Em Morretes, no Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca, assinou Termo de Ajustamento de Conduta com o Município para zerar a fila de crianças que aguardam por uma vaga junto aos Centros Municipais de Educação Infantil. Com o documento, ficou estabelecida a criação de 88 vagas em janeiro de 2018 e de outras 114 para janeiro de 2019. Atualmente, segundo o MPPR, perto de 100 crianças de 0 a 4 anos aguardam por uma oportunidade em um CMEI na cidade. Continue lendo
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MPE – PR contrata Estagiário na área de Direito em Processo Seletivo
A vaga destinada à comarca de Guaratuba
O Ministério Público do Estado do Paraná (MPE – PR) anuncia a realização de novo Processo Seletivo, que visa contratar um Estagiário para atuar na 2ª Promotoria de Justiça de Guaratuba.
A vaga é voltada à estudantes do 3º ano ou 5º semestre do curso de Direito, que estejam devidamente matriculados; para atuar sob a carga horária de 4h diárias, com a remuneração de R$ 980,00, acrescida de auxílio-transporte no valor de R$ 170,00.
Para participar é preciso efetuar a inscrição até o dia 18 de agosto de 2017, pessoalmente na Promotoria, localizada na Rua José Nicolau Abagge, nº 1330, Edifício Fórum, em Guaratuba – PR. No local é preciso apresentar cópia da cédula de identidade e do CPF, bem como a Ficha de Inscrição preenchida.
Os inscritos passarão por uma Prova Escrita, prevista para ser aplicada no dia 23 de agosto de 2017, a respeito do programa da seleção; e também, Entrevista Oral.
Em nosso site você pode ter acesso ao edital completo, que está disponível para a realização de consultas.
Justiça suspende licenciamento ambiental de duas empresas em Paranaguá
Justiça atende recomendação do Ministério Público do Paraná e suspende licenciamento ambiental irregular das empresas Kimway Comércio de Equipamentos Industriais Ltda- EPP e Highflow Armazenagem Eireli- EPP, ambas instaladas no Jardim Iguaçu
Atendendo pedido formulado pela 2ª Promotoria de Justiça de Paranaguá em atuação conjunta com a Coordenadoria Regional da Bacia Litorânea, o Juízo da Vara da Fazenda Pública da Comarca determinou cautelarmente a suspensão imediata dos efeitos dos licenciamentos ambientais de duas empresas naquela cidade do Litoral paranaense. De acordo com o que apurou o Ministério Público, os licenciamentos foram concedidos irregularmente por dois funcionários do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que também foram proibidos, pela mesma decisão judicial, de atuarem em licenciamentos que envolvam as duas empresas.
Conforme alegou o Ministério Público, os funcionários do IAP “deixaram de seguir os atos normativos que disciplinam o correto licenciamento ambiental para, a partir de uma análise casuística e pessoal, beneficiar as empresas […] e seus respectivos sócios, com violação aos princípios da moralidade administrativa”. Ainda de acordo com o apurado pelo MPPR, os licenciamentos foram feitos sem a apresentação dos documentos exigidos pela legislação, dando margem a prejuízos ambientais na área onde as empresas estão instaladas.
A decisão judicial determinou ainda a paralisação de eventual atividade desenvolvida no local pelas empresas (que armazenam cargas), inclusive a entrada e saída de mercadorias sem prévia autorização da Justiça.
Justiça atende recomendação do Ministério Público do Paraná e suspende licenciamento ambiental irregular das empresas Kimway Comércio de Equipamentos Industriais Ltda- EPP e Highflow Armazenarem Eireli- EPP, ambas instaladas no Jardim Iguaçu
MP promove audiência pública para debater tutela do Patrimônio Cultural em Antonina
A 2ª Promotoria de Justiça de Antonina realizará, neste dia 26 de julho, audiência pública para debater com a população a questão da tutela do Patrimônio Cultural do município. A reunião será realizada das 19 às 22 horas, no Teatro Municipal de Antonina.
Na abertura da audiência, falarão representantes do Ministério Público e da prefeitura de Antonina. Haverá, então, exposição sobre “A importância do Tombamento para o Município de Antonina e o papel do Iphan”, pelo superintendente do órgão no Paraná, José Luiz Desordi Lautert, além de apresentação do projeto de trabalho do Ministério Público na área do Patrimônio Público. Na sequência, será aberto para perguntas do público. A audiência será encerrada com uma apresentação cultural.
Como funcionam – O Ministério Público realiza audiências públicas para aproximar-se da sociedade, ouvindo as comunidades e suas necessidades. Nas reuniões, os moradores podem questionar diretamente os órgãos públicos e apresentar sugestões sobre o tema em discussão. Neste contexto, trata-se, portanto, de um importante mecanismo para garantir a participação popular na discussão e solução de assuntos de interesse público.
MP recomenda adequação de atendimento e estrutura do Cras e do Creas em Morretes
O Ministério Público ressalta ainda que as instalações do Creas e do Cras são insatisfatórias e não suprem minimamente o que prevê a Lei Orgânica da Assistência Social
Com o objetivo de suprir demanda de atendimento dos moradores de Morretes, no litoral paranaense, sobretudo crianças e adolescentes, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca, encaminhou Recomendação Administrativa à Administração Municipal solicitando adequações no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). A recomendação teve como base relatório do Centro de Apoio Técnico à Execução (CAEx) do MPPR, que fez uma análise de todo o departamento de assistência social do Município.
De acordo com a Promotoria, há pessoas na lista de espera para atendimento e/ou acompanhamento pelo Creas, inclusive crianças e adolescentes vítimas de violência física, psicológica, abuso ou exploração sexual e negligência, mas falta equipe técnica necessária ao atendimento da demanda. A equipe atual é formada por uma coordenadora, uma assistente social, uma psicóloga e duas educadoras sociais. Segundo relatório do MPPR, o Creas necessitaria ainda de, pelo menos, um advogado (a) e um (a) auxiliar administrativo para atender a população adequadamente na assistência básica, além dos profissionais já existentes. Ainda, há a necessidade de mais um assistente social e um psicólogo para cada serviço de alta complexidade e para atendimentos a unidades de acolhimento.
No relatório, consta também que a equipe atual do Cras é composta por coordenador, assistente social, psicólogo, auxiliar de serviços gerais, recepcionista e motorista, necessitado de mais um assistente social e de três técnicos de nível médio. O MP ressalta ainda que as instalações do Creas e do Cras são insatisfatórias e não suprem minimamente o que prevê a Lei Orgânica da Assistência Social.
Neste sentido, a Promotoria recomenda ao Município que adote todas as medidas cabíveis para regularizar a falta de profissionais no Cras e no Creas (inclusive com a contratação de profissionais por meio de concurso público já previsto no calendário de 2017); que faça as adequações necessárias nas instalações dos Centros de Referência considerando o contido na Lei Orgânica da Assistência Social (Art. 6º-D); e que promova a organização dos programas e serviços para atendimento da demanda envolvendo crianças, adolescentes e famílias, assegurando atendimento de qualidade, com profissionais habilitados.
Gaeco efetua prisões em Paranaguá e Antonina

Operação à Deriva investiga irregularidades no setor portuário, em Antonina (Foto: Amanda Menezes/ RPC Curitiba)
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu na manhã desta sexta-feira, 14 de julho, três mandados de prisão (sendo duas preventivas e uma temporária) e nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal de Antonina a pedido da Promotoria de Justiça da comarca. As investigações buscam apurar crimes de corrupção ativa e passiva e associação criminosa no setor portuário daquela cidade litorânea.
Um dos mandados de prisão preventiva seria para o ex-diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Carlos Polaco. Os mandados de busca e apreensão (no Terminal Portuário Ponta do Félix, em um escritório de advocacia, em uma empresa e em seis residências) foram cumpridos em Antonina, Pontal do Paraná, Paranaguá, Pinhais e Curitiba.
Ainda teriam sido presos Rafael de Moura, que faria lobby para as negociações e o empresário Valdécio Bombonato.
Operação
O MP-PR deflagrou uma operação que levou parte do grupo à cadeia, em março deste ano. No dia 2, o programa Fantástico fez uma reportagem especial contando detalhes da história. Em um dos vídeos obtidos pelo PM_PR um vereador aparece beijando um maço de dinheiro que recebeu de propina.
Régua, atitudes infantis, zonas e shopping têm tudo a ver com política!
Durante evento Promotor rebate críticas
Ao participar do lançamento do programa Compra Litoral, Leonardo Dumke Busato confirmou que notou “significativa melhora e redução de reclamações” sobre licitações em Paranaguá
Servidores das prefeituras do Litoral passaram por uma capacitação no lançamento do projeto Compra Litoral. O trabalho teve o objetivo de garantir a realização de procedimentos licitatórios de forma transparente e que atenda a todos os fornecedores de forma isonômica.
O evento, que aconteceu na última quarta-feira (05), no auditório do Senac, contou com apoio do Ministério Público e palestra do promotor, Leonardo Dumke Busatto, que se mostrou satisfeito com a participação dos servidores de diferentes secretarias e das cidades da região. “Em Paranaguá, onde atuo, houve significativa melhora nas licitações”, declarou.
E ainda comentou que o candidato que perdeu nas eleições o criticou dizendo que ele (Dr. Leonardo) teria engessado a gestão passada e está omisso quanto à atual administração municipal. “Não se mede nada pela própria régua”, disparou o promotor. Continue lendo
MORRETES – MPPR expede recomendação para acabar com cobrança de taxas indevidas somadas ao IPTU
Em Morretes, Litoral paranaense, os moradores da cidade têm recebido os boletos do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) com duas outras tarifas inclusas: combate a incêndios e emolumentos (um tipo de encargo remuneratório de serviços públicos). O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca, sustenta que essa cobrança somada ao IPTU é indevida – há, inclusive, decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STF) neste sentido. Nesta sexta-feira, 30 de junho, o MP-PR expediu Recomendação Administrativa ao Município para que a prefeitura deixe de cobrar esses valores.
Além de propor ao Município que “paralise a emissão de carnês e abstenha-se de cobrar as taxas de combate a incêndio e emolumentos junto à cobrança de IPTU”, a Promotoria de Justiça recomenda a restituição dos valores eventualmente já pagos pelos contribuintes. No documento, entre outros pontos, o MP-PR reforça que “a cobrança de taxa à população pelos serviços de combate a incêndios e emolumentos, sem respaldo legal, pode constituir a prática de ato de improbidade administrativa, à luz dos artigos 9º e 11 da Lei n.º 8.429/92, sem prejuízo da responsabilização criminal”.
Após denúncia do MP, Appa abre processo administrativo
A Administração dos Portos de Paranaguá de Antonina (Appa) afirmou por meio de nota que apoia as investigações do Ministério Público contra um ex-diretor ligado à empresa. Os casos de corrupção teriam ocorrido em Antonina, no litoral do Paraná.
Ainda de acordo com a nota, um procedimento administrativo foi aberto para apuração fatos e o diretor foi afastado das funções e exonerado do quadro dos funcionários.
Foram onze denunciados, entre eles estão o ex-prefeito João Ubirajara Lopes, ex-vereadores e ex-secretários da gestão 2013-2016 e um ex-diretor Appa.
O ex-diretor da Appa é acusado pelo MP por ter pago para que alguns vereadores retirassem de pauta no Legislativo projeto contrário aos interesses da atividade portuária.
Veja a nota na íntegra:
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), ao tomar conhecimento da investigação do Ministério Público do Estado do Paraná (MPE), referente ao envolvimento de integrante do quadro diretivo do Porto de Antonina com a Prefeitura Municipal de Antonina, determinou a abertura de procedimento administrativo para apuração dos fatos, formalizado pela Portaria 169/2017 – APPA, de 04/05/2017.
A Appa informa ainda que, inicialmente, o diretor do Porto de Antonina foi afastado das suas funções e, posteriormente, exonerado dos quadros da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, por meio da portaria n. 188/2017 de 17 de maio de 2017, em virtude das denúncias do MPE.
A Administração defende a investigação de eventuais irregularidades de forma ampla e irrestrita, visando apurar todas as denúncias, e se coloca à disposição das autoridades.
