feridos na delegacia.

O caso, ocorrido no final de agosto de 2015, teve grande repercussão na cidade. Quatro detentos atearam fogo em colchões na delegacia de Matinhos, em uma tentativa de transferência para outro local. O fogo tomou conta da cela, e o delegado teria retardado intencionalmente o socorro, recusando-se em abrir a cela em chamas onde os detentos estavam, como forma de castiga-los por terem ateado fogo no local. Além disso, ressalta o Gaeco, o delegado teria agido com violência física contra os presos, mesmo após as lesões. Os detentos chegaram a ser internados com ferimentos graves.

fogoA denúncia oferecida pelo Gaeco contra o delegado e o assistente foi recebida nesta quinta-feira pela Justiça, que determinou o afastamento dos dois de suas funções públicas. A determinação foi cumprida nesta sexta-feira (18).

Fonte: Ministério Público do Paraná

MPE – PR realiza Processo Seletivo para Estagiário de Direito em Paranaguá

As inscrições devem ser feitas até o dia 18 de março de 2016

estágio em direitoAté o dia 18 de março de 2016, o Ministério Público do Estado do Paraná (MPE – PR) recebe inscrições do Processo Seletivo para o credenciamento de Estagiários em Paranaguá.

Podem se inscrever alunos matriculados a partir do 3º ano ou 5º semestre do curso de Direito.

A bolsa auxílio é de R$ 797,20, mais o valor de R$ 114,00, referente ao auxílio transporte, para estagiar em jornadas diárias de 4 horas.

As inscrições devem ser realizadas na sede da Coordenação Administrativa localizada na Rua Comendador Correia Júnior, nº 647, João Gualberto, até a data informada acima. Os atendimentos ocorrem das 8h30 às 11h30 e das 13h às 18h.

Os estudantes inscritos serão avaliados por meio de provas escritas com questões objetivas e dissertativas e entrevistas.

Para mais informações, acesse o edital disponível em nosso site.

Jornalista: Mariana Gouveia no Site PCI Concursos.

ANTONINA: Promotoria requer invalidação de doações de bens de ex-prefeito

Objetivo é assegurar recursos para o pagamento de eventuais danos ao erário, decorrentes de um esquema de enriquecimento ilícito

fachadaA 1ª Promotoria de Justiça de Antonina, ajuizou na última segunda-feira, 7 de março, ação civil pública contra o ex-prefeito do Município na gestão 2005/2008, sua esposa, três filhos e uma nora do casal. Na ação, o MP-PR requer a invalidação de doações de bens do ex-prefeito e da esposa para seus filhos.
A medida visa assegurar recursos para o pagamento de eventuais danos ao erário, decorrentes de um esquema de enriquecimento ilícito. As investigações a esse respeito foram iniciadas após o Tribunal de Contas do Paraná recusar as contas de Antonina relativas ao ano de 2008, em função de irregularidades nas transferências voluntárias de recursos do Município para uma instituição sem fins lucrativos com sede em Santa Catarina, como parte da cooperação técnica na execução do projeto denominado “Programa Saúde da Família” e plantões médicos complementares.
Dentro da investigação, o MP-PR havia requerido, anteriormente, por meio de cautelar, a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito, até o limite de R$ 1 milhão, o que foi acatado pelo Poder Judiciário. A cautelar foi requerida diante das informações de que o ex-prefeito estaria repassando seus bens aos filhos. Agindo assim, o ex-gestor objetivaria proteger seu patrimônio e evitar qualquer eventual ressarcimento aos cofres públicos.
A ação ajuizada nesta semana visa, portanto, invalidar as doações e, desta forma, assegurar recursos para o pagamento de eventual ressarcimento aos cofres públicos.

Acordo judicial determina recursos para combate à dengue

normal_0111__MG_08154A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e o Ministério Público Federal (MPF) assinaram, na última sexta-feira (15) acordo judicial que irá destinar recursos ao Programa de Combate à Dengue em Paranaguá. Ao todo, a Appa vai destinar cerca de R$ 8 milhões para ações de combate à doença e ao controle de zoonoses na cidade.

Trata-se de acordo referente à ação 5000412-67.2010.404.7008/PR, relativa ao programa de Zoonose do Porto de Paranaguá no ano de 2010. Há seis meses, Appa e MPF vêm discutindo a possibilidade de acordo no sentido de promover ações para redução de vetores e doenças incidentes no município de Paranaguá.

O combate à dengue e a zoonoses possui grande similaridade na causa principal dos vetores, como sujeira e volume de resíduos jogados nas ruas. A prevenção com mutirões de limpeza e mudança de comportamento são as únicas formas de combatê-las.

A situação de emergência no município, no entanto, motivou a antecipação do acordo. Com isso, até o dia 21 de janeiro a Appa irá depositar cerca de R$ 4 milhões para aplicação imediata no Programa “Dengue: Somos Todos Responsáveis”. Estes recursos serão destinados ao Município de Paranaguá e deverão ser utilizados na limpeza e remoção de resíduos acumulados.

Segundo o procurador da República do Ministério Público Federal, Adriano Barros Fernandes, o acordo realizado apenas abrange a destinação do valor da multa, para que tenha aplicação vinculada ao combate à dengue e às zoonoses, por meio de projetos previamente elaborados e aprovados.

ZOONOSES – O restante dos recursos será aplicado em uma segunda etapa, no Programa de Zoonoses, ao longo de 2016 e 2017. O programa vai incorporar um trabalho científico elaborado em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e visa buscar soluções a médio e longo prazo para o aperfeiçoamento e otimização da limpeza urbana e controle de zoonoses.

Prefeitura é condenada a atualizar informações do Portal de Transparência

3.0- portal da transparênciaO Município de Paranaguá foi obrigado pela Justiça a regularizar seu Portal da Transparência. A determinação judicial, expedida pelo Juízo da Vara da Fazenda Pública da Comarca, atende ação civil pública ajuizada pela 4ª Promotoria de Justiça de Paranaguá. Foi estipulado prazo de 30 dias para que a prefeitura faça a atualização do serviço.

Na ação, o Ministério Público do Paraná cobra a atualização do Portal, sem sonegação de informações, conforme determinam a Constituição Federal e a Lei Federal nº 12.527/2011, que regulamenta o direito constitucional a informações públicas. A decisão impôs ao Município a atualização constante do sistema, com a implementação, alimentação regular e gerenciamento técnico e mensal, com as informações necessárias ao funcionamento do Portal da Transparência, de acordo com as exigências legais. Foi deliberado ainda que a prefeitura “se abstenha de omitir informações, dados e esclarecimentos”.

O MP-PR propôs a ação depois de buscar resolver a questão de forma administrativa, com a expedição de recomendação dirigida ao prefeito para solução das irregularidades verificadas no Portal da Transparência de Paranaguá, que descumpria uma série de exigências previstas pela legislação e não era atualizado com frequência. Ainda cabe recurso da decisão.

 

Justiça determina extinção de cargos comissionados da Câmara Municipal de Matinhos

camara-matinhosgogglestreetJustiça julgou procedente ação civil pública proposta pela 2ª Promotoria de Justiça de Matinhos e determinou a extinção de dez cargos comissionados da Câmara Municipal da cidade. A ação do MP-PR, ajuizada em 2013, buscava a adequação do número de cargos de livre nomeação na casa legislativa, que eram desproporcionais em relação aos efetivos. À época, havia 38 funções comissionadas e 25 efetivas na Câmara.

Na decisão, proferida em 10 de novembro pela Vara Cível de Matinhos, também foi reconhecida a inconstitucionalidade de alguns pontos da Lei Municipal 1583/2013, criada inclusive a propósito de recomendação do MP-PR para adequação dos cargos no legislativo municipal. Em deliberaçãoanterior, de caráter liminar, a Justiça já havia determinado a extinção de alguns cargos de livre nomeação.

Atualmente havia 25 cargos comissionados e 25 efetivos na Câmara. Com a decisão desta semana, em relação à qual ainda cabe recurso, foi extinta afunção de assessor parlamentar II, que somava dez cargos. Agora a proporção está em 15 postos de livre nomeação e 25 efetivos.