Soube que leva 10 dias para a vacina fazer efeito. Por isso corri para vaciná-los o quanto antes”, declarou mãe que levou os filhos para tomar a vacina contra a febre amarela

Médica infectologista Lúcia Eneida Rodrigues faz orientações

Médica infectologista Lúcia Eneida Rodrigues faz orientações

A dona de casa Emília Garibaldi, que é do Espírito Santo e está há pouco mais de dois meses vivendo em Paranaguá, ficou preocupada quando teve as primeiras informações sobre a possibilidade de a cidade ter casos de febre amarela. Aproveitou a manhã de folga no trabalho e levou os dois filhos para serem vacinados, na unidade da Gabriel de Lara. “Soube que leva 10 dias para a vacina fazer efeito. Por isso corri para vaciná-los o quanto antes”, declarou a mulher. Ler mais →


Fique atento para os cuidados. Nunca toque, nem que a mariposa esteja morta

mariposaA população deve redobrar a atenção com as lagartas e mariposas durante o verão. O contato com as cerdas das mariposas do gênero Hylesia causa dermatite urticante. Só em dezembro do ano passado foram registrados 200 casos.

“As mariposas são atraídas pela luz, invadem os domicílios e áreas externas, como varandas, sacadas e calçadas, e, ao se debaterem perto de lâmpadas, liberam as cerdas que acabam atingindo diretamente a pele ou ficam depositadas em roupas e outros objetos”, explica a chefe da Divisão de Zoonoses da Secretaria de Estado da Saúde.

Saiba quais são os cuidados. Ler mais →


horario

O horário brasileiro de verão se estende até o dia 17 de fevereiro. Com a chegada do período – marcado pelos dias mais longos – alguns cuidados com a saúde devem ser tomados para amenizar o impacto da mudança de horário no organismo, que normalmente sofre com a alteração por pelo menos uma semana.
Dentre as precauções que devem ser tomadas, a médica Aliciane Mota, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (Iborl) defende que o ideal é que a adaptação comece uma semana antes, mas caso não haja tempo suficiente, a recomendação é tentar manter a regularidade na hora de dormir e até mesmo de comer, mesmo que não haja apetite. 
A médica também sugere que a alimentação se baseie em refeições leves com alimentos de elevada carga hídrica e grande ingestão de líquidos. “Devemos optar sempre por uma alimentação mais leve e caprichar na ingestão de líquido. Pois com os dias mais longos e a alta exposição à luz solar, nosso corpo sofre mais com a desidratação e acaba nos deixando bem mais cansados”.

Aliciane alerta para o uso de medicamentos para dormir durante o período, pois impedem que a fase profunda do sono ocorra, deixando o usuário mais cansado no dia seguinte. “Certas medicações fazem com que a pessoa durma com maior facilidade e por mais tempo durante a noite, mas é neste momento em que ocorrem os picos de sono que acabam sendo reprimidos pelo medicamento, atrapalhando a fase profunda do sono”, alerta a médica.

Outros cuidados que devem ser tomados antes de dormir incluem evitar alimentos estimulantes como refrigerantes, chocolates, comidas pesadas e que contenham cafeína, e procurar não praticar exercícios físicos nas três horas que antecedem o sono, pois eles retardam sua chegada e estimulam o organismo.

Crianças
É normal que os efeitos do horário de verão afetem mais as crianças que tendem a sofrer mais no processo de adaptação. Segundo a Aliciane Mota, uma saída é que os pais tentem ser mais firmes na regularidade dos hábitos dos filhos.

Já sobre a alimentação, a médica defende que é normal que elas tenham problemas no início. “É interessante deixar que a criança coma até um pouco mais do que o normal ou do que gosta. Isso evita que ela fique tanto tempo sem comer”.


Números se mantiveram sem alterações desde o último boletim emitido na semana

5.2- gripe boletimA vacinação anual contra influenza é a principal medida utilizada para se prevenir a doença, porque pode ser administrada antes da exposição ao vírus e é capaz de promover imunidade durante o período de circulação sazonal do vírus influenza reduzindo o agravamento da doença.

É recomendada vacinação anual contra a gripe para os grupos-alvos definidos pelo Ministério da Saúde, mesmo que já tenham recebido a vacina na temporada anterior, pois se observa queda progressiva na quantidade de anticorpos protetores.

Em Paranaguá, dois óbitos foram registrados, além de 12 pessoas que contraíram a doença. Os números foram confirmados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no último boletim emitido, na última quarta-feira, dia 13.

Todo o Litoral tem 19 casos, sendo os 12 em Paranaguá, dois casos em Guaratuba, mais dois em Matinhos e dois em Pontal do Paraná. Antonina tem um caso da doença registrado e um óbito.

Guaratuba também registrou morte pela gripe H1N1 neste ano.

Medidas de prevenção da gripe H1N1:

  • Freqüente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento. No caso de não haver disponibilidade de água e sabão, usar álcool gel a 70°.
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir.
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas.
  • Manter os ambientes bem ventilados.
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença.
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre.

 


Site: Papo de Mãe

Site: Papo de Mãe

De acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde, quanto à distribuição etária dos casos confirmados de dengue, 51,3% concentraram-se na faixa etária de 20 a 49 anos, seguida pela faixa etária de 50 a 64 anos com 17,9% dos casos.

O sexo feminino é o mais atingido, exceto nas faixas etárias abaixo de 19 anos.

Os profissionais de saúde mantém o alerta para que todas as pessoas continuem mantendo os cuidados necessários para evitar ser picado pelo mosquito Aedes aegypti como usar repelentes e seguir as instruções de uso.

Ter mudas de planta de citronella também pode afastar  o mosquito, contanto que não tenha ninguém em casa que seja alérgico.

Os demais cuidados envolvem evitar focos de água parada para que o mosquito não tenha ambientes para sua proliferação.

 


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São 86 casos residentes em Paranaguá. Número aumentou na cidade polo do Litoral

3.2-Como-evitar-a-DengueDesde que o foco da dengue foi detectado em Paranaguá, foram notificados 283 casos, sendo que em três casos, verificou-se que se tratavam de residentes em Paranaguá com notificações por Curitiba.

Destas 283 notificações, 184 casos foram descartados e 91 casos foram positivo, sendo que cinco deles estão em algumas cidades do Litoral, mas Paranaguá é onde o maior número de casos foi detectado.

São 86 casos de residentes em Paranaguá, sendo dois importados – 1 com histórico de viagem para Itajaí e 1 com histórico de viagem para Foz do Iguaçu. 84 casos são de doentes residentes na própria cidade.

 

Cuidados

Carros de fumacê e agentes com bombas costais percorreram os bairros da cidade.

Mutirões de limpeza foram realizados em regiões onde há maior concentração de casos de dengue.

Novos mutirões começaram a ser feitos com o objetivo de orientar os moradores dos bairros quanto às formas de evitar a proliferação do mosquito e, consequentemente, a doença no município.

Há uma grande preocupação de que a situação se transforme numa epidemia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que há epidemia quando um local registra ao menos 300 casos a cada 100 mil habitantes.

Para evitar que a cidade pólo do Litoral aumente os índices de cidadade com epidemia de dengue, são necessários cuidados como manter caixas d’água limpas, vasos de plantas secos, calhas limpas e sem acúmulo de água, pneus cheios de água, entre outras ações que podem ser verificadas no quadro ao lado.

 

Óbitos

Neste período de casos de dengue registrados, aconteceram quatro óbitos, mas todos foram descartados como sendo de dengue. Um dos óbitos foi provocado por leptospirose, dois por meningite e uma idosa faleceu com a gripe H1N1.


Cuidados em cemitérios necessitam da colaboração de todos. Plantas só com areia ou pedra para evitar acúmulo de água

flores456Paranaguá tem cinco cemitérios e muitas pessoas deixam vasos com flores para homenagear os entes queridos. Porém, esta prática é aconselhada com orientações rígidas de que evitem formas que possibilitem acúmulo de água. Potes para os vasos devem ser cobertos com areia ou pedras, vasos com flores verdadeiras ou artificiais não devem ter plástico.

Esta é uma das orientações e preocupações dos técnicos que fazem parte do Comitê Municipal de Mobilização Contra a Dengue que se reuniu, mais uma vez, nesta sexta-feira (31) para fazer balanço das ações e levantamento das equipes, assim como do número de casos.

Com a confirmação de 10 novos casos durante esta sexta-feira, são 42 casos autóctones (que contraíram a doença na própria cidade) e oito que aguardam resultado.

Para evitar que novos casos sejam registrados, os carros de fumacê estão percorrendo os bairros da cidade e, paralelamente, equipes com agentes de endemias e agentes comunitários vão até as casas orientando os moradores da cidade com relação aos cuidados para evitar a dengue.

A prevenção é a principal arma contra a dengue. Dicas para combater o mosquito e os focos de larvas:

– Mantenha a caixa d’ água sempre fechada com tampa adequada

– Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas;

– Não deixe a água da chuva acumulada sobre a laje

– Lave semanalmente por dentro com escovas e sabão os tanques utilizados para armazenar água.

– Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água.

– Encha de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta.

– Se você tiver vasos de plantas aquáticas, troque a água e lave o vaso principalmente por dentro com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana.

– Guarde garrafas sempre de cabeça para baixo.

– Entregue seus pneus velhos ao serviço de limpeza urbana ou guarde-os sem água em local coberto e abrigados da chuva.

– Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada. Não jogue lixo em terrenos baldios.


Mutirão para remoção de objetos que possam acumular água em terrenos baldios e em áreas de manguezais será realizado durante a tarde de hoje na  Vila Guarani.

medidas-preventivas-dengueA intenção é realizar mutirões em todos os bairros da cidade, como revelou a secretária municipal de Saúde, Terezinha Flenik Kersten, durante a reunião do comitê. Para o serviço de limpeza Paranaguá recebeu mais 6 bombas (totalizando 10, porque já possuía mais 4) para pulverização de um inseticida chamado Malathion, que elimina mosquitos que já estão formados (alados) e também ainda na forma de larva.

Vão atuar ainda no mutirão um total de 21 agentes especialistas em endemias, que já estão trabalhando há semanas nos bairros, e também 20 guardas civis municipais. O trabalho foi intensificado porque já estão confirmados em Paranaguá 21 casos de pacientes que contraíram a doença na cidade (autóctones) e outros seis, importados.

Uma outra orientação repassada aos moradores de Paranaguá é para que verifiquem suas calhas, que muitas vezes têm folhas que propiciam o acúmulo de água. Os agentes de endemias também orientam a população com frequência a não deixar pratos de plantas com água parada, além de pneus e caixas d’água abertas, por exemplo, pois estes são ambientes comumente usados pelos mosquitos. Um técnico da Secretaria de Estado da Saúde participou da reunião do comitê e repassou as devidas orientações.

ÓRGÃOS PARTICIPANTES

Participam do Comitê de Combate à Dengue: 1.ª Regional de Saúde, Hospital Regional do Litoral, Coordenação do Programa de Dengue, Vigilância em Saúde, Vigilância Epidemiológica, Atenção Primária, Central de Abastecimento Farmacêutico, Comunicação, secretarias municipais de Meio Ambiente, Urbanismo, Educação, Assuntos Fundiários, Obras, Saúde, além de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 9.º Batalhão da Polícia Militar, Defesa Civil, Hospital Paranaguá, CAB Águas de Paranaguá, Mitra Diocesana, Associação dos Ministros Evangélicos de Paranaguá (AMEP), Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (ACIAP), associações de moradores, Associação Médica e Rotary.

Fonte: PMP

 


Transmissor da doença pode estar no seu lixo, na piscina ou no pneu perto da sua casa, mas isso pode mudar para evitar a doença na cidade

13895Depois que a Paranaguá registrou um caso de uma pessoa com dengue, as ações precisam ser redobradas. A Prefeitura de Paranaguá, por meio dos profissionais da área estão fazendo o que é necessário como instalação de armadilhas, análise das larvas coletadas, localização de pontos estratégicos, visitas domiciliares e ações nas escolas, empresas e eventos.

Para entender melhor a situação, a equipe de saúde explica que as larvas do mosquito têm sido encontradas em determinados bairros, então as equipes de saúde se concentram nestes locais.

Visitas domiciliares são realizadas com orientações sobre o que deve ser feito para evitar que o mosquito apareça.

E o mosquito da dengue gosta, principalmente, de lixo, água e pneus.

Por isso, é preciso cuidado redobrado para que estes focos de risco possam ser evitados.

A Prefeitura de Paranaguá, com 21 agentes de saúde em campo e mais 10 do Ministério da Saúde, fazem visitas domiciliares, está aumentando o número de armadilhas na cidade e fazem a identificação das larvas capturadas, coloca pneus em pontos estratégicos que são definidos como acúmulos de criadouros como cemitérios, ferro velhos e borracharias e ainda a educação em saúde nas escolas, empresas e eventos.

A supervisora do programa municipal de Combate à Dengue, Maria Inês Xavier Farias, reforça o pedido à população para que colabore ouvindo as orientações dos agentes de saúde com relação aos cuidados como tampas lixeiras, tampas caixas d’água, manter calhas, canos e ralos desentupidos, não deixar pneus onde possa acumular água, descartar adequadamente tudo que acumula água e virar garrafas e vasilhames para que também não acumulem água.



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