“Soube que leva 10 dias para a vacina fazer efeito. Por isso corri para vaciná-los o quanto antes”, declarou mãe que levou os filhos para tomar a vacina contra a febre amarela

A dona de casa Emília Garibaldi, que é do Espírito Santo e está há pouco mais de dois meses vivendo em Paranaguá, ficou preocupada quando teve as primeiras informações sobre a possibilidade de a cidade ter casos de febre amarela. Aproveitou a manhã de folga no trabalho e levou os dois filhos para serem vacinados, na unidade da Gabriel de Lara. “Soube que leva 10 dias para a vacina fazer efeito. Por isso corri para vaciná-los o quanto antes”, declarou a mulher. Continue lendo

A Secretaria Municipal de Paranaguá aplicou 524 doses da vacina contra a febre amarela no último final de semana, em três diferentes locais (Encantadas e Nova Brasília, na Ilha do Mel, e durante visitação do navio Fragata Independência, no porto). A intenção é intensificar e melhorar o índice de imunização da população da cidade, já que na última sexta-feira foram divulgados resultados que apontaram como positivo a febre para a causa da morte de três macacos em Antonina. Até agora foram aplicadas 1.844 doses, mas o número deve aumentar nos próximos dias. Nesta segunda-feira (28) a procura foi intensa nas unidades básicas de saúde.
Os exames realizados nos macacos mortos em Antonina, no Litoral do Paraná, confirmaram a existência do vírus da febre amarela em território do Paraná. Os laboratórios do Lacen e Fiocruz-PR examinaram material coletado há dois dias pelos técnicos da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde na localidade conhecida por Mato Queimado.
Os corpos de três macacos foram encontrados em Antonina, no Litoral do Paraná, na noite de terça-feira (22). A Secretaria de Saúde (Sesa) do estado já iniciou a investigação para saber se as mortes dos animais foram causadas por febre amarela.
